Use o Silencio quando Ouvir
QUANDO FALTA FORÇA, A GRAÇA BASTA
Muitas vezes, esse versículo é usado como um amuleto para o sucesso financeiro ou a superação de metas terrenas. Mas a verdade bíblica é muito mais profunda e libertadora. Na perspectiva bíblica, a graça de Deus não é um salvo-conduto para o triunfalismo, mas sim a graça capacitadora (ou cooperante) que atua na nossa vontade e nos sustenta no sofrimento. É o poder de Deus aperfeiçoando-se na nossa fraqueza e nos capacitando para suportar as seguintes privações:
- Em Damasco, logo após a conversão, o apóstolo precisou escapar escondido em um cesto (Atos 9.25; 2Co 11.33);
- No início de seu ministério, enfrentou profunda desconfiança e rejeição por parte da igreja em Jerusalém (Atos 9.26);
- Em Antioquia da Pisídia, foi severamente perseguido e expulso da região (Atos 13.50);
- Em Listra, acabou apedrejado, arrastado para fora da cidade e dado como morto (Atos 14.19);
- Na Macedônia, especificamente em Filipos, foi açoitado com varas e lançado na prisão (Atos 16.22-24);
- Em Éfeso, enfrentou violentos tumultos incitados contra o seu ensino (Atos 19.23-41);
- Em Jerusalém, foi preso, espancado pela multidão e ameaçado de morte (Atos 21.27-36).
Assim, o "tudo posso" de Paulo é, na verdade, um "tudo posso suportar". É a firme convicção de que, seja na escassez, na rejeição ou na dor, a graça santificadora nos molda e nos mantém firmes. Você não é forte sozinho, mas o Espírito Santo habita em você para te dar resiliência.
Pense nisso e ótima semana,
Marcelo Rissma
Quando as tradições, a estabilidade nas relações humanas, e o aspecto sagrado dos cerimoniais a das rotinas são considerados como conceitos negativos a serem superados pela evolução social, é o início do CAOS.
O que eu sinto?
Nem sei mais se sinto...
nem sei mais quando minto...
Acho que nem você sente,
nem eu sinto...
só estamos acostumados
ficar lado a lado...
e cada um olhar pro seu lado...
Percebemos que a mudança é no olhar, quando contemplamos a mesma paisagem da mesma janela e não encontramos o horizonte nem o sentimento de outrora!
Uma corrida, duas histórias
Eram exatamente 4h50 da manhã quando o motorista-peregrino ligou seu aplicativo de transporte. São Carlos ainda estava mergulhada na escuridão quando surgiu uma corrida para uma delegacia na Zona Norte. O passageiro estava a menos de um quilômetro de distância. Por ser madrugada, o motorista ficou um pouco ressabiado, mas aceitou a viagem.
Ao chegar ao endereço, percebeu que o passageiro era um policial militar. Assim que entrou no carro, o policial cumprimentou-o educadamente, e os dois seguiram viagem. Como sempre fazia, o motorista puxou conversa:
— Estou começando o dia com um passageiro que me dá segurança total!
O policial sorriu:
— E os demais passageiros não dão?
— Desculpe! O que quis dizer é que estou tentando tornar esta corrida agradável. Quem sabe o senhor não me conta alguma história interessante para o meu próximo livro?
Curioso, o policial perguntou se ele era escritor. O motorista explicou que era apenas um apaixonado pela escrita, autor de três livros, e que estava preparando outro, chamado “Entre Caminhos, Histórias e Aprendizados”, no qual pretendia reunir histórias vividas em suas caminhadas e aquelas que escutava dos passageiros.
O policial gostou da ideia e perguntou se poderia ganhar um dos livros. O motorista respondeu que sim, desde que ele lhe contasse algumas histórias marcantes de sua profissão.
— Então me conte duas: uma muito triste e outra engraçada.
O policial pensou por alguns segundos e começou pela mais difícil.
A história que nunca saiu da memória.
— Eu tinha pouco mais de um ano de profissão quando fazia uma ronda em São Paulo, pela Marginal do Tietê. De repente, vimos várias pessoas paradas às margens do rio, apontando para a água. Parecia que alguma coisa se mexia dentro de um saco.
Paramos a viatura, descemos e retiramos o saco da água. Quando o abrimos, descobrimos que havia um bebê recém-nascido lá dentro. Provavelmente tinha nascido poucas horas antes e fora jogado no rio pouco tempo depois.
Infelizmente, não havia mais nada a fazer. O coração daquela pequena criança já havia parado de bater.
O policial ficou alguns segundos em silêncio antes de continuar:
— Fizemos todos os procedimentos necessários, mas aquela cena nunca mais saiu da minha cabeça. Até hoje não consigo entender como alguém pode cometer uma crueldade dessas contra uma criança indefesa.
O motorista ficou profundamente tocado.
