Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
CENÁRIO DE DOR
Sobre a mesa uma xícara de café
Algumas flores
E um livro de poesias!
Café frio...
Flores esquecidas
Poesias vazias
Sobre a mesa o resumo de nossas vidas
Sobre a mesa....
Tudo o que fomos e deixamos de ser
Tudo o que demos vida e deixamos morrer
Sobre a mesa...
Uma parte sou eu a outra é você!
Sobre a mesa...
Lembranças difíceis de esquecer.
Passarei por elas a todo instante
Mas não mais tocarei
Apenas as viverei na saudade!
Desce so um poiquinho notícia sobre o amor em tesouro escondido
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
mas um pouquinho유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유
O Amor é um sentimento dos seres imperfeitos, pois só quando o
alcançamos na plenitude, com toda sua força, intensidade e
bondade é que podemos estar perto de nos tornarmos
perfeitos!!!
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유 유
유 유 유 유 유 유
.●FELIZ NOITE Te amo
UM GRITO DE PAZ
TUDO É HOJE,
TUDO É AGORA
TUDO SEM FIM,
COMO SE TUDO DISSESSE ALGO SOBRE MIM.
MEU CAMINHO,
SEU CAMINHO,
TUDO IGUAL
SEM SABER QUANTAS CURVAS
OU QUAL O FINAL.
O MEU JEITO,
O SEU JEITO,
AS DIFERENCAS.
MINHAS CRITICAS,
SUAS CRITICAS,
TODO PRE CONCEITO.
NADA MUDA OS PENSAMENTOS
NADA MUDA OS DEFEITOS,
NADA MUDA QUEM EU SOU,
PORQUE NINGUEM E PERFEITO.
AMANHA UM NOVO DIA
E DEPOIS NOVO TAMBEM
ISSO É TUDO O QUE SABEMOS,
POIS NÃO SABEMOS O QUE VEM.
ENTAO PAREMOS COM AS GUERRAS,
VIOLENCIA, GRITO DE DOR,
TUDO SEM SENTIDO, TENHA NA SUA VIDA MAIS AMOR.
FIQUE BEM, FIQUE CONFUSO,
FIQUEI TRISTE, FIQUE MUDO,
FIQUE SURDO, FIQUE CEGO...
PORQUE SEM SENTIDO E UM ABSURDO.
ANDE NA ESCURIDÃO,
SEM MEDO DE TROPEÇAR,
PASSE PELO O QUE MUITOS PASSARAM,
PARA EM TAL LUGAR CHEGAR.
É UM ABSURDO, COMO EU DISSE,
AS COISAS SEM SENTIDO,
E UM ABSURDO MAIS AINDA, QUEM ANDOU SEM UM AMIGO.
NA ESCURIDAO VOCE PODE ENLOUQUECER,DAR O PRIMEIRO PASSO E SE PERDER.
COM UM AMIGO TUDO E MAIS CLARO,
ELE E A LUZ, O ABRIGO, O AMPARO.
E NADA VAI TE ATINGIR,
NAS HORAS MAIS DIFICEIS ELE VAI TE FAZER SORRIR,.
SEMPRE AQUELE TCHAU,
SEMPRE AQUELE ADEUS,
SEMPRE AQUELE CHORO.
DESPEDIDAS SÃO ASSIM, AS VEZES PERTO, AS VEZES LONGE.
SEMPRE MARCANTE
COMO O FIM.
Sobre os ex-namorados
História do diário da cantora européia
Um amigo me perguntou hoje qual a coisa em comum que todos os meus namorados têm. A resposta foi fácil: EU. E ao ver isso, percebi o tempo que tenho perdido na busca da pessoa certa – porque eles mudam, eu permaneço a mesma, e não aproveito nada do que vivemos juntos.
