Um Texto sobre a Mulher Maravilhosa
Eu queria ser um monte de coisas, de pessoas, lugares, estado, eu queria ser.....mas não passo simplesmente do que sou.
Eu queria ser dona de tudo, te daria uma estrela, e uma vida feliz.
Eu queria ser uma pop star pra você pensar 20hs em mim. Mas sou só eu.
Eu penso em você 28hs do meu dia. Queria te dar o rumo, o prumo, a inteligência, o céu.
Não me perdoo se meu pensamento divaga em algo que não seja você. Queria ter controle. ah! o controle
...Entrei numa zona de perigo, não um perigo qualquer. Embora ainda pelo que sei não há elucidação. Como entrei ? Por que entrei ? Por quais caminhos percorrir ? Como sair ? Não sei, é tudo muito peculiar...Estou com medo, não conheço nada, estou perdido, grandes probabilidades de haver infortúnios, há muitos riscos, parece outro universo, de qualquer forma. Me ajudemp. Sem muitos conceitos e explanações . Só quero encontrar a saída desta paixão proibida...
Guilherme Bento
Imagine alguém nadando em um rio caudaloso e cheio de
correntezas, contra a corrente!
Terá uma árdua tarefa pela frente e provavelmente irá se
acabar antes de conseguir realizar coisa que preste.
Por outro lado, imaginemos outro alguém deitado em uma
canoa, fluindo suavemente através da corrente suave de
um riacho que o conduz em direção a seu destino.
Esse alguém escolheu fluir com o rio ao invés de lutar
contra ele, tudo para ele é mais fácil, as coisas parecem vir
parar em suas mãos sem nenhum esforço!
Assim também, aquele que escolhe fluir com a vida, está
canalizando as energias que possui dentro de si e que têm
suas origens na Natureza e a vida Ihe será bem mais fácil e
seu fardo bem mais leve.
Perco um pedaço do meu mundo
Hoje a noite está tão fria
Iluminada pela luz da lua
Desperta em mim a poesia
Recitada por minha voz roca
Me dar uma vontade de beijar uma boca
E que de preferência, seja a sua…
A cada novo dia
Aumenta em mim a ansiedade
Acompanhada de alegria
Que vem por partes ( metade)
Se eu beijar esta guria
Será só felicidade…
A cada hora ou segundo
Que pego a pensar ti
Eu perco um pedaço do meu mudo
Mas só de pensar na distancia
Me da sede, me da ânsia
E caio em desgosto profundo..
Vivo na melancolia de um amor, que mesmo que o tempo passe eu continuo cada vez mais triste
Quanto mais me distancio desse amor, mais destruído eu fico
As vezes eu pensei que era falta da tristeza
Que era por aquilo que meu corpo clamava, que meu corpo pedia
Só que vim perceber que não era isso
e sim a falta daquele amor pela qual eu me apaixonei
Toda vez que me deito e tento dormir em paz, essa sensação sempre volta e fico acordado até capotar de vez com medo de sentir novamente
Fragmento da Eternidade
Depois de ter marcado um encontro com a Márcia, por um desses aplicativo de namoro, fiquei pensando, como hoje em dia expomos nossa vida pra todo mundo, e de graça. Antigamente fazíamos de tudo para manter segredo do que acontecia em nossa vida, tudo era mantido no mais completo sigílo, mas os tempos são outros, fazer o que?
