Vai La com ele Entao

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Então será que nós, os judeus, estamos em melhor situação do que os não judeus? De modo nenhum! Já mostrei que todos, judeus e não judeus, estão debaixo do poder do pecado.

Como dizem as Escrituras Sagradas:

“Não há uma só pessoa que faça
o que é certo;
não há ninguém que tenha juízo;
não há ninguém que adore a Deus.
Todos se desviaram do caminho certo,
todos se perderam.
Não há mais ninguém que faça o bem,
não há ninguém mesmo.
Todos mentem e enganam sem parar.
Da língua deles
saem mentiras perversas,
e dos seus lábios
saem palavras de morte,
como se fossem veneno de cobra.
A boca deles está cheia
de terríveis maldições.
Eles se apressam para matar.
Por onde passam, deixam a destruição
e a desgraça.
Não conhecem o caminho da paz
e não aprenderam a temer a Deus.”

Nós sabemos que tudo o que a lei diz é dito para os que vivem debaixo da lei.

Isso a fim de que todos parem de se justificar e a fim de que todas as pessoas do mundo fiquem debaixo do julgamento de Deus.

Pois ninguém é aceito por Deus por fazer o que a lei manda, porque a lei faz com que as pessoas saibam que são pecadoras.

Mas agora Deus já mostrou que o meio pelo qual ele aceita as pessoas não tem nada a ver com lei.

A Lei de Moisés e os Profetas dão testemunho do seguinte:

Deus aceita as pessoas por meio da fé que elas têm em Jesus Cristo.

É assim que ele trata todos os que creem, pois não existe nenhuma diferença entre as pessoas.

Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus.

Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus, que os salva.

Deus ofereceu Cristo como sacrifício para que, pela sua morte na cruz, Cristo se tornasse o meio de as pessoas receberem o perdão dos seus pecados, pela fé nele.

Deus quis mostrar com isso que ele é justo.

No passado ele foi paciente e não castigou as pessoas por causa dos seus pecados; mas agora, pelo sacrifício de Cristo, Deus mostra que é justo.

Assim ele é justo e aceita os que creem em Jesus.

Será que temos motivo para ficarmos orgulhosos?

De modo nenhum!

E por que não?

Será que é porque obedecemos à lei?

Não; não é.

É porque cremos em Cristo.

Assim percebemos que a pessoa é aceita por Deus pela fé e não por fazer o que a lei manda.

Ou será que Deus é somente Deus dos judeus?

Será que não é também Deus dos não judeus?

Claro que é!

Deus é um só e aceitará os judeus na base da sua fé e também aceitará os não judeus por meio da fé que eles têm.

Será que isso quer dizer que, por causa da fé, nós tratamos a lei como se ela não valesse nada?

Não; de modo nenhum!

Pelo contrário, afirmamos que a lei tem valor.

Inserida por CristianismoPratico

Descubra... " em que você e bom ? " , e então com todo o coração , dedique- se a isso.

Inserida por CassRichel

Você não muda ninguém, pois é o Espírito Santo que faz esse papel, então aprenda a orar e Ele irá convencer o índividuo pelo qual você intercede do seu pecado.

Inserida por Vickfornazieri

A raiva que me consome
É a de não poder tentar
Então não some
Que eu vou lhe procurar

O seu olhar
Me faz delirar
A cada dia que passa
Só me resta te amar

Se o seu amor
Eu nao vou ter
O que me resta
É te esquecer

Irá doer
Mas terei que suportar
Te ter
Jamais acontecerá

Inserida por AlineRodrigues13

Se você quer. Se você pode. Então você faz!

Inserida por NNeto

Se você não é capaz de investir em você,
então você merece ficar do jeito que você está.
Acreditar e investir em si mesmo
é a chave de todo sucesso e realização pessoal.

Inserida por AugustoBranco1

Há apenas um de você em todo o universo, então, ame-se e
valorize a oportunidade, única, de estar vivo!!!
‪Cika Parolin‬

Inserida por CikaParolin

Tenha fé, vai na fé nunca desista desistir e para os fracos você e fraco ? acho que não ne então vai atrás do que e seu não deixe qualquer um ti rebaixa voc. nasceu para vencer não pra perder.

