Uma Cidade Chamada Felicidade
Era uma noite enluarada na antiga cidade de Atlântida, onde os Deuses e Deusas do Olimpo se reuniam para celebrar o festival anual em honra a Poseidon. Entre os convidados estava Afrodite, a deusa do amor e da beleza, conhecida por sua imensa beleza e poder de sedução. Ela caminhava elegantemente pelo salão, atraindo todos os olhares com sua presença divina.
Foi então que seus olhos encontraram os de Hades, o temido deus do submundo. Ele era conhecido por sua aura sombria e imponente, mas naquele momento algo nele chamou a atenção de Afrodite. Uma chama ardente se acendeu dentro dela, uma mistura de medo e desejo que a consumia por dentro.
Hades, por sua vez, ficou hipnotizado pela beleza radiante da deusa do amor. Seus olhos negros brilhavam com uma intensidade que ele nunca sentira antes, e sua alma foi sugada por aquela presença divina. Ele se aproximou dela lentamente, como se estivesse sendo guiado por uma força superior.
Afrodite sentiu o coração acelerar quando Hades se aproximou dela. Seus corpos estavam a milímetros de distância, e ela podia sentir o calor pulsante que emanava dele. Ele estendeu a mão para tocar seu rosto, e ela fechou os olhos, entregando-se completamente àquele momento místico.
"Subjulgue minha alma, desnuda-me, prenda-me na maestria dos sentidos", sussurrou Hades, sua voz grave ecoando pelo salão. Afrodite sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo, uma sensação de êxtase que a inundava completamente.
Seus lábios se encontraram num beijo apaixonado e arrebatador, uma fusão de luz e trevas, amor e medo. Eles dançaram juntos ao som da música celestial que preenchia o salão, perdendo-se na magia daquela noite eterna.
Meu corpo em júbilo, deixando minha consciência em estado de torpor, pensou Afrodite, enquanto se entregava aos braços fortes de Hades. Ela sentia como se estivesse sendo levada para um lugar além do tempo e do espaço, onde apenas o amor e a paixão reinavam supremos.
Enquanto isso, os outros deuses e deusas observavam a cena com curiosidade e fascinação. Nunca antes tinham visto uma conexão tão poderosa entre dois seres divinos, tão intensa e avassaladora. Era como se o próprio destino tivesse unido Afrodite e Hades naquela noite mágica.
A festa continuou pela madrugada, com os dois amantes dançando sob a luz da lua cheia, envoltos numa aura de mistério e romance. Suas almas se entrelaçaram de forma indissolúvel, criando uma ligação eterna que transcenderia os limites do Olimpo e da própria existência.
Os dias se passaram, e Afrodite e Hades continuaram a se encontrar nas sombras da noite, alimentando sua paixão proibida com encontros secretos e juras de amor eterno. Eles sabiam que estavam desafiando as leis divinas, mas não se importavam, pois o que sentiam um pelo outro era maior do que qualquer proibição.
E assim, a deusa do amor e o deus do submundo viveram seu romance lendário, atravessando os séculos e as eras com sua chama ardente e pura. Seus nomes foram entoados em canções e lendas, celebrados como o mais poderoso e belo casal do mundo mitológico.
E mesmo quando o tempo passou e os deuses antigos caíram no esquecimento, a história de Afrodite e Hades perdurou como um exemplo de amor verdadeiro e inquebrável, uma união que desafiou as barreiras do céu e do inferno.
E assim, nas estrelas do firmamento, o amor de Afrodite e Hades brilhava eternamente, iluminando o universo com sua luz divina e eterna. Para todo o sempre, seus corações permaneceriam unidos, uma promessa de amor eterno que transcenderia a própria morte.
Nas sombras dos morros, histórias cruas,
De uma cidade que dança entre luzes e breus,
Violência oculta nas vielas, ruas,
Rio de Janeiro, onde o sonho perdeu.
No alto, palácios de zinco e saudade,
Onde a vida resiste, à margem do olhar,
Em becos estreitos, o grito da cidade,
Ecoa silencioso, difícil de calar.
As crianças brincam, sem medo do perigo,
Num mundo que esconde, um caos desmedido,
Entre balas perdidas e o amor bendito,
Semeiam esperança, num terreno erguido.
Nos olhos dos jovens, a revolta brota,
Uma guerra invisível, sem fim, sem derrota,
Onde cada esquina, guarda uma história rota,
De um futuro incerto, que a fé não adota.
O caos social, um monstro adormecido,
Desperta a cada aurora, faminto, destemido,
Na luta diária, um povo esquecido,
Busca na poesia, um refúgio perdido.
