Vamos fazer Loucuras os dois
Na sua mente vive dois animais, a ovelha e o lobo. Depende de você Qual você alimentará...
▪︎As Ovelhas: Eles são criaturas produtivas, gentis, amáveis .
▪︎Os Lobos: alimentam-se das ovelhas sem perdão.
MINHA UTOPIA:
Deixei o passado
Pensando encontrar o futuro
Vividos dois quartos de século
Ainda assim não o encontrei
O presente me remete ao passado
Para rever o futuro que sonhei:
Morar em shangrilar ser ator, cantor,
Ou jogador de futebol
Ter grana, dez filhos e um vô
Me perdi de volta ao passado
Na incerteza que há o futuro.
E que tudo, se não utopia,
Resume-se ao instante
Presente.
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS:
Dizem os mais tolos!
Que nosso pai nos furtaria de fardos insuportáveis.
Se assim o fosse!
Meu sangue não seria soterrado sem antes tornasse adulto...
Meu grito não seria mudo como cega é a toga dos "semideuses”
Como pequena é a paga aos imparciais.
Se quando a chuva é abundante perde-se como à seca causticante,
Assim como diria o relógio ao tempo que não fenece
Mais um, mais um, mais um...
E menos um, menos um... Ao moribundo!
Qual andarilho a perder o horizonte no oco do mundo.
Se leve nos fosse o fardo sutil seria a caminhada
Dos inócuos desiguais
Carregando a cruz na promessa às agruras
Dos Nicolaus.
DEUS E O DIABO
Era manhã de setembro, o ano, dois mil e dezoito, a cidadezinha Aroeiras, lá no semiárido paraibano aonde o urbano, de maneira ainda tímida e conveniente, se mistura ao rural. No entanto, acolhedora e de clima ameno, com suas casinhas simples e modelo arquitetônico antigo em sua maioria. Permite-nos sentir o frio brando que surge das colinas, e traz consigo o cheiro orvalhado das aroeiras, árvore nativa da região - em situação de quase extinção pela racionalidade desta vida líquida, que insiste mesmo nos mais longínquos rincões, plasmar seus caracteres de modernidade. Subvertendo a solidez de uma vida ingênua e autêntica que nos faz fluir muita saudade.
Portanto, foi neste cenário de auspiciosa beleza que estava ali, eu, naquela manhã de setembro, de fronte à pequenina e graciosa igreja matriz, pintada em cores de azul celeste e decorada com luzes natalinas. Sobre ela, destacava-se um grande relógio frontal em algarismos romano, no qual podia se ver a hora (06h00) e edificada, quiçá, a propósito, sob arquitetura neoclássica do século XIX.
Ao horizonte, contemplavam-se suas lindas colinas emolduradas por frondosos ipês que, por sua vez, entapetavam suas serras deixando-as parecer uma aquarela e, poucas viçosas aroeiras quase extintas pela ação irracional do homem. Seus casebres multicoloridos, ao pé da serra, lembravam com alegria as pinturas de Tarsila do Amaral, ali, permanecia eu à espera da condução. Logo chegara, aos poucos, outros indivíduos entre eles, algumas mulheres, quase todas acompanhadas de crianças de colo, alguns rapazolas, um que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e trazia consigo um cão magro e aparentemente faminto, amarrado ao cós de sua calça e que não fora rechaçada sua entrada naquela condução pelo jovem condutor - como se aquilo fosse uma ordem corriqueira - por fim, dois senhores não bem vestidos, ou em trajes campesino, de idade mais avançada, que como eu também pretendia imprimir viagem a seus respectivos destinos.
E, talvez, por um proposito místico, só ali se encontrava todos os dias apenas àquele horário. Era domingo, manhã de primavera e após alguns minutos dava pra ver a chegada do tão esperado transporte, um ônibus de aparência um pouco antiga, que trazia as cores da bandeira brasileira como pintura e, o sugestivo ou irônico nome de “Novo Horizonte”. Ao adentrar na condução - veículo coletivo de passageiros -, éramos recebidos por um jovem condutor de boas feições e que nos recebe cordialmente nos desejando um bom dia sorridentemente. Ali começo a deixar para trás um quadro de múltipla beleza, que logo se perde ao horizonte e que viajou comigo para a vida.
