Uma poesia que Fale de Sentimento

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Às vezes preciso da dor para sentir que tenho sentimentos. Eles estão ausentes e distantes. A dor nos conecta com nossos próprios sentimentos.












28/09/2025

Alguns sentimentos foram feitos para ultrapassar o tempo e a distância...
O verdadeiro amor não pede mãos entrelaçadas, basta que duas almas continuem se reconhecendo no silêncio.

Entre Telas e Sentimentos
(Jelres Freitas - Julho/2026)



Como pode alguém tão distante
Se fazer tão presente em mim?
Como pode uma simples conversa
Transformar um dia ruim?


Ainda não toquei suas mãos,
Nem pude encontrar seu olhar,
Mas suas palavras me abraçam
De um jeito difícil de explicar.


Você chegou devagar,
Sem prometer, sem exigir,
E quando percebi sua presença,
Já esperava você surgir.


Espero sua mensagem,
Seu sorriso em uma fotografia,
A voz que atravessa a distância
E devolve cor ao meu dia.


Pode parecer loucura
Amar alguém sem poder tocar,
Mas existem pessoas que chegam
Onde as mãos não podem alcançar.


Você não conhece meus abraços,
Mas já acalmou meu coração.
Não caminhamos lado a lado,
Mas seguimos na mesma direção.


Eu sei o que sinto por você,
E não preciso o amanhã esperar:
Desde o instante em que chegou,
Meu coração escolheu te amar.


Você trouxe alegria
Ao lugar em que havia solidão,
Trouxe esperança aos meus pensamentos
E paz para o meu coração.


Não quero atropelar nossa história,
Quero vivê-la por inteiro,
Conhecendo, a cada novo dia,
A mulher que desejo ao meu lado primeiro.


Amar é reconhecer alguém
Mesmo antes de poder encontrar.
E eu já reconheço em você
A mulher que escolhi amar.


Ainda existe uma tela entre nós,
Uma distância para vencer,
Mas, mesmo sem tocar seu rosto,
Minha alma já encontrou você.


E quando o encontro finalmente chegar,
Não será o começo do que senti:
Será apenas o primeiro abraço
De um amor que já nasceu aqui.

⁠Quem se atreve a questionar os sentimentos do outro, às vezes se comove com muitos que nem existem.


Há uma estranha contradição na forma como lidamos com as emoções alheias.


Exigimos provas visíveis, quase palpáveis, como se a dor precisasse escorrer em lágrimas para ser legítima.


No entanto, esquecemos que nem todo choro encontra caminho pelos olhos — alguns se perdem por dentro, silenciosos, densos, invisíveis.


A alma, afinal, não tem glândulas lacrimais.


Talvez seja mais fácil acreditar no que se vê, porque o invisível exige ainda mais empatia, e empatia exige esforço.


Questionar o sentimento do outro, nesse sentido, é muitas vezes uma defesa: uma tentativa de reduzir o que não compreendemos àquilo que nos é confortável julgar.


Mas quem nunca se emocionou com histórias que jamais aconteceram?


Quem nunca sentiu o coração apertar por suposições, medos ou fantasias criadas até pela própria mente?


A verdade é que somos profundamente seletivos naquilo que validamos.


Desconfiamos do sofrimento silencioso, mas acolhemos facilmente emoções que, por vezes, nem têm raízes na realidade — apenas na nossa percepção dela.


Isso revela menos sobre a veracidade dos sentimentos alheios e mais sobre a limitação do nosso olhar.


Há dores que não gritam, apenas ecoam.


Há lágrimas que não caem, apenas pesam.


E há sentimentos que não precisam ser explicados para existirem — apenas respeitados.


No fim, talvez a maior sabedoria não esteja em tentar medir ou validar o que o outro sente, mas em reconhecer que nem tudo que é real precisa ser visível, e nem tudo que emociona precisa parecer verdadeiro para quem só pode ver de fora.

⁠Não há ausência de sentimento maior e mais medonha do que a dos que se atrevem a julgar o sentimento alheio.


