Vamos ser Amigos sim

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A coragem é o medo que disse 'sim' e levantou, ela não é a ausência de pavor, mas a ação apesar dele.

​O silêncio mais pesado não é a falta de palavras, mas sim o de um coração que se cansou de pedir ajuda e decidiu endurecer.

Não se confunda,
O sim é claro como o sol.
O não,é tempo instável.

"As profecias bíblicas não são para produzir medo, mas sim esperança nos salvos."

Os números não designam qualidades, mas sim quantidades.

Aprenda a dizer não e apreender o sim (por vezes).

Às vezes, não é o incômodo de dor de cabeça, mas sim o incômodo de desordem e barulho na cabeça.

"A amizade não tem preço". Ledo engano, a amizade tem preço sim!
Pague-o com amor, respeito e consideração e você comprará muitos amigos.

Às vezes, ouvir um “não” é melhor do que nunca tentar um “sim”.

A perfeição não é um cúmulo, mas sim um sonho

"Hoje, a maioria das pessoas não habita mais o presente, mas sim uma fortaleza mental, onde cada gesto alheio é analisado como uma possível ameaça em vez de uma conexão sincera."

Hoje te disse “sim” mais uma vez…
E, entre promessas silenciosas e olhares que já conhecem a alma um do outro, reafirmamos a nossa união.
Hoje não foi apenas mais uma data.
Foi um marco na nossa história.
Daqueles que o tempo não apaga, apenas eterniza.
Porque amar também é escolher de novo.
É permanecer quando o encanto vira profundidade.
É segurar a mesma mão com ainda mais certeza do que no começo.
E hoje, diante da vida, do tempo e de tudo o que já atravessamos, eu escolheria você outra vez…
E outras mil, se fosse preciso.

No céu de Rodeio
um pouco de cor
de uma aurora de maio
eleva a poesia e o humor,
Sim, tenho amor
pelo Médio Vale do Itajaí,
criado por Deus
com todo o esplendor.

⁠Ninguém se mata
porque quer,
e sim porque não
encontra apoio,
sentido ou até mesmo
saída ao redor,
Não é incomum
viver cercado por
gente sem valor.

Como eu só tenho
dois ombros,
o quê posso ofertar
é a minha poesia
para quem precisar.

Posso provar que
a poesia existe
para quem se dispôr
a procurar dentro
de si quando tudo faltar,
para contra qualquer
corrente vir a nadar.

Para quem quiser
respirar e não deixar
nenhuma pressão dragar,
Há muito o quê fazer
e se necessário for incomodar.

(Porque o importante é não parar).

Em 2025, digo e repito:


- Nem Machismo nem Feminismo, e sim pessoas afetivamente educadas para conviver em sociedade e com preparo para assumir os seus relacionamentos amorosos. Rejeito veementemente a
fazer parte da "Guerra dos Sexos", porque essa guerra não levou ninguém a lugar nenhum.

Criar um filho é a eterna busca pelo equilíbrio; entre o desejo de agradar dizendo 'Sim' e o amor escondido na preocupação de cada 'Não'.

⁠O que ameaça o status quo dos opressores não é a força bruta, mas sim a emancipação intelectual e a agência política dos oprimidos.


Os opressores muito raramente temem punhos cerrados; o que verdadeiramente os inquieta são mentes despertas.


A força bruta é previsível e quase sempre pode ser reprimida, rotulada e até esmagada.


Já a emancipação intelectual não se deixa algemar com facilidade: ela questiona, desmonta narrativas, expõe privilégios travestidos de ordem natural.


Quando os oprimidos passam a compreender as engrenagens que os nivelam por baixo, o status quo começa a ruir por dentro.


A consciência crítica retira do opressor o monopólio da verdade e devolve ao oprimido algo que sempre lhe foi negado: a capacidade de nomear a própria dor, de decidir e pavimentar o próprio caminho.


A agência política nasce desse despertar.


Não é grito vazio, é escolha; não é caos, é organização.


Por isso assusta tanto.


Um povo que pensa com a própria cabeça não aceita migalhas como destino nem silêncio como virtude.


Ele passa a participar da história, em vez de apenas sofrê-la.


No fim, não é a violência que ameaça os opressores, mas a lucidez — especialmente a coletiva.


Porque ideias libertas não pedem permissão para existir — e, uma vez semeadas, impossibilitam fingir que opressão é ordem e injustiça é destino.

⁠“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.


Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.


Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.


Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…


Não é humilhação, é linguagem.


Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.


Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.


E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.


O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.


Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.


Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…


Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.


Porque o não, quando respeitado, educa.


Quando ouvido, humaniza.


E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.


Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.


E a reflexão, uma necessidade inadiável.


Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.

⁠Deus não se explica, mas sim, sente-se no coração a Sua presença como o vento suave e doce para a alma.

⁠Diga sim à vida; Jesus Cristo é a sua esperança! Para ajuda, ligue para o Centro de Valorização da Vida: 188 📞 ou faça uma oração a Deus!