Va em Busca da Felicidade sem Medo
Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.
- É que eu tenho um certo medo.
" - Um certo medo?! Que me medo é esse?
(Perguntou o Tempo)
- Eu tenho medo da minha coragem
que me faz ser incondicionalmente inteira
num mundo que adora metades
e que vive e se acontenta de pedaços
e até de migalhas...
✍©️ MiriamDaCosta (Diálogos poéticos)
"Poema-Doce Revolução
Viva a Revolução
A doce luta do povo
Que busca com ajuda iluminista
Se livrar do capataz
O clero em sua época de ouro
O mais alto escalão da sociedade
A nobreza, o capataz do povo que buscava cada vez mais riqueza,
Explorando sua pobreza,
O povo cada vez mais explorado
Mas que não ficaria calado
Pois a “luz” está ao seu lado
Chicotadas cada vez mais fortes
Para manter o luxo dos nobres
Enquanto o povo descia cada vez mais o nível
E como diz a sua rainha:
_”Se não tem pão, então que coma brioches”
A bela Bastilha
Onde todos que iam contra a vossa majestade se encontravam
Derrubada pelo povo, dando ânimo para tal Revolução!
“ Nous liberté de l´oppression”. Imagino que disseram!
E as passos largos caminharam
Para fora da Bastilha
E a passos largos caminhavam! Para a Revolução
“Les citoyens des armes à feu”
Gritam os revolucionários
Lutam por igualdade!
Morreram por liberdade!
E colheram Fraternidade!
Que foi regada com o sangue impuro
Dos nobres que se diziam sangue puro
O sol e sua mulher Austríaca
Tentaram da guilhotina se safar!
No meio da noite, planejavam escapar
Mas o povo os capturou!
E a guilhotina, suas cabeças rolaram
Um novo sol, sobre arado francês
Direitos para os Homens e para os Cidadãos!
Para o povo que um dia foi miserável."
(autor- Kelson P. Ribeiro 2º A 2019)
"Poema- A doce Revolução
Viva a Revolução, a doce luta do povo.
Que busca com ajuda iluminista, se livrar do capataz. O clero em sua época de ouro.
O mais alto escalão da sociedade. A nobreza, o capataz do povo que buscava cada vez mais riqueza,
Explorando sua pobresa,0 povo cada vez mais explorado.
Mas que não ficaria calado, pois a “luz” está ao seu lado.
Chicotadas cada vez mais fortes, para manter o luxo dos nobres.
Enquanto o povo descia cada vez mais o nível, e como diz a sua rainha:
_”Se não tem pão, então que coma brioches”
A bela Bastilha, onde todos que iam contra a vossa majestade se encontravam.
Derrubada pelo povo, dando ânimo para tal Revolução!
“ Nous liberté de l´oppression”. Imagino que disseram!
E as passos largos caminharam, para fora da Bastilha.
E a passos largos caminhavam! Para a Revolução.
“Les citoyens des armes à feu”
Gritam os revolucionários , lutam por igualdade!
Morreram por liberdade! E colheram Fraternidade!
Que foi regada com o sangue impuro.Dos nobres que se diziam sangue puro
O sol e sua mulher Austríaca. Tentaram da guilhotina se safar!
No meio da noite, planejavam escapar
Mas o povo os capturou! E a guilhotina, suas cabeças rolaram
Um novo sol, sobre arado francês. Direitos para os Homens e para os Cidadãos!
Viva a Revolução, a doce luta do povo.
Que busca com ajuda iluminista, se livrar do capataz. O clero em sua época de ouro.
O mais alto escalão da sociedade. A nobreza, o capataz do povo que buscava cada vez mais riqueza,
Explorando sua pobresa,0 povo cada vez mais explorado.
Mas que não ficaria calado, pois a “luz” está ao seu lado.
Chicotadas cada vez mais fortes, para manter o luxo dos nobres.
Enquanto o povo descia cada vez mais o nível, e como diz a sua rainha:
_”Se não tem pão, então que coma brioches”
A bela Bastilha, onde todos que iam contra a vossa majestade se encontravam.
