Único
O livre-arbítrio é uma ilusão, pois nossas ações são o único resultado possível de causas que vieram antes de nós.
Nossa, que coincidência incrível o único "deus verdadeiro" ser justamente o da cultura onde você nasceu. Parabéns por ter ganhado na loteria espiritual da geografia!
E se o "Criador" for o único jogador e você for apenas um NPC mal programado? Dói aceitar que sua consciência é apenas uma simulação menor e menos real?
A vida de um único cientista vale mais do que a de dez mil teólogos, porque enquanto um produz conhecimento, os outros produzem negação, ódio e mentira.
Ao doar para a igreja, o único milagre que acontece é o desaparecimento do seu dinheiro e da sua inteligência.
Abraço: o único aperto que a gente aceita de bom grado na vida. O resumo perfeito de simpatia e bem-querer que recarrega a bateria social de duas pessoas ao mesmo tempo, sem cobrar tarifa de energia.
O que te faz ser único e insubstituível é seu carater e como voçe se apresenta diante dos fatos sejam eles bons ou ruins,a forma com que você lida com estes fatos revela que tipo de energia contém em ti e é justamente esta energia que sera responsavel pelo desfecho e não o que lhe foi apresentado.
Teixo antigo, arqueiro do tempo:
aprendeu a suportar o vento por anos para, em um único instante,
ensinar à flecha o caminho do destino.
Quando você compreender
que é o único responsável
pela sua vida,
nada mudará suas escolhas
nem seus caminhos.
O hoje é o único lugar onde a vida realmente acontece. Quem vive preso ao passado ou ansioso pelo futuro deixa escapar a única oportunidade que tem de transformar a própria história, este momento.
-Jouberth Toffoli
O único que vai estar sempre com você é Deus, talvez isso não faça sentido hoje, mas um dia fará.
Senhor, perdoe o que fui, corrige o que sou.
E dirige o que serei.
Me acompanhe e principalmente me abençoe hoje e sempre!💓
ꕤA vida nos ensina que cada momento é único, cada novo dia é um presente e o seguinte uma dádiva......☘︎ ݁˖༘⋆❀
Escrevo no Nada
Ah… escrevo no nada.
Talvez porque o nada seja o único lugar onde minhas palavras ainda encontram espaço para existir. Escrevo sem saber se alguém se importa com aquilo que deixo no papel, se alguém algum dia vai parar diante destas linhas e perceber que, entre uma palavra e outra, existe um homem tentando contar aquilo que durante muito tempo não conseguiu dizer.
Apoio em linhas retas todos os meus sentimentos tortos.
E talvez seja isso que chamamos de escrever: tentar organizar no papel aquilo que dentro de nós jamais conheceu ordem. Dar nome ao que doeu. Dar voz ao que ficou calado. Dar um lugar para aquilo que carregamos durante anos sem saber onde colocar.
Falo de palavras que escondem sofrimentos.
Porque nem toda palavra revela. Algumas protegem. Algumas disfarçam. Algumas são apenas cortinas colocadas diante de feridas que ainda não aprendemos a mostrar.
Falo da morte que não tive.
E essa talvez seja uma das frases mais difíceis que já escrevi.
Porque existem mortes que não levam o corpo. Existem despedidas que nos deixam vivos. Existem momentos em que continuamos respirando, caminhando, trabalhando, sorrindo, conversando com as pessoas, enquanto alguma coisa dentro de nós ficou para trás.
Eu não morri.
Mas talvez algumas partes de mim tenham conhecido a morte.
Falo da dor da ausência.
Da cadeira que continua no mesmo lugar quando alguém já não está. Da voz que a memória insiste em repetir. Do abraço que os braços ainda sabem dar, embora já não exista ninguém diante deles para recebê-lo.
Falo…
E paro.
Porque há sentimentos que chegam até a garganta e se recusam a virar palavras.
Há histórias que desejam desesperadamente ser contadas, mas passaram tanto tempo escondidas que aprenderam a ter medo da própria voz.
A minha é uma delas.
Uma história que precisa ser ouvida.
Precisa ser lida.
Não porque seja maior do que a história de ninguém, mas porque foi vivida. E tudo aquilo que verdadeiramente foi vivido merece, pelo menos uma vez, não morrer em silêncio.
Talvez eu tenha passado uma vida inteira querendo ser ouvido, quando também precisava aprender a ouvir.
Ouvir os meus próprios silêncios.
Ouvir aquilo que minhas lágrimas tentaram dizer.
Ouvir o homem que ficou escondido atrás das obrigações, dos sorrisos, das despedidas, das perdas e dos anos.
Talvez eu escreva porque finalmente comecei a escutar aquele que durante tanto tempo deixei sozinho dentro de mim.
Por isso escrevo.
Mesmo quando ninguém lê.
Mesmo quando ninguém pergunta.
Mesmo quando parece que minhas palavras estão sendo lançadas contra uma imensidão indiferente.
Eu escrevo porque algumas histórias não nascem para fazer barulho.
Nascem simplesmente porque não querem morrer.
E então volto para o papel.
Olho novamente para essas linhas retas.
Coloco nelas meus sentimentos tortos, minhas ausências, minhas perguntas, minhas lembranças, meus mortos, meus vivos, aquilo que perdi e aquilo que ainda procuro.
Falo de tudo.
Falo de mim.
Falo daquilo que deveria ter ouvido quando ainda havia tempo.
E, depois de tantas palavras, olho para a página e tenho a estranha sensação de que continuo sem ter dito aquilo que realmente queria dizer.
Então penso:
escrevi tanto…
e talvez ainda não tenha escrito nada.
O único milagre que o falso Messias fez foi a facada sem sangue! Se bem que barata não tem sangue! Mito desmistificado!
Depois dessa convocação da Seleção com o menino Ney, o único hexa do Brasil será com o PT! Lula rumo ao tetra.