— Existem histórias que a gente ouve e nunca mais consegue esquecer — disse.
Depois de alguns instantes de silêncio, lembrou-se da segunda história.
— Agora quero ouvir aquela que o senhor disse que me faria rir.
O policial sorriu.
O amigo do presidente
— Essa aconteceu em Ribeirão Preto. Eu e minha equipe estávamos em frente ao Fórum Criminal quando um morador de rua, bastante alcoolizado, aproximou-se de nós. Começou a nos ameaçar e disse que iria falar com o presidente Lula se não fôssemos até o viaduto onde ele dormia.
O motorista já começou a sorrir.
— Ele dizia que só queria dormir, mas que uns “homenzinhos verdes” passavam a madrugada fazendo dancinha perto do barraco, puxando seu cobertor e não o deixavam em paz. Depois afirmou:
— “Vocês sabem com quem estão falando? Eu sou amigo íntimo do presidente da República! Um telefonema meu e ele manda o Exército confiscar suas fardas e prender esses marcianos!”
O policial contou que a equipe resolveu entrar na brincadeira.
Abriram a porta traseira da viatura e disseram:
— Entra aí. Vamos levá-lo até o presidente da República. Se estiver falando a verdade, deixamos você lá para tomar umas com ele. Se estiver mentindo, vamos prendê-lo.
Segundo o policial, o homem não pensou duas vezes. Saiu andando em zigue-zague e desapareceu pela rua. Não quis mais saber de presidente, Exército nem de marcianos.
Os dois caíram na risada.
A corrida, que começara às 4h50 da manhã, havia se transformado em algo muito maior do que uma simples viagem. Em poucos quilômetros, o motorista encontrara duas histórias completamente diferentes: uma que provocava tristeza e reflexão; outra que arrancava gargalhadas.
Ao chegarem ao destino, os dois se despediram. O motorista agradeceu pelas histórias, que certamente encontrariam espaço em seu próximo livro, e cada um seguiu sua jornada.
Enquanto dirigia de volta, o peregrino pensou em algo que aprendera em suas caminhadas: às vezes, aceitamos uma corrida pensando apenas no destino, mas descobrimos, no caminho, que a verdadeira viagem está na história que encontramos pelo percurso.
Peregrino Nino Carneiro
“Quando a Noite Esquece as Estrelas”
Há momentos em que a vida apaga o céu.
Não necessariamente porque tudo terminou, mas porque nossos olhos, cansados de procurar respostas, já não conseguem distinguir as estrelas.
É então que descobrimos uma verdade incômoda: quase nunca sabemos o quanto dependemos de uma luz até caminharmos pela escuridão.
Passamos boa parte da existência acreditando que somos suficientes. Construímos certezas, defendemos nossa independência, levantamos muros em torno das fragilidades e chamamos isso de força. Mas basta uma ausência, uma distância inesperada, uma noite um pouco mais longa, e percebemos que havia alguém iluminando silenciosamente partes de nós que jamais soubemos iluminar sozinhos.
Talvez seja isso que significa ter uma luz que nos guia.
Não é alguém que conhece o caminho inteiro. Não é alguém que possui todas as respostas.
É simplesmente uma presença diante da qual ainda conseguimos acreditar que existe uma manhã depois da noite.
E existem noites terríveis.
Noites em que voltamos para nós mesmos quebrados, envergonhados pelas escolhas que fizemos, carregando nas mãos os pedaços daquilo que jurávamos ser. Nessas horas, não precisamos necessariamente de alguém que nos salve. Precisamos de alguém que permaneça. Alguém que consiga olhar para nossas ruínas sem confundi-las com aquilo que somos.
Porque o ser humano não é apenas aquilo que conseguiu preservar.
Também somos aquilo que tentamos reconstruir.
Talvez por isso amar seja uma das formas mais difíceis de coragem. Amar alguém é saber que um dia a distância poderá chegar. É compreender que nenhuma promessa consegue impedir completamente a perda. É colocar alguma coisa preciosa demais sobre a mesa sabendo que a vida não oferece garantias.
E, mesmo assim, colocar.
Mas existe também uma advertência silenciosa nisso tudo: não podemos atravessar a existência de braços cruzados esperando que outra pessoa faça nascer o nosso amanhecer. Uma luz pode indicar o caminho, mas nossos pés ainda precisam caminhar.
Há uma espécie de cegueira que não nasce da escuridão, mas da desistência.
Quando paramos de procurar.
Quando deixamos de perguntar.
Quando aceitamos viver apenas daquilo que já sabemos.
Por isso precisamos continuar descobrindo alguma verdade nova, mesmo depois de tantas decepções. Precisamos conservar alguma capacidade de espanto. Talvez envelhecer verdadeiramente não seja acumular anos, mas perder a capacidade de ainda se maravilhar diante de alguém, de uma ideia, de uma manhã ou da possibilidade de começar novamente.
