Util So quando Precisam
“E é aquela velha coisa. Tentamos ser forte, não ter medo de nada, mas, no fundo a gente só quer alguém que cubra a gente com o lençol, dê beijo de boa noite e garanta que não há monstros no armário ou debaixo da cama.”
Tanto a dizer que não haveria tempo suficiente para entender o que só com tempo seria possível compreender. Paciência e um minuto de cada vez. Meu legado não terá respostas, apenas algumas pistas.
Água e Céu, tudo em silêncio e sem vento, sentado na prancha em alto mar, só eu e Deus, obrigado Senhor por navegar, nas ondas do meu pensamento!
O amor não bate palma na entrada chega escacarando a porta sem pedir licença é de poucas palavras sobrevive de sentimentos não se decifra facilmante e o pouco que sabemos dele não precisamos explicar a gente apenas sente.
Só experimentando para saber o gosto que tem
Você nunca vai ser completo se ficar no meio
Nem vai ter um copo cheio se não encher
É procurando que você realmente acha
Seja uma boa sorveteria ou a noticia que não queria
Nem sempre aquilo que você imagina ser, é
Eu mesmo, nem sabia de onde vinham as borboletas
Até que descobri…
Quem disse que a vida tem preço?
Quase todo mundo.
Vivem pagando e comprando quase tudo... Só não conseguem encomendar a alegria e o respeito do próximo.
Proseando e procurando lenha
Fumando um cigarrim de páia
Um passo ali, um galho aqui
Barulho, só das folhas secas embaixo do pé
E dos periquitos que passavam
Foi se aprumando de leve
Uma noite fresca de novembro
Simbora o sol numa toada lenta
E foi chegando os amigos
Botando mais lenha no fogão
E lenha no convesê
Acende com fósfri, pra seguir tradição
Deixa o fogo pegá, menina
Deixa o vento aparpá devagarinho
E amoitá pra dentro da madeira a brasa
Que a mode só assim o fogo se faz
Não abana, se não perde a graça
Traz panela grande, azeite a áio
Mais copo pros amigos que chegaram
E o violão encostado na beirinha da porta
Pó trazê tamém que o Chico chegou pra cantar
“Ando devagar por que já tive pressa…
levo meu sorriso por que já chorei demais…”
Cheirinho bom, abraço de amigo, lamparina
Prosa boa, cantoria, vento na rede
Pingo de chuva, gole de cachaça, cafuné de flor
Pés descalços, trago bom, sorrisos
E se eu tiver que reclamá de arguma coisa
que seja por falta do que reclamá…
SOU POETA DE UM LIVRO SÓ, E ESSE É ESCRITO EM TINTA SANGUE E SEU TITULO SE CHAMA DESTINO!
Almany Sol - 14/06/2012
Mas depois de trinta dias e trinta noites descobertas
Só mesmo sete dias de Amoxicilina, Predinisona e Koide D
Só assim mesmo…
Para fazer dormir essas mil e trezentas formiguinhas inquietas
Sortilegios...
Só foi eu dizer
cheiro de laranja
e água com dois corpos
que olhando pro céu
rindo, brincou
“Parece poeta baiana
enchendo a gente de mel”
Mas nem baiana eu sou
E muito menos poeta!
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