Velhas Amizades
Que seja um fim de semana em família ou
um agradável momento com os velhos amigos e
ou , até mesmo , com os novos...
Quem sabe com aquela pessoa especial
Ou simplesmente sozinha...
Engendrar novos planos
Traçar novos objetivos...
criando novos sonhos ou reformulando os velho
Não importa...
A ideia principal é
SER FELIZ E PONTO FINAL
Saia na madrugada, ande sem rumo, corra até perder o fôlego, reencontre velhos amigos, dance com se ninguém estivesse ali, cante no chuveiro como se cantasse a uma multidão, beije como se fosse único, saia na chuva, faça piadinhas sem graça e tire sarro delas mesmas, veja fotografias se lembrando de como tudo era lindo, mas não se prenda a isso... se apaixone entre de cabeça, mas não espere que isso lhe dê algum fruto, cuide de seus verdadeiros amigos assim eles cuidarão de você quando mais precisar, e viva intensamente como se amanhã chegasse em apenas em um minuto e fosse o seu último momento.
Nem sempre velhos amigos podem ser novos amores, mas novos amigos podem ser velhos amores que estavam apenas esperando o destino resolver apresentá-los.
Ontem tive um sonho triste
Já tinham ido todos meus amigos
E ficará eu só, com meu velho coração apertado
Ontem tive um sonho bom
Onde estávamos nós, eu e meu amor
Velhinhos sentados a beira da porta
Hoje acordei feliz
Pois tive um sonho, meu melhor sonho
Onde tinha vivido toda minha vida ao lado daqueles que amo.
AMIGOS MAIS QUE SAPATOS VELHOS
Que maravilha...
Você descobriu na internet,
Uma loja virtual...
Especializada em vendas de sapatos...
Seu sonho de consumo...
Lindos modelos, cores variadas, tudo que voce sempre quiz...Então você se encanta...calça um...calça outro...
e mais outro e decide...Escolhe muitos...
Mas quando os calça, descobre um em especial... Este é perfeito, confortável...Quanta suavidade! Você anda entre pedras e espinhos...Deleita-se... Quantas qualidades...alguns de seus amigos até te invejam...Parece que foi feito pela mão de Deus, especialmente para teus pés...Mas...Passado algum tempo...Já não tem o mesmo encanto, ja não tem o mesmo brilho... A sola começa soltar-se...reformar? não... não vale a pena, o custo e alto...melhor comprar novo...você o joga no fundo de um armário...Pobre sapato Velho...Agora já é um transtorno...jogar fora? nem pensar... polui a natureza...demora pra se decompor... foi rejeitado...Mas...È apenas um sapato velho não vai sofrer.
Parecido com ele so tem um ser no mundo.
"OS AMIGOS MAIS QUE SAPATOS VELHOS"
Estes sim sofrem muito...Tal qual o primeiro...Também serão descartados...Mas estes tem coração...tem sentimentos e quando lhes dizem " VALEU!VOCÊ FOI UM ANJO BOM QUE DEUS COLOCOU NA MINHA VIDA,AGORA VOU ANDAR SOZINHO"... Seus corações desnorteiam, choram, por que são bobos, são imbecis,Acreditam que tem amigos de verdade...Não entendem porque...Se tudo que fizeram foi dar conforto quando a caminhada era muito difícil...
Estes também vão se decompor...Lentamente...sofridamente...
sentir-se-ão mortos vivos...È duro ser AMIGO MAIS QUE SAPATO VELHO.
A grande diferença é que estes sim...
Foram feitos por Deus....
Na medida certa para seus pés...Você não entendeu...
Mas ele já te perdoou...
E por incrivel que pareça...
AINDA CONTA CONTIGO!
Amigos, não perguntem a minha idade porque de fato, não faço a menor ideia.
Crianças, jovens, velhos? Afinal, que idade nós temos?
Nunca saberemos de fato. Entendam, eu não perdi minha certidão de nascimento e fui registrado sim. Acontece que já foram tantas as existências, tantas passagens e missões vividas, tantas conversas e acordos com pai celestial....
Que já nem sei mais...
Somos muito mais do que a aparência física ilustra, embora as marcas ou rugas na pele demonstrem cicatrizes de vida.
A medida do tempo muito pouco importa, mas sim o valor que damos ao tempo.