Inserida por Wagnersantooos

Não conhece o Blog, então curta a página no Facebook Um coração igual ao Teu, me siga no Instagram @umcoracaoigualaoteu e é claro entrem no Blog. www.coracaoigualaoteu.wordpress.com

Inserida por Vickfornazieri

Você nunca sabe o quanto tempo tem. mais sabe que não e muito, então aproveite o máximo, fazendo coisas loucas si aventurando .

Inserida por Brunohenrique22

SE AMAR É VIVER...
Então posso dizer
Que sou um ser imortal
Como o eterno amor
Que sinto por você.

Inserida por ismaelmarck

Os donos das terras chegavam às plantações ou então mandavam alguém no lugar deles. Vinham em carros fechados e pegavam pequenos torrões de terra seca para esmagá-los entre os dedos e assim conhecer-lhes a qualidade; outras vezes traziam grandes escavadeiras que revolviam o solo para a análise. Os meeiros, às portas de suas cabanas míseras, olhavam inquietos o rodar dos carros através dos campos. E, finalmente, os donos das terras paravam às portas das cabanas para falar, sem sair do assento de seus carros, com os meeiros. Os meeiros paravam ao lado dos carros por um momento, e depois punham-se de cócoras e esgravatavam a poeira com varinhas secas.
As mulheres dos meeiros também chegavam às portas das cabanas e, com os filhos pequenos atrás delas, crianças de cabelos cor de trigo, olhos muito abertos, um pé nu sobre outro pé nu, os dedos dos pés a catar a poeira, olhavam os maridos falando com os donos das terras, e as crianças também os olhavam; mantinham-se em silêncio.
Alguns proprietários eram afáveis e detestavam o que tinham que fazer; e outros ficavam irritados e coléricos porque não gostavam de parecer cruéis e outros ficavam impassíveis porque tinham descoberto que um homem não podia ser dono de terras sem ser impassível. E todos eles se sentiam presos a uma armadilha mais poderosa que eles próprios. Alguns detestavam os algarismos que os impeliam a assim proceder, e outros tinham medo e ainda outros gostavam dos algarismos porque eles lhes forneciam um refúgio contra os tormentos de sua consciência. Se um banco ou uma companhia era o proprietário da terra, seu representante dizia: o banco, ou a companhia, é que assim quer, insiste, exige, como se o banco ou a companhia fosse o monstro, cheio de ideias e sentimentos, que os apanhasse em sua armadilha. Os representantes não queriam tomar a si a responsabilidade dos atos dos bancos ou das companhias, porque estas eram os patrões, e, ao mesmo tempo, máquinas de calcular, e eles não passavam de homens, de escravos. Alguns representantes tinham orgulho de serem escravos de patrões frios e poderosos. E, sentados em seus carros, explicavam tudo isso aos arrendatários dizendo: vocês sabem, estas terras são pobres, não dão mais nada; vocês já as revolveram bastante e agora não dão mais nada, Deus sabe disso?
E os meeiros acocorados no chão meneavam a cabeça em sinal de assentimento e concordavam, refletiam e desenhavam figuras no solo empoeirado. Sim, senhor, eles sabiam. As terras não dão mais nada. Deus sabia também. Se ao menos não fosse essa poeira que cobria tudo, decerto com algum adubo se dava um jeito. E os donos ficavam aliviados e diziam: pois é isto, as terras estão ficando cada vez mais pobres e imprestáveis. Vocês sabem o que o algodão está fazendo às terras; suga-lhes todo o sangue, toda a seiva.
Os meeiros acenavam com a cabeça, nós sabemos, Deus sabe. Se ao menos pudessem fazer uma rotação das culturas, lhe devolveriam o sangue, à força.
Bem, agora é tarde, não adianta. E os representantes explicavam aos meeiros como eram fortes os monstros, os bancos e as companhias, muito mais fortes que eles. Uma pessoa podia continuar com as terras enquanto elas lhe davam de comer e permitiam pagar os impostos; assim podia continuar com elas. Sim, podia continuar, até que as safras falhavam e tinha de se recorrer aos bancos para pedir empréstimos.
