Vai Ficar na Memoria

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Hipócrita


Isso foi tudo que restou,
um caco de vidro enterrado no peito,
memória ferida que sangra silêncio,
eco de promessas que morreram no escuro.


Teu amor, hipócrita,
era fogo disfarçado de abraço,
ceniza quente que queimava e sorria,
um veneno doce que se escondia nos lábios.


E eu, naufrago de tua ausência,
vago entre sombras de nós que não existem,
cada suspiro um grito afogado
no abismo de um desejo que nunca volta.

O ressentimento é a memória emocional que se recusa a morrer porque ainda espera vingança.

A consciência não é o acúmulo de dados, mas a arte de saber o que esquecer para que a memória possa, enfim, criar.

Mente = diferenciação + memória + controle

27 de Janeiro 🌎 Dia Internacional da Memória


A memória não pode ser seletiva!


Hoje o mundo lembra o Holocausto.
E deve lembrar!
Porque esquecer é abrir as portas para que o horror se repita.


Mas a memória que escolhe quem merece luto
não é memória, é conveniência.


Enquanto há um dia internacional para recordar o extermínio de um povo,
outro segue sendo exterminado ao vivo,
sob bombardeios normalizados,
ocupação prolongada,
cerco, fome, deslocamento forçado
e silêncio diplomático.


O povo palestino não morreu em livros de história. Morre agora.
Diante das câmeras.
Diante dos acordos.
Diante dos vetos.


Não há um dia oficial para lembrar Gaza,
nem para as crianças soterradas,
nem para as casas apagadas do mapa,
nem para um território invadido
com o carimbo da “autodefesa”
e o financiamento das grandes potências.


Se “nunca mais” não vale para todos,
não é um princípio,
é um privilégio.


A memória verdadeira
não serve para consolar consciências,
serve para impedir novos crimes.
E quando a dor de uns é reconhecida
enquanto a de outros é relativizada,
o mundo falha de novo.


Que o dia em memória das vítimas
não seja apenas um ritual do passado,
mas um espelho incômodo do presente.


Porque a história
não absolve o silêncio,
os olhos tapados
e as mãos encharcadas de sangue.
✍©️@MiriamDaCosta

O chá verde faz bem para a memória, embora eu não me lembre pra quê.

A memória não se refere ao passado, pois esse não existe, é uma ilusão. Só podemos nos fiar no momento e na nossa pequena bagagem.

O Coração tem uma memória própria. ⁠

A memória humana é lenta para dissolver a mágoa e rápida para esquecer a ajuda.

⁠A gente pode chamar de memória seletiva quando a pessoa não tem a razoabilidade de assumir que mudou de opinião.

Sombras


Efeitos da ofensas
sobre a memória,
e os sentimentos,
silenciosos tormentos.


...


Feitiços


Para o bem ou para o mal,
eles dependem da sua devoção
e são passados ​​
de geração em geração,
Você pode mudar
o seu destino ou não,
tudo dependerá da poção
de encantamento ou maldição.


...


Máscaras


Algumas são invisíveis,
outras não,
Dependen inteiramente
de como você as vê
com a mente ou com o coração.


(O eterno etéreo antifaz)...

Seja enfeitando a visão
ou dando sabor ao prato,
as pupunheiras ocupam
a memória do coração;
Dizer que não importam
para mim é um pecado,
porque é uma preciosa
recordação que faz com
que não nos percamos
do amoroso pertencimento
de quem somos e seremos,
para não permitir que não
nos percamos de nós mesmos.

A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.A memória mesmo


a mais dolorosa


faz parte da nossa


identidade nacional,


Para que crimes


e erros do passado


não mais sejam repetidos,


Se eu pudesse sairia


em busca dos corpos


dos heróis caídos.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reconstrução


pela memória histórica


dos nossos heróis caídos.






Ah! Se eu pudesse


pediria profundamente


perdão público com


devido cerimonial por tudo


aquilo que não tem perdão;


E como sou pequena


apenas posso pedir perdão


dedicado neste poema.






Com a fibra do coração


sou voz de poeta na imensidão


que clama a reunião


de líderes religiosos


para sempre orarem


por nossos heróis caídos.






Não é pedir demais


que alguém da nossa Pátria


se lembre que é preciso


construir um memorial


para que a História


do Massacre dos Porongos


se torne por todos conhecida


e nunca mais seja esquecida.

Sururina-da-serra
cantando a memória
comigo não erra.

Do batuque do Terno de Reis
da Praça da Ponte -
Não apagou da memória,
nas minhas veias correm
o mesmo sangue do Pau-Brasil,
e de mim não há quem
apague a minha história,
Ao meu povo pertence
a condução do destino e a glória.

O aroma do Cipreste-patagônico
continua intacto na memória,
eis-me como teu observatório
principal, terreno e astronômico -
presente em todos os cenários
preservada no íntimo caleidoscópio.


Não estou ao alcance das mãos,
mas o suficientemente enraizada
nos teus sentidos e vãos afetivos -
não há mais como ser arrancada,
pelo fato de reinar nos teus territórios.


Os teus impulsos e silêncios
todos de banquete têm servido,
por me colocarem no mesmo
passo na dança do mesmo destino.

O meu coração não te reconheceu pelo rosto, mas pela memória de todas as outras vidas em que eu já te amei.

Nada supera a memória daquela tarde na praça em frente ao Palácio das princesas: você toda tímida, esse seu olhar doce e aquele beijo marcante que a gente deu. Você não sai do meu pensamento."

Superar o medo não é apagá-lo da memória, é retirar o poder que ele tem sobre as suas escolhas.

Guardo nossa história em uma caixa de veludo na memória. Não volta mais, eu sei, mas o brilho do que fomos ainda ilumina os meus dias mais cinzentos.