O que faz com que me afaste de homens que podiam ser importantes na minha vida? A necessidade de sempre manter o controle. O mais curioso é que, quando começo a mostrar ciúmes, ou quando não agüento mais a relação amorosa, os homens – antes tão independentes, tão cheios de si mesmos – se transformam em cordeiros assustados. Ficam com medo de me perder. Neste momento, já não os consigo respeitar mais, e o relacionamento se torna impossível.
O amigo insistiu: você já amou alguém? Tive sempre medo desta pergunta, mas Paulo me pediu para que escrevesse este diário, e preciso respondê-la. Não, nunca amei alguém. Tive muitos homens, mas sempre fiquei esperando a pessoa certa. Conheci o mundo inteiro, e não consegui achar o lar que procurava. Já controlei, fui controlada, e o relacionamento não passou disso.
Agora que respondi “não, nunca amei”, estou mais livre. Entendo o que está faltando na minha vida.
Fiz a minha casa aqui,
tu sabes porquê...
Escolhi construí-la sobre um rochedo,
não para que perdure,
mas para que não desabe quando o vento soprar
e por aqui o vento sopra sempre...
Sabes que não te evito
trago os bolsos cheios dos teus poemas
quando era pequeno trazia nos bolsos
pedras que apanhava no caminho
os poemas são cheios de palavras por dentro
e as palavras que há nas pedras perduram ao vigor dos cinzéis
são como casas construídas sobre rochedos
falam de nós se na infância as levámos nos bolsos
falam de nós como se fossem poemas
e nós escutamos a sua voz
porque expomos as nossas mãos ao silêncio
as pedras estão cheias de silêncio por dentro
como se fossem poemas
as palavras habitam o coração do silêncio
e se eu não sei contar as palavras que há dentro dos teus poemas
como posso saber quantas habitam o coração do teu silêncio...
estou cansado de escrever sobre
coisas que você não sente;
é um mal poético ser sonhador?
Se tu me desse teu coração,
eu o magoaria noite e dia,
sim, é bem verdade,
mas juro a Deus que não queria algo assim,
meu coração é profundo,
mas minhas ações tão praticas,
escondem as lagrimas e os sorrisos de ti,
essa contradição negligencia
as necessidades dramáticas do teu coração,
é que as vezes eu não me entendo,
não domino meu idioma exclusivo,
há coisas que dizem esse coração,
que nenhuma língua jamais ousou escrever,
e lá vou eu outra vez escrevendo,
sobre o que nem sabes dizer,
coisas que não sentes.
Prece de um Mineiro no Rio
Espírito de Minas, me visita,
e sobre a confusão desta cidade
onde voz e buzina se confundem,
lança teu claro raio ordenador.
Conserva em mim ao menos a metade
do que fui na nascença e a vida esgarça:
não quero ser um móvel num imóvel,
quero firme e discreto o meu amor,
meu gesto seja sempre natural,
mesmo brusco ou pesado, e só me punja
a saudade da pátria imaginária.
Essa mesma, não muito. Balançando
entre o real e o irreal, quero viver
como é de tua essência e nos segredas,
capaz de dedicar-me em corpo e alma,
sem apego servil ainda o mais brando.
Por vezes, emudeces. Não te sinto
a soprar da azulada serrania
onde galopam sombras e memórias
de gente que, de humilde, era orgulhosa
e fazia da crosta mineral
um solo humano em seu despojamento.
Outras vezes te invocam, mas negando-te,
como se colhe e se espezinha a rosa.
Os que zombam de ti não te conhecem
na força com que, esquivo, te retrais
e mais límpido quedas, como ausente,
quanto mais te penetra a realidade.
Desprendido de imagens que se rompem
a um capricho dos deuses, tu regressas
ao que, fora do tempo, é tempo infindo,
no secreto semblante da verdade.
Espírito mineiro, circunspecto
talvez, mas encerrando uma partícula
de fogo embriagador, que lavra súbito,
e, se cabe, a ser doido nos inclinas:
não me fujas no Rio de Janeiro,
como a nuvem se afasta e a ave se alonga,
mas abre um portulano ante meus olhos
que a teu profundo mar conduza, Minas,
Minas além do som, Minas Gerais.
