Vc Nao sabe o quanto eu te Considero
Se Jesus voltasse hoje, iria se surpreender ao ver quantas pessoas deturparam suas palavras e quantos são incapazes de compreender o que ele quis dizer! A palavra sagrada precisa ser decifrada com calma e atenção, não se deve ler simplesmente e levar cada citação ao pé da letra... “Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem.” (Mt 13:10-13)
Quanto mais você se achar esperto e inteligente, mais precisará de Deus para defender-se de si mesmo.
Quanto mais tentarem te excluir, mais inclusivo você se tornará, pois, ninguém consegue esconder aquele que nasceu para vencer!
QUANDO PENSO EM TI...
"Quando penso em ti, descubro o quanto a 'falta' estar presente nos meus dias incompletos..."
"Se o versículo de 1ª João 3.16 fosse conhecido e praticado pelos cristãos quanto João 3.16, indubitavelmente os relacionamentos entre os irmãos estariam mais saudáveis".
Anderson Silva
Às vezes penso há quanto tempo vivo,
e há quanto tempo existo
Há quantas andam meus pensamentos
e no que tenho feito pelos outros
e para os outros
E naquilo que haverei de deixar
e penso que talvez o tão procurado
segredo da vida
esteja na diferença que interpretamos
as palavras viver e existir
deixar e fazer
e no peso da palavra "Quanto?"
Acordo de madrugada
Muito cedo despertei
Quando aprendi nas lições da vida
Que quanto mais palavras conhecesse
Menos eu compreenderia
A noite lentamente
Desvenda seu véu
Pra revelar que o Céu
Anda encoberto
Muito cedo compreendi
Que as respostas certas
Estão abaixo das nuvens também
desde que a minha mente
não obstrua a verdade
Escondida
Não pedras do Céu e do chão
Nas quedas que eu não caí
Nos restos de comida
Que o mendigo deixou pela calçada
Nas palavras ditas
Por quem definitivamente
Não tem noção do que diz
Mas segue a dizer
Constante e eternamente
Compreendi
Que não devo exigir
de mim mesmo a aprender
Com quem não aprende
Ouvem, mas não escutam
Falam demais
Fazendo cara de inteligentes
Escondendo a incompreensão
Por trás de um sorriso mudo
A vida me ensinou
Que todo mundo sabe tudo
E dizem que própria sombra
As abandona no escuro
Quando na verdade
A escuridão as persegue
Na mais intensa claridade
O dia prossegue
Vento e Sol de inverno
Eu penso no fogo eterno
Queimando pra eles
Que se deram
Quando pensavam se vender
Mentem
E chegam a crer
nas próprias inverdades
Concluo, então
que do muito que eles sabem
Cada um na própria
Arrogância e prepotência
Me descabe querer
Ser e saber igual a eles
Fico feliz
Em não ser nada
Tampouco melhor que ninguém
Ainda bem!
Edson Ricardo Paiva
Aquilo que tanto se procura
Tudo quanto nos tortura
Simples atalhos
Te carregam pra lugar distante
Que fica em frente
à altura dos olhos fechados
Na palma da alma
O Pacto de amor
Um traço de vida
Esboço de paz
Que jaz, por sobre pedra fria
E ainda assim
Te espera em algum canto de mundo
Num pranto sentido
Que não faz nenhum sentido
Apesar de aparentar
Algo um tanto mais profundo
Um desenho apagado de alma
Na parede desbotada
Que alguém pintou
Na semana passada
Normas que escreveu
E ninguém leu e nem cumpriu
Dias de noite clara
Raras noites
Cujas manhãs, um tanto mais escuras
Faz a gente olhar e não ver nada
Chuva que cai, se vai...ninguém se molha
Vida que se passa
Sem graça, sem sentido
Perde-se a vez
e outra vez é mês de abril
Olhos fechados
Ninguém viu
Edson Ricardo Paiva
Quanto mais a gente cresce
E conhece melhor as pessoas
Maior se torna a admiração
Pela mancha de bolor que se formou no teto
A vida segue adiante
E em nada adianta esperar o passado amanhã
O caminho é tortuoso
Mas a linha do tempo é reta
Desisti dos sonhos sem precisar nenhuma ajuda
E quanto mais a gente cresce
Mais aparece quem nos acuda nesse sentido
As ilusões prosseguem perdidas
Assim como ilusórias são as relações de afeto
Até que um dia a gente acorde e perceba
Quão ilusória poderá ter sido a própria vida inteira
Inteiramente perdida, mas sempre existe uma exceção
E nasce no coração uma única certeza
A mancha de bolor no teto é verdadeira.