O Rio de Janeiro, ferido, encantado,
Contrastes que brilham, num cenário desenhado,
Onde o belo e o feio, num quadro mesclado,
Retratam a cidade, num verso apagado.
Os morros que cercam, são guardiões da verdade,
Espelhos de um Rio, que clama liberdade,
Entre becos e tiros, mora a realidade,
De uma cidade partida, em eterna dualidade.
Cumplicidade e carinho.
O que vemos a beira de um ninho,
Não vemos uma cidade inteira,
Por que um só passarinho,
Não consegue fazer tanta sujeira,
Muitos humanos poluem,
Se entorpecem,
Muitas vezes se iludem,
Muitas outras se esquecem,
Vivem por covardia,
Fugindo da obrigação,
Com muita melancolia,
Pouca conservação,
Querem tudo do seu jeito,
Reclamam em muitas horas,
Querendo tudo perfeito,
Até as senhoras,
Se entregam nessas atitudes,
Chorando todo dia,
Pedindo que alguém ajude,
Sem muita alegria,
Não há quem as mude,
Podíamos repensar,
O agir e o falar,
As vezes poder seguir,
Em frente pra algum lugar.
Mas devo revelar,
Que já criamos as cidades,
As casas fechadas de muros,
Que se alguém pular,
Vai estar em apuros.
Dentro tem cachorros e armas,
Um egoísmo protegido,
Se tocar na simples sandália,
Tá tudo perdido,
São ferozes no possuir,
E algozes de si mesmos,
Tentando as vezes fugir,
Se encontram largados a esmo.
A esmola do trabalho,
E só um ensaio,
Pra poder passar o tempo,
Na sua humilde batalha,
A ruína são seus pensamentos,
Achando tudo perigoso,
Um mundo de covardia,
Anda sempre medroso,
Seja de noite ou de dia.
Vivem sempre egoístas,
Cercados em suas rotinas,
Lutam sem deixar pistas,
De suas horas cretinas,
A trocar o desapego,
Pelo feroz egocêntrismo.
Na luz do desassossego,
Fazendo malabarismos.
Aí chega a velhice,
E ficam todos perdidos,
Caminharam na mesmice,
Mas querem ser compreendidos.
Nem sei mais o que falar,
Pra mim tudo é absurdo,
Se nós unissemos já.
Poderíamos atravéssar o muro,
E ir pro lado de lá.
Mudar a nossa história,
Recusarmos de ser idólatras,
Deixar políticos na memória,
Deixar de ser alcoólatras,
Começar mudando as cidades,
Limpando tudo em sua volta,
Juntando todas as idades,
Plantando nossas próprias hortas,
Retirando nossas vaidades,
Ajudando os nossos irmãos,
De todas as formas possíveis,
Com dinheiro e instrução,
Para que se tornem incríveis,
Compreendendo que com união
Podemos ser vistos pela luz do invisível.
E com luz no caminho,
Podemos tirar os espinhos,
De um tempo passageiro,
E voltar para o ninho,
De uma vida obreira,
E continuar com carinho,
Uma vida mensageira,
Assim poderemos morrer em paz,
Descansar de verdade,
Sem medo de olhar pra traz,
Sabendo que viveu com bondade,
A vida muda de pressa,
Os anos passam a fio,
Pro tempo tudo que interessa,
É sombra, calor e frio,
A vida no vazio,
Refaz os pensamentos,
Pode dar calafrios,
Mas também tirar os tormentos,
Saber que ninguém morre junto,
No mesmo corpo quero dizer,
E esse imenso conjunto,
É tudo que pude saber.
As melhores pessoas não são aquelas que frequentam uma igreja da cidade; mas sim aquela que frequenta e vive a igreja que já existe dentro de si.
rojanemary <3
Quando as acomodações da sua casa não for confortáveis para uma visita, mostre a cidade. Quando seu corpo não for uma boa casa para sua Alma, não mostre o mundo, reforme a casa.
Meu objetivo é:
ser uma profissional referência na minha cidade. Onde através de cuidados estéticos auxílio mulheres a elevarem sua autoestima, se sentirem mais belas e autoconfiantes!
O senador Miles Poindexter teve a oportunidade de parar em um grande hotel em uma cidade grande do Oeste um tempo atrás. No hotel, ele não conseguiu dormir por causa de certas condições desagradáveis relacionadas a sua cama. Ele foi obrigado a se mexer a noite toda e a agir como se estivesse com urticária.
Quando voltou ao escritório, escreveu uma carta severa ao proprietário do hotel. O dono do estabelecimento respondeu com uma carta de três páginas da forma mais polida possível, agradecendo Poindexter pelo relato.
