Utopia
Eu vivera entre o torpor e a utopia de tal maneira que, eu não conseguia mais distinguir o que era real do que era fictício.
...Utopia de Amor...
Inestimável humildade,
Que enaltece em meu coração
Infindáveis sonhos inconstantes.
Cativante e inspiradora beleza,
Que a todo instante torna
Meus pensamentos incertos e
Me faz acreditar
Que a felicidade e o amor,
Não são apenas devaneios.
Irradiante e intenso olhar,
Que agora parece surgir e
Brilha como uma estrela,
Iluminando minha vida e
Tornando o que antes era uma utopia,
Uma perene realidade.
Mais uma primavera se aproxima e
Belíssimas flores despertarão as montanhas,
Mas o tempo passará, e
Levará consigo o perfume das rosas,
Assim como as palavras e os dias.
Mas saiba que ele jamais apagará
Os momentos em que estive com você,
Pois eles permanecerão.
Ainda que a tristeza e
A solidão dominem
Meus discernimentos,
Que não consiga
Compreender certas coisas,
Que a razão e o sentido
Tenham se perdido em mim,
Sinto- me também feliz e honrado;
Pois seu íntegro ser,
Me deu a única certeza,
É possível amar novamente...
"Por que sonhamos? Para quê? Qual a poesia em sonhar?Ah! Poesia! Não é pura utopia. Os sonhos são imagens da alma... É o espelho, pela qual muitas vezes o inconsciente nos vê. Como se dá isso? Se somos nós mesmos que sonhamos? Ora bolas! Não somos nós que sonhamos, é o sonho que nos sonha... É ele que nos vê de uma forma não vista por nós mesmos... Por isso, não há nada que os aprisione, nem rótulos, nem teorias... Eles são como poesia, expressão da interioridade, essência abstrata do anima (alma). Os sonhos são imagens enigmáticas. Pode nos trazer uma informação de nós mesmos, da qual, Muitas vezes não nos apercebemos... Com eles você se aproxima de sua alma, ou a sua alma se aproxima de você... é um ato recíproco. Ao dormir e sonhar, você está em núpcias com a morte... Porque tanto o sonho como a morte significam transformação..."
ATITUDE
Pintei as minhas telas de ilusão
Deixei-lhes um aroma a utopia;
Sementes eu lancei de grão em grão
Sonhando que bons frutos colheria;
O tempo deu-me sempre este refrão:
Que nada em qualquer tempo mudaria!
Senti no meu trajecto um outro chão
Dif'rente desse chão que eu descrevia.
Então, notando sonhos na valeta,
Cheguei a abandonar minha caneta
- De que valia a pena escrever poemas?
Mas algo me constava da memória:
Ideias dos avanços que na História
Se dão, quando se afrontam os sistemas.
Joaquim Sustelo
(em ENQUANTO A BRISA SOPRA)
Eu encontrei, quando já não sabia se desistia,
Achei finalmente a minha verdadeira utopia,
Não aquela que nunca vai ser acalçada,
Encontrei a minha utopia para ser abraçada.
Uma utopia que quando fala me faz sorrir,
De um jeito que só ela me faz sentir
Esse acelerar estranho no meu coração,
Um misto de nervosismo e felicidade,
Que já não acontecia há tanto, que já estava com saudade,
Dessa deliciosa emoção, dessa estranha sensação.
Só não sei se ela é como meus sonhos passados,
Aqueles que apesar de tudo jamais foram totalmente realizados...
Sinceramente não sei o que sinto de verdade,
Só consigo saber que realmente estava com saudade,
Dessa sensação que faz meu coração palpitar com intensidade.
Isso me lembra a harmonia de todas aquelas cores,
Que vi na junção entre aquele verde e belas flores,
Acho que essa sensação que sinto quando vejo minha utopia
É a mesma que sentia quando eu ali no jardim via,
Que todos os sonhos poderiam se tornar realidade,
Todos os meus sonhos são de verdade.