Edson Ricardo Paiva.
A vida, aqui neste mundo
É tão minha, quanto a tia Sarah
Em um antigo álbum de figurinhas
Por mais eu a quisesse
Jamais pude achá-la
Assim a vida caminha
Aquilo que hoje não tem
Amanhã não há diferença
Se tinha ou não tinha
O ponteiro do relógio na parede
Mente
E mente mesmo quando
Não diz nada
Cada hora vivida é uma ilusão
Que a gente a pensa vivida
Mera imagem de espelho
Que a mente projeta
Essa gente, meramente abjeta
Moldura iludida, que longe se vê
A pintura, a caravana e o deserto
Se olhar a areia mais de perto
No reflexo, um Oceano de Estrelas
Convexo e cediço, cujo olhar carrega
Em sua esteira
A vida verdadeira
Inteiramente não passa
Mera entrega pra um mundo de sonhos,
Mesmo a quem
Se nega a vê-la assim e perceber
O feitiço do tempo
Eternamente irritadiço,
E que também não vê
A menor graça em tudo isso.
Edson Ricardo Paiva.
"Guarde cautela quanto ao teu orgulho pessoal. Talvez hoje você esteja vários patamares acima de muita gente, use a sua posição para orientar aos que te cercam e jamais para pisar em ninguém. A vida é cheia de surpresas e ninguém é autossuficiente o tempo todo. Mesmo se você não tropeçar, alguém que está ao seu lado pode cair e se apoiar em você. Se o seu pedestal não estiver bem firme, você cai junto. Se mil aplaudiram a sua subida, dez mil vão aplaudir a sua queda. Uma queda para o orgulhoso é pior que a morte"
Estive olhando o mundo
analisando friamente
com os olhos, a mente e o coração
o quanto a vida pode ser
Ao mesmo tempo boa ou ruim
pois tudo depende
de coisas que a gente simplesmente
não põe na balança enquanto vive
pois, apesar de viver pensando
Não cuida muito bem
dos pensamentos que nos vêm
cultivando valores falhos
houve dias que vivi à toa
e me foram muito mais produtivos
que outros dias de ativo trabalho
noutras vezes, após
mergulhar as minhas mãos
em um vespeiro
é que fui perceber
a minha afoitez incauta
Mais tarde percebi
que os dinheiros que eu não ganhei
não fizeram-me a mínima falta
diante das palavras de carinho
que muitas vezes eu podia ouvir
e não ouvi
As pétalas das flores
que o vento espalhou
subindo ao Céu
enquanto eu suplicava
que elas não subissem
Se ontem eu soubesse
metade do que eu sei agora
eu teria roubado e aberto
as gaiolas de passarinhos
de todos os meus vizinhos
a permitir que eles também
fossem embora
Contudo, optei por falar
Quando era hora de calar
e me calei, simplesmente
Quando uma simples palavra minha
Teria feito que este mundo
Se tornasse um lugar melhor
pra muita gente
Tem horas em que a gente
simplesmente se cansa
e passa a ver este Mundo
de um jeito que antes não via
e percebe que deixou de pesar
muita coisa na balança desta vida
enquanto vivia
O Universo
Este lugar inexplorado
Um admirável desconhecido
Tão inóspito e hostil
Quanto os corações humanos
Talvez seja por isso
Que não conste nos Planos Divinos
Que conheçamos seus segredos
Enquanto não aprendermos
A desartar os nós
Que nos amarram as almas
e impedem que tenhamos novamente
Aqueles corações sinceros
Corações simplesmente de meninos
Que havíamos recebido
Assim que chegamos a este mundo
E crescendo a ver pássaros,
Enxergar o colorido das flores
e o brilho das estrelas
Sem perceber como e nem quando
Aqueles corações vão endurecendo
Vorazes por respostas
Capazes de transformar o tempo
em algo um tanto veloz
Sem sequer haver um motivo
E sem perguntar a si mesmo
Qual foi a causa dessa pressa
Em possuir obsessivamente
Alguma coisa
Que definitivamente
Não nos interessa
Enquanto isso
O Universo permanece
Ao alcance da mão num momento
e no instante seguinte
Tão distante
Quanto a paz dista
dos nossos corações de Homens
Esta tão difícil conquista
Há quem julgue
A companhia dos animais
Como algo tão relevante
Quanto a invenção do esmalte
e o corante para cabelos
Simultaneamente
O que nós ainda
Não nos demos conta
É de uma coisa muito linda