Idade se faz no somatório das intensidades de cada minuto vivido, seja lá em que mundo estivermos e com quem estivermos.
Já quantos minutos de intensidade eu vivi? Esta resposta sim posso lhes dar...
Incontáveis, eternos e infinitos...
Faça chuva ou faça sol. Faça o novo ou reinvente o velho. Faça sonhos, faça amor, faça amigos e depois amor de novo. Faça sorrir, faça florir, faça flor-rir, faça ir e faça voltar. Faça coragem, faça permitir, e faça sorrir se não der certo no final. Faça errado, só não deixe de fazer. Faça.
Se existe algum sentido na vida, amigo, é o do amor.
Eu vi um casal de velhos, se olhando nos olhos, no fundo dos olhos, e sem dizer uma palavra, eles diziam o que era o amor.
Te peço: não vá antes de mim. Eu não suportaria fazer tudo isso e lhe cantar a última música.
A gente passa a vida se encolhendo pelos cantos das calçadas, se escondendo nos cantos que cantam. Eu já não suporto o choque que todos tomam, quando se fala sobre amor. Nunca é tarde para dizer que se ama. Nem cedo, se o que sente já não cabe mais no peito.
Não temos o controle de nada. Nada, meu amor. Então por que não se entregar? Por que titubeamos em gritar o amor ao amado?
Mais uma vez, nesse dia, só preciso dizer que te amo. Mais uma vez, nessa noite, só preciso dizer que te amo. Mais uma vez, nessa vida, só preciso dizer que te amo. Mais uma vez, amor, vivemos nossa vida, amando.
Acabei virando amigo da minha depressão. Minha velha companheira está junto a mim à tanto tempo, me deixando cansado e dando à minha vida um tom fúnebre que eu acabei esquecendo como era a minha vida antes.
O Papel e o meu ser
Oh velho e doce amigo papel
Volto a te machucar pela mais fina ponta
Para cicatrizar a mais grossa camada que desaponta meu ser
Oh papel, tu és o remédio mais fiel
Com as minhas dores, faço arte
Oh papel, continuo a lhe arranhar
De forma que tu sangras
Para escorrer a cor mais obscura desta tinta
Desenho com minhas palavras
Mancho-lhe com minhas lágrimas
Mas o mais puro verso
É escrito com a mente que sustenta o meu ser
Que brilha com a única estrela do meu universo, o coração!
💎 Sina 💎
Depois do abraço
Das lágrimas
Nos sentamos
Como dois velhos amigos
E fomos nos conhecer
Eu uma professora dedicada
De Educação Física
Adoro malhar, correr
Dançar, nadar
Stuart
Criado em instituições
Não sei nada sobre
Meus pais
Mas sempre fui estudioso
Nem sei meu verdadeiro nome
Esse foi opção minha
Interpretar um dom
Acho que sempre penso
Que minha vida era algo
Que assisto passar
Namorei algumas atrizes
Mas sempre acostumado
A ser só não consigo
Me relacionar
Tenho dificuldades
Gosto de ser só
O seriado ganhou
Repercussão
Devido o tema da violência
O autor foi muito feliz
Parece tudo muito real
Uma linguagem atual moderna
A critica aplaudiu
A Netflix comprou
Só não contavam com
A minha doença
E nem eu
Daí como a minha vida
Parece um filme
Quis fazer um desconhecido feliz
Mas hoje na verdade
A felicidade é minha
A garrafa
Você
As forças divinas
Me provando que
Eu tenho chance
De ter uma vida real
De verdade
Pergunto ao Stuart
Nunca quis saber dos seus país
Ele diz que sim
Mas novamente teve
Medo de ir atrás
E sofrer outra rejeição
Entendo seus motivos
Mas você precisa
Tentar
Ele está cansado
Sugiro que vá se deitar
E penso
Após cirurgia
Temos algo a resolver
Antes de eu sair da sua vida
OS INFORTÚNIOS DE AFONSO
Por Nemilson Vieira (*)