Há uma estranha soberba em quem se coloca como árbitro da dor do outro, como se emoções fossem fatos mensuráveis, passíveis de perícia tão gélida.


Julgar o sentimento do outro é, antes de tudo, ignorar a vastidão invisível que cada pessoa carrega — histórias não contadas, cicatrizes que não se exibem, batalhas travadas no silêncio.


Quem invalida o sentir alheio, muitas vezes, não o faz por força, mas por ausência — ausência de empatia, de escuta, de profundidade…


É mais fácil desqualificar do que compreender; mais confortável rotular do que acolher.


Afinal, reconhecer a dor do outro exige, inevitavelmente, encarar as próprias limitações emocionais.


Mas sentimentos não obedecem à lógica dos tribunais.


Eles não precisam de provas, tampouco de aprovação.


Sentir é, por si só, um ato muito legítimo.


E cada emoção, por mais incompreensível que pareça, nasce de um lugar real dentro de quem a vive.


Talvez a verdadeira humanidade resida menos em explicar o que o outro sente e mais em respeitar que ele sente — mesmo quando não entendemos, mesmo quando não concordamos.


Porque, no fim, a maior pobreza não está em sentir mais ou sentir menos, mas em sentir tão pouco a ponto de negar a existência do sentimento alheio.

O tempo é refém dos sentimentos, pois eles moram em qualquer época e acontecem a qualquer momento,
A uma ruptura entre o tempo e o espaço e nela os sentimentos sobrevoam livres e prontos para serem reconectados num piscar de olhos de acordo com a pressa e a necessidade do usuário,
Independentemente dos portais (sonhos, pensamentos, desejos surreais, o mundo subconsciente, etc.) que sejam usados é inevitável se teletransportar.

Mas você não consegue ver o seu sangue.
Não é nada além de sentimentos
Que este velho cão despertou.
​Tem chovido desde que você me deixou,
Agora estou me afogando no dilúvio.
Sabe, eu sempre fui um lutador,
Mas sem você, eu desisto.
​E eu te amarei, querida, sempre,
*E eu estarei lá, para sempre e mais um dia, sempre.
Estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar,
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem.
Sei que quando eu morrer, você estará em minha mente,
*E eu te amarei, sempre. *
​Se você me dissesse para morrer por você, eu morreria.
Dê uma olhada no meu rosto,
Não há preço que eu não pague.

Olhando para nós, entendi que o amor não é apenas um sentimento que a gente guarda, mas algo que a gente constrói e protege. Hoje, quero reafirmar o que sinto e o que pretendo ser na sua vida.
Serei sua rocha: onde você puder construir seus sonhos sem medo de que o chão ceda.
Serei seu muro: para te proteger do vento, da chuva e de qualquer dor que tente atravessar o nosso caminho.
Serei seu fogo: para aquecer suas noites e iluminar os dias em que tudo parecer incerto.
Prometo estar ao seu lado não apenas quando o sol brilhar, mas principalmente quando você envelhecer e precisar de uma mão firme para segurar. Para mim, não existem "eu" ou "você" separados; escolhi viver só com você, onde o seu bem-estar é a minha prioridade e a nossa união é a minha maior força.
Você é o que eu tenho de mais precioso. O que eu quero é segurar sua mão para sempre. Guardo o nosso futuro com todo o cuidado do mundo, sabendo que, enquanto houver amor, nada poderá nos separar.
Eu te amo, hoje e em todos os amanhãs que virão.

Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...

Poço sem fundo,
Sentimentos em conflitos.
A mente busca sentido para continuar.
Dentro da densa mente dominada sentimentos que ninguém esplica.


Dos males da natureza humana a mente sofre com conflitos da existência.
Conflitos sociais e morais.
Para o qual a psicologia está ganhado espaço nesta era moderna antológica.


