Um Poema para as Maes Drummond
Poema para o "Senhor" da minha vida!
Amor e redenção!
Decidi me voltar totalmente para Jesus!
Quero me derramar aos seu pés.
Deixar-me ser envolvida pelo seu amor eterno por minha vida!
Um amor incondicional, incomparável, divinal, amor que me cura, amor que me purifica, amor que redime meus pecados, o amor que é a minha salvação, amor de redenção.
Sentindo novamente seu toque em minha face.
Sentindo calorosamente o seu perdão.
Erguendo suas mãos para mim, segurando firme nas minhas, para que eu consiga caminhar novamente ao seu lado.
Amor que nunca devia ter me afastado. Um dia eu o deixei de lado.
Vou me apegar a esse amor imenso, um amor que vale a pena lutar por ele!
Um amor que vale a pena se derramar em lágrimas.
Um amor que vale a pena relembrar e sentir saudades.
Porque Nele eu tenho salvação, tenho livre arbítrio.
Eu posso escolher o Seu amor e ficar com Ele.
Ele é o Senhor todo poderoso que nunca vai me negar o amor.
Um amor recíproco e verdadeiro, atencioso e caridoso.
Amor purificado e sofrido na cruz por meus pecados
Com meu Senhor, eu tenho a vida eterna, só ele é digno de todas as minhas lágrimas e todo sofrimento de minha alma e coração.
Pois Ele somente o Senhor pode ter esse privilégio de ter o meu amor.
Porque ele me amou primeiro.
Eu quero de volta tudo que eu perdi, quero todas as bênçãos que eu deixei escapar.
Quero voltar para os braços do meu Pai, Porque eu sinto muita saudade Senhor, eu quero muito de volta o meu primeiro amor.
Eu quero de volta o seu amor! Quero de volta o que foi quebrado e o que me foi tirado.
Eu preciso de você, eu preciso... Eu quero... Eu desejo o Senhor na minha vida.
Por favor me ajude a caminhar, me deixa ter esse amor que eu sinto tanta falta. Me aceita oh Senhor , eu estou de volta , aceita sua filha que estava perdida, por favor Senhor ! Eu estou em suas mãos! Eu te amo meu Senhor!!
A LUZ DAS PESSOAS ME FAZ CRER, QUE QUANDO SE ESCREVE FUNDO NO CORAÇÃO O POEMA DA AMIZADE, NUNCA HAVERAR DE HAVER, UMA FORÇA QUALQUER QUE TERAR O PODER DE APAGÁ -LO EM NÓS!
Almany Sol - 28/05/12
Meu Poema
A gente se descobre
A gente se inventa
A gente reinventa
A gente se ama
E não à distância
Que cause sofrimento
Muito menos drama
Quando se ama
O instante presente
De ver amada ali em sua frente
Torna-se mais que suficiente
Do que todas as palavras
Juntas deste poema.
Tornando-se assim
O meu poema
Sem começo, meio ou fim.
Há dias que quero escrever alguma coisa
Alguma frase interessante
Algum poema sentimental
Mas parece que a mente não quer me obedecer
Ela parece não querer funcionar
Mas então eu fico a pensar se não é melhor assim,
Ela hoje não está criativa
mas é para amanhã estar fervilhando de ideias.
Poema infame
Quero você linda, como que é.
Pois sim, você sempre é.
Quero você forte, quando puder.
Frágil, quando sentir.
Quero você doce, quando quiser.
Apimentada, pra se divertir.
Quero você impaciente, pra divergir.
Paciente, pra me corrigir.
Quero você de mau humor, quando acordar.
Bem humorada, na hora de deitar.
Quero você de TPM, querendo me matar.
Mas depois, só pensando em me amar.
Quero você sacana, para eu te odiar.
Mas no fundo, era só pra me provocar.
Quero você independente, quando lhe convier.
Fazendo tudo o que lhe vier.
Quero você para beijar, beijar e beijar.
