Uniao e Respeito em um grupo Jovem
A democracia tem um super poder. Em uma eleição direta, o povo tem total condições de renovar, recuperar ou afundar o seu país basta ser a maioria na escolha dos seus governantes. Em uma ditadura, só resta ao povo ser um cordeiro resiliente diante da falta de liberdade de expressão ou um permanente alvo de extermínio no caso de discordar do regime
Primeiro cabe a pregação pregar os pregadores, para um êxito de repassar o que recebeu das mãos do altíssimo, assim pregar oque está pregado em si, e repartir os pães da salvação se torna a ideal evangelização, tal como os então discípulos saciaram os famintos naquele contexto de multiplicação, será efetivo os individuo que preza em receber das mãos do todo poderoso.
Eu precisava me tratar ...precisava desabafar .. estar de pé.. eu precisava de um café, ou talvez um chá... ou sei lá um abraço qualquer e um vai ficar tudo bem... eu precisava ser girassol , ser ventania, vendaval ...eu precisava de mudança, eu precisava mudar ... ser forte , ser autentica , ser teimosa as vezes.. ser valente ..eu precisava ..eu precisava de um empurrão, de uma palavra amiga, ou um puxão de orelha , eu precisava... de um sermão, de um livro , poema ou poesia ..talvez uma canção... eu precisava... mas eu precisava mais de mim mesma ... de me sentir mais , de me ouvir mais , de ser eu mesma ..eu precisava ser mais força, mais forte , mais pulso firme , mais esperançosa...eu precisava .. e quando eu parei e me ouvi , me entendi , me resgatei .. eu percebi que não precisava de mais nada e mais ninguém... eu me transbordei. .eu renasci , eu me refiz , eu me ergui do chão. E isso me bastou, isso me fez mais forte !!!
As vezes tenho um pouco de primavera em mim.... sim , eu tenho flores na janela da minha alma ...e borboletas no meu estômago, as vezes de tão livre acho que nasci colibri ..
Quanto mais eu penso, mas longe vou... a cada pensamento é mais um passo a beira da morte. As vezes penso tanto que me perco dentro de mim.
[O CAMINHANTE E O TEXTO URBANO]
Ao caminhar pela cidade, cada pedestre apropria-se de um sistema topográfico (de maneira análoga ao modo como um locutor apropria-se da língua que irá utilizar), e ao mesmo tempo realiza este sistema topográfico em uma trajetória específica (como o falante que, ao enunciar a palavra, realiza sonoramente a língua). Por fim, ao caminhar em um universo urbano onde muitos outros caminham, o pedestre insere-se em uma rede de discursos - em um sistema polifônico de enunciados, partilhado por diversas vozes que interagem entre si (como se dá com os locutores que se colocam em uma rede de comunicações, tendo-se na mais simples ‘conversa’ um dos exemplos mais evidentes).
Enfim, se existe um sistema urbano - com a sua materialidade e com as suas formas, com as suas possibilidades e os seus interditos, com as suas avenidas e muros, com os seus espaços de comunicação e os seus recantos de segregação, com os seus códigos de trânsito - existem também os modos de usar este sistema. A metáfora linguística do universo urbano aqui se sofistica: existe a língua a ser decifrada (o texto ou o contexto urbano), mas existe também o modo como os falantes (os pedestres e habitantes urbanos) utilizam e atualizam esta língua, inclusive criando dentro deste mesmo sistema de língua as suas comunidades linguísticas particulares (dentro da cidade existem inúmeros guetos, inúmeros saberes, inúmeras maneiras de circular na cidade e de se apropriar dos vários objetos urbanos que são partilhadas por grupos distintos de indivíduos)
]trecho extraído de BARROS, José D'Assunção. Cidade e História. Petrópolis: Editora Vozes, 2007, p.43-44 ].
O CEGO, E O OUTRO QUE VIA
Havia na estrada do mundo
um Cego, e um Outro
que via
O Cego tinha uma estrela
cujo brilho não sabia
A Noite não lhe era um mal
pois não via o que não devia
O Outro tinha três olhos
e pelo excesso sofria
pois via com o olho da sobra
tudo aquilo que não podia
Numa flor via seus átomos
e nessa profundidade desastrada
Toda beleza se perdia
No perfume sentia cheiros
(cada nota em separado)
pelo nariz lúcido e enfermo
que todo aroma dissolvia
E assim, pela estrada do mundo
Ia o Cego, e o Outro que via
O que via indagava a causa
e o Cego gozava o efeito
Sendo feliz porque não via
Contava-se nas estalagens
Por onde a estrada passava
Que Um era a sombra do Outro
E os Dois, partes de um mesmo ser
Cuja felicidade de ver
Somente estava onde não devia
[publicado em Recital, vol.3, nº1, 2021]
Vida de um autor
Eu vivo e sobrevivo em meio dessas palavras frias organizadas em linhas para satisfazer minha vontade de reviver coisas boas que aconteceram comigo. Ou pelo menos que eu queria que acontecessem comigo. Mas tudo isso que eu disse não importa já que eu vou viver pra sempre em meio das palavras frias que no fim da minha vida minha alma ficaria para sempre aprisionada.
Tenha um bom descanso emocional deprimente. O remédio é o mal estar, quando você se der conta que não vale a pena acabar com seu emocional, você vai ficar bem.
Gosto de escrever sobre o que interessa
Partilhar idéias, sem pressa
Como quem tira um som da vida
E segue a rima na batida
Voar no próprio pensamento
Sem falar do óbvio
Só das coisas que invento
Crio no palco do mundo
Pessoas e coisas que são minhas
Sons que ouço e reproduzo
Articulo com o ritmo da vida
Assim sou musa e também poesia
Nessas letras que discorro
O próprio som e a melodia
Não entrego tudo
Mas algumas doses por dia
Um pouco do que sou, eu dou
Só pra ver sua alegria
Ao iniciar um relacionamento, o homem trata a mulher como ele espera que ela o trate também. À medida que o tempo passa, ele a trata da mesma forma que é tratado.
O amor pelos animais faz o coração humano grandioso. Pois é um amor nobre e digno, suave e benigno.
Eu me perdi no momento que comecei a correr atrás das pessoas...
Mas um breve mergulho na decepção me vez ver que eu sabia o caminho de casa!
Carinho não é pra qualquer um. Dentro de nosso coração todos temos um rol de pessoas que o merecem. Mas algumas transcendem ele. Ainda me pergunto como uma pessoa pode ser linda por fora e por dentro se todos temos defeitos. Deve estar bem escondido esse seu ou quem sabe nem exista mesmo.
Todos que postam “me armo de livros”, nunca leram um livro na vida, se lessem, aprenderiam com a história, não deixando-a repetir e logo se armariam de armas.
Krïs Kirak
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