Todavia, quase que de maneira abrupta, sentam-se nas poltronas à minha esquerda, aqueles dois últimos personagens que viriam marcar presença nesta narrativa que proponho encetar. O primeiro, talvez mais velho, de fala frouxa e carisma aflorado. O segundo, um pouco mais novo, franzino, contido e um pouco recluso, ambos de pele negra. E apresentavam possuir idade bastante avançada, cabelos grisalhos, barba por fazer e olhos embaciados, seus rostos ressequidos, enrugados, talvez nem possuíssem a idade a demostrar.
Se não fosse a paga pela insensatez desta vida líquida na qual vivemos, para citar o sociólogo Zygmunt Bauman. No âmbito da viagem, eu observava ligeiramente que os demais sujeitos no interior daquele ambiente pareciam alheios àquela narrativa que iria se iniciar, porém, mesmo que involuntariamente, eram parte integrante da história, uma vez que se dispunham a dialogar com a bela paisagem que ligeiramente passávamos por ela sem despercebe-la haja vista estarmos em uma manhã de primavera, o que tornava a aridez do lugar mais sútil e deixava aflorar a beleza dos campos e de seus ipês e flamboaiã, que mitigavam o sofrimento daqueles atores. E por ser um bioma propício à criação do gado caprino, meus olhos também brilhavam ao ver os rebanhos que se integravam ao verde dos campos e que fazia o nosso protagonista se orgulhar em mostrar, lhe absolvendo do espectro de sua dolosa infância.
A priori, meu olhar se reporta apenas a observar a presença daqueles sujeitos, que se juntam aos poucos passageiros existentes naquele humilde veículo, que corriqueiramente faz aquele percurso todos os dias, e volto a navegar pela internet como se aqueles atores não estivessem mais ali.
O barulho que se ouvia era apenas do motor. Momento em que é rompido o silêncio para dar início a um diálogo fantástico, homérico. Ao qual nem mesmo a minha atenção à modernidade patente, que consome a humanidade, navegando pela internet, me fez desviar a atenção àqueles dois personagens cativantes que se faziam presentes ali em minha frente.
Doravante, passei a ser mero espectador de um novo cenário. Ou de uma das mais românticas e tênues narrativas de vida de um ser vivente. Aquele que eu entendia naquele momento, ser ele, o principal personagem dessa mágica história, dessa odisseia tupiniquim.
Concomitantemente, inicia-se a narrativa àquela que segundo ele, seria a maior aventura de sua vida. Não obstante, inicia sua fala dizendo que, quando criança, queria ser cangaceiro rompendo o silêncio de seu amigo ao lado que aparentemente atônito, lhe indagou:
- Cangaceiro?!
E com uma larga gargalhada, Biu, que a essa atura já havia propagado sua graça para que todos ouvissem no ambiente, respondeu:
- Cangaceiro sim!
Neste instante dediquei toda minha atenção àquela conversa, embora os demais passageiros apenas imprimissem um brando riso, eu estava encantado porque queria intensamente saber a razão daquela vocação.
Sem pestanejar, Biu tira de dentro de uma sacola de pano, que conduzia a tira colo, alguns cordéis alusivos a Lampião e ao cangaço, logo começa a declamar para seu par, por assim dizer. Em dado momento ele começa a ler um folhetim intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, para lembrar o filme de Glauber Rocha, aquilo cada vez mais me desperta curiosidade em saber quem era aquele senhor e aonde ele queria chegar com aquela prosa.
A essa altura a viagem já havia se estendido por quase uma hora, e eu começo a manifestar o medo de não poder assistir ou participar do desfecho daquela imensurável narrativa, uma vez que eu, ou aqueles atores sociais, chegaria a seu destino final e, talvez, nunca mais nos víssemos.
Sem querer me tornar um intruso, ergo a cabeça em sua direção e quebro meu silêncio, com todo cuidado peço licença.
- Seu Biu!
Logo ele refuta:
- Como sabe meu nome? - sorrindo brandamente eu respondo: - Ora, o senhor falou para todo mundo ouvir.
Também com um breve sorriso ele diz:
- Foi mesmo, qual é a vossa graça?
