Vai Passar Felicidade Tristeza
Quando tudo Parece perdido e bate aquela tristeza no fundo da alma, tudo que temos que fazer é resistir e resistir e se persistir o óbvio o resistir mais ainda,pois se tudo suportamos a felicidades alcançamos .
De repente um vento muito estranho desmonta o castelo de areia, provoca uma avalanche de tristeza e muda a paisagem do local. Isso é a tal falsidade disfarçada de amor e amizade.
A SAUDADE
A saudade é o lado da vida que deixa o coração ofegante tristeza. Eu gostaria de ter conseguido olhá-la no fundo dos olhos, de ter visto nela qualquer coisa como compaixão, paciência, tolerância, ou mesmo amizade, quem sabe amor!
Esperei tanto por este dia que até a vida arancou-me sonhos do destino, esfregou sobre mim a praga do desespero no palpar do vento...
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Mesmo que seja um post triste.
Pois mais triste que um post triste
É a tristeza de não poder postar.
(pela liberdade nas redes sociais)
pensas tu que sou insensível, teu sofrimento pra mim é invisível
sofro em silêncio com tristeza no olhar, pois certas coisas não posso demonstrar
pois sou eu que enxugo o teu pranto
pra seu corpo muitas vezes sou um manto
muito vezes me sinto só como o sol poente observando o lago
meu coração não é visto pois esse preço é o que eu pago
Eu rio pra esconder minha tristeza,
me faço alegre, mesmo na amargura.
E o falso me corrói, numa tortura,
mas a verdade dói por natureza...
HOJE ACORDEI DE MANHA E VI UM LINDO SOL A BRILHAR , MAS ESTAVA COM TANTA TRISTEZA EM MEU CORAÇAO QUE LAGRIMAS DE MEU OLHOS COMECEI A DERRAMAR A FLOR COM MINHA TRISTEZA TAMBEM SE POIS A CHORAR E COM MAIS LAGRIMAS DE TRISTEZA COMECEI A DERRAMAR
Não sei porque choras.
Choras ou chove.
De um tempo tão distante.
Passado errante.
Tristeza por definir.
Recordação que me faz sentir.
Lembro
Recordo
De tantas, tantas coisas
Que foram, ou não foram
Chuva ou choro
Porque
Porque tive tanto medo.
Resta o infortúnio
Infortúnio do que não foi.
Talvez seja
Por medo do que podia ser.
Será tudo tempo
Tempo
Como cada chuva tem o seu momento.
Momento
Gotas soltas, caídas no chão.
Será chuva ou choro.
Será
Do tempo distante
Passado
Presente
Por medo do tempo!
Quando as águas tentam me afogar,
quando a tempestade tenta me arrasar,
quando a tristeza tenta me dominar,
fecho os meus olhos, e logo sinto
a Tua paz me alcançar.
Não há nada que melhor que teus
braços oh Pai... Em ti quero descansar!
QUANDO REGRESSO A CASA
Quando regresso a casa ,cada tarde,
a minha tristeza sai do quarto dela
com a sua capa
e começa a seguir-me:
se caminho, caminha,
se me sento, senta-se,
se choro, chora com o meu pranto
até à meia noite. E nos cansamos.
Então, vejo que a minha tristeza
entra na cozinha, abre a porta
do frigorífico
tira um pedaço escuro de carne
e prepara-me o jantar
YUSUF AL-SAIGH (Palestina, 1929)
Não aceito a tristeza e apoio a força que todo o ser humano tem dentro de seu âmago; uma força invisível, incompreensível, capaz de derrubar qualquer gigante, pelo simples fato de acreditar em si mesmo.
É através das lutas que aprendemos a sermos felizes com amplitude e não com um incentivo vazio e medíocre de uma felicidade superficial navegando por aí, enquanto as mesmas estão com o coração sangrando; negando-se ajuda por puro orgulho e egoísmo.
A tristeza assim como a alegria, sempre passam, pois nesta vida não há estados que não se modifiquem, nem situações que contemplem a eternidade, cada acontecimento faz reverência a um status eivado de transitoriedade.
Um vídeo, mostrando jovens pichando muros, sob a imediata reação de raiva e tristeza do dono, sob a vista também de outra criança, e, a partir desta, subsequentes cenas de solidariedade, evocou-me a imagem do rastilho, que, uma vez que a ele se ateie fogo, segue o seu curso, implacavelmente, até a explosão final. E, semelhante ao terrível rastilho, assim também é a violência de cada dia. Até o momento em que alguém, movido por um sentimento que aparentemente parece perdido no recôndito de alguns seres humanos, interrompe esse circuito destrutivo. Esse sutil sentimento, a que chamamos solidariedade, também ele se faz um rastilho, mas que, em vez de embebido na pólvora, que destrói, se faz imerso na fraternidade que levanta, que consola, que constrói. E, nesse momento, em que uma reação em cadeia do Bem se produz, não posso deixar de associar o Criador a um simpático velhinho de barba longa, sentado em seu portentoso trono, no qual, ao ver uma cena dessas, dá um largo sorriso de criança travessa, que deu a outra criança um balde de tinta com as cores do arco-íris, para que ela pintasse, novamente, todas as paredes pichadas do mundo.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Quero a paz de um dia tranquilo, sem mágoas e sem tristeza. Então aviso: só estou para o que me faz bem e para o resto mudei de endereço.