“Uma coisa desse tipo nunca ocorreu antes neste hotel”, disse o dono. “E acreditamos que nunca ocorrerá novamente. Estamos profundamente agradecidos por você nos dizer, porque, se não soubéssemos de tais coisas, o problema poderia ser muito maior. Embora estejamos surpresos que a situação que você mencionou possa existir, ficamos gratos por você nos dizer antes de qualquer outro hóspede se expor a um aborrecimento semelhante.”
Assim a carta continuou. Mas o escritor, sem querer, colocou no envelope um pequeno pedaço de papel amarelo. Nele, havia uma linha escrita evidentemente para os olhos do estenógrafo e para nenhum outro, que dizia: “Escreva a carta do percevejo para este homem.”
"Nasci em uma pequena cidade do Ceará, em 19 de maio de 2007, e desde criança sempre me interessei por computadores. Passava horas na frente do computador, aprendendo tudo o que podia sobre sistemas operacionais, programas, jogos e linguagens de programação. Aprendi a digitar sem olhar e a me mover rapidamente pelo computador. Construir videogames do zero e montar computadores era algo que me fascinava.
Apesar de ser uma pessoa mais reservada e tímida, fiz amizades incríveis online, especialmente através do Discord. Minha paixão por ciência, espaço e ficção científica me levou a ler vários livros e assistir filmes relacionados a esses temas.
Hoje, com 15 anos, tenho muitos sonhos e planos para o futuro. Um deles é ter meu próprio computador gamer, que me permita jogar tudo o que quiser e trabalhar em projetos mais complexos. Também gosto de escrever e desenhar, especialmente personagens de animes e cartoons. Sou um "técnico de computador" autodidata, que conserta computadores quando necessário, e estou sempre procurando aprender mais sobre hardware e software.
Além disso, sempre tive um amor pela pesca, algo que desfrutei em minha infância. Quando tiver mais estabilidade financeira, quero voltar a pescar com amigos que farei em trabalhos futuros. Tudo isso faz parte da minha jornada de vida e estou animado para ver o que o futuro me reserva."
Dependendo de quanto dinheiro você tem, essa cidade continua parecendo uma corte entupida de fofoqueiro.
O impossível é uma cidade minúscula, inabitada e quase que extinta dentro das pessoas aonde mora o conhecimento e a sabedoria de Deus.
Goioerê é uma cidade que já teve uma população avolumada por circunstâncias outras as pessoas se viram obrigadas a deixar a cidade, aos finais de ano muitos retornam para rever a família e amigos e até mesmo a cidade, gerando renda ao comércio e receita ao município, portanto no meu entendimento não há que se falar em custo avantajado, levando em conta o seleiro de talentos que temos, uma casa de cultura que em tempos memoriais dispunha de toda uma estrutura para apresentar os talentos prata da casa, sem mencionar o desinteresse com o visitante e os próprios munícipes, um dos pilares da educação é proporcionar diversão e cultura ao povo. Em resumo a administração perdeu mais uma oportunidade de amenizar a gestão inexpressiva.
Só lembrando show não significa obrigatoriamente queima de fogos. ..
Hoje ao chegar a casa, disse ao meu imaginário avô.
Avô, fui fazer uma caminhada pela cidade, e nem imagina a quantidade de trotinetas e bicicletas abandonadas por cima dos passeios, isto para não falar dos carros. O que nos obriga a ir para a faixa de rodagem.
-Diz o meu imaginário avô.
-Coisa das crianças, brincam com as trotinetas e depois por aí as deixam. Já as bicicletas, para andar nelas, têm que ser já mais crescidos, é falta de educação. Os pais não lhes dão umas chapadas. Aí eu não me pude conter, e disse: ó avô imaginário! Não é coisa de crianças ou de rapazes. São homens e mulheres, pessoas adultas que hoje utilizam as trotinetas as bicicletas e os carros. São eles que fazem estas coisas.
- Ai meu neto, por aquilo que me dizes, hoje anda tudo a brincar, ninguém tem respeito e responsabilidade.
E assim ficou a conversa, não soube o que mais dizer.
Elisio João Gago Cordeiro
Nossos olhares quando se cruzam parecem uma explosão de faíscas em uma cidade escura...a cidade escura das nossas mentes.
CABEDELO - PB.
Cabedelo é uma cidade
que tem forte, porto e trem
o pôr do sol, uma raridade
das lindas praias que tem
quem já veio tem saudade
se não veio tem vontade
de vir um dia também.
Pele fina e lindeza não constroem uma cidade; mas conhecimento e iniciativa tornam uma comunidade mais rica.