Ele pergunta e lhes digo meu nome.
- E vosmecê quer saber o que?
Neste momento, a prosa deixa a direção do seu amigo ao lado que visivelmente se recolhe à sua timidez, e se direciona a mim que lhe respondo:
- Bom, eu já ouvi o senhor declamar e aclamar Lampião e o cangaço, e mais, falou para seu amigo que queria ser cangaceiro quando era menino. Por quê?
- Ah, meu fie! É cumprida essa história, meu fie! - olha para mim com olhar de desconfiança, quase assustado e diz:
- Vosmecê também gosta dele? E por que quer saber? É da puliça ou da reportage?
- Não senhor, nenhum desses, mas fiquei muito curioso com sua prosa. Não se preocupe eu sou de paz.
- E o que faz aqui por essas bandas e de onde vem? - pergunta ele.
- Sou brejeiro de Esperança e trabalho aqui na cidade!
- Meu rapaz, - em tom mais ameno -, essa história é muito enfadonha e vou ficar logo aí na frente, não vai dá tempo de contar até o final.
Fiquei meio desolado e ele percebeu.
- Mas vamos lá! - disse ele -, desde que eu era pequeno que eu gosto de ler cordel, aprendi quase sozinho, foi minha mãe que ensinou a cartilha, aí eu aprendi o resto sozinho. Eu ia com meu pai para a feira de Arco Verde, no sertão do Moxotó, e via os cantadores declamar a história de Lampião, que ele era justiceiro pela morte da família matada pelos senhores.
Já me sentindo familiarizado pergunto:
- E foi só por isso que você queria ser como ele?
- Não! - e deixou transparecer em seu rosto sofrido um sentimento de muita angustia e revolta -, quando eu era pequenino meu falecido pai...
E um breve silêncio ecoa. Baixa a cabeça e com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, por um instante levanta a cabeça e respira fundo...
- Quando menino morava com meus pais e irmãos, três homens e duas mulheres, papai trabalhava na roça de cana de açúcar no sertão de Pernambuco e nosso patrão era muito ruim, papai trabalhava como um burro e ganhava quase nada, só dava para a gente mal comer, eu era o mais velho dos meus irmãos e ele me explorava como escravo me humilhava muito, só me chamava de caboclo feio, dizia que nós éramos abandonados de Deus porque Deus só existia para ele, que Deus dava riqueza só aos escolhidos, e a nós sobrava apenas serem seus servos. E meu pai, talvez por medo dele, dizia que tudo isso era verdade quando eu lhe perguntava. Teve um tempo, moço, que eu até achei que Deus não era bom como se dizia, só depois que eu fiquei grande é que eu vi que Deus não mandava maltratar a gente, e que tudo aquilo que ele tinha era roubado do meu pai e dos outros trabalhadores que ele explorava. E que o mundo e as coisas boas do mundo, que estavam nas mãos dele não eram dele dada por Deus, e que ele não era escolhido de Deus por que assim Deus não era justo nem piedoso. Foi por isso que eu, ainda criança, comecei a imaginar em ser como Lampião e fazer justiça pela minha família e de todos que eram explorados naquele sertão. Mas eu vou ter que descer aí na frente vou passar o dia no meu pedacinho de terra, onde eu passo o dia todo, toda semana.
- Seu Biu, mas o senhor não falou do senhor, sua família hoje?
Com uma boa gargalhada finalizou me convidando para conhecer seu sítio e prosear melhor. muito da sua prosa! Mas tem muito mais coisas sobre meu sertão, sobre minha vida, meu caminho até aqui, como nós saímos daquele sofrimento para uma vida menos sofrida, mas que eu sei, não é isso o que Deus quer para seus filhos.
E eu, quase em êxtase, por estar fazendo parte daquela narrativa, alimentava o sentimento de que começava ali o caminho para pedras e eu ia ser conhecedor de toda a história daquele Rei, rei do cangaço, rei da resistência contra-hegemônica.