— Mas, olha, um banco ou uma companhia não pode viver assim, porque estas criaturas não respiram ar, nem comem carne. Elas respiram lucros e alimentam-se de juros. Se não conseguirem estas coisas, elas morrem, como vocês morreriam sem ar e sem carne. É triste mas é assim. É assim, simplesmente.
E os meeiros, agachados, erguiam a cabeça e aventuravam com timidez: mas será que não se pode esperar mais algum tempo? Talvez o ano que vinha fosse melhor, houvesse uma boa safra. Deus talvez permitisse que houvesse muito algodão no próximo ano. E com todas essas guerras, não é, o algodão pode subir de preço. Eles não faziam explosivos com o algodão? E uniformes? Tratem de arranjar muitas guerras e o preço do algodão subirá até o teto. Quem sabe no ano que vem? Olhavam os senhorios com olhares interrogativos.
— Não, nós não podemos nos fiar nisso. O banco, esse monstro, tem que receber logo o seu dinheiro. Não pode esperar mais; senão, morre. Não, os juros não param de subir. Quando o monstro para de crescer, morre. O monstro não pode ficar sempre do mesmo tamanho.
Dedos finos tamborilavam nas vidraças dos carros e dedos duros e calosos esgravatavam ansiosamente a poeira. Nas soleiras das cabanas batidas de sol em que moravam os meeiros, as mulheres suspiravam e mudavam as pernas, de maneira que os pés que estavam no chão ficavam no ar e os que estavam no ar ficavam no chão e os dedos dos pés se mexiam lentos. Cães se acercavam, farejavam os carros e urinavam nos pneus um após o outro. E galinhas se acocoravam na poeira quente e sacudiam as penas para tirar o pó que se lhe descia da pele. Nos pequenos e apertados chiqueiros, os porcos grunhiam remexendo com os focinhos os restos turvos de lavagem.
Os meeiros baixavam outra vez os olhos.
— Que vamos fazer? A gente não pode contentar com uma parte menor ainda das safras. Estamos na miséria. As crianças tão sempre com fome. Não temos roupas, só farrapos. Se toda a vizinhança também não fosse assim, a gente teria até vergonha de ir à missa.
Por fim, os donos das terras desembuchavam. O sistema de arrendamento não dava mais certo. Um só homem, guiando um trator, podia tomar o lugar de doze a catorze famílias inteiras. Pagava-se-lhes um salário e obtinha-se toda a colheita. Era o que iam fazer. Não gostavam de ter de fazê-lo, mas que remédio? Os monstros assim o exigiam. E não podiam se opor aos monstros.
— Mas os senhores vão matar a terra com todo esse algodão.
— Sim, a gente sabe disso. Mas vamos cultivar bastante algodão antes que a terra morra. Depois vendemos a terra. Muitas famílias lá do leste querem comprar um pedaço dessa terra.
Os arrendatários erguiam os olhos alarmados:
— Mas que será de nós? Que é que nós vamos comer?
— Vocês têm que sair daqui. Os arados vão rasgar os quintais.
E agora os meeiros endireitavam-se, coléricos. O avô tomou conta destas terras e teve de lutar com índios e expulsá-los daqui. E o pai nasceu aqui e teve que matar as cobras e arrancar as ervas daninhas. Depois, vinha um ano ruim, e ele tinha de fazer empréstimos.
(John Steinbeck, in As vinhas da ira)

Inserida por Filigranas

“- Então o que faremos?

– Amor.


– Tem certeza?

– Sim.

– Excelente, vou me despir.

– E por que está tirando a roupa?

– Para fazer amor.

– Quem lhe disse que é preciso tirar a roupa para fazer amor?

– Pelo que sei, é assim que se faz.

– Não, isso não é amor. Isso é posse.

– Não entendo, e como se faz?

– Continue vestido e vamos conversar até cansarmos, até nos decifrarmos, até descobrirmos todas as nossas memórias e todos os nossos segredos mais profundos, até deleitar-me em vê-lo, até que estes olhos se cansem e me obriguem a dormir.