Pois o que eu mais quero é te amar.
(poema a escrever hoje, ou nunca)
não dei por ele,
talvez brisa no
pescoço
e na orelha,
o primeiro arrepio de prazer
talvez tenha sido isso
leve, começo a senti-lo
refresca-me
mas cresce,
torna-se forte
antevejo um tornado,
com todos os sentimentos
no centro
a elevar-se em
espiral,
para fora de mim e
do mundo dos ventos
amor-vento
já uma tempestade
abre-me os olhos,
amor-água
escorre-me pelo rosto
pelo corpo
as cordas das velas do meu passado
esticam rangem vibram,
as cruzes nelas bordadas
partem com o vento
e a minha alma fica
branca
pura
disponível
para receber as tuas marcas,
só as tuas!
Carlos Peres Feio
O MEU POEMA MAIS CURTO - o primeiro
Plantei uma árvore.
Sem enxada.
Não precisei de mais nada.
A não ser as mãos.
E a árvore.
(Carlos de Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 14-10-2022)
O HOMEM DO POEMA
Sempre que escrevia, agoirava:
Não vale nada!
Que poesia mais chanfrada!...
Talvez namoro ou derriço,
Ou grito agudo de lamento
Daqueles que a alma vomita
Numa sensata heresia,
Enquanto lhe resta tempo?...
Mas quando o poema nascia
Na transpiração suarenta
Do corte da placenta
Do filho que foi dado à luz,
Entre coxas de sofridão,
Na mais completa escuridão
Onde só se via a cruz,
O homem chorava então,
Já não agoirava e dizia:
Eis a minha poesia
Tão modesta, tão pequena,
Saída da minha pena...
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-10-2023)
Poema de rodas
Algumas pessoas julgam
o poema e o cadeirante
dizendo que são limitados
Mas bem sabem os dois
como é vasto o mundo.
Se o poema tem flor...é jardim
Se o poema tem sol... é céu
Se o poema tem maré... é mar
Se o poema tem corpo... é o seu.
"Tua beleza me salvará"
(primeiro poema)
Graça e dons, tudo te foi dado,
Da escrita dos deuses,
Teu destino foi traçado.
Serás única em tua beleza,
Nasceste perfeita,
Não ouso buscar-te noutra natureza.
Que encanto usas? Qual feitiço conjuras?
Pois, em ti, me perco nesse martírio.
Porém, grato sou, ó deuses,
Por esta paixão insana, este desejo proibido,
Por vosso sutil egoísmo.
Isaac Ordous
Poesia é a lamina que medrilamina a alma
Poema espada que separa a apta medula e alma do espirito
Que aquece o coração escorre a seiva em sera quente pelas fendas da alma
Escuto as lagrimas rolando do meu rosto na noite
o dia céu cinza e a noite tão vermelho
A paixão e o amor sobre o fogo refina e na trinca com lagrimas de eros e o martelo de tor centelhas e sons do alto do olimpo...
Jornada entre alamedas o vento e espelho sangra percebo que já não dar para chegar
By Charlanes OLiveira Santos
Ensaio aquele poema para te esperar...
Sussurra o destino nas asas do tempo, ao amor retorna, como a lua extraviada que beija o mar como o manto noturno, lágrimas salgadas, agora doces, Pintam o céu com tons de eternidade
O coração, outrora em pedaços, Costura-se com fios de esperança
E as noites silenciosas, sussurram eu nunca parti, apenas me escondi era como o vento que acaricia teu rosto e como canção que você ouvia que embalava teus sonhos
Como a luz da aurora que pinta o horizonte
E eu fiquei aqui ate espera uma poeta latino que escrevem versos de luz na vastidão celestiais
Esculpindo rugas na pele e na memórias no coração lembrança e miragens que distorcidas parecia ilusões ate você voltar somos viajantes na carruagem do destino
Na efemeridade das palavras a epifania nos segredos cósmicos no mistério do quintessencial afeto são eco do futuro deste amor que ressoa além das fronteiras do tempo
E rende se ao amanhecer, naquele dia o amor se torna inefável, indizível, sublime. Serendipidade e derretemos o valo do ouro que costura os destinos mais raro que o diamante rosa
Nesta eunoia a bela harmonia que as letras e versos da me forças para rasgar o coração e adentrar nas fenas da alma e exprimir meus sentimentos que escrevemos com o pulsar do coração
O poeta é que sabe!