Por fim, grandiosa e cintilante era minha frustração, aqueles atores pedem parada e se embrenham mata adentro e nunca mais os verei para concluir sua saga. Ao voltar nesta busca descobri que Biu havia falecido acometido da Covd-19 em dois mil e vinte, e seu amigo, que fiquei sem saber sua graça, encontra-se em lugar incerto e não sabido. Mesmo assim, não desistirei jamais de procurar por seus filhos que são três, segundo pessoas da comunidade, duas mulheres e um homem, mas que não moram mais no mesmo lugar e que após a morte do Biu de Nicola, como passei a chamá-lo, construíram suas vidas e trilharam caminhos distintos.
Série: Minicontos
VIRULÊNCIA
Frequentavam o parque aos fins de semana. Há dois anos foram vistos pela última vez. Partiram sem despedida. Mas o parque ainda está em si...
Sobre a literatura comercial, permeiam-se dois tipos de poeta e escritor.
Há aquele que reverbera o discurso em voga, cujo a crítica precisa ouvir. Hoje, por exemplo, destaca-se o discurso identitário para abrir portas. É o atalho ao púlpito dos intelectuais.
Outro, ainda que não dê vasão ao que a crítica e burguesia intelectual convenciona, possui capital financeiro podendo bancar sua obra independente. Talvez não comercial, mas igualmente palatável.
A escrita não deve complacência às convenções da elite intelectual. Ela é, em si, fomento do grito encerrado dos marginais.
POEMINHA A ELES
Não, ser avô não é ser pai duas vezes.
Há uma linha tênue que divide esses dois únicos momentos.
Ser pai, às vezes, deixa respingar um certo grau de toxidade.
Ser avô, não!
É liso, doce...
Contar história é o método mais eficaz e eficiente de educação.
Avós contam histórias aos netos.
No entanto educam a alma
Poema “Dois pontos distante”
Entre linhas escritas eu vi...
Doces palavras de amor.
Cujas palavras escritas...
Deixaram marcas profundas e dor...
Entre linhas escritas eu vi, o nascer de um grande amor.
Recitando verso suave como o cantar do Beija-flor...
Pousado na copa frondosa...
Sentido o perfume das rosas.
Entre as escritas eu o vi...
Como um raio de luz...
Entrando em minha janela.
Era a escrita mais bela...
Dizia frases singelas que toda mulher espera...
Ouvir de um grande amor.
Suas palavras escritas...
É infinita...
Luz iluminadora...
Irradiando todo meu ser...
Transmitindo a essência do seu amor.
Procura-se um amigo entre as linhas escritas...
Cuja voz é suave como a voz de anjo, através de meu sonho...
É como a voz dos anjos em uma só sinfonia...
Como um raio de sol dourado ao raiar de um novo dia.
Imagino seus olhar...
Vejo o como às estrelas mais brilhantes...
São dois pontos distantes.
Suspirando todo instante...
Desejam sempre...
“SE AMAR”
"Dois corações" Poema
Me encontrei ao te encontrar...
Me perdi ao me apaixonar.
Perdi o medo de amar.
Encontrei minha paz no teu sorriso...
Minha força no teu abraço.
Meu destino no seu coração...
Num doce segredo de amar.
São dois corações e uma só vida...
Meu coração sem o seu coração...
Seria um coração na solidão.
Seria um céu nublado sem estrelas a brilhar...
Seria um espetáculo sem público.
Um coração sem sentimentos...
Seria a alma sem história...
E o espetáculo sem aplausos.
Se eu pudesse colheria as estrelas...
Daria a você para te ver brilhar.
Se eu pudesse chegar ao sol...
Eu pegaria um raio de luz só para te iluminar.
Se eu pudesse te levaria além do arco iris...
E te daria todas as cores para te ver feliz.
Eu faria isso tudo só para ter você.
Se eu pudesse chamaria todas as orquestras...
Eu as faria cantar para você se despertar...
E notar o quanto é grande o meu amor.
Se eu pudesse construiria um castelo...
No coração de uma floresta onde só você e eu pudessemos entrar...
Juntos plantar um lindo jardim de amor...
Eu colheria todas as flores para enfeitar seu sorriso.
Eu faria isso tudo só para ter você.
Se eu pudesse eu lhe levaria todas as alegrias do Universo...
Nos dias em que se sente triste.
Eu criaria um lugar especial feito só para nos dois.