E talvez algumas pessoas atravessem nossa vida justamente para nos lembrar disso.
Elas não eliminam a noite.
Não afastam todas as tempestades.
Não prometem que voltaremos inteiros.
Apenas deixam uma pequena claridade acesa dentro de nós.
E quando tudo parece distante, quando nenhuma estrela permanece visível e quando o mundo inteiro parece ter esquecido o caminho de casa, compreendemos finalmente:
há luzes que enxergamos com os olhos.
E existem aquelas que só reconhecemos depois que o mundo escurece.
São essas que levamos conosco.
Porque algumas pessoas não iluminam simplesmente o nosso caminho.
Elas nos ensinam que, mesmo perdidos na noite, ainda existe dentro de nós alguma coisa procurando pelo amanhecer.
“Amar é saber o que sinto, mesmo quando não consigo explicar em palavras. É reconhecer no coração aquilo que a razão muitas vezes não consegue compreender.”
“Os bons sentimentos exaltam o homem, fortalecem seu coração e o aproximam de Deus. Quando o coração é guiado pelo amor, pela humildade e pela verdade, Deus o protege e ilumina seus caminhos.”
QUANDO O PODER COMEÇA PELA CONSCIÊNCIA
O poder político raramente começa tomando palácios.
Muitas vezes começa tomando consciências.
Não é necessário proibir todas as ideias quando é possível controlar aquilo que as pessoas consideram aceitável pensar.
1. Enfraqueça os valores da juventude.
Uma geração sem referências pode se tornar mais vulnerável a qualquer ideologia que prometa sentido e pertencimento.
2. Controle a narrativa.
Quem influencia a informação não precisa controlar todas as pessoas — basta influenciar aquilo que elas enxergam como realidade.
3. Divida a sociedade.
Quando cidadãos deixam de enxergar uns aos outros como compatriotas e passam a enxergar apenas inimigos de classe, raça, grupo ou ideologia, a unidade social se enfraquece.
4. Destrua a confiança nas instituições.
Uma sociedade que não confia em nenhuma autoridade, liderança ou instituição torna-se mais suscetível àquele que promete reconstruir tudo sob seu próprio comando.
5. Use a linguagem da liberdade.
Toda concentração de poder pode procurar legitimidade utilizando palavras nobres: democracia, igualdade, justiça e liberdade. Por isso, mais importante que o discurso é observar os mecanismos concretos de poder.
6. Expanda continuamente o Estado.
Quanto maior a dependência econômica e administrativa do cidadão em relação ao Estado, maior pode ser sua influência sobre a sociedade.
7. Enfraqueça as convicções espirituais.
Uma sociedade sem princípios que transcendam o poder político pode acabar tratando o Estado como sua principal fonte de sentido, proteção e autoridade.
8. Transforme diferenças em conflitos.
Diferenças sociais existem. O perigo está em transformar cada diferença em uma guerra permanente entre grupos.
9. Substitua responsabilidade por dependência.
O Estado deve proteger direitos e oferecer serviços públicos, mas uma sociedade saudável também precisa preservar iniciativa, responsabilidade individual e liberdade.
10. Inverta as acusações.
Na política, existe uma tentação antiga: atribuir ao adversário aquilo que você próprio pratica. Por isso, não basta ouvir acusações — é necessário examinar fatos, documentos, decisões e resultados.
“O grande teste da integridade não se dá quando somos elogiados ou obedecidos, mas quando somos contrariados e, ainda assim, escolhemos não usar o poder para diminuir o outro.”
Quando falamos com uma pessoa arrogante, geralmente ela nem escuta, pois já tem uma frase certa pra retrucar com sua própria razão.
O tempo pode ser nosso maior inimigo, quando não sabemos esperar.
Mas, pode ser nosso grande aliado se cultivamos a paciência.
Quando Agente Quer Muito Algo, A
Gente Sempre Dá Um Jeitinho E Faz.
Então Mesmo Que Aquela Pessoa
Tem Uma Vida Correria, Se Ela Te
Quiser, Vai Arrumar Um Jeito Pra
Está Contigo. É Sobre Isso...
E quando Jesus ensina
A providência Divina...
Rubrica.!
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Quando o crime, a justiça se torna uma tiraria, a verdade não é um direito, é uma obrigação...
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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do nome:
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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O universo nao brinca em serviço principalmente quando esta fazendo fachina, limpeza para entregar tudo limpo nas suas mãos então respeite a natureza. Ao invés de arrancar 1 árvore plante três, uma que de frutos, outra que de flores, e outra madeira de lei é certo que
você irá colher muito.
Sonia Solange da,Silveira
Poetisa do cerrado
Enquanto ignoramos quem somos, reinamos.
Quando descobrimos, caímos.
Mas só caindo… nos tornamos reais.
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