Vai La com ele Entao
No sertão
O céu sem nuvens, e lá no alto o sol quente escaldante.
Depois de muitas e várias pequenas jornadas,o caboclo sem embargo da fome e sede que
sofreram, caminhando de pés inchados, sobre um solo ardente, até chegar no terreno, que seria sua futura plantação
A cavadeira caiu de novo, cavando fundo, enquanto pela face do sertanejo duas
lágrimas desciam vagarosamente, lembrando Maria.
Houve novo silêncio.
Caía a noite.
O caboclo tomou o mourão
depositou na cova com o mesmo cuidado como se o fizesse numa cama.
No fim da tarde já quase noitezinha.
Caboclo
dirigindo-se para o rancho, pensava em Maria.
Não era, entretanto, só o sentimento de compaixão que agora oprimia a alma
generosa do caboclo.
No seu entender, parecia estar estonteado por uma coisa feita.
O lindo semblante da Maria e o seu olhar de uma doçura infinita exaltavam a
imaginação do serrano com tal intensidade que o obrigavam a evocar a lembrança
do olhar da Nossa Senhora mãe de Jesus.
Se visse de novo a Maria, pensava ele, perderia de todo a cabeça e
casar-se-ia com ela.
Como devia ser amorosa e boa! No mais, a miséria é que não a
deixava parecer mais bonita.
Quando assim meditava o caboclo, ouviu um dos seus camaradas, que voltava
da arrumação, cantar de voz solta, na toada dolente, uma canção triste que vinha do fundo do coração, eu cá fiquei a imagina, será que esse sertanejo ama igual a meu amor por Maria, ah eu duvido meu senho!!!
Amor igual o meu ninguém amara não meu senho.
Chegado ao rancho, o caboclo José não pôde cear.
Tomou apenas um golezinho de
café, acendeu um cigarro de palha, que o amigo lhe deu, e estendeu-se na velha rede.
Apesar de toda a energia
empregada para calcular os negócios, e pensar nas riquezas sertão, ali só tinha miséria, mas sonhava com um parreiral , e de repente só uma
idéia sobrenadava, a obsidiar-lhe a mente.
Maria surgia-lhe do fundo da memória,
cada vez mais formosa.
Levanta e segue, senta num banco, à beira do fogo, ralhava na violão.
Ao longe ouviam-se rezas de velório em um rancho de retirantes.
Somente pela madrugada o caboclo adormeceu.
Ao alvorecer, caboclo estava de pé.
Em tempo de verão, é a hora mais
aprazível do dia, na região das videiras.
O ar fresco e puro, o aroma silvestre e
indefinível, que se respira, restituem ao organismo combalido as energias precisas
Ao levantar-se vai ao banheiro, e sua mão trouxe-lhe água para o rosto, lavar e, após, o
Bule de café, que ele, como paulistano de gema, sorveu vagarosamente, aos
goles poupados, como pratica o experimentador de vinhos. Após o último gole,
levantou-se do banco, deixou , puxou da bainha faca,
picou fumo, que esfarinhou entre as palmas, prendendo a faca, de ponta para cima,
entre o polegar e o indicador; depois do que, apertando o fumo picado na mão
esquerda, cortou uma palha de milho e pôs-se a alisá-la, demoradamente, como que
absorvido num pensamento profundo. Não era acostumado a isso na cidade, mas fazia com fosse um cortejo religioso, para esquecer Maria que era de outro na capital.
Dominava o silêncio do ermo. Os vizinhos meio distante dali, tinham partido a campear,
desde as primeiras horas do dia.
Para caboclo e o esse silêncio era apenas interrompido pela
fervura do caldeirão da feijoada com toucinho e pernil que ali preparava p o dia de sábado.
O caboclo continuava a
meditar.
Depois de sorver algumas fumaças do cigarro, sentiu certa lassidão, que o
obrigou a sentar-se.
Quando os primeiros raios do sol iluminavam as cristas das serras do poente,
ouviu-se o som de um pássaro o inhambu e as conhecidas vibrações do solo, indicando um novo dia.
Em poucos momentos ouviram-se assobios e gritos longes, dos
camaradas, tangendo a tropa.
Depois continuo a narrativa de um homem da cidade que virou um caboclo, perdido no sertão.
Autor desconhecido
A lua hoje está bela
Esvoaçante prata em lampejo
Posso vê-la da janela
E alegria pulsa áquele ensejo
Foi um ensejo real e tão brando
Te conhecer assim do nada em noite de lua estrelas dançando
FLOR DE ALGODÃO...
Sutileza na escultura, flocos, capucho, lã ou eflúvios em vapor?
Linhas tênues cirzidas em brancura...
Ou encaixou nuvens numa flor?
A data de cada dia que se encerra, nunca deixa-nos a idéia de reiventá-la ou revivê-la no amanhã.
Porém desperta em nós uma vontade indelével de viver o novo dia numa nova e diferente versão.
Coração perceptível e dócil, adormeça!