Eu o meu irmão mais velho e alguns amigos da primeira infância visitávamos o bananal do seu Afonso nas caçadas de passarinhos. Havia bananas maduras nos cachos, com furos por cima; já visitadas pelas aves. Pipira (sanhaço), currupião (sofreu), sabiá… Homem bom, de poucas posses, mas trabalhador e honrado… Numa certa altura da vida, Afonso desandou-se; deu um atrapalho na família: a mulher foi-se embora com outro e levou consigo os filhos. Com o tempo a sua casa do nada, pegou fogo com a plantação de bananas. Tudo que possuía tornou-se em cinzas; quase morreu de desgosto… Um amigo o convidou a uma caçada conhecida no nordeste por fachear; consiste em se fazer uma picada por baixo da mata e ficar a andar na mesma, num sentido e noutro, com uma lanterna e uma espingarda, o tempo que se fizer necessário; no intuito de abater a caça que tentar atravessar o caminho. Naquele dia deu errado… Terminaram o trabalho ainda cedo da tarde; o amigo de Afonso disse-o que o aguardasse um pouco, que iria dar algumas voltas por perto. A caçar algum bicho miúdo: um preá, um inhambu… Ao retornar, alguns metros de distância, algo fez um barulho por baixo de umas ramagens a sua frente; com a espingarda engatilhada na direção do bicho olhou mais um pouco e apertou o gatilho, Bam! Ai! — Gritou o Afonso em dores profundas. O amigo correu desesperado para ver e, confirmou ser o seu companheiro de caçada. Com bastantes perfurações de chumbo fino por todo o seu corpo; respiração ofegante, dificultada. No momento que fora alvejado Afonso firmava o cabo da sua faca que havia afrouxado. O amigo visualizou apenas o seu cotovelo em movimento e confundiu-se: achou ser uma cotia. Próximo à escuridão da noite começou o martírio do amigo do Afonso com ele nas costas a procurar uma ajuda. Um galo cantou ao longe de onde estavam… Era o sinal que precisava; marcou o rumo e foi-se. — Orientado pelo canto da ave chegou a um morador. Afonso perdera um pouco de sangue pelo caminho, com a agitação do corpo, aos balanços nos ombros do amigo. — Ainda vivia. O amigo contou com riqueza de detalhes tudo o que acontecera com os dois, ao morador. O homem depois de ouvi-lo… Indicou um remédio caseiro à vítima: um frango pisado no pilão com pena, tripas e tudo mais; do jeito que fosse pego no poleiro. Não carecia de sal; um pouco de água sim. Somente para chegar aos recursos médicos na cidade, lá entrariam com os cuidados e uma medicação coadjuvante ao tratamento. Com uma observação: não devia vomitá-lo caso contrário morreria. Afonso ainda consciente, por certo ouvia tudo em profundos gemidos. Consultado se topava beber o tal remédio naquelas circunstâncias, o aceitou. Depois do frango pisado o homem despejou aquela mistura numa caneca grande, mexeu e deu ao baleado a tomar. Afonso bebeu o frango pisado no maior sacrifício do mundo; com uma cara daquelas… A cada gole que dava fazia menção de jogar tudo para fora. Lembrava da orientação do homem e não o fazia. Missão cumprida, providenciaram uma rede para o traslado do paciente. Alguém para ajudar na condução do mesmo. Afonso não provocou vômitos e resistiu bem a viagem. O seu tratamento foi trabalhoso gastou-se um bom tempo para remover todos àqueles chumbos do seu corpo e a saúde voltar. Depois do caso passado até serviu de graça, se é que o Afonso contava que o pior de tudo não foi o tiro da cartucheira: foi o frango que bebeu. Com as recomendações de segura-lo no estômago para não morrer.
*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário.
(27:02:18).
Fli e Lang
Meu velho amigo
Por que você está tão tímido?
Não é do seu feitio se conter
Ou se esconder da luz.
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidado, Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar.
Eu tinha esperança que ao olhar meu rosto você saberia que, não acabou.
Não faz mal, eu vou encontrar alguém como você.
Não desejo nada além do melhor.
me esqueça, eu imploro, me lembro do que você disse
Às vezes, acaba em amor
Mas às vezes, em vez disso, ele fere
Às vezes, acaba em amor
Mas às vezes, em vez disso, ele machuca.
AD
ME DESCULPE, NÃO SEI MENTIR.
Não tente recuperar uma velha amizade, se houve motivo para recuperar é porque ela nunca existiu.
BOM DIA
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