O encontro foi marcado na praia, morar numa cidade onde a praia está à margem tem suas vantagens, eu estava um pouco nervoso, quem não fica nervoso no primeiro encontro? E olha que esse nervosismo é normal quando você já conhece a pessoa, imagina quando só vimos essa pessoa por fotos na internet. Eu sempre me surpreendo quando conheço alguém ao vivo, que antes eu só via nas fotos. Na internet todo mundo é mais bonito, bem resolvido e alto, ao vivo as pessoas são bem menos brilhantes, mais tímidas e menos polêmicas. Fiquei esperando ela chegar sentado no banco da pracinha que faz frente com a praia, eu sempre me acho meio idiota esperando alguém de um encontro que conheci virtualmente, sempre me passa pela cabeça que a pessoa não vai aparecer. Passado uns 5min da hora marcada pude ver a Márcia se aproximando, ela adotara uma postura um pouco curvada, o que mostrava uma pequena timidez logo de início, no ouvido ela trazia uns fones, parece que nesses momentos de nervosismo a música sempre nos ajuda, música tem mesmo esse poder de mudar totalmente o nosso humor. Quanto mais ela se aproximava, mais o meu coração acelerava, por fora eu me mostrava indiferente, por qual motivo resistimos em mostrar nossos sentimentos? Talvez a entrega imediata à uma pessoa desconhecida assusta um pouco e faz a pessoa recuar. Ela finalmente ficou na minha frente, a maçã do seu rosto ficou ruborisada, achei aquilo de um charme que talvez nenhuma palavra conhecida nessa língua poderia explicar, ela se apresentou, eu fiz o mesmo, quando ela me me deu a mão, foi como se um choque percorresse todo meu corpo, decidimos tomar um sorvete, aquele pequeno instante se tornou eternidade e com certeza eu poderia ser feliz com aquele sentimento pelo resto da vida. O que aconteceu depois nem vale à pena contar, a Márcia me fez feliz por um breve fragmento de eternidade que nunca mais esquecerei.
Fica
Não te apresses em levantar,fica
mais um pouco, verás que em pequenos
minutos vive-se mais do que em horas.
Nesse pequeno momento que ficaste
mais coisas foram ditas, muito mais
carinhos foram feitos.
Pensas que este instante só irá ser
repetido à noite.
Engano não desprezes os momentos,
aproveita-os.
Pode ser que à noite com o cansaço
durmas, não terás e não darás a atenção
a quem te ama.
Não te apresses fica, melhor será.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Cada um é cada um- A sociedade é uma empresa cobradora que não tem vínculos com ninguém.
Porque as pessoas fazem tantas cobranças a seus semelhantes?
Dão palpites, querem mudar conceitos e indicar rumos. Cada um é cada um e deve fazer o que deseja, é livre em pensamento e as ações que praticar, boas ou más são de sua única responsabilidade.
Cobranças, só as de contas e tarifas públicas que também já são abusivas demais.
Nosso amor foi apenas uma pira.
Um momento insano, louco, sem limites e livre...
Te amei uma, duas, três vezes mais
De surpresas este amor surgiu, foi...
Voltou e foi...
De uma pira quase que psicodélica...
Viajei nas mais profundas ilusões.
E de variadas cores pintei e inventei meu mundo...
E com fogo este mundo se consome...
E das labaredas que queimam meu corpo num desejo mórbido de descanso está o fim.
O fim de tudo...
Apaguem as luzes
Pois meu corpo em chamas traz a claridade do que foi verdadeiro, puro e simples...
Apreciem o fogo...
Sintam o calor do que ainda arde...
Lembro-me de dias assim...
A mansidão, o silencio, um sorriso;
Tudo em um olhar, uma vida num coração;
Lembro-me desses dias...
Lembro-me também da escuridão, do frio;
E dos escombros de sonhos perdidos
Numa mente perturbada;
Não queria lembrar-se desses! (dias)
Agora esquecido, de mim mesmo;
Na inquietação, me perco...
Num piscar de olhos estou preso
Entre arbustos com negras folhas
O chão úmido, me segura;
Sinto o peso nos pés,
E com os ombros apertados...
Estou caído;
Agora não lembro...
Meus dias são assim;
Caído e com a visão turva.
Vejo uma pequena gota de orvalho
Deslizar por uma das negras folhas
E molhar o meu rosto...
"sem nada para esperar e pensar,
escrevo então minhas palavras
que só eu posso entender!"
Olhar Entristecido
Em um olhar triste
Um brilho cada vez mais fraco
Vou me apagando da existência
Sem muito o que agradecer
Todo este fardo sem sentido
Toda esses agradecimentos
Toda essa beleza forjada
Para nos forçar a existir
Um amanhã sem esperanças
Nasce a cada novo dia
Sem ao menos pedimos realmente
Colocaram em nossas mentes o absurdo do paraíso
Colocaram em nossas mentes uma divindade bondosa
Colocaram em nossas mentes que o sofrimento significa amor
Colocaram em nossas mentes que somos os culpados pela dor
No fim somos enganados por nossas crenças
Não acreditamos em nada sem o medo
O medo é a moeda de troca pelo poder.
