Urgência
E ao pensar no quanto a vida é curta, sinto uma certa urgência, uma vontade de viver tudo de uma vez. É que a gente deixa tanta coisa para depois, quando tudo que temos é o agora.
O amanhã existe
Pois o passado nasceu ontem.
Mas nada de urgência, nada mais é urgente
agora é presente, é apenas vida!
Eu me pari mil vezes. Nova, diferente, corajosa.
Atirada, confiante, inteira. Aquela urgência que eu não compreendia era a minha urgência de ser...
Tenho medo da pressa, da urgência
Tá tudo muito rápido, tudo muito a frente...
É tanto querer que vou ficar em opções!.
Vou de vagar e perceber o que vem depois
Tenho uma urgência insana em ser feliz, e tudo o que possuo é uma saudade que tem o teu nome, teu cheiro e o teu calor...
O vazio total e a urgência de recomeçar
Em que casa, em que rua, em que mundo eu vou morar?
Onde eu vou entre o fim do trabalho e o começo do sono?
Prá te esquecer me entrego pra qualquer bobagem na TV
Urgencia
Se em seu coração que palpita
Bater a falta urgente de amor
Procure meu sorriso e carinho
Para confortar essa dor.
E depois de devidamente curada
Faça um pagamento correto
Devolva amor a quem te amou
Me fazendo seu predileto..
O Eterno em você está ciente da urgência da vida. Deixe no passado o que é do passado. Não negue a vida. Memórias são fantasmas famintos que se alimentam de horas vivas. Só existe vida no agora.
Não sei se foram as palavras, o olhar, a urgência ou a carência, mas uma coisa que eu muito queria, como se já fora antes e que era pra ser. O amor
A vida não pede urgência,
ela dança no ritmo do coração.
É no silêncio entre um passo e outro
que se esconde a mais pura emoção.
O sol não nasce às pressas,
a flor desabrocha devagar.
O rio não teme seu próprio percurso,
ele apenas se deixa levar.
Mas nós, tão cheios de prazos,
de metas, de medo de não chegar,
esquecemos que o que mais importa
não está no fim, mas no caminhar.
E quando, por fim, percebemos,
é tarde, já virou saudade.
O tempo levou o que não vivemos,
deixando apenas a falta e a verdade.
Então, que tal recomeçar agora?
Olhar nos olhos, sentir o toque?
Falar de amor sem deixar pra depois,
abraçar o instante sem que ele escape?
Porque a vida, essa passageira teimosa,
não volta, não espera, não se refaz.
Ela só acontece… e se você corre demais,
ela passa… e você nem vê o que fica pra trás.
Ventos do nordeste chegam com estilo de furacão, com muita urgência de chegar; assustam e amedrontam, mas depois se revelam, desnudam e se transformam numa doce brisa pra te amar.
Já tive urgência, hoje não mais. Caminho em passos lentos e acredito que o que é definitivo virá. De alguma forma virá. E sem pressa, vai encostar na minha vida, vai sentir a minha alma e gostar de ficar.
Quantas cartas, em caráter de urgência, expedimos publicamente, para proveito de nossos interesses, mas não podemos aceitar as cartas de Cristo, para proveito da nossa vida física e eterna?
Sinto a urgência e a verdade nas suas palavras; transformei essa intensidade em um texto que guarda a força, a entrega e a vulnerabilidade que você pediu.
Poema romântico verdadeiro
No meu silêncio você habita como um fogo contido,
e eu remoço a tua imagem até que o peito cale e arda.
Não peço que me adore — peço que me veja: inteiro, falho, real.
Desvendo segredos em gestos, costumes que me moldaram,
e cada atitude banal guarda a possibilidade de te surpreender.
Minha fúria é terra fértil; se a desbravar, encontrará flores e tempestade.
Quero que atravesse minhas falhas sem medo, sem máscara,
aceite o que sou e descubra a magia que guardo como presente.
Ela é única, crua, feita de noites longas e promessas não ditas.
Seja a fêmea forte que não teme desmontar defesas,
aquela que devasta meus sentimentos calados para reconstruí‑los em luz.
Receba-me assim: inteiro, sem disfarces — e seremos verdade, fogo e abrigo.
Que nossas asas ganhem sentido na urgência dos céus e não no medo dos abismos.
E no mesmo abismo que a noite cai, me perco na urgência de não ter sentido com medo dessas asas que forjam um céu duvidoso mencionado por ti;
A minha urgência é peculiar aos meus sentimentos
Não quero deixar para amanhã o que quero fazer a tempo;
Til
No til não há pressa.
Também não há urgência.
É um sinal menor,
mas que carrega pão,
mãe,
irmão.
Sem ele, o mundo seria mais seco.
Seria são demais.
Seria não.
Til é curva que não encurva.
É nariz da língua,
sorriso discreto no rosto da letra.
Ninguém repara —
até que falta.
E quando falta,
tudo desafina.
Poderíamos viver sem ele?
Claro.
Como se vive sem o silêncio.
Mas é no til que a fala respira.
E a palavra se lembra de ser palavra.