Por isso vou cultivar direitinho minha utopia,
Para que quem sabe num ensolarado dia,
Ela floresça e se torne tão estonteante,
Quanto a beleza e a harmonia contagiante,
Daquele belo jardim onde me escondia,
Para sonhar em encontra minha utopia.
Pois sei, que assim com aquele belo jardim,
Se minha utopia se tornar minha amante,
Ela jamais desaparecerá, pois o amor não tem fim.
Eis o segredo de uma conquista, não é deixar de ser um sonhador, mas que nossa utopia, nao nos faça desfocar do caminho da realidade, que saibamos confrontar nossas observaçoes em direçao de concretizar as mesmas
Utopia
Dentre todas as coisas que posso experimentar
Dentre todas as coisas que posso negar
Dentre todas as coisas que posso compreender
Me nego
Empenho-me
Envolvo-me
Obedecendo
Copiando
E me enganando
Todas as vezes que elevo o meu pensamento a cerca da vida
Frustro-me
Todas as vezes que tento me separar do certo ou do errado
Não consigo
O que é certo?
O que é errado?
O que vem primeiro?
Não sei
Talvez porquê
Viver sem ser é não se perceber
Utopia
Toda Utopia
É transformada em insanidade,
Pois a mente humana
Cheia de maldade,
Faz que Belos sonhos
Repletos de ousadia
Alimentem a crueldade,
Daqueles que,
Tendo em vista a covardia
Distorcem ideais
E criam tiranias
(Felipe de Lima, 24/02/2010 - após debate sobre socialismo)
Utopia
Vivemos em busca dessa tal felicidade...
buscamos ao que chamamos de assenção profissional...
Dedicamos temo aquilo que chamamos de progresso intelectual...
Desperdiçamos momentos grandiosos, que poderia-mos chamar de o progresso conjunto,
o chamado amor ao próximo.
Mas. Ah! quantas desilusões criados pelas nossas mentes,
que um tanto vazias se preenchem do nada que só o materialismo nos proporciona.
Vejamos então uma solução para tais problemas.
Amar, amar, amar.
UTOPIA
Talvez fosse o desconhecido a lançar ao léu
A inexatidão de sentidos e emoções torpes.
Ignotas rotas de um destino, onde os caminhos
Contorcem-se em labirintos espelhados,
Refletindo um brilho obtuso e hipnotizador.
São os ímpetos do âmago despertados
Pela cruel mágica da criada ficção
A idealizada satisfação do humano alienado
Construindo redes a fecharem-se em ação
Ao redor do ideal, outrora projetado!
Imagine todos vivendo felizes, sem guerra, rancor ou inveja, todos ajudando uns aos outros. Utopia? Talvez.
Utopia!!!
Gostosa sensação
Vida na minha linda vida
Você veio me trazer
Levou a tristeza embora
Fez a alegria renascer
e meu sorriso reaparecer
Fui contaminado
Fui Contagiado
Mesmo distante
Tua presença se faz real
O brilho radiante
Do teu olhar
Ilumina...
aquece o meu coração
Bem perto
aqui do meu lado não sinto medo
Tudo é pura emoção
Você é...
a minha luz divina
minha metade...
minha deliciosa canção
Iluminas meus dias
confortas o meu coração
Vives longe
mas perto estas neste instante
Você é luz
és a mais pura razão.
(Fouquet, 2010)
Utopia Humana
Meio a insatisfação
Caminhos seguem
Continuamos a viver
Vontade não necessária
Olhamos para frente
Futuro algum se enxerga
O controle não está em nossas mãos
Não decidimos o rumo
Nos negamos a aceitar o inaceitável
E nunca nos convencemos
De que não há glória
Felicidade talvez utopia
Que alimenta a imaginação dos fracos
Que se iludem para não encararem
A realidade que se faz presente
Quão triste o destino humano
Em busca do inatingível
Crendo no inexistente
Até que o fim se faça
A esperança vaga
Consuma o restante do ser
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