Vaidade
Hipocrisia,não com ou outros,pois o hipócrita silencia-se na sua pretensa vaidade e falsidade,enganando-se!
Conhecimento sem devoção é só vaidade disfarçada de fé
Nem todo teólogo conhece a Deus. Nem todo defensor da sã doutrina tem intimidade com o Santo. A verdade é que há um tipo de engano muito comum — e perigoso — no meio dos que estudam, leem e argumentam: o de achar que acumular conhecimento bíblico é sinal automático de vida espiritual profunda.
Mas conhecer sobre Deus não é o mesmo que andar com Ele.
O fariseu era mestre da Lei. O escriba citava profecias. Os doutores da religião sabiam os textos decorados. Mas quando Deus se fez carne, eles não o reconheceram. Tinham a doutrina na cabeça, mas o orgulho no coração. Eram ortodoxos na teologia, mas heréticos na vida.
Hoje não é diferente. Gente que se orgulha do que sabe, mas não chora mais na presença de Deus. Gente que ensina sobre humildade, mas não se arrepende de nada. Que exalta a graça nos livros, mas pisa nas pessoas na prática. Que defende a cruz nos púlpitos, mas vive como se nunca tivesse passado por ela.
Conhecimento sem quebrantamento é só soberba espiritual. Argumentos sem piedade são só ruído. O cristão não é formado por teologia empilhada, mas por um coração moldado no fogo da presença de Deus.
Sim, a doutrina é essencial. A verdade liberta. Mas só liberta quem se rende a ela. Quem ama a verdade sem amar o Deus da verdade vira apenas mais um religioso arrogante. E talvez, sem perceber, se torne aquilo que mais critica.
A ortodoxia sem amor vira legalismo. A exegese sem vida vira arrogância. A pregação sem oração vira discurso. A fé sem devoção vira teatro.
Conhecer doutrina não é fim. É meio. O fim é conhecê-Lo.
E conhecer a Deus não é exibir saber, mas suportar o peso da Sua glória. É ser desfigurado por dentro, confrontado por verdades que nos quebram, transformado em silêncio diante da Majestade. Não é vencer discussões, é perder a razão diante do Santo. Não é provar um ponto, é ser provado por Ele. A verdadeira teologia não forma especialistas — forma homens pequenos diante de um Deus imenso. Quem realmente O conhece não se exalta… se cala, se rende e continua sedento.
Paramos no tempo, quando nos deixamos consumir pela vaidade do que não somos e, nos esquecemos de viver em nossa própria realidade.
Qual o seu nome ?
Não sei se por inginorancia,
ou por vaidade, mas às pessoas
perderam, a sua identidade.
Quando lhe perguntam, qual
o seu nome ?
Se fez faculdade, Dr. Fulano,
se é cristão, pastor fulano eu
quero saber se essas pessoas,
foram registrados assim ?
O certo seria: Me chamo Antônio
esquecendo - me, do meu doutorado
e só respondendo se me for perguntado.
Minha boca é livre. Não se pinta por vaidade, mas por escolha. O batom não me adorna, me arma. Uso quando o desejo é meu, quando a festa exige cor ou quando a arte pede impacto. Minha boca não deve nada ao espelho, mas deve tudo à palavra.
Já vi a vaidade se vestir de modéstia, vi a soberba se esconder na humildade, o egoísmo exposto em caridades, e ouvi elogios que insinuavam acusações.
De certo que o velho pensador já dizia da vida: a vaidade da vida e a vida é vaidade.....
São coisas distintas: o ser que pensa ser, os posicionamentos de quem pensa saber, o ter de quem pensa ter .....
Continuamos a refletir sobre o que disse o pensador: no fim a vida vem e apresenta o contraditório relativo ao inevitável, então vem o destino mostrando que aquele pensador estava certo e que realmente a vida nada mais é do que uma vaidade.
Passou o tempo, e perdemos tempo, porque a vida aliada ao tempo, grita em alta voz que fazemos parte de um tempo, e depois de passar mais um tempo ela deixa de existir. E o que fizemos ? Ou o que deixamos? Deixamos nossa história , deixamos as vaidades da vida nos consumir, perdemos tempo, e muitas vezes deixamos de ser felizes.
Vaidade, vida e tempo, nossos eternos e vibrantes parceiros por um tempo, aliás, para todo tempo, enquanto vivermos nessa vaidade humana.
Construa valores, e destrua conceitos, administre tudo que tem mas não se escravize pelo que tem, deixe a sua história escrita e o seu nome escrito naquele grande livro, o livro da vida.