***
Amém.
Existência e identidade de um povo
América do sul de todos os adormecidos,
Quando sobre o fio da cruel espada ensangüentada
Que lentamente a todos vos mata...
E ressume cada instante quando por entre as trevas
Nada mais se avista do que as próprias trevas.
Murmúrios, sobre telhados quebrados...
Em pleno amanhecer tão estranho e sempre tão doloroso.
Tenho passado muito tempo atrás de um teclado de computador refletindo e filosofando sobre temas diversos.
Às vezes me pergunto o porquê dessa necessidade de se expor tanto.
Seria útil para mim ou para quem lê?
O verdadeiro sentimento do dever cumprido é quando jogamos a rede (ou na rede) e a puxamos para ver o resultado...
Mesmo que venha um apenas, já teria valido a pena.
Um dia desses escrevi sobre o amor. Não me lembro de tudo mas, eu escrevi que era para o amor entrar que a porta estava aberta. Quando fui salvar fiz alguma coisa errada e tudo que eu escrevi foi por água abaixo, sumiu.
Hoje, pensando bem, eu sei porque sumiu. Porque na verdade a porta não está aberta para o amor. E é disso que eu tenho medo. Medo de morrer e não conhecer o amor.
Dorme sobre o meu seio.
Sonhando de sonhar...
No teu olhar eu leio
Um lúbrico vagar.
Dorme no sonho de existir
E na ilusão de amar.
Tudo é nada, e tudo
Um sonho finge ser
O espaço negro é mudo.
Dorme, e, ao adormecer,
Saibas do coração sorrir
Sorrisos de esquecer.
Dorme sobre o meu seio,
Sem mágoa nem amor...
No teu olhar eu leio
O íntimo torpor
De quem conhece o nada-ser
De vida e gozo e dor.
O sábio encontrou dois homens trabalhando sobre um monte de pedras.
- O que fazes, perguntou ao primeiro:
- Carrego pedras, resmungou em resposta. É só nisso que consiste a minha miserável existência!
- Ao falar com o segundo, reparou que este exalava felicidade:
- Você quer saber o que faço? Ora,não vês que estou construindo uma catedral?
Tantos sentimentos... Sobre ti
Autor: LCF
1
Porque és... Diferente.
Porque és um espião sem escrúpulos.
Porque és um justiceiro poderoso.
Porque és um feiticeiro homenageado.
Porque és um ser inútil.
Porque és o herói dos meus sonhos.
Porque és o vilão dos meus pesadelos.
Porque és um verdadeiro irmão.
Porque és um falso amigo.
Porque és um homem covarde.
Porque és um homem corajoso.
Por tudo isso... É que não sei o que pensar sobre ti.
Uma Carta à Aline: Reflexão sobre valores
“Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão” (Chico Buarque)
Cara Aline, Você postou minha foto em um dos eventos da nossa querida Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro. Não sabe a alegria que toca minha alma ao recordar um momento tão sublime, tão encantador que, ao mesmo tempo nos eleva e nos une como humanos.
Porém, ao mesmo tempo em que me enche a alma de felicidade, me provoca no espírito uma imensidão de questionamentos, me levando a uma reflexão sobre tudo isso, com ênfase sobre os valores escolhidos pela Humanidade.
Será, doce amiga de minha alma, que é isso que o Mundo deseja?
Será que esses valores que temos perseguido desde sempre, como amizade, bondade, gratidão, trabalho honesto, melhoria na qualidade da arte e da educação à nossa volta (melhorando, assim, a qualidade do Ser Humano), melhoria nas relações sociais, melhoria na administração pública, reflexo direto da melhoria na Educação, são de fato os valores que interessam ao Mundo?