– E você vai forçá-los a ficarem abertos?

– Sim, somente para vê-lo”.

Inserida por Leticia3Cordeiro

Um dia você vai esta sozinho, vai lembrar de mim e então vai perceber que ninguém vai te amar o quanto te amei.
E a partir de hoje até esse dia, já será tarde!

Inserida por LuaBeatriz

Se você puder ficar, então fica. Faz do meu coração sua eterna moradia, meu amor..

Inserida por GabryellaBeckman

Então entro num eterno encontro
Não há lado que se possa fugir
A dor sempre me encontra no ponto

Se tenho alma, sei que ela chora
Assim como a lágrima que em meus olhos aflora
Mas a legítima esperança me consola

Da escuridão sei que sairei
Porque na porta da esperança me segurei
O dia voltará a brilhar
Em cada brilho de um olhar
E um sorriso de criança a avistar
A força do amor há de me encontrar
E sentimento ruim não vai morar
No meu lar de bons sentimentos a compartilhar

Não abracarei a dor como abraço o meu amor
A tristeza no silencio é esperada
Longos sao os dias pra quem tem rancor
Felizes os dias para quem tem amor
Nao abracarei a dor como abraço o meu amor....

Inserida por IasminL

Então Jesus perguntou:

— Se vocês não entendem essa parábola, como vão entender as outras?

E continuou:

— O semeador semeia a mensagem de Deus. Algumas pessoas que a ouvem são como as sementes que caíram na beira do caminho. Logo que ouvem, Satanás vem e tira a mensagem que foi semeada no coração delas. Outras pessoas são como as sementes que foram semeadas onde havia muitas pedras. Quando ouvem a mensagem, elas a aceitam logo com alegria; mas depois de pouco tempo essas pessoas abandonam a mensagem porque ela não criou raízes nelas. E, quando por causa da mensagem chegam os sofrimentos e as perseguições, elas logo abandonam a sua fé. Ainda outras são parecidas com as sementes que foram semeadas no meio dos espinhos. Elas ouvem a mensagem, mas, quando aparecem as preocupações deste mundo, a ilusão das riquezas e outras ambições, estas coisas sufocam a mensagem, e ela não produz frutos. E existem aquelas pessoas que são como as sementes que foram semeadas em terra boa. Elas ouvem, e aceitam a mensagem, e produzem uma grande colheita: umas, trinta; outras, sessenta; e ainda outras, cem vezes mais do que foi semeado.

Inserida por CristianismoPratico

Naquele dia, de tardinha, Jesus disse aos discípulos:

— Vamos para o outro lado do lago.
Então eles deixaram o povo ali, subiram no barco em que Jesus estava e foram com ele; e outros barcos o acompanharam. De repente, começou a soprar um vento muito forte, e as ondas arrebentavam com tanta força em cima do barco, que ele já estava ficando cheio de água. Jesus estava dormindo na parte detrás do barco, com a cabeça numa almofada. Então os discípulos o acordaram e disseram:
— Mestre! Nós vamos morrer! O senhor não se importa com isso?
Então ele se levantou, falou duro com o vento e disse ao lago:
— Silêncio! Fique quieto!
O vento parou, e tudo ficou calmo. Aí ele perguntou:
— Por que é que vocês são assim tão medrosos? Vocês ainda não têm fé?
E os discípulos, cheios de medo, diziam uns aos outros:
— Que homem é este que manda até no vento e nas ondas?!

Inserida por CristianismoPratico

Você pensa, pensa e faz tudo errado, então uma dica não pense... Faça tudo sem pensar.

Inserida por Akse19

Então Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos doze discípulos. Judas foi falar com os chefes dos sacerdotes e com os oficiais da guarda do Templo para combinar a maneira como ele ia lhes entregar Jesus. Eles ficaram muito contentes e prometeram dar dinheiro a ele. Judas aceitou e começou a procurar uma oportunidade para entregar Jesus a eles, sem que o povo ficasse sabendo.

Inserida por CristianismoPratico