Ocorrida em tempos ancestrais
Quando alguns animais
Perceberam ser possível
Domesticar o Homem
Desde então
Alguns Primatas
da subordem dos Símios
E aqueles animais
de quatro patas
Passamos a conviver
Em relativa harmonia
Os Felinos e os caninos
Ensinam-nos a viver
E é muito bom, quando a gente percebe
Que a hora mais feliz do dia
Algumas vezes
É receber o olhar
Carinhoso
Despretensioso e fiel
Contrastante, infinitamente
Com algo que existe
Pra lá de cruel, em todos nós
Que estamos no topo da Cadeia
Seres à Parte na criação
Prediletos do Criador
Pois nascemos Humanos
Nuvens cinzentas
Ocaso
Noite que se aproxima
Lenta e inexorável
Tão inevitável
Quanto a vontade
de olhar pro Céu
E enxergar
A sua cara nas estrelas
Escrever pra você
Um recado na Lua
Pra que assim lembrasse
Ao menos nas noites sem chuva
Que minha alma ainda vive
Pois
Outro dia
Numa noite chuvosa
Minha alma solitária
Nervosa e tristonha
Escreveu poesia nas nuvens
Pra que te molhassem de amor
E soubesse
Que os sonhos que você sonha
Sem entender o porquê
Foram todos escritos por mim
Nas noites em que eu fico assim
Saudoso e solitário
Vou vivendo
Vendo o tempo corroer
Cada dia que havia no calendário
E escrevendo
Poesias pra você
Edson Ricardo Paiva
Nada na vida
muda tanto a gente
quanto as coisas
que a gente sente
Enquanto o tempo passa
Lenta e velozmente
A gente aprende
Com as mentiras
Que o tempo conta
E o tempo
Conta mentiras sem monta
Meu Deus, como o tempo mente
Sem se importar
Com a tristeza que a gente sente
Dizem
que não se pode aferir
Pois a emoção
é algo abstrato,
Coisa que não se mede
Porém, Também mente
e mente estratosfericamente
Quem diz que os sentimentos
são inatingíveis quantitativamente
Nunca mais eu pude
me expressar tão bem
como no tempo de criança
Quando eu podia
ignorar as regras
"Mãe, eu gosto de você até no céu
e meu é maior que o mundo"
Todo mundo morria de rir
enquanto eu vivia chorando
mas me vinha
aquela ideia
de vez em quando:
Quando crescer, serei poeta
e quanto melhor
eu souber escrever
menos eu vou usar
a forma correta
criaram tanta regra pra gente
me impedindo de ser feliz, realmente
Três toneladas de felicidade
dez quilômetros de alegria
quinhentos graus de entusiasmo
Setenta libras de amizade
porém, veio a justa forma
E transformou
tudo em marasmo
desisti de ser poeta
Tentando usar a forma correta
Pra falar sobre o que sentia
E enquanto tempo
Eu perdia e perdia
os anos me consumiam
enquanto os dias eu contava
os sentimentos me transformavam
nada muda tanto a gente
Quanto aquilo
Que a gente
Não sente.
Edson Ricardo Paiva
Ao longo
de todo o percurso
Há coisas
que se movem
Tão devagar
Quanto a ferrugem
Mas o curso de tudo
As cores da luz
O ar, o vapor
A percepção
de que um dia pode voltar
A doer
A dor que nem mais doía
Esteja ela onde estiver
No movimento calado
A paisagem desbota
O lento acinzentar das folhas
No voltar atrás
O pranto que brota
Na incerteza, as escolhas
A beleza, o declínio
Nem se nota
O fascínio que não mais exerce
A quase ausência de pressa
Nessa fase da existência
A tocha nas mãos do Sol
A graça do tanto faz
Fragmentos de rocha
Calçamentos de estrada
Um muro, o quintal
As roupas secando no escuro
O varal
Até mesmo o número três
Nem sempre se encontra
Tampouco se os acha
Depois do número dois
Pois esse não volta mais
Quando o nada é tanta coisa
Pelo menos uma vez há de se ver
Assombrações na madrugada
A graça da vida
Tempestuosa, no breu na noite
Procura
Tudo passa
No curso das águas
Move pedras profundas
Pra que essas um dia
Se confundam
Com aquelas que o Sol rachou
O tempo, que resfria o próprio Sol
O encontro da noite com o dia
Solidão da madrugada fria
Até que se quede o Céu.
Mas, tem coisas
Que não há de se ver jamais
Nem no fim
Por que é que será
Que tem coisas na vida
Que pra sempre serão assim?
Edson Ricardo Paiva.
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