Dos desatinos da depressão a tristeza e a autoestima se deduz que ser humano vive numa ilha dentro da gaiola o conceito eleva a afirmação de esperança de cura alivia a existência contemporânea dando ausência do relativismo no estado mais profundo do paciente a medicação tras tratamento.
E cada sessão ilucida a personalidade do indivíduo...


O sentido do existência para existir.

Sentimento perdido para onde foi foi criado por amor porquê se foi?
Para onde foi porquê não me levou?
Me abandonou num estante que mundo também me deixou...

No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.

O seu ego joga maus dizeres a minha pessoa que se tornam flores no meu jardim.
Meus sentimentos e pensamentos são uma vasta floresta o sois diante do ecossistema.
Nos valores da moral e a ética ganhamos uma divisão de valores.
O psicológico do ser humano está abalado pelo stress diário e alienação social é um triunfo da tecnologia...

Luar esta incoberto pelos olhares...
Velados os sentimentos observamos o luar,
Todos direitos expostos são expostos pela falta de petróleo.
A guerra nada mais e a pirataria dos direitos humano...
Lua torna se evidência da evolução da resiliência humana...
A aventura espacial é um pássaro no contraste da alienação.

Sendo submundo a aceitação daqueles instantes opacos que alma morre no sentimento.
Seus olhos sangram,
Sua alma grita...
O sincronismo do silêncio da o desespero...
Sua face imaculada senti o prazer do frio caótico...
As sombras da ador que o corvo senti..
Grito alma sem vida a vela se apaga...
Seus lábios pálidos transmite uma mensagem ao ventos...
Suas mortalhas rasgadas voam em conflitos da alma condena...

Meros olhares futeis.
Meros arficios atrozes
Sentimentos que viaja no abismo,
Sombras que me acompanham.
No isolamento intelectual de alegorias
No profundo sentimento as gotas de realidade são expostos por um poema.
E abnegação destes fatos deixam a marca registrada do instante exato que deserto dentro deste mundo complexo cheio de paradoxos diz seletivo seja.
Bem aventurados aqueles o criticam.
O sentimento que é pássaro que voa num mundo destopico.
Com seres alienígenas de suas próprias convicções.
Aprendi que silêncio arco de pensamento livre de degradação.
Ser inerte atônito devenda próprio deserto nas virtudes mais baixas
Então Alienação intelectual venceu?
Dentro si alegoria vazia quem quiser seja seu eu pois ignorância é um dádiva, para muitos? Dentro deste contexto vies da fisolofia é claro homem deve questionar o impensável mais compreender diante os fatos não aceitação.... apenas o tempo para refletir sobre atos impensável.

Nas virtudes do nascer lágrimas são o viver...
Na angústia dos sentimentos fragmentados...
Nos níveis mais profundos da alma rebelde...
Somos crianças que acabou de entender que mundo é imensidão...

Flores e Cosmos
​Flores no jardim,
Sentimentos ao vento frio.
Meros atrozes artificiais...
Portais da imensidão.
Me vejo em teu nu, na vastidão.
​Flores que morrem no inverno,
Flores mortas no vaso...
Tantas possibilidades no universo,
Sois a poeira que o vento levou,
Mas a saudade inflamou.
​Nos níveis mais profundos estás viva,
Nas obras do destino te encontrei...
Aonde o espaço e o tempo dobram a realidade.
​Rosas do galho seco voltam à vida.
Na luz cálida da lua, suas pétalas caem
Sobre o mar remanescente da vida.
No brilho das estrelas, vejo o fogo da sua paixão.

Na arte teu sono meu sonho.
Aberto meus pensamentos fragmentos de meus sentimentos.
Longis meu sonho cobra o preço terminal de alma perdida por amor definho em teus lábios sois o amanhã...
Tão profundo quanto mares deste mundo pujante floresce no meu coração...
Frio na escuridão dentro do corpo mantém a vida.
Para nuvens do céu encontrei o sol mais nunca o toquei pois minhas asas de cera derretem sobre mar repouso do seu lados espero anoitecer para cantar o luar te ver na madrugada.

Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.