Ele é dono do que num poema cabe:
Belicosas metáforas ou não, ou então
Atalhos, fina ortografia ou alto calão!
O poeta é dono! O poeta é que sabe!
Enquanto um poeta tem de a sentir,
Um tolo tem de a perceber e explicar!
Poesia é como o rio, a chuva e o mar,
Há que molhar pés para depois sorrir!
Tanta tola criatura que uma razão dá
À poesia que lê, e diz que ela requer
Um preceito, que por vezes não há!
Enquanto versos o poeta compuser,
Ilustre e tola gente nunca entenderá
Que poesia, é o que o poeta quiser!
Poema- O avião das 09h:
O avião das nove riscou o céu do sertão,
como se fosse um sonho escrito em luz.
De cá, fiquei só de pé, no chão
olhando o sol nascer por trás da cruz.
Leva no ventre um punhado de gente,
cada um com seu rumo, sua fé, seu talvez.
Uns fogem da fome, outros da mente,
outros só buscam o que nunca se fez.
Nunca entrei num avião confesso.
O vento me basta, a terra me entende.
Já viajei sem mapa e sem endereço,
pelos caminhos que o tempo acende.
São Paulo, dizem, é cidade que engole,
de tanto brilho e tanta pressa.
Mas o sertão, mesmo quando dói, consola
é dor bonita, é luta e promessa.
O avião das nove leva esperança,
leva o amor de um povo inteiro.
Lá vai o sonho, lá vai a mudança,
lá vai o futuro num céu estrangeiro.
A mulher na janela enxuga o rosto,
com o mesmo pano que cobre o pão.
E pensa será que ele chega disposto?
Ou volta cansado da ilusão?
O menino corre e aponta o dedo
Olha, mãe, o passarão de ferro!
E o pai responde, num tom de segredo
Quem sabe um dia, filho, eu espero.
O chão é quente, o tempo é lento,
mas o coração arde, pulsa, insiste.
Cada rosto do sertão é um monumento
de quem vive e ainda resiste.
E lá de cima, quem voa não vê,
que o mundo é maior do que o mapa mostra.
O sertão cabe em qualquer nascer,
em qualquer alma que seja nossa.
São Paulo é pedra, fumaça e ponte,
mas também tem gente que sonha e sente.
Enquanto aqui, o sol no horizonte
ensina o homem a ser semente.
O avião das nove virou lembrança,
um risco branco no céu vazio.
Mas dentro de mim ficou a esperança,
como um lampejo, suave e frio.
E eu penso, calado, olhando o ar
um dia, talvez, eu vá também.
Mas se um verso puder me levar,
então eu já voei e fui além.