__Pois se dar lá fora a primeira estréia desta estação.
Chuva fina em delongas se faz cantiga, para que teu sonho aconteça.
_Escondes tuas saudades!
Só contes pro mar, nas noites em que a lua encalha na margem de lá.
E seu vestido alanjado se treme nas águas.
Pois ali há o sagrado encanto da vida.
Que ameniza a dor exposta e despida.
Sobre mim? Bom, vamos lá: para mim, ‘quem se define, se limita’! O meu único limite é a minha consciência. Sei quem sou, mas prefiro não ter uma opinião formada sobre mim. O fato é que o universo está em constante transformação e, nesse sentido, vou seguindo o fluxo.
Lambari! Quem nasce lá, vive lá, ou vive aqui ou acolá. Nenhum lugar é visto como visto daqui pra lá. Se lá nasci lá quero viver, se lá não viver logo visitá, Ah! Lambari, Se aí nasci quando eu aí, nem quero vortá. Lá canta o canário, o chupim também o sabiá. Lambari! Lambari! Visto daqui nenhum lugar é melhor que lá. Lá o sol levanta mais tarde por causa de uma montanha que há, dorme mais cedo por causa de outra do lado de lá. Quem vive lá espera, espera sempre alguém chegá, e se vai embora uma lágrima fica no rosto a rolá. Que nem a mãezinha, sempre a espera de um filho chegá, o filho também tem vontade de vortá. Oh! Saudade que pode matá, que chama, pra ver de perto o povo de lá. Longe daí todo mundo cansa e pensa aí mesmo descansá. Que as festas aí nunca ei de fartá. Se beber lá beba de caí e beba de rolá, porque tem sempre alguém pra te levantá. E quando vir embora de lá, de sempre um grito de ÔÔÔPA, e levanta a mão pra o povo uma boa viagem te desejá.
“BEM-VINDO AO INFERNO”. (novo slogan para o Rio). A Gomorra do “brazil”. Cristo (o Totem) reside lá, mas que não sejam destruídos por um Deus desumano.
En la vida clandestina se busca vivir como un fantasma. En la ciudad prohibida es la vida clandestina. Como um condenado lleva el dolor de caminar solo y corre sin destino com su coração perdido y condenado.
Deus que se revelar pra você no secreto,lá você vai encontrar as resposta certa que você precisar...
Nesta noite
Você não está
Para saber
O que eu preciso
Nem sentir
Meus versos
A tocá-la
Tantas noites
Sem você saber
Que estou aqui
Quero viver
Quero pode voar
Estou tão estranho
Não posso desistir de sonhar
De querer viver
De querer sorrir
De querer pular
Sei que está difícil
Não imaginar
Como poderia ser
Mas já que tudo acabou
Não vou parar
De viver
Para onde vamos não existe mais humanidade, temos que fazê-la existir. Fomos criados para isso, treinados pela natureza para isso, fazer depende da capacidade que adquirimos...
Para onde vamos a humanidade precisa nascer, crescer e encantar...
E quando a lagrima desce? E quando vc tenta segura-la e ela teima em continuar descendo? E quando vc só quer acordar do pesadelo? E quando vc acha q ja fez o q pode? E quando vc acha que pode fazer mais?
Sabe quando a palavra quando aparece?
Quando vc se sente só, quando vc tem todos ao seu lado mais não se encontra mais, quando vc sente que sua arteria parou de deixar o sangue passar, sente que seu coração esta sedento de dor, sente que sua vida entristeceu, sabe aquela dor mais profunda, que te faz baixar os olhos,te faz perder o caminho, faz vc estarrecer-se e querer parar por ai. Ai esta o quando e quando ele surge, não ha muito o que fazer, tudo pq vc não consegue colocar um " E Se" na sua vida.
E se vc virasse sua vida, e se vc virasse sua mente, e se vc virasse, seu presente ao avesso, e se vc pudesse mudar aquela leve imperfeição. E se e se e se.
Sabe esse tal e se, ele é capaz de mudar sua vida. Não seja incoerente, pare pense pq E SE sua decisão foi pesada demais pra situação, vc estará prestes a sentir o quando quebrar seu coração... E QUANDO isso acontecer o E SE não servirá mais pra nada...
Pense nisso de mim por mim mesma: Grazielle Mendes
Esteja la´, mas esteja de corpo todo, esteja de verdade, esteja com a alma, por que você não deve querer estar em nenhum um outro lugar, alem do que você esta nesse momento. Esteja para ela, esteja com ela, seja pra ela. Não mude, não largue o que você prometeu pra ela. Você precisa cuidar, você precisa amar, você precisa ser dela. Não espere que ela se vá para demonstrar amor. Para querer ter por perto, se ela te ama, ela te ama e precisa dessa reciprocidade. SEJA DELA, ela precisa disso.
Borboleta que voa para lá e para cá cheira as rosas e vive a provar do doce mel das flores que a faz alegrar.
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- Talvez quando você precisar de mim eu não esteja mais lá
- Fábulas de Jean de La Fontaine