Derrubada pelo povo, dando ânimo para tal Revolução!
“ Nous liberté de l´oppression”. Imagino que disseram!
E as passos largos caminharam, para fora da Bastilha.
E aos passos largos caminhavam! Para a Revolução.
“Les citoyens des armes à feu”
Gritam os revolucionários , lutam por igualdade!
Morreram por liberdade! E colheram Fraternidade!
Que foi regada com o sangue impuro.Dos nobres que se diziam sangue puro
O sol e sua mulher Austríaca. Tentaram da guilhotina se safar!
No meio da noite, planejavam escapar
Mas o povo os capturou! E a guilhotina, suas cabeças rolaram
Um novo sol, sobre arado francês. Direitos para os Homens e para os Cidadãos!
Para o povo que um dia foi miserável."
(autor- Kelson P. Ribeiro- EE Edgard Francisco 2º A 2019)
Hoje sinto a dor da distância... da distância criada após sua morte e, como diz Caetano Veloso e com a minha adaptação: " Agora que faço eu da vida sem você ??? Você que só me ensionou a te querer e agora eu estou sentindo a dor de te perder !!!
É como se eu fosse oca por dentro. Dificilmente me importo com alguma coisa ou sinto alguma coisa, seja raiva, alegria, tristeza ou amor. Só não me importo mais.
Fragilidade
A maior dificuldade do ser humano é achar conforto nas coisas simples que a vida dá. Eu nunca pedi carinho demais, atenção demais, poesia demais. Quando a gente pede demais da vida, ela dá o troco na moeda que tem vontade.
Dinheiro demais estraga as pessoas, dinheiro de menos endurece. Amigos demais torna o coração leviano, amigos de menos empobrece. Sorte demais torna a gente prepotente, sorte de menos entristece. Felicidade demais alucina, felicidade de menos adoece.
Quando o amor tem que ser, ele só é e basta. Não tem dor que abata nem maldade alheia que desfaça.
Quando tiver desejo diga, quando tiver vontade veja, quando sentir saudades de alguém corra atrás.
Entenda que o medo de errar não aterroriza mais do que o arrependimento daqueles que não tentaram. Porque o medo de não receber amor, pode até fragilizar uma alma. Mas o arrependimento de um amor morto... mata!
As sombras do desconhecido nos assustam na mesma proporção que despertam a nossa curiosidade. E embora ansiemos explorá-lo, o medo nos trava e impede de descobri-lo da forma que gostaríamos.
Esse é um exemplo de o que é a vida. Uma estrada incerta, cheia de caminhos que podem nos levar ao nada, ou ao encontro de coisas fantásticas.
O medo – ou incerteza – sobre qual o caminho certo, qual a melhor decisão, nos fazem prisioneiros de nossos demônios, e então permanecemos na monotonia, da qual reclamamos ou reclamaremos.
Quando arriscamos, abre-se finalmente o portal que nos dá o vislumbre para a cachoeira de oportunidades que é a vida: Uma cascata inesgotável de caminhos que nos darão os alicerces para receber os ganhos e as perdas no decorrer de cada experiência vivida.
Quem com medo já conheceu a felicidade verdadeira? Talvez alguém que teve inspiração suficiente para criar sua ideia de mundo impecável. Mas convenhamos: Se existiu, deve ter sido a forma mais solitária de felicidade.
O QUE É SER RÍDICULO
No mundo em que vivemos, o ridículo sempre será o "diferente" algo que não está na cultura do indivíduo, ou nos costumes, mas se observarmos mais amplamente, o ridículo é não viver muitas situações que poderiam mudar o sentido da vida, simplesmente por não querer expor-se às outras pessoas, demonstrar uma fraqueza.
