Veio e Passou como um Cometa
De fato a questão se Deus existi ou não pode ser um dilema para algumas pessoas, não a como comprovar sua existência como também sua não existência, todavia muitos saberes científicos adquiridos até os dias atuais faz apontar para um Criador.
A ciência não consegue explicar fatores fundamentais como o surgimento da vida e a origem do universo, vale ressaltar que não a evidências sólidas da evolução das espécies como também do surgimento do Universo, muitas delas são teorias e suposições.
Descobertas mais recentes começam
a comprovar as escrituras bíblicas, muitas delas fazendo mudar a visão de como o universo e à vida começou aumentando a chance de haver um projetista por trás de tudo.
Portanto os religiosos deveriam aproxima-se e apoia-se mais no saber científico , muitos tem receio que a ciência mate Deus ou que diminua fé nele, aquele que teme a ciência de tal modo deveria se perguntar se sua fé em Deus é realmente verdadeira, o certo seria usar esse conhecimento para evidenciar deforma mais clara o criacionismo,já dizia o grande cientista Albert Einstein "A ciência sem a religião é manca, a religião sem a ciência é cega".
Não há um porquê separar religião da ciência,as duas não são incompatíveis elas podem ser aglutinar e dar vigor uma a outra
Um jovem escritor.
Minha vida é como uma imensa praia de muito areal e pouca maré. Preciso de água: as dislexias em semântica, passarinhos a miar nas sentinelas dos caranguejos, sóis a formar plebe em nome da lua. Dispo-me. Não tenho vergonha de me expor. Salve Drummond que compreendeu toda precisão do mundo: pessoas, cafés, livrarias. As notas estrugem como vulcões: música, versos, pelicanos e outras delicadezas tímidas do dia. Há em mim enxaquecas dos byronianos, a vontade de encontrar o que perdi (despretensiosamente), fichas de carrossel. E essa manhã que ainda não raiou... Volta?
Acreditar que um dia você irá encontrar um alguém que te ame e te aceite assim como você é!
Não é impossível, apenas dê tempo ao tempo, as coisas surgiram quando menos espera.
A vida é feita de surpresas, não queira encontrar em alguém diferente de ti o que você não seria para ela.
Apenas viva, e a vida te mostrará o caminho para felicidade.
Viver e aprender é o caminho para o conhecimento.
Inimigo
"Como combater um inimigo que vive dentro de mim?
Já que esse inimigo invadiu meu coração e dele se apoderou.
Ter você morando dentro de mim é uma tortura, já que não posso tocá-lo.
Luto constantemente uma batalha já perdida, pois meu coração se recusa a expulsá-lo.
Me apaixonei por você que roubou meus pensamentos, manipulando minha mente a sonhar contigo.
Tento fugir desse amor, mas meu coração e minha mente fizeram complô contra mim, não permitindo sua exclusão.
Em todos os lugares esse amor me acompanha, infernizando meus pensamentos.
Perco todas as batalhas contra esse amor bandido, caí de vez na cilada que o destino me reservou, já que não tenho armas pra combater
o inimigo que veio pra roubar meu sossego."
(Roseane Rodrigues)
Não quero viver se não for pra te amar. Ao seu lado me sinto um ser imortal, ou até mesmo como águia que vou bem ato pra se deslumbrar com as belezas que encontro em você.
Somos todos filhos do Caos!
Como um deus da ciência, objetivamos o tempo.
Suas parcas verdades fixamos ao mundo.
Mas aos corpos celestes... elas inexistem. Sentido só há em relação ao espaço.
duas horas e um singelo minuto,
e eu neste quarto escuro e soturno,
como a veste de quem anda de luto
pela morte de um bruno!
a morte me segura como sua mão forte!
e vocês choram sobre meu peito!
enquanto eu sorrindo me abraço com a morte,
em um sono quase perfeito!
já não vejo vocês tão claramente!
mas ainda posso escutar
o anjo do meu lado a rezar!
duas horas e um singelo minuto,
a minha mãe se desespera a chorar
quando olha pela última vez, meus olhos a fechar!
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
Mas o rio não sente dor! O rio não sente nada… apenas segue! E com ele prossegue, tudo aquilo que nele se encontra…
E esse menino indeciso, jogando suas pedras no rio,chateado, fraquejado. Embora ainda não ciente, do momento vivido. Não se importa com o que há de vir…
Apenas peleja em sua mente, a trajetória da pedra, e onde irá cair.
Apenas no momento se encontra e nele se perde...
Livre de razão, do fato predestinado. Livre por escolha… escolha de momento.
Mas as pedras se acabam, e no fundo do rio elas ficam.
E como todo menino, as descarto! E procuro outras no chão… no fim me canso, e o dia termina. Só me vem a lembrança e o remorso. O momento se foi… outro virá?
Talvez! Mas, como adulto novamente, não quero esse novo momento! Só quero resgatar aquele breve tormento, que joguei na razão… mas agora já foi, e no mais se foi...
“ Não encarre um dia como sendo o fim do mundo, mas sim como sendo mais um dia que precisa ser vencido.”
“Ser cientista é como ser um grande organizador de peças de quebra-cabeça, que visa solucionar um mistério.”
UMA VIDA
Esta é a história de um garoto pobre como tantos que aqui vivem neste país que, com o seu suor e o seu sangue, ajudam a construir o nosso tão desolado e desacreditado Brasil.