Poema- Meu lar , meu mundo
Fui convidado para conhecer a terra do reggae, e então chorei ao ver a dura realidade, onde Gonçalves Dias sonhou com a liberdade, mas a tristeza se esconde em cada esquina o que dirá da minha princesa do sertão, onde nasci, hoje perdida em solidão. Sem autoridades que tragam amor, só sofrimento, um grito sem valor. crianças indo para as escolas em pau de arara, outras indo a pé, pegando poeira na estrada. Por que tanto sofrimento? A vida tão cara, flores que brotam em solo de dor e jornada. As casas de palha, as paredes de barro, reflexo de uma vida em meio ao desamparo. Na terra do bumba meu boi, onde o ritmo ecoa, mas a dor da miséria é que verdadeiramente ressoa. Caminhando com olhares que falam de dor, escolas em ruínas, sem amor nem valor. Futuro incerto, sonhos esmagados, Um grito silencioso em corações cansados. Olhei para aquela criança com olhos de mar, “Estou com muita fome”, me disse em súplica. O coração apertado não soube como agir, um clamor que ecoa e nunca se explica. se o comunismo ou socialismo é bom, o Maranhão vai te dizer! Um voto por um Bolsa Família que abrace, que traga dignidade e esperança ao lar. Que cada criança tenha um futuro que enlace, e que a fome se torne apenas um lugar. Na terra do reggae e dos versos de amor, é preciso um canto por justiça e verdade. Que as vozes se unam na luta que entoa, por um Maranhão livre da dor e da saudade. Assim sigo em frente com o olhar mais atento, carrego essas histórias no peito aflito. Com amor como escudo e esperança como vento, que leve as sementes de um futuro bonito.
ADAILSON PEREIRA SALES
O poema de ALICE
Eu queria ter conhecido Alice, mas só ouvi falar do timbre de sua voz e que sua alma nua era linda igual a noite de lua. Eu queria ter sido amiga dela, ter escutado o seu sorriso e ter sorrido com ela, gargalhando de piadas que nem todo mundo entende.
Eu queria ter sentado numa mesa de cafeteria, ter bebido um café com Alice, conversado sobre vida após vida e sobre morrer não dói. Falar sobre mudanças, evoluções e sobre a coragem de assumir-se quem é, mas não deu, a gente não se conheceu. Ela arrumou a bagagem, a bagunça que ainda insistia ao seu redor e fez a viagem sem a gente se ver.
Fico com as memórias que dela ouvi dizer e só de saber que ela resistiu, eu aprendi a amar essa Alice que não vive em um país das maravilhas, mas que vive, ainda que não a vejam com olhos carnais.
Nildinha Freitas
Poema de Gabi
Onde eu estava quando você ralou os joelhos depois de cair de bicicleta?
Onde eu estava quando, pela primeira vez, você sentiu o coração bater por amor a alguém?
Onde eu estava quando você foi para a aula e arrasou com uma nota boa?
Onde é que eu estava quando você dançou com tanta alegria em uma apresentação cultural?
Onde eu estava quando você passou mal?
Onde é que eu estava quando você riu alegremente, iluminando tudo ao seu redor?
Onde eu estava quando você sentiu e ainda sente tantas emoções?
Onde eu estava quando, pela primeira vez, você entendeu que já não era uma criança?
Onde eu estava quando para você eu me tornei lembrança?
Quantas vezes me perguntei onde é que eu me escondi! Mas a verdade é que eu não estava escondida! Quase sempre, eu estava lutando! Mas acabei me perdendo de você. Estava lutando para que não nos faltasse nada, lutando por nós! Mas deixei faltar a mim.
Mas sei, eu sei! Eu sou consciente! Eu errei, eu errei, eu errei! Eu estava tão perdida que é difícil me encontrar novamente. Desculpa, eu não sou mais assim!
Nildinha Freitas
Ser poeta, mas não o poema
Ser poeta é tecer versos com a alma,
É dar vida às palavras, à dor e à calma.
É pintar com tinta de sentimento,
E entregar ao mundo o fruto do pensamento.
Mas ser poeta é também caminhar na solidão,
Ouvir o eco dos versos sem encontrar a canção.
É ver as palavras voarem sem destino,
E sentir o silêncio onde deveria haver carinho.
Ser poeta é viver entre a luz e a sombra,
É desenhar sonhos em cada linha que assombra.
É ser o criador de mundos que ninguém vê,
E encontrar beleza onde ninguém quer crer.
Assim, ser poeta é ser o guardião da emoção,
Mesmo que os poemas se percam na escuridão.
É continuar a escrever, mesmo sem plateia,
Pois ser poeta é viver a arte, mesmo sem plateia.
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