Coloquei música no meu ipod e uma melodia suve me invadiu. Garoava lá fora e a cidade parecia levamente cinzenta. Pessoas andavam na rua apressadas com seus guarda-chuvas enquanto Edu Lobo e Tom Jobim cantavam “Luiza” no meu ipod fazendo eu divagar e pensar em como seria morar ali, se seria caótico, se seria mágico, se as pessoas liam Erico Verissimo e ouviam Tom Jobim, como eu. A chuva caía suavemente escorrendo pelo vidro da janela e uma moça corria segurando um guarda-chuva vermelho. Eu achei a imagem digna de um quadro e se eu fosse artista eu pintaria um quadro, mas eu sou escritora, então escrevo, então descrevo. Descrevo como o guarda-chuva revolto se agitava com o toque do vento, de como a garoa aos poucos queria se transformar em uma chuva. Descrevo como um sol preguiçoso se escondia atrás da névoa... fui tomada de uma onda de suavidade e eu tive me segurar para não cutucar Josh no banco da frente e mostrar a música que eu ouvia e dizer como era bonita, como era poética. Eu queria dizer que o cenário lá fora combinava perfeitamente com a música e como daria um belo quadro, uma bela canção, um belo poema. Eu queria dizer tudo isso, mas me detive. Ele certamente acharia que eu era idiota. Eu não sei dizer diário porque pensei em cutucar Josh e falar para ele sobre bossa nova e sobre poesia aquela hora da manhã. Não sei explicar logicamente a mim mesma porque entre tantas pessoas ali no ônibus eu pensei em Josh. Não sei dizer porque eu pensei que certamente ele seria a única pessoa no mundo que poderia entender, que poderia me entender. Pensei que nenhuma de minhas amigas entenderia aquele momento de sensibilidade em que a chuva caía suavemente e como a música corria por minha mente, levando-me com ela. Nenhuma de minhas amigas entenderia pois elas jamais teriam a sensibilidade suficiente para isso, para sentir a música e a poesia correndo pelo corpo como chuva, mas eu pensei que Josh entenderia e não sei dizer ao certo porque tive essa sensação naquele momento.
Se mora em uma cidade fechada voce fechou seu mundo ao seu como o mundo fechou seu mundo ao seu assim vidas é um produto que mora em sua transformação fechada a seu segmento e meu segmento é um produto fechado em transformação de minha humanidade em fé a Deus.
Grupo cidade ou pessoas em grupos não faz uma equipe cidadania civilizada porem uma ordem proporcional e um conjunto cidade ou pessoas em conjunto não faz uma equipe cidadania civilizada mas um composto de eficiencia funcional que possa servir bem fazendo grupos trabalhando em conjuntos ou conjuntos fizerem atividades em grupos.
Se não tem espaço para se expressar sua expressão por mais que ultrapasse barreiras e montanhas ou deixe de tal algo assim disso.,...,. nunca será calada pois nunca foi ouvida ou foi estendida além das criticas vistas por sua expressao sendo seus propositos comprometidos ao mundo composto em grupo ou processo conjunto mais vistos que suas criticas expressivas ou expressao critica.
If you live in a city you closed your world closed to her as the world closed their world to their lives so it is a product that lives in its transformation closed your thread and my thread is an unopened product in transformation of my faith in humanity to God .
City or people group in groups does a team put citizenship civilized an order proportional and set city or people together does not make a team citizenship civilized but functional efficiency of a compound that can serve well doing sets or groups working on joint activities do groups.
If you do not have space to express its expression by more than exceed barriers and mountains or something let such that., ...,. never be silent because it was never heard or been extended beyond the critical views for its expression being compromised his purposes in the world composed of a group or assembly process visas more expressive than their critical or critical expression.
Si usted vive en una ciudad que cerró su mundo cerrado a ella como el mundo cerrado de su mundo a su vida por lo que es un producto que se vive en su transformación cerrado el hilo y mi hilo es un producto cerrado en la transformación de mi fe en la humanidad a Dios .
Ciudad o el grupo de la gente en grupos no un equipo puso la ciudadanía un orden civilizado ciudad o pueblo proporcional y establecer juntos no hace la ciudadanía equipo de eficiencia cívico y funcional de un compuesto que puede servir bien haciendo series o grupos de trabajo sobre las actividades conjuntas hacer grupos.
Si usted no tiene el espacio para expresar su expresión en más de superar barreras y montañas o algo deje tal que., ...,. nunca estar en silencio porque no se oye o se extiende más allá de las opiniones críticas de su expresión sean comprometidos sus propósitos en el mundo compuesto por un grupo o visas proceso de montaje más expresivos que su expresión crítica o crítica.
- Relacionados
- Poesia Felicidade de Fernando Pessoa
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
