Uma Mao Lava Outa Ambas Lavam o Rosto
Amar é isso,nunca desistir do outro mesmo quando tudo parecer perdido,é sempre ser a mão que apoia,cuida,incentiva,e diz mesmo sem palavras:
Ei não importa o que aconteça eu vou estar sempre aqui viu?
O amor tem as suas fases,ora felizes,outras nem tanto,mas nunca esqueça os motivos que te fizeram amar a pessoa que esta do seu lado,procure sempre olhá-lo(a) com o mesmo encanto da primeira vez,e em como deixou sua vida mais bonita desde que chegou pelo simples fato de existir.
Verdadeiro ato de demonstração de evolução é abrir mão da vingança tendo modo de se vingar e não ser punido
Pena ou mão?
Daí vem a vida e dá mais uma porrada
Você olha para ela e ri...
Ha Ha Não dá mais para sentir nada...
Depois de tanta surra, o que é mais uma pancada?!
Você recorre aos antigos, sábios e livros
Não há nenhuma pista, nada parece ter sentido...
Se olha para frente ou para trás, nenhuma diferença faz...
Mas é claro, ainda não foi escrito.
Não importa quanta busca se faz
O texto da sua história, aquilo que você será
Com preguiça ou empolgação, no fim é você quem faz.
Sob o peso da realidade, como sementes
Morrem ou crescem sonhos inocentes
Justo ou cretino nada vem ou vai sem o seu aval
Com dor ou prazer pare de dizer, destino.
A cada nova dor uma oportunidade se morro ou vivo
A cada novo uivo, se ouço ou passo
A cada prazo, se digo ou calo...
A cada passo escrevo, querendo ou não.
Uma história que não comecei
Um texto que não vou terminar
A ignorância impede de saber se sou pena ou mão.
Se brinco ou desapareço
A história continua a ser contada
Se choro, grito ou falo,
Que diferença faz se desconheço o preço.
Se bato ou apanho, no fim
Toda essa merda é sobre mim
Então, que doa, o que é mais uma porrada?!
Se vou chegar ao fim, é claro
Se sou eu que escrevo, capaz ou não
No fim percorrida ou temida, não importa
Essa é a minha estrada
Então, que diferença faz mais uma pancada?!
E como se eu não ouvisse mais, não conseguisse desenhar, as músicas eu não as escuto mais, minha mão treme ela adormece não consigo nem fazer um círculo perfeito com um lápis, simplesmente caí das minhas mãos tudo, a agonia me consome e a minha punição?
Devo desistir foi o que pensei e foi exatamente o que fiz não me sinto mais alegre as cores que um dia eu via sumiram, estou acabado não faço mais o que eu amava fazer mas, não consigo me desfazer e como se eu me punisse todos os dias por não ser mais o mesmo, o que eu venho fazendo da minha vida nesses quatro anos? Ressoe, me veja, sinta minha presença e o que eu digo para o eu que perdir quando olho no espelho, tudo que vejo e sinto e uma água como se eu estivesse dentro de um mar sem ouvir, se poder sentir cada toque, e vejo no fim lá na escuridão um gatão preto de olhos verdes me questionando, você é capaz? Você está realmente pronto? De novo e de novo, não sei o que faço, não mais...
Ela aprendeu que as vezes é bom abrir mão de certas coisas e deixar ir, na verdade, fazer ir. Não querer perto muitas vezes se faz necessário, para que se evite o desnecessário.
Se o homem possuísse asas
e a ele fosse oferecida uma gaiola de ouro
certamente abriria mão da liberdade.
Ética é deliciar-se a brindar no cálice de uma vida digna. Fortalecer e confiar na mão e no pão. Ter postura mas nunca perder a graça.
Homenagem para minha melhor amiga
Você é minha amiga do peito
Nunca me deixou na mão
E o incrível é que o que nos uniu foi uma canção
Somos amigas há pouco tempo
Mas parece que te conheço há anos
Eu me pergunto por que te amo tanto?
Não tem como explicar
Então agora vou falar
Tudo o que guardo no peito para te mostrar
Que nada que você disser vai me abalar
Eu não sei por que quero te proteger
Mas eu vou sempre estar aqui
Não vou te deixar cair
E eu nunca vou sumir
Essa homenagem é para você, que diz que é fraca
Mas eu sempre digo que não
Pois você é dona do meu coração
Não soltou faíscas. Não deu frio na barriga.
Não suou a mão. Não teve fogos. Não foi como os filmes, mas foi bom e despertou um sentimento de que era a coisa mais certa que eu havia feito na vida, te beijar.
Me deixa aqui, não quero que estenda a mão
e nem quero que entenda a razão , de toda minha precaução.
Seus cachos, primeiro dia de aula, sorriso, olhares, um abraço e um beijo na mão. Foi o suficiente para ganhar meu coração. Manina sempre menina.
Foi um daqueles sonhos
no qual a gente se vê sem roupa e no ponto
de trocar um aperto de mão com um homem
No sonho
na vida real
Não tem graça
Não admirava que aquelas duas moças
tenham rido de mim
uma coisa pavorosa
Sai e me afundei numa rua
suja e escura
Tudo aquilo de que não se consegue abrir mão quando já perdeu a utilidade acaba nos possuindo. E nesta era materialista, muitos de nós somos possuídos pelas nossas posses.
Eu tinha você na mente, palavras guardadas e uma caneta na mão, então deixei o amor tomar conta além do coração como também da minha mão.
Deixamos pra lá, abrimos mão, deixamos pra depois, colocamos o outro em primeiro lugar. Nos acostumamos sempre assim a nos deixar em segundo plano. Ai um belo dia nos priorizamos nos colocamos em primeiro lugar, dai vem a culpa, vergonha e medo de não saber como lidar. Mas ora..... o mais importante temos que ser primeiros nós pra depois ser algo e alguém pro outro.
Primeiro Eu, depois Eu, depois eu de novo. E ai sim vem ou Outro e suas necessidades de nós.
"Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat", cujo significado é:
"Uma mão esfrega a outra; uma mão lava a outra."
