Vc foi uma coisa Boa na minha Vida
Cidade de Alma Poética
A minha Cidade de Rodeio
é pequena como uma
semente de Pau Brasil,
De alma poética gigante
que muita gente ainda não viu
Cercada por um verde sublime
e quando o céu se abre anil
sobre o nosso Médio Vale do Itajaí
esplende de beleza fascinante
que só me faz desejar tê-lo aqui.
Rosa Egípciaca
Rosa Egípciaca, minha rosa
do jardim de Nossa Senhora,
Uma Santa da África no Brasil,
Mãe da Sagrada Teologia do Amor Divino das Almas Peregrinas,
Peço a sua iluminação para que
não faltem inspirações e poesias
para guiarem os nossos dias.
Tudo por você!
Está fazendo muito frio, né?
Na minha cabeça
começa uma retrospectiva:
Acordar...
Enfrentar uma ou outra situação e sair...
Vou para a parada,
parada de ônibus.
Frio intenso! Sim.
Mas moro no DF;
e a gente aprende a fingir que é inverno.
A poeira dança nas estradas de chão,
e a "montanha" sem asfalto
engole meu passo apressado.
Mas o ônibus vem pela rodovia — lá é tranquilo.
Tudo certinho.
Passa um, dois... e não param, não.
O terceiro, mesmo lotado,
não me deixa na mão...
Em meu coração, surge o receio:
se demorar muito, eu não o vejo...
Desço correndo e entro.
Não te procuro —
a ansiedade não deixa.
Mas minha alma te sente.
Você está por perto...
Eu sei.
Consegui: eu te encontrei!
E por você,
enfrento o frio,
a poeira,
a espera,
a pressa.
Faço tudo por você!
E quando
nossos olhos se cruzam,
e, finalmente, simplesmente, respondo:
— É... está bem frio!
Me intriga os psicos.
É uma chatice imaginar que alguém possa conhecer minha mente.
Me deixa com medo. Insegura. Indecisa.
Me desarma e acabo sem defesas.
Cheque mate pra mim.
Tudo que eu queria era está destituído de roupas vivendo nas matas somente com uma lança e com minhas próprias garras e dentes onde minha maior ambição seria saciar minha própria fome. Me alimentando de plantas e animais, não dá carne humana como o mundo moderno me obriga a viver.
Adeus, amigo.
Chame-me meu amigo
Quero ter uma prosa com ele
Amigo véi,
Tá chegando minha hora
Findou meu caminhar
Gostei da jornada, não tenho nada pra reclamar.
Fiz quase tudo que estava previsto
Fiz também alguns imprevistos
Mas nada que possa me envergonhar
Li o livro todinho, não deixei nenhuma página passar.
Umas eu conto, outras é melhor não contar.
Amigo véi,
Cabra valente, nunca me faltou com a palavra dada.
Ferro na casa de ferreiro, amigo de dores e festejos.
Comemore a minha ida com alegria e fale pra todos do amigo que tinha
Amigo véi!
As dores tão querendo atrapalhar
Os olhos teimando em fechar
Mas já tô no dia e no lugar.
Ora, o momento pode esperar.
Amigo véi
Quero me desculpar
Porque minha amizade nunca conseguiu, com a sua empatar.
Mas fico feliz sabendo que a sua tá em primeiro lugar
Amigo véi!
A hora acabou de chegar
A ordem vêi lá de cima e eu não posso questionar
Faça-me o último favor
Chame todos pra cá
Mulher e filhos fiquem com Deus
Adeus, amigo
Amigo, adeus.
A PELEJA DO SAPO
Me falaram de uma história
Que minha imaginação
Não acreditaria
Falavam de um Sapo
Que um certo dia
A lua engoliria
Fiquei tão impressionado
E imaginando
Como isso aconteceria
Um Sapo tão pequeno
E a lua tão grande
Como ele conseguiria
Falavam que era noite
E o Sapo na lagoa
Pela Lua se apaixonaria
Vendo o reflexo da Lua na lagoa
O Sapo planejou um plano
Que logo em pratica colocaria
Dando um mergulho na lagoa
Com a boca bem aberta
A Lua, ele engoliria
Prosseguindo o plano da sua vida
Saltou pra dentro da lagoa
Bebendo toda água que podia
Bebeu tanta água
Que sua barriga pequena
Nunca conseguiria
Saiu da lagoa boiando
E passou semanas rolando
Por que saltar não podia
Coitado do Sapo
Recebeu uma lição
Para o resto da sua vida.
Minha história é isso, uma colcha de retalhos emocionais onde fé, dor, memória, solidão e lucidez coexistem como os fios que sustentam uma alma ferida, mas viva.
Minha mente é uma máquina que não perdoa, funciona em silêncio, mas nunca repousa. Arquiva dores com precisão cirúrgica, como se cada ferida fosse sagrada. Não esquece, não apaga, apenas acumula. Faz da mágoa um mapa, do trauma, um relicário. E cada lembrança mal curada vira engrenagem, girando sem fim no escuro.
Olhos que me acusam, que se inclinam em minha direção
Procurando não a minha salvação e nem uma solução.
Deixo então o meu ponto de interrogação
O que te fez tão monstro assim?
Se tudo passa, talvez seja o momento de você partir daqui.
Pra me acusar já tenho uma mente insana, não procuro ninguém pra isso.
Meu coração clama por ajuda, ajuda não corrupta
Que não se deixará levar pela conversa adúltera.
Um coração sofrido cheios de remendos que encontrou
A cura para todas feridas, até mesmo as que achou que era sem cura.
Tenho dúvidas, e sobre as dúvidas me encontro em inércia
Não que eu não queira resolver, justamente ao contrário, quero resolver, porém tenho medo do que eu venha sofrer
Se quem eu amo não tem amor por mim, oque será de mim?
Um jovem louco solitário que caminhará para à loucura mais pura talvez sem cura.
Por isso clamo por ajuda, não que eu não ame minha loucura
Mas eu prefiro ela junta com a sua.
Minha busca por Deus é movida por uma fome profunda da alma ou pela acomodação de quem já se sente satisfeito?
"Você é infantil, pois tem razão. Esta é minha nova versão, uma transformação que ainda estou aprendendo a compreender. Cada fase da vida carrega suas próprias lições, e talvez eu ainda não saiba como lidar com ela, mas estou disposto a aprender, crescer e evoluir."
“Há uma força que não me deixa gritar quando dói à alma ao ser impedido de mostrar toda minha capacidade.”
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