ALGUÉM LÁ EM CIMA GOSTA DE MIM
seguindo a linha desse raciocínio ou desse pensamento um pouco surreal você nunca estará sozinho ou sozinha, mesmo nos momentos mais difíceis da sua vida, aqueles em que a gente procura desesperadamente o apoio de alguém próximo que entende o que realmente a gente está passando, justamente nestes momentos que precisamos de ajuda é que se manifesta o real sentido da vida, que é o que diz que nós nunca estaremos sós não importa qual o motivo ou qual a razão desse sentimento de abandono, se seguirmos aquela linha de pensamento nós realmente nunca estaremos sozinhos. Se esta afirmação é verdadeira ou falsa, isto realmente não é o que importa, o que importa realmente é o sentido que este pensamento nos leva a acreditar que realmente nos nunca estaremos sós, a medida que acreditarmos na existência de um ser divino que tudo pode e que tudo vê.
Na esperança de vencer na vida, temos o péssimo hábito de esperar que um anjo apareça e nos faça vencedor.
Não espere vencer a guerra através de vitórias conquistadas pelos outros, aprenda a lutar.
Saiba que irá chorar, porém nunca deixe que as lágrimas te afogar.
Não espere por um anjo se você tem a possibilidade de lutar.
Em meio a tantas batalhas vejo que a pior fraqueza do ser humano não é a financeira, não é a do corpo, e muito menos a intelectual. Mas sim a de espírito que é capaz de fazer com que seu valor seja inferior ao de uma colher de cinzas.
A fraqueza de espírito desce o ser humano ao nível mais profundo da mediocridade.
Na grande maioria das batalhas o maior obstáculo parte de nós mesmos.
Porque vemos a vitória, e a superação sempre distantes como as estrelas.
Acredite na força que existe em você, para que a sua superação seja tão rápida quanto à velocidade de uma estrela cadente.
Mil vezes já expliquei que, se a conduta de um filósofo pode ser explicada pela hipocrisia, pelo fingimento proposital ou por algum distúrbio mental, não faz sentido apelar ao conceito de 'paralaxe cognitiva'. É óbvio: se algo tem uma explicação psicológica banal, para quê recorrer a um conceito histórico-cultural ao descrevê-lo? [...]
Falei em paralaxe cognitiva mais especialmente a propósito de Kant e Marx. Nenhum dos dois era louco, nenhum dos dois era burro, nenhum dos dois era um farsante proposital. Nos casos de Maquiavel e Rousseau preferi explicações mais propriamente psicológicas: a inépcia, no primeiro caso, a autopersuasão histérica, no segundo. [...]
Paralaxe cognitiva é o deslocamento (estrutural, entenda-se) entre o eixo de uma construção intelectual e o eixo da experiência real à qual nominalmente ela se refere. É um fenômeno cultural que aparece na história da filosofia, endemicamente, a partir do século XVII, e que, por definição, nada tem a ver com hipocrisia, mentira ou loucura pessoal.
Em resumidas contas, a paralaxe cognitiva aparece quando o filósofo, no seu juízo perfeito e sem nenhum intuito de mentir, descreve como realidade aquilo que ele está pensando em vez do que está vendo.
Alegres promessas guardadas em um pote sem tampa
Hora transborda, hora esvazia
Ninguém o acomoda e ninguém o vigia
Aparece e some,
algumas vezes some por dias
Lá dentro tem tudo o que queres
Foi sua decisão o que guardar no que se poderia chamar de pote de promessas
É claro, deixa-lo aberto e acessível lhe traria surpresas, algumas boas...
Uma sugestão inteligente seria trocar-lhe o nome
Não lhe cabe chama-lo de pote de promessas mas de pote da vida.
No início, nada de tão sério. Até que a intensidade foi se tornando insuportável. Era um dia sem sono e outro, hibernação. O corpo e a mente se mantinham em frequente luta para ver quem conseguiria trabalhar mais. Se num dia não comia nada por total falta de apetite, no outro devoraria qualquer coisa. Paulatinamente a dor no meio do peito parecia se aprofundar até transpassar às costas. Os esquecimentos não eram mais um simples apagar de mente por segundos, passavam-se tempos, até que conseguisse a tão famigerada lembrança de volta. De repente, saber que no dia seguinte teria que ir a algum lugar tornava minha mente e corpo em erupção total, era suor para todo lado, coração acelerava e tudo implorava por socorro. Não era falta de fé, fraqueza, estresse seguido de dor no peito ou loucura diagnosticada, era depressão e síndrome do pânico tratados por psiquiatra e análises com psicólogo.