Um lugar onde você pudesse notar a minha presença.
Eu usaria toda a força do meu amor...
Só para fazer acontecer a história de dois corações.
Eu faria isso tudo só para ter você.
Mas não sei colher estrelas...
Não posso chegar ao sol ...
Não posso te levar além do arco iris.
Não posso trazer as orquestras...
Não posso construir um castelo ao meio a floresta.
Mas eu sei que posso dar-lhe o que é mais importante...
Todo meu amor...
Só para te ver feliz.
De estar sempre ao seu lado ...
É construir a história de dois corações.
" Segredo de dois corações" Poema
Deixa que, todos os o olhas do mundo invada sua alma...
Descobrindo seu grande amor...
Deixa que, eu descubra os seus mais secretos segredos...
Ocultos no fundo do seu coração.
Deixa que, eu o conduzo as mais elevadas nuvens dos sonhos...
Para que, não se perca se tão cedo os mais elevados sentimentos de dois corações.
Que todo o afeto que sentimos se mostrasse naturalmente.
Basta de enganos...
Mostra-me sem medo...
Todo amor que sentes por mim.
Ao mundo afrontando-os face a face...
Quero que todos, quando eu passe...
Veja a importância desse amor.
Não posso mais ocultar tantos sentimentos...
Ando tão cheia deste amor, que minha alma se consome.
De te tanto te exaltar aos olhos do universo...
Ouço em tudo teu nome, em tudo o leio...
Na angustia de calar teu nome...
Quase o revelo no final de um verso.
Deixa que, eu demonstre todo amor sinto por ti...
Que descuidada vieste existir entre nos dois.
Encantada e aumentando o próprio encanto...
Se não fosse este amor existir em minha alma...
Terias notado que outras cousas também me encantam.
Muito diversas das que outrora ouvistes...
Mas amastes, sem dúvida, portanto.
Meditai nas tristezas que sentistes.
Que eu, por mim, não conheço cousas tristes.
Que mais aflijam e que torturem tanto...
Quem ama inventa as alegrias que sentes.
E em lugar de acalmar a alma triste antes...
Busca novo pesar com que as vive e nos faça feliz.
“Dois pontos distantes” Poema
Entre linhas escritas eu vi...
Doces palavras de amor.
Cujas palavras escritas...
Deixaram marcas profundas e dor...
Entre linhas escritas eu vi, o nascer de um grande amor.
Recitando verso suave como o cantar do Beija flor...
Pousado na copa frondosa...
Sentindo o perfume das rosas...
Nascia um grande amor.
Entre as escritas eu o vi...
Como um raio de luz...
Entrando em minha janela.
Era a escrita mais bela...
Dizia frases singelas que toda mulher espera...
Ouvir de um grande amor.
Suas palavras escritas...
É a Luz mais infinita
Iluminando todo meu ser...
Transmitindo a essência do seu amor.
De repente você surge entre as minhas linhas escritas...
Cuja voz é suave como a voz de anjo, através de meu sonho...
É como a voz dos anjos em uma só sinfonia...
Como um raio de sol dourado ao raiar de um novo dia.
Imagino seu olhar...
Vejo-o como as estrelas mais brilhantes...
São dois pontos distantes.
Suspirando todo instante...
Desejam sempre...
Se amar.
Lembro-me de nos dois. Poema.
A sua presença me faz bem, eu me sinto segura em seus braços e nada mais me fizesse feliz além de você, meu grande amor. É como se a cada troca de olhares me fizesse viajar além do paraíso, onde nada mais faria sentido além de nós dois, e o suave perfume das flores.
Você é a essência da minha vida, pois cada momento contigo é como se eu vivesse mil anos ao seu lado, por isso, fica comigo, esqueça o mundo lá fora e viva o nosso mundo superando nossos problemas juntos. Eu te amo e não há nada além de nós, só eu e você.
Eu daria tudo pra ver seus lindos olhos brilharem pra mim todas as manhãs, ouvir a sua voz dizendo que me ama sentir o seu perfume suavizando tudo ao redor.