Atila Negri
A vaidade da perda do tempo
Ano que se inicia, tempo que não para, pois a vida é pautada e guiada por ele: O tempo.
O homem vive o tempo no seu cotidiano, acorda, dorme, trabalha, se fadiga, descansa e de volta a rotina.
Se olharmos para nossas vidas, na maioria das vezes não vivemos o tempo de forma a entendermos que na maior parte de nossas vidas perdemos tempo.
Perdemos tempo com vaidades, nos aborrecendo, nos preocupando, com pequenas coisas que nos tiram do nosso eixo, nos preocupando com o cotidiano, com o futuro e com nossos problemas.
São tantas pequenas coisas que perdemos tempo, que acabamos nos esquecendo de nós mesmos, esquecemos dos nossos momentos que temos que ter para reflexões, para dar atenção aos nossos familiares, amigos e até nossos momentos para falar com Deus.
Perdemos tempo o tempo todo, porque o mundo faz com que a nossa vida se torne assoberbada com as responsabilidades diárias, são tantas coisas que nos envolve que cansamos vida que levamos e muitas vezes queremos sumir.
Vão Passando os momentos para dialogar e conviver com nossos filhos, com nossos pais e amigos...
O tempo vai passando tão rápido, que nem sentimos, pois nos tornamos como máquinas robóticas, estamos no automático o tempo todo, sequer temos tempo para nos alegrar e sorrir, pois até nosso sorriso é controlado, não temos tempo sequer para chorar, porque temos que engolir até o nosso choro.
O homem se tornou desumano para si mesmo, quiçá para os outros...
Perdemos nossa essência, como seres criados por Deus dotados de sentimentos e emoções, porque não temos tempo sequer para expressar quem de fato somos.
Somos moldados de acordo não pela nossa vontade,mas pela vontade do mundo que impõe regras que nos faz a cada dia perder o nosso tempo e a nossa vida por nada.
Valorizar coisas simples em nosso pouco tempo, nos torna pessoas melhores, nos faz sentir que de fato ainda estamos vivos.
Ler um bom texto, conversar, dar atenção aos filhos, familiares e até aos que não conhecemos, porque as vezes Deus coloca no nosso caminho pessoas para ajudarmos com palavras, dar um simples abraço e atenção.
Não somos máquinas, nem somos programas de computador, somos seres dotados de sentimentos e emoções.
Portanto, reflitamos e mudemos nosso tempo, a nossa vida, nos tornemos mais humanos, e não perca mais o seu tempo, viva de verdade e veja que mudando condutas simples seremos mais felizes e faremos os outros também felizes.
Atila Negri
A vaidade é uma artimanha do mal que vai nos possuindo em perigosas e pequenas garfadas, sem percebemos que aos poucos estamos sendo consumidos
Amor sem caridade faz parceria com o ego e caridade sem amor com a vaidade. Amor e caridade são dois perfis que precisam caminhar juntos para que possam fazer o efeito desejado da felicidade mútua
Ódio, orgulho, tristezas, vaidade, amor, alegria, felicidade e humildade, são os condimentos que a vida tem a oferecer, mas é você que faz a escolha do tempero que está mais de acordo com o prato de sua vida
A humildade sempre será a arma que combaterá a vaidade e o orgulho dos prepotentes que se acham senhores da vida
“Uma colher de vaidade, meia xícara de ego e duas pitadas de orgulho. Recheie com bastante arrogância e coloque para assar em seu coração, e terá assim o prato ideal para afastar todos aqueles que te querem o bem
Nas noites sombrias da vaidade, surge o orgulho que durante as tempestades, se une ao ego para derrubar aqueles que não seguem seus caminhos
Se você não permite a entrada da vaidade, do orgulho e da cobiça, então não encontrarás rachaduras nas paredes de seu coração
O homem nasce para crescer espiritualmente, mas acaba caindo nas ciladas do orgulho e da vaidade que prometem tesouros maiores e inexistentes
Nota de falecimento: Estão sendo velados em local bem distante, a vaidade, o orgulho e o ego, onde se pede para não levarem flores por nunca haverem transmitido a beleza, não acendam velas porque nunca gostarem da luz, não façam preces porque nunca houve fé em seus corações. A saudade só estará liberada para aqueles que ainda carregam essas lembranças dentro de si mesmos
O caroço de uma fruta é como a vaidade, o orgulho e o ego em nós, que devemos desprezar em nossa degustação interior, a não ser que deseja plantar essas sementes para colher frutos indigestos em sua vida
