Verdade
Descobrindo verdades
Desde que nasci fui dependente
de carinho, de cuidados
de amor e abraços.
[...] aí nessa pausa eu cresci.
E veio os erros inconsequentes
magoando pessoas inocentes,
partindo corações os deixava em pedaços.
Afastava assim pessoas que amei, rompendo laços.
Deitada na minha cama, me vem na mente
Se falamos que amamos então, porquê magoamos?
Eu não sei a resposta e sinceramente
chega desse assunto, que já deu no saco.
Mas e continuar fugindo? Acho que não.
Quando criança era mais fácil cometer erros
Um pedido de desculpas e deu, seguíamos adiante.
Ah.. como queria aquele tempo de criança de novo.
Luar, carinho, carícias, beijos, beijinhos, beijões. Sorrisos, olhares, verdades. Música, colo, cafuné...e mais sorrisos, muitos sorrisos, por fora e por dentro.
Porque não gostamos de ouvir algumas verdades?
Porque as verdades as vezes doem muito,mas elas são necessárias.Mas não se preocupe ,porque todas elas passam.
Cortei laços com meu EU interior, mas só por alguns segundos, ele anda teimoso, me dizendo verdades e mais verdades, e nem sempre isso me agrada...
ESSA TAL FELICIDADE
E chegará o dia em que minhas verdades não mais machucarão por que não serão mais ditas, e ai terei a certeza da ausência da mágoa, do coração iludido, do amor menos perdido, e do carinho eternizado pela falsa sensação de que toda verdade dita é apenas essa real mentira que resolveram adotar para acreditar que tudo isso vale a pena.
Ainda virá o dia em que fingirei estar sendo o que sou, quando na verdade já não estarei em mim, já não serei nem o meu pior, e nem o meu melhor, por que tudo que sou de mais sublime está acorrentado a essas tais verdades que um olhar suplicante, me implora para não serem gritadas, afim de não estar certo de que aquilo que conheceu e amou, é apenas um espelho d’água desse rio que sou, que quando submerso em mim, revelam correntezas e uma turbulência desorientadora para quem não souber nadar nessa paisagem tão bela, tão profunda, tão confusa, tão instigante, tão esmagadora, tão apaixonante, tão ilusória, tão eu.
E haverá esse tal fatídico dia em que por te fazer feliz, já não serei ninguém, por que te quero feliz, e pra isso preciso mudar. Esse momento chegará, onde não poderei sustentar a amarga mentira de ser realmente egoísta, e irei parar de lutar pra me convencer de que sou traiçoeira, ou passarei a te revelar a ridícula verdade de que sou tudo o que pareço, de que não há mal do qual padeço, e assim morrer dentro de mim, pra renascer no que precisas e só então, descobrir a tua verdadeira felicidade, no meu falso sorriso feito da saudade daquilo que nunca consegui ser.
As palavras vão, as palavras voltam... o que se diz, independe do tempo ou do tom da voz, verdades e mentiras não possuem regras, agradão e desagradam os seus sedentos ouvintes!
No silêncio da noite
Repouso em lucidez de querer bem
Pouso no improvável, nas verdades que tenho por perto.
Falta astral?
A noite está sem cor?
- Vou mudando o astral,
alimentando o pensamento de como a escuridão é inexistente.
Daí, vou pintando-a em cores,
se faltar no estoque uso uns retoques,
nada que a luz da lua e o brilho do sol não provejam.
Deixar brilhar até amanhecer.
Preciso um pouco mais do que isso, eu sei.
Necessito de coisas escassas.
Careço do bem,
hoje pouco se tem.
"Às vezes num tropeço, esbarramos em verdades que trazem à tona a nossa verdadeira ligação com tudo à nossa volta.
Nessa hora dá para perceber que marcas estamos deixando em tudo o que tocamos... Triste é não se ver em nada e assim não existir.
Agora é um momento de parar para refletir...
Que marcas ando deixando por aí???
Ou será que ando colaborando para estragar as marcas que outras pessoas tentam deixar de si?"
As piores das verdades é que todos temos um pouco de mediocridade, por que querendo ou não, terminamos falando de pessoas.
Existem verdades que, ainda que sejam sobre nós, não são nossas. Descobri-las pode ser doloroso. Não precisamos saber de tudo.
memórias passadas de um futuro desconhecido
verdades complexas por um poeta adormecido.
Eis um coração,
um ser pequeno, de maturidade acrescido.
Que pleiteia no futuro se abster de seu caminho.
O futuro parece distante nesse momento.
mas há opiniões distintas ,
Com razões extintas
E de difícil entendimento.
Medos comuns, medo é defeito
Remorcio será sina.
Talvez instantâneo,só foste
prazeroso arrependimento.
Atos fúteis com intelectos chulos,
Personalidade falsa de um líder fajuto
Quem sabe um tirano,perdido no mundo
No mundo mundano ...socorro eu esculto.
Mas ajuda, não chamo
E à ajuda-lo me recuso.
A negação se sustenta,
Se muda uma vida
Prossegue o tempo
E uma sentença será cumprida
Dias á mais ou dias á menos,
Verdades ocultas caráter pequeno
Me fez refletir sobre o que ando fazendo
E quanto de minha essência fui perdendo
Quer se elevar,
mas não consegue
Parece querer mudar
Porém não se livrará do que o persegue
No fundo eu sou fleumática
Pensas o contrário?
Não me importo nem um pouco
Com seu imaginário
As vozes da noite dizem verdades
As minhas ,suplicam liberdade...
Outra vez eu as tranco, exigindo cautela
Sendo óbvia a vida não seria tão bela
Mas no fundo eu sei que de nada me serve
"CONVERSANDO COMIGO MESMO"
"E as verdades dos livros, quem escreveu?
Em quem acreditar quando a mente desmente o que o mundo lhe ofereceu?
Quem é você que me ouve, se sou mais um que não interfere?
Quem sou eu que, entre as cifras, aos sonhos prefere?
Quem é o Peter Pan na história: vilão ou mocinho?
Quem sou eu nessa sala vazia: destino ou descaminho?".
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