Va em Busca da Felicidade sem Medo
Trair você era lhe matar um pouquinho dentro do meu coração. Eu tenho tanto medo de lhe perder de vez que eu ia tentando lhe perder aos pouquinhos.
Tudo o que eu dizer agora é controverso . O que foi dito ontem talvez não seja mais verdade amanhã . é estranho viver assim , não se conhecer mais .. Mas no final de tudo , acredito , que me conhecerei como ninguém . Pois todos estão em constante mutação . E eu também , principalmente agora . Tudo ao meu redor está diferente, e tenho que me adaptar com esse mundo novo que está se formando . Tenho medo , todos tem . mas quando tudo isso estiver acabado , poderei , enfim respirar .
Quando a chuva vem temos medos de se molhar, as vezes compensa deixar de lado o guarda chuva, sentir a chuva molhar, como se tivesse lavando a alma !!!
Não sejamos vencidos pelo medo, aflição, desespero, problemas, ou seja, pelo aparente caos que surge na vida. Não sejamos perturbados, tenhamos fé em Deus. Isso acalma o coração, lembrando que tudo é fugaz nesta vida, e o que hoje parece impossível de ser resolvido, mais cedo ou mais tarde, terá uma solução e fará apenas parte de uma lembrança. Acreditemos que há uma resposta divina e positiva para os nossos desejos. Pode não ser um resultado imediato, nem o que queremos, mas teremos a solução e, se tivermos verdadeira fé em Deus, os problemas serão resolvidos da melhor maneira e corroborando que Deus providencia tudo para que prevaleça o bem que nos é destinado.
As pessoas estão ficando obsecadas por querer ser mais, mostrar mais. Matando por espaço, matando como se fosse normal agir assim. Cada vez mais eu tenho medo desse mundo. Não existe humanidade, não tem paz...
"Não devemos ter medo do novo e das mudanças necessárias. Mas devemos ter sensibilidade, coragem, maturidade e ousadia para largar o velho que está nos prejudicando, para vivenciar e desfrutar com equilíbrio do novo e seus benefícios!"
"Duas coisas que devemos aprender a vencer e a dominar. O Eu e o Medo, pois ao dominar e vencer ambas, conseguiremos ultrapassar barreiras intransponíveis que jamais imaginaríamos de romper. Vença e domine o Eu e o Medo que existe em ti!"
As aparências enganam porquê só lidamos com o que está fora das pessoas e temos medo de lidar com o que está dentro delas.
E mesmo despido sob a luz da lua não é fácil romper as algemas do medo.
Perdidos em Oz, camuflando segredos.
Um vazio no peito criado apenas por pensamentos alheios.
A insegurança que cega o leão travando os lábios e criando freios.
Um espantalho incrédulo e atordoado em um vasto campo de girassóis.
Devaneios segredos.
Desconfiança!
Um despertar sob a observância.
Um calafrio numa manhã singela.
O agridoce sentimento entre os mundos.
Agonia!
Um olhar custoso junto à janela.
Um sentimento fúnebre lhe atormenta.
A consciência que algo próximo lhe espreita.
Desespero!
Um espectro das trevas à sua espera.
Será este o florescer de um olhar?
Surge a pergunta após gélido momento.
O estrondo!
Eis o soco na janela entreaberta.
Um tiro de canhão contorcendo o vento.
É o ceifador induzindo-o à morte.
Arrebatamento!
Um corpo incrédulo de movimentos.
Um socorro calado sob o frear do tempo.
O pesadelo vívido que transcende solidão.
Crepúsculo!
O romper das correntes e o cair no chão.
A esperança mística cria motivação.
Mas o amanhecer ainda gera inquietação.
Nunca tive, e nem tenho medo da morte. Isso é bobagem!Meu medo é a forma que morrerei. Isso me preocupa.
Lágrimas Escondidas
Estava presa a um labirinto, andava em meio às sombras, escondendo-me na escuridão, camuflando-me entre as paredes. Sentia-me invisível, mas mesmo assim ele me via.
Seu olhar sombrio encontrava o meu, o sorriso sarcástico surgia em seu rosto pálido sujo de carvão. A maldade morava ali.
Eu era um ser tão indefeso, como um passado fora do ninho, aos poucos ia morrendo por dentro, apenas suplicando pela infância perdida.
Minha inocência fora tirada, minhas bonecas jogadas ao chão, encurralada pelo desespero e tomada pela agonia, busquei socorro em meio à multidão
Ajoelhada no chão, me afogando em súplicas e lágrimas, lágrimas sem fim. Todos ao meu redor me olhavam, porém não me viam, eu gritava, mas minha voz era muda, minhas verdades eram mentiras e minhas queixas apenas desculpas.
Ah como eu o temia. Meus cabelos encobriam meu rosto triste, as roupas de inverno escondiam meu corpo em pleno verão e a solidão escondia minha aflição.
Eu me afundava em um buraco, em meus punhos serrados escondia meu único trunfo, o qual me livrou da maldade. Aquele olhar sombrio nuca mais me encontrou, nunca mais me tocou, mas sua marca deixou.
Mesmo em um passado distante as cicatrizes ainda pulsam, minha inocência jamais fora devolvida, o medo nunca desapareceu e ainda posso sentir o frio na espinha e a angustia da mesma menininha que nas sombras se escondia.
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