Não seria Aline, mais fácil remar a favor da corrente? Será que desta forma não seríamos mais “apreciados”, seríamos vistos e apontados por amigos e familiares como “exemplos” de sucesso a serem seguidos (assim como o tal “Eike” e tantos outros)?
Será que as tantas e quantas noites mal dormidas, ou não dormidas, por uma vida toda, saindo de nós mesmos para que outros pudessem dormir tranquilos, não teriam sido melhor aproveitadas se simplesmente tivéssemos olhado para nosso próprio umbigo, para as “conquistas do dia seguinte”?
Será que nossa pressão alta, ou baixa, não estaria no “normal” se tivéssemos levado a vida com mais festas e mais riso, e menos “siso”?
Será que, de fato, o fato de termos acreditado sempre, e visceralmente, que a honestidade e a bondade podem vencer um dia, nos levará a dias melhores? Será que um dia alguém irá se preocupar em separar a realidade da fantasia e, seremos, de alguma forma reconhecidos por isso?
Será que um dia, enfim, nossas portas se abrirão e deixarão entrar a gratidão, bálsamo para as feridas da estrada?
Olhando a foto, volto ao que estava pensando naquele momento solitário, absolutamente solitário, envolto por uma aura de esperança e fé. Naquele momento eu, sentado ali, olhava a preparação do espaço, o chegar das pessoas, e agradecia por ter a oportunidade de dividir tão intenso momento com pessoas tão especiais.
Confesso-lhe que, olhando para trás, me pergunto se tudo isso tem valido a pena, se, de fato, nossa busca por um mundo melhor, mais humano, mais irmão, mais grato, tem gerado resultados.
Lá atrás, se tivéssemos pensando nos louros das glórias que se nos apresentavam, em vez de pensar na melhoria do “humano”, em vez de pensar na construção de algo melhor, mesmo com os olhos obnubilados, será que hoje não estaríamos mais “confortáveis”?
Vale, afinal, a pena, acreditar que você, como célula única, pode contagiar outras pessoas e fazer a diferença?
Depois de tantas tempestades cobrindo teto alheio, depois de tantos invernos sem cobertor para que outros não passassem frio, depois de tantas desistências para que outros fossem assistidos, digo a você que tenho dúvidas.
Sim, tenho dúvidas, muitas dúvidas! E meu coração se agoniza, como se fora um coração poeta meu coração se agoniza.
Mas, cá entre nós, confesso que não há outro caminho, tornei-me um viciado em acreditar, tornei-me um dependente do amar, tornei-me um “louco” a esperar, e a esperança é a única coisa que me move, a esperança de que um dia, afinal, possa dizer: VALEU A PENA!
Um terno abraço de seu afilhado.
“Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão” (Chico Buarque)
VERDADE ABSOLUTISTA
Acaso se eu soubesse
Sobre a curiosidade
Seria um grande estresse
Descobrir a verdade
Em bom favor da dúvida
Continúa inalterável
Rígida, firme, súbita
Inexpugnável
Vi verdades que são
Mudadas entre sempre
Minutos que se vão
Convida: “sempre entre”
Mas ainda o tempo passa
E a verdade ainda muda
É coisa que se faça?
Verdade não se iluda
Oração da manhã
Senhor, mais um dia se inicia e, com ele, Seu amor se renova sobre minha vida, Sua misericórdia me mostra que posso continuar a viver debaixo da Tua proteção e cuidado.
E que, por mais que os problemas dessa vida, as ansiedades, queiram me abalar, sei que posso sempre contar com a Tua ajuda a cada instante deste dia...
Em tua presença coloco então cada instante de hoje, sabendo que posso vencer Contigo ao meu lado...
Creio também que continuarás a guardar minha casa, minha família e trarás direção em cada decisão que eu tomar...
Obrigada, Senhor, por poder viver mais um dia em Tua presença...
Em Teu nome,
amém!
A forma como vejo...
Faz um tempo que quero falar sobre isso.
