Vamos ser Amigos sim
Não importa o que você fez e se foi julgado injuriosamente, e sim o que realmente importa é que fez o seu melhor. Cada pessoa dá o que tem de si.
Não importa se o que sonhou pra tua vida não foi exatamente aquilo que almejavas, e sim a estrada que construístes em meio aos escombros, ora de cacos de vidros que juntastes, ora de pedras pelo caminho que
tirastes. Então chegará o dia que tua visão enxergará
a escada da luz que teus pés irão subir, tuas mãos tocarão
as nuvens, tuas lágrimas banhará tua alma e com um sorriso
abrirás teus braços para o céu confirmando tua fé e tua vitória!
A escada se refere a fé que temos que ter, é a fortaleza pra sempre subir os degraus das adversidades e nunca descer, não no sentido de morte e sim de renovo, de aprendizagem e de crescimento e sempre de cabeça erguida dando passos firmes em direção Àquele que morreu por nós nos dando vida em abundância...
BARCO DE PAPEL
Desilusões, emoções que vêm e vão.
Como ondas?
Sim! Em pensamentos abstratos como papel.
Onde?
No mar, o coração é o barco sem comandante…
E se naufragar?
Não vai! Minh'alma é o leme nesta vida errante.
Lu Lena
Pelo sim ou pelo não, vou fazendo um zigue zague com uma cordinha chamada “talvez” e nessa linha imaginária e pueril ela fica flutuante como pipa conforme o vento sopra…
Onde?
- No meu coração!
BARQUINHO DE PAPEL...
Desilusões e emoções subalternas que vem e vão.
Como ondas?
– Sim! E navegam em pensamentos loucos e oscilantes…
Onde?
- Em alto mar onde meu coração é o barquinho de papel sem comandante…
E se naufragar?
- Não vai! Minha alma é o leme dessa minha vida errante…
PENSAMENTO OFF...
Não é que a gente esquece e sim o nosso pensamento que dá um tempo e adormece, porque também cansa de esperar aquilo que nunca acontece…
A Bíblia não diz que Davi cantava bem, mas sim que ele tocava bem. Portanto, não se deixe enganar pelo tom de voz de alguém, pois só Deus sabe o que realmente habita no coração dessa pessoa.
Deus não disse que vomitaria a cidade de Laodicéia da sua boca, mas sim as pessoas mornas que lá viviam. Por isso, vigiemos o nosso próprio coração para não sermos também vomitados por Deus, como os de Laodicéia foram.
Minha maior preocupação não é saber se você acredita ou não que Jesus nasceu no Natal, mas sim em saber se Ele já nasceu dentro de você.
Honrar, sim — mas não de forma cega. Quem honra sem refletir a quem, por quê e para quê, corre o risco de cair no abismo da decepção.
Eu a procurei nas praças e nas ruas, não a achei nos lugares comuns, mas sim no jardim fechado que reservamos para o nosso reencontro secreto.
O melhor de mim não é a soma de minhas glórias, mas sim o resíduo digno que restou após o pior dos naufrágios.
O Milagre diário é o sim renovado à jornada, quando todas as circunstâncias gritam o óbvio e a alma escolhe a permanência n'Ele.
A dor mais profunda não está em perdoar quem nos feriu, mas sim em carregar o peso corrosivo do ódio, que atua como um veneno lento na alma. Por isso, a escolha mais libertadora é sempre a do perdão, que nos permite não esquecer o caminho percorrido, pois a memória protege e ensina, mas que nos livra da prisão que construímos para nós mesmos. Esta é a resiliência que exige leveza para voar alto. Minha alma já foi um campo de batalha, um barulho caótico, mas hoje se transforma em uma melodia calma e afinada, um equilíbrio conquistado onde não me permito ser derrubado. Eu escolho a dor que me liberta e o autovalor que exige reciprocidade, aprendendo a diferenciar quem é apenas uma estação passageira de quem se torna um destino importante. Essa sabedoria nos traz a leveza da alma necessária para entender que a vida nos derruba para nos alinhar, nos desmonta para nos reorganizar, não é destruição, mas a lapidação que nos prepara para o ápice do nosso renascimento.
A vida cristã não é sobre religiosidade vazia ou rituais sem significado, mas sim sobre a intimidade profunda e o relacionamento sincero de um filho com o seu Pai celestial, que nos acolhe incondicionalmente. A nossa morada, o nosso tesouro e o nosso maior desejo é a Sua presença, e o nosso coração se recusa a ser um templo silencioso, entregando-se como um altar vivo de adoração e serviço. Toda honra e toda glória pertencem a Ele, e a nossa jornada se resume em buscar o sobrenatural, permitindo que o Seu Mover nos consuma por inteiro.