Se agora tudo está bem?
_ Sim. Até que por qualquer razão, que não seja rotineira, venha me abalar novamente.
O quê que faço quando tudo volta?
_Absurdamente, com uma lança em mãos e vestida de couraça, me levanto e enfrento meus dias.
Por que a analogia quanto à lança e a couraça?
_ Porque é dessa forma que me sinto, como que se vestida estivesse para me deparar com a guerra que não está do lado fora, mas intrinsecamente, em mim mesma.
Se é fácil?
_Não, não é fácil. É uma batalha enfrentada cara a cara todos os dias.
vts
tem uma dor presa aqui, fazendo um buraco que rasga com unhas afiadas e cara de quem quer ver a dor agonizante
tem um grito que não sai, está entalado; em quarentena, ele aguarda pela prisão perpétua
há mãos atadas, calejadas pelos carinhos distribuídos em peles com queratose pilar, não pelo excesso de queratina, mas por não conhecerem a reciprocidade
há olhos vendados por não suportarem a luz do dia
há corpos estendidos sobre camas, corta-luz nas janelas e portas trancadas
há alguém a implorar por socorro através de códigos, por não suportar o desacreditar no amor
mandem mensagens, liguem, façam-se presentes, quando souberem o que realmente querem
pessoas não são descartáveis, amor não é banal e palavras deveriam ser sempre verdadeiras.
vts
O que restou de sua ausência...
(Múcio Bruck)
Professo a fé em um amor que sabe amar
Imploro, pela remissão de meus descuidos
Agradeço aportar-me em sonhos desejados
Alimentado de puros momentos passados
Lá, naquele momento, estância de toda alegria
Caminhei por sobre solos que esperança imprimia
Minha emoção, intensa, quase feliz, ansiava-te
Silente, olhar viúvo de ti, inda captava sua sintonia
Meus passos se faziam curtos, afastando chegadas
Temiam o rodar e o correr dos ponteiros, horas vazias
Os segundos, ganhavam asas, pospunham a passada
Apaixonado, ouvia-te, distante, com a alma embriagada
Sentia-a viva em mim, tão plena, luminosa, sã e forte
No calor, em suave odor, com certezas de sorte prescrita
Julguei, perdido, meu seguro porto...meu norte
Despido de certeza de querências, avidez e ode
Sem desejos da partida, que breve se achegava
Machucava o incerto por vir, sem sabores, sem quereres
Restando de certo, desejos de beijos e abraços cobiçados
Magias, em esscências do penhor de quistos reencontros
CAATINGA
Há um tempo.
Em que o tempo.
Não ajuda.
A chuva não pinga.
As nuvens não carregam.
E também secam.
Seco é o ar.
Céu parado.
Acabaram as farturas.
Semear o que,
Se o tempo já se fez.
Nada que vai nascer.
Terra que vai padecer.
Esperança de um tempo.
De uma renovada vegetação.
Para a vida no sertão.
Um olhar que penetra e encanta
Como um facho de luz que o dia abrilhanta
Um suspiro tão forte que empolga e anima
Como o vento que sopra os galhos lá em cima
O falar impactante tão firme e ameno
Que se confunde com o tom de um acorde sereno
Seus lábios macios e sempre molhados
Sua pele morena que instiga ao pecado
Carícias que ditam o sentido do prazer
Que arrepia o corpo e me faz enlouquecer
Um abraço acanhado com a mais pura magia
Que transforma o receio em paz e calmaria
E um saber diferente que norteia minha mente
Tão sábia, tão bela e tão inteligente
Cada palavra penetra o ouvido
Tão clara, marcante sem nenhum ruído
O ritmo com o qual ela dita
Envolve a alma, permite-se à vida
Vida de alegria, vida de viver
De se envolver sem pensar no que vai acontecer
É querer, é sentir, é gostar, é unir
E as lembranças ficam com um desejo de um dia se repetir...
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