(Movida também por um diálogo com uma amiga, hoje)
----------
Sabe que eu acho um enjoo essas correntes "modinhas" das redes sociais?
TODAS ELAS!!! Aff....Coisas, para mim, sem nexo e que vão levar a lugar nenhum...
Há aquelas correntezinhas chatas que inicialmente trazem uma mensagem lindíssima!! Ah!!!
Embutida, logo depois, vem uma sugestão-ameaça de que você deve transmiti-la para um número x de amigos, porque dentro de alguns minutos, horas, dias ou sei lá o quê, algo de bom vai te ocorrer; isso quando não te joga na cara que se você não o fizer, alguma praga ruim vai bater à tua porta; ou então a mensagem infeliz fica te "cutucando" ao questionar a existência de tuas boas intenções cristãs, frente ao ato de compartilhá-la ou não. PELAMOR!! Haja paciência!
Vou nem comentar sobre os banhos de gelo, de lama, etc, etc e tal!
Daqui a pouco vão mandar a galera se jogar numa fogueira em prol de uma "boa" causa e vai ter gente virando churrasquinho...
Dã....
Se me desafiarem a estas tosquices, nem obterão respostas; prefiro economizar-me! Oras!
Não é que seja pela ausência de humor em mim. É exatamente por não enxergar em coisas tão insípidas, humor útil que seja.
Nada contra as pessoas que compartilham. E também não vou julgar o fato delas aderirem a estas "ideias".
Mas francamente, de onde será que brotam inspirações tão mirabolantes??
Ando achando que o "bom senso" está entrando em extinção...
Originalidade que é bom, nem todos querem.
(Fabi Braga, 03/09/2014)
TRATADO SOBRE UM POEMA
quis um poema sem razão nem fim
um canto surdo de areia e noites
bem mais veloz que a ilusão do tempo
que fosse a vida muito além da morte
quis um poema que tivesse o fim
de ser apenas um rascunho torto
entre as lembranças de qualquer rascunho
entre os rascunhos de alguém já morto
quis um poema de tempo e de tempos
regado a vinho – se possível tinto –
do instante imune, que não foi instante
do tempo impuro, do mais puro cisco
quis um poema que fosse um poema
de pele clara, de cabelo ruivo
que fosse a pedra fecundando o húmus
e a luz gestante fecundando a luz
quis um poema... se quis um poema
foi assim quase... meio, fim e meio
sangrei a noite, mas fisguei o verbo
quis um poema lacerado ao meio
Revelação
Voz estridente cai sobre mim como um raio
balançando a carne e estremecendo por dentro.
Ponto de luz irradia
imagens difusas confundindo minha mente.
Ao redor trilhos soltos, podridão humana
mostrando a complexidade de um mosaico desfeito.
Olhando para cima vejo tudo girando,
a roupa grudada, uma sensação de desconforto contínuo.
A cada passo pernas bambas
e eu com medo de tombar novamente.
Do que sei.
Quando souber um pouco mais sobre a minha história fará de conta que nunca existi, os lugares nos quais já fui, as pessoas que eu conheci eu até já esqueci quando te vi. Fazer o que está escrito nas estrelas, aprender a ler sua mão, mas quando a toco vejo o quanto ela está fria tanto quanto o meu coração machucado e ferido, amado por mim e esquecido por você.
Eu já não tenho mais tantas chances, tantas oportunidades pois o fim está próximo. E cada segundo que te olho, penso e imagino em te amar, mas não quero!
Então retorno ao meu ser, meu viver, minha história... Muitos sabem, outros sabem ler e escrever sobre esta história e alguns acreditam saber, mas eu sei entender. Entendo porque a vida não me dá outra escolha, faço de mim um teste de laboratório, o resultado vem logo após e adivinha quem vem trazendo essa história para que eu possa ler e reler?
Borboletas, a vida é uma só quando aqui acabar continuarei acreditando em sua existência já que tu puderas me deixar tão rápido e todos os dias choro pelo ''Adeus''.
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