Aquele garoto, filho de um lavrador de mãos e pés calejados pelo uso da enxada, da foice e pelas longas caminhadas, levantava-se todos os dias bem cedo para levar a marmita com a comida para ele, o seu pai, num dos pontos mais distantes de uma enorme fazenda, onde trabalhava enfrentando o sol causticante e a chuva às vezes inclemente.
Todos os dias a mesma rotina. O cão vira-latas, magro e desnutrido ficava à porta da casinha com os olhos fixos naquele menino pobre esperando poder, junto dele, caminhar até próximo do seu dono para aplacar a sua fome. A felicidade e a fidelidade estavam estampadas no seu semblante alegre enquanto percorriam a longa estrada de terra.
Aquele pai com toda simplicidade e experiência adquiridas durante longo tempo, usava a enxada para desbastar a terra, aplainá-la tirando dela as impurezas, as ervas daninhas que pudessem prejudicar a sua tão importante missão. Ele o fazia todos os dias, durante anos a fio como o maçom de fato, o faz também. Com o malho e o cinzel, com toda a paciência do mundo, vai desbastando as arestas da pedra bruta que prepara para a construção do seu tempo interior. Faça chuva, faça sol lá está ele sobre ela aplainando-a, alisando-a até que um dia ela se torne uma pedra polida.
Aquele garoto passara pelo mesmo caminho durante vários anos sem se dar conta do que compunha e embelezava aquela viagem que fazia com amor, pelo seu velho e já cansado pai...
Certo dia, vendo uma vaca, passou a observá-la e começou a pensar. Esta aí, além de fornecer o leite tão importante para as crianças deste mundo de Deus, nos dá o couro, e também, a carne que nos alimenta. Aqui na fazenda, ainda colabora com o esterco que deixa as plantações verdinhas e a horta sempre bonita e produtiva.
Olhando mais adiante viu um grande e fogoso cavalo e logo pensou também na sua utilidade. Além de um excelente meio de transporte para levar o seu dono a lugares inacessíveis aos carros, ele também ajuda a levar para a cidade parte de nossa produção, puxando carroças e mais carroças cheias de arroz, feijão, verduras e muitas coisas mais. Também ele colabora com a sua parte de adubo para robustecer e embelezar as plantas.
Mais à frente ainda, encontrou uma quantidade enorme de galinhas e lembrou-se dos ovos, das penas e da saborosa carne que durante muitos anos servia de alimento somente para pessoas doentes ou ricas, mas que agora, conforme dizem por aí, todo brasileiro, principalmente os pobres, estão comendo muito, até demais...
E assim, foi aquele menino estrada afora conduzindo no bornal a marmita que continha a comida do seu pai que já devia estar ansioso para comer, dado o tempo que saíra de casa para trabalhar...
Lá chegando, abraçou o velho amigo e passou-lhe aquela marmita que ainda estava quentinha e, enquanto o seu pai saboreava tão necessário manjar, ele afastou-se um pouco e começou a observar aquele que era o responsável pela sua existência terrena... Olhava firme e carinhosamente para ele e pensava, pensava, pensava... Mas, o que poderia estar pensando naquele momento tão sublime? O que poderia ele estar pensando?
Somente parou de pensar quando recolheu a marmita e, despedindo-se beijando o rosto do pai, voltou pelo mesmo caminho que tantas vezes trilhara e que, outras tantas continuaria trilhando.
Será que aquele caminho poderia ser chamado de caminho da esperança? Caminho da desilusão? O nome talvez não importasse muito para aquele garoto... E para o seu velho, cansado e corajoso pai?... O que poderia significar também, para aquele cãozinho magro e descolorido?
Olhar tão doce como és o sabor do mel, meiga e delicada que só de te olhar vejo um pedacinho do céu, me traz paz com suas palavras de cautela, qualquer um se apaixonaria pelo seu jeito de menina bela; Quem diria que em meio tanto caos e agitação, encontraria você como forma de inspiração, pronta pra virar um poema escrito pelas minhas humildes mãos, fico extasiado e feliz de saber, que além do mundo está perdido existe pessoas preciosas como você, dispostas a serem á luz do mundo e sal da terra, Deus realmente faz coisas perfeitas e uma delas foi colocar você na terra.
Somos como formigas buscando alimento e um local longe do frio. Saímos dos becos escuros mas temos medo da claridade. A frágil moralidade não reside na ética nem se mistura ao óleo que passam nas pálpebras para ficarem dobradas no escuro. As solas dos seus sapatos contam segredos de cegos, surdos e mudos. Rangem os dentes as falsas onças longe da floresta, peixes nadam para encontrar liberdade além das pedras, aves são violentas quando estão com fome. Nós os caninos somos leais por isso latimos.
Gostava de observar o horizonte como um pássaro entusiasmado que prepara suas asas para fazer sua última dança no ar.
Eterno é o instante que nasce de um sopro musical, ele é como um belo sorriso que traz luz aos becos escuros das grandes avenidas da vida. Bom é sentir a força desse sopro nutrido de musicalidade e harmonia - é o despertar de um estado sagrado em que o ser não é apenas humano.
Pois bem! Sou como um menino, sentado à beira de um rio, com algumas pedras na mão.
Volto ao tempo de incerteza, de raiva, de medo… Volto a ser aquele que lança as pedras! E me perco do que as recolhe…
O Juiz tem de ser como um jarro sem flores, e não como flores no jarro; como um mundo que recebe a luz do sol, e não como uma estrela que brilha para o mundo.
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