Poemas sobre o vento
Dunas da Joaquina
A maré põe as suas águas para harpear,
o sopro do vento faz mais de uma
Sempre-viva-de-mil-flores dançar
sobre as dunas da Joaquina.
Sim, é sobre o amor e a vida
que estou falando e sobrenaturalmente
faz a alma e a poesia
se encontrarem coincidentemente.
Sou a que você leva como o ar
feito para respirar, no brilho do olhar
e no seu coração para todo o lugar.
O Butiá-branco
balançando
pelo vento minuano
me faz intuir que
você está chegando,
e para você decidi
ir me preparando.
"Frases não são palavras jogadas aleatoriamente ao vento por uma mente ociosa. São uma extração de partículas pivotais, inerentes a um conjunto de pensamentos, subjetivos a um leque de reflexões, mescladas a uma ótica hermenêutica, e intrínsecas a uma exegese cabal."
"Enquanto as árvores se entregam à dança frenética do vento, o silêncio da noite ecoa sussurros de lugares distantes e tempos remotos."
"Sob o manto do silêncio noturno, o vento narra contos de terras longinquas e eras passadas, entrelaçando-os à dança das árvores."
Aluno: Mestre, por que tantos correm… e parecem não chegar?
Mestre: Porque correm atrás do vento.
Aluno: Mas e se o alcançarem?
Mestre: "O homem que corre atrás do vento se esquece: o vento não se alcança — sopra do alto, passa por cima, e vai."
Aluno: Então o que nos resta?
Mestre: Parar. Ouvir. Sentir. E lembrar que o que vem do alto, não se persegue… se recebe.
"O homem que corre atrás do vento se esquece: o vento não se alcança — sopra do alto, passa por cima, e vai."