Daria tudo pra ser a dona do seu olhar e seu sorriso cheio de ternura…
Mas, isso é apenas uma ilusão que bateu na minha janela desde a primeira vez que te vi. Naquele momento minha alma gritou: Preciso cuidá-lo, amá-lo... E o desejo - mesmo sabendo que essa história é impossível, ah, ele só aumenta e por não ser realizado machuca o peito meu, e rasgando em pedacinhos o meu pobre coração amargurado pela dor do desamor. Ainda sabendo que não me ama, eu preciso ver-te novamente, contemplar teu olhar. E a dúvida que me atormenta é se eu vou poder fazer isso outra vez.
E depois de tudo o que houve e das palavras curtas proferidas em tom de indiferença, a única solução é esquecer.
Mas me diz!
Como esquecer aquele que fez meu mundo parar de girar ?
Você mudou a minha vida, desviou-me do caminho em que seguia. Como te encontrar de novo? Porque só em sonho tu apareces para mim. A sua imagem em minha cabeça é embaçada e confusa, mas ainda é você que predomina, dia e noite, noite e dia.
Eu amo você, anjo meu.
Eu posso ter mil e uma paixões, mas será sempre você o meu grande amor. Você é o que eu tenho de mais bonito, profundo, nas minhas lembranças, não é exagero se eu disser que daria a minha vida por você, é a verdade, por que a minha vida não faria sentido sem a sua eu te amo incondicional, eu não tenho nada seu que possa chamar de meu, nada do que eu realmente queira.
Houve um tempo em que eu me tornei obsessiva, houve um tempo em que pensei está louca, mas esse tempo felizmente passou hoje eu tenho fixado cravado em mim esse sentimento que só Deus sabe a dimensão, e eu sei, é amor. Eu te amo de todas as formas que se possa amar uma pessoa, e não importa o tempo que passar, vai ser amor, talvez ele mude se transforme, mas será amor, lindo, e por ser amor, ele é livre, o meu maior conforto é a sua felicidade, eu não sei quando comecei a te amar assim, eu nem sabia que era amor, mas aconteceu, e eu entreguei nas mãos daquele que te colocou no meu caminho, tudo tem uma razão de ser, não vai ser em vão, eu sei. Eu vou está aqui quando ninguém mais estiver, e você sabe disso, vou te deixar sem mim quando me pedir isso, e mesmo assim vou procurar saber como você está, como eu já disse, é amor, não importa se estou perto ou longe, se você me ama ou odeia, é e sempre vai ser amor.
Lembro-me de já ter ficado triste por te deixar triste.
Lembro-me de me sentir mal com isso.
Lembro-me dos momentos em que a gente foi bobo e feliz.
Lembro que sou feliz a maior parte do tempo, pelo
simples fato de você existir em mim.
Lembro-me de descobrir que um sentimento não serve para ser dito, como coisa que fica bem em filme ou texto, ele tem que ser vivido de forma plena.
Lembro-me de não conseguir me permitir sentir tanta felicidade assim.
Lembro-me da tua mão, que sempre acha a minha. Lembro-me dos teus dedos, que sempre me fazem carinho. Lembro-me da tua boca, que sempre me acalma. Lembro-me do teu rosto de menino, que me olha como se ainda fosse aquela primeira vez.
Lembro-me de cada coisa que descubro manias, gestos, pensamentos.
Lembro-me que te amo e e sempre te amarei.
"E Deus esparramou os povos... Fez Você e Eu, dois seres bem diferentes, mais com o mesmo querer. E as mesmas loucuras." (Patife)
Uma vida a dois...
Quero uma vida a dois,
Eu e você
Só nós dois.
Dormir ao teu lado
Juntinhos abraçados
Acordar com teu beijo
Pois de todas as mulheres
Que existe no mundo
Você é a única
Que eu amo e desejo.
Eu desejo:
Seus cabelos negros
Sua boca pequena.
Seu sorriso lindo
Sua pele morena
Seu jeito de falar
Seu jeito de andar
Tudo o que eu fazer
Ou escrever
Ainda é pouco
Para dizer o quanto
Eu amo você
E que sem você
Eu não sei viver
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Como dois e dois...
Assim como dois
E dois são quatro,
Eu te adoro e por você,
Eu morro e mato!
(Aurtor: Edvan Pereira) "O Poeta"
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