É engraçado como a gente pensa que pode enganar a vida ou fugir das voltas que o mundo dá. É impressionante como tudo pode mudar num segundo, seja uma vida, uma história, um pensamento. Basta uma palavra, um sinal ou uma ação pra modificar por completo o que se achava que era o certo. Mas aí que nos enganamos, nada nessa vida é certo, e aí que está a graça de viver. Viver é uma aventura onde somente os corajosos são capazes de ir adiante, sem medo das metamorfoses. O que ontem era, hoje já não é. E o que hoje é, amanhã já não mais será. E se você acha que "vive", quando na verdade se esconde do mundo, do novo e das mudanças, sinto muito em te dizer que você não está vivendo. Viver requer se desapegar do mundo material, desapegar das ideias fixas e estar sempre adepto às mudanças. Ser um amante sem medo das voltas que o mundo dá. Estar aberto ao novo sempre, ao que pode acontecer. A vida pode te surpreender, seja ela de um jeito bom, seja ela de um jeito ruim. Mas isso cabe a gente decidir o que vai ser e como vai ser. E acredite, se seguir seu coração e suas vontades não haverá erros, a surpresa será maior do que você espera.
Como eu sempre costumo dizer, a vida é uma caixinha de surpresas, mas se você for um pouco mais corajoso e chacoalhar essa caixinha, verá que ela é repletas de deliciosos brindes.
Sabe, dançar não exige experiência!
Exige apenas uma grande liberdade
e a ausência do medo do ridículo.
O pior de todos os medos é o medo do ridículo.
As pessoas mais felizes que eu conheço
não dão a mínima pra isso.
Na verdade elas vivem!
Dançam samba no lugar de valsa,
fazem amor sem receio de gritar, morder, revirar
e não se importam com o que os outros pensam.
Então, levante e dance.
E se aprende ...
Tudo o que você faz ou tenta fazer, sendo certo ou errado,
Gera uma consequência...
Como cada um lida com isso é um problema único e exclusivo da pessoa.
Olhar situações e atitudes que deram certo na vida dos outros...
Não necessariamente irá dar certo para você, para sua vida.
O que falta muitas vezes é isso...
Viver a propia vida, os propios acertos e erros tambem.
A culpa pode não ser sua, mas pode não ser de ninguém.
Aceite sua derrota e se torne mais forte com ela.
Aprenda e se esforce para ser melhor amanhã.
Porque a oportunidade de hoje, não irá ser a oportunidade de amanhã.
As coisas mudam e uma hora você aprende que não vale a pena...
Certas coisas não merecem seu esforço. Não mesmo !
Anderson Miranda
"O sol brilhava,
mas eu não me importava.
A chuva caia,
mas eu não a sentia.
Uma criança para mim sorri,
indiferente eu a vi.
A dor que eu sentia,
era o que me movia.
Em busca da felicidade,
vagarei pela eternidade."
o estômago embrulha,
a ansiedade mais uma vez ataca,
dessa vez não estou pronto,
assim como das outras vezes
nunca estive.
achei que ia me esbaldar,
em 72 horas me afoguei.
nem sei o porquê acreditei,
mas eu achava que dessa vez eu deveria ser feliz,
não estou dizendo que estou triste,
mas minha felicidade era na calçada,
com você em uma noite nem tão quente,
1 de maio;
e mais uma vez,
eu aprendo a ressignifcar,
a gente.
Murilo Augusto
Confissão
Dizer eu não tenho medo –
Não seria certo.
Tenho medo da enfermidade, da humilhação.
Como todos, tenho meus sonhos,
Mas aprendi as escondê-los
Para proteger-me
De toda a consumação: toda felicidade
Atrai a ira das Parcas.
São irmãs, selvagens –
No final, não tem
Outra emoção apenas inveja.
Não é o carrão do ano...
Ou o corpo bombado
de academia...
Mas sim o amor que carrega
dentro do coração... A presença
e o dia a dia que
sutilmente dividem,
ensinam e também aprendem
um com o outro,
Nada de pesos do passado,
mas sim, novos horizontes...
Altos e baixos, mas juntos,
Criam-se laços e
alicerces firmes, onde
Deus se faz presente...
É, amar vale a pena sim,
arriscar-se sem medo,
pois tudo que te faz feliz,
vale a pena ser vivido.
Sem preconceitos, ou níveis,
mas um amor leve e verdadeiro..
