Vai Ficar na Memoria

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Por que o amor nunca se esquece?


Porque o amor verdadeiro não é apenas memória, é marca. Ele se imprime nos gestos mais simples, nos silêncios cheios de significado, nas músicas que surgem sem aviso e nos cheiros que atravessam o tempo, fazendo o coração reconhecer antes mesmo que a razão consiga explicar.


O amor nunca se esquece porque não habita somente a mente. Ele mora no que fomos enquanto amamos e no que nos tornamos depois disso. Mesmo quando termina, permanece. Às vezes como saudade mansa, às vezes como aprendizado duro, às vezes como um sorriso que aparece sem pedir licença.


Aquilo que tocou a alma não se apaga. O amor não desaparece com o tempo... ele se transforma, muda de forma, mas continua ali, silencioso e eterno, lembrando que houve verdade, entrega e sentimento.

(Não) Vaga memória de você

Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.

É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre

Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.

As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada

Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes

No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência




E lá você se perde

Fazendo lindos passos

meu coração te segue

Clamando que fique

Enquanto gradativamente

Me esquece.

Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
E viver com meu regador
para sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente

Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente

Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você
Lá no canto
do meu infinito
hipocampo.

(Não) Vaga memória de você

Se tenho certeza de algo,
é da certeza em você.
Não preciso me lembrar
para nunca te esquecer.

É meio batido
Cá estou eu falando novamente
Do tal amor da minha vida
E que juro amá-lo para sempre

Mas escrevo para me lembrar
Que não nos pertencemos mais
Escrevo para fortalecer
Os sentimentos que um dia
foram reais.

As memórias cultivadas
Permanecerão regadas
Cuidadas, amparadas
Cumprirei com apreço
Meu papel
de jardineira apaixonada

Você diz que não posso regar
algo inexistente
Digo para aumentar seu grau
Pois mesmo com toda minha miopia
Enxergo o maior
dos amores latentes

No meu lobo temporal
Você grita permanência
Pode se acomodar
E nunca declarar ausência

E lá você se perde
Fazendo lindos passos,
meu coração te segue,
clamando que fique,
enquanto gradativamente
me esquece.

Por mais que não acredite
Acredito na gente
posso acreditar por nós
Viver com meu regador
pra sempre
Então mente
Elogia esse irrigador
E diz me amar eminentemente

Por mais que não corresponda
Tenho amor o suficiente
Para viver na cegueira
Te dar todo o amor
que meu córtex sente
Consigo cuidar desse nosso jardim
Sem que esteja presente

Então fique
E com o tempo verá
A tempestade passar
E como um relâmpago
Enxergará,
que só há você ocupando
Meu infinito hipocampo.

“Que o Natal, memória do nascimento de Cristo, nos recorde que antes de sermos povos distintos somos humanidade compartilhada, e que nenhuma fronteira é maior do que o chamado à paz, ao cuidado mútuo e à dignidade que nos une.” - Leonardo Azevedo.

⁠A memória apreende não o passado, mas antigos presentes!

⁠“Somos feitos de instantes que não voltam, mas fenecem eternos na memória que escolhe recordar com parcimônia.”
©JoaoCarreiraPoeta.




Campinas, 29/11/2025.

A Quintilha da Saudade!

Na pauta da memória, o decano,


Entre brumas surge caricioso,

Sua retórica soa em afogadilho,


Eminente saudade, fulgor análogo,


Inatual chama, ardor tão formoso.


©JoaoCarreiraPoeta.

17/12/2025.

⁠Na vida, tudo se transforma em memória, seja na curta passagem dos dias, ou mesmo na simples contagem das horas...

Tempo compartilhado é memória em construção; ausência repetida vira esquecimento.

E mais um ano se acaba e só ficam as boas lembranças na nossa memória. Perante um ano de lutas, batalhas, derrotas e perdas, não devemos desanimar: superar é preciso e seguir em frente é essencial. Você é mais forte do que imagina!

Que 2026 seja um ano melhor para todos, inclusive para você que está lendo isso. Que esse novo ciclo seja repleto de saúde, paz, prosperidade, sucesso, realizações e alegria. Que Deus te abençoe!

Lembre-se: O ano não se torna melhor sozinho; somos nós que, com nossas atitudes e determinação, fazemos ele ser bom.

Amo você! 🤍🙏🏽🙌🏽👏🏽😘🥂💛

Ass: Filipy Beauchamp ofc

Veja, o rio não é apenas água que corre — é memória em movimento. Ele arrasta lembranças como troncos partidos, mas não as guarda para contemplação. O rio sabe que recordar é prender-se, e sua essência é seguir.
Adiante, o mar do esquecimento se abre vasto, sem cais para lágrimas derramadas. Lá, não há repouso para a dor, porque o mar dissolve tudo em sua imensidão. O navegante, cansado de buscar direção, aprendeu a não olhar a bússola. Vai sem rumo, mas não sem coragem.
As ondas, que parecem formar imagens efêmeras, desfazem-se ao tocar o casco do barco. É o confronto inevitável entre o que se sonha e o que se vive. O navegante entende: não há permanência nas formas que a água inventa. Há apenas o fluxo, o instante, o agora.
O rio ensina a desapegar. O mar ensina a esquecer. E o barco, frágil mas resistente, ensina que viver é atravessar — mesmo sem destino certo.

E, no fim, restará de nós apenas a memória que coube no coração de alguém.

Do nada


O riso é repentino
Nada mais é...
do que a memória fazendo cócegas na alma⁠.

Memória seletiva: Lembrar o que foi bom, o que acrescentou e o que somou na sua trajetória.

“Algumas presenças não cabem no tempo.
Elas permanecem onde a memória se recusa a esquecer.”

— Sandro Gonçalves

O que sobra, depois que a biologia se recolhe, é esse nada cheio de memória. Um nada que, de tão carregado de nós, talvez seja a única coisa parecida com a eternidade.

Trapézio


No palco vazio da minha memória
um sopro acendeu teu nome no ar
era só ensaio, mas virou história
um tropeço da alma querendo cantar.


Te mandei um áudio, foi quase oração,
palavras nuas, sem máscaras, sem véu,
teu silêncio virou multidão
meu peito virou carrossel.


E eu danço sozinha no circo da vida,
meu coração é trapézio sem rede.
Se não me seguras, não é despedida,
é voo de quem já não teme a queda.


Tua resposta foi espelho quebrado,
metade verdade, metade invenção,
um truque barato de ator ensaiado
pra esconder do público a contradição.


Mas eu não sou plateia perdida,
nem boneca esperando aplauso.
Eu sou corda bamba erguida,
sou estrela cadente que risca o espaço.


E eu danço sozinha no circo da vida,
meu coração é trapézio sem rede.
Se não me seguras, não é despedida,
é voo de quem já não teme a queda.


Entre palhaços, luzes e cortinas,
aprendi que a solidão é camarim.
E quem não sabe ler suas próprias linhas
não pode escrever um final em mim.


Hoje desamarro as fitas do destino,
não carrego amarras, nem cordéis.
Se um dia tua alma buscar o caminho,
vai me encontrar voando em outros papéis.

Um dia após o outro
Vamos vivendo cada história
Que possamos acumular
Maiores bens na memória
Para depois não se arrepender
Da trilha chamada viver
Ser mais feliz e ter mais glória

Coisas inesquecíveis da nossa infância voltam à memória senil.

Céu -
quando me veio a memória teus lábios:
azuis, azuis.
Na ponta um arco-íris arrebentando – lábios pós-chuva, ainda úmidos.