Um Poema para as Maes Drummond
Fui escrever um poema, aí percebi que a maioria dos poetas já escreveu o que eu penso.
Eu os li demais, ou eles me previram?
A beleza de um poema não está no que foi dito, está no que não foi dito, está no charme dessas palavras clandestinas que se insinuam nas entrelinhas.
Todos nós somos como versos soltos de um poema, que somente nos olhos certos podemos ser vistos em nossa real essência
Um poema não precisa ser perfeito, ao lê-lo temos de ter a impressão exata de que foi escrito para nós!
Hoje só queria escrever um poema de alegria, mas como fazê-lo sem curar minhas manias? Aquelas que quando tenho me arrependo, quem sabe esse não é o motivo de eu ter crescido em meio ao desempenho. Meu futuro é o que tenho; tudo que vem de fora vai embora e não demora, só resta a história, derrotas e glórias. Já me desfigurei por dentro na esperança do recomeço; me encontro porque sei o endereço; vendo e pago o preço. Trato logo de me inspirar. A vida é desafio e não há tempo pra desânimo: “claro que há”! Surge uma voz respondendo, exclamando. A vida também é tristeza, não posso fugir da correnteza; logo a frente vejo a queda da cachoeira, pra isso me preparei a vida inteira.
Nossa amizade nasceu de um poema que perfumava a confiança, dava sabor ao abraço e cor de vida os sonhos.
Escrevi um poema mas pareceu não me aliviar, porque eu não encontrava palavras para rimar. Eu rimava e contava parte do que sentia mas o que eu realmente sinto eu não conseguia expressar, por falta de palavras para rimar. Falta de rimas, falta de poesia... No fundo eu precisava de desabafar, experimentar o bem que isso fazia. Então cá estou eu, a dizer o que eu jamais disse a ninguém. O quão depressiva eu tenho andado ultimamente e o quão difícil tem sido continuar viva. O quão acabada, magoada, destruída eu estou, e o quanto a minha vida não ajudou. São tantos problemas, tantos pensamentos, só me apetece desligar de tudo, esquecer destes maus momentos. Ao cabo eu já não sentia alegria, já não sentia alegria nem felicidade, e o vazio que eu sentia, parece que só fica maior. Só quero desaparecer, desaparecer para tentar não utilizar expressões pesadas, esta não é a primeira vez, mas acho que desta vez não serei curada.
Tem um poema de Kaváfis… O título é "A Cidade". Fala de viajar, de mudar de lugar. Como se a mudança ajudasse a resolver os problemas. Mas não adianta, porque os problemas estão dentro de nós e eles nos acompanham.
Pra escrever um poema romântico não é necessário estar apaixonado por alguém, mas sim ser um eterno amante da vida
Talvez o Amor seja um poema que nenhum poeta consegue escrever. Talvez o poeta seja o Amor que faz falta à
poesia.
As minhas mãos talvez sejam melhor cheirando a alho do que escrevendo, e mesmo assim entre um poema e outro deixo o arroz queimar.
Se te nome fosse uma canção, uma canção eu iria viver para escutar.... Mas para mim ele é um poema e eu o sinto por te amar.!
Escrevi na areia que a vida é um poema moldado pelas mãos de Deus. Olhando para o céu, uma estrela confirmou...
“Ingrid Cristina, minha filha presente de Deus na minha vida, tua existência é um poema que o Senhor escreveu com amor; és bênção divina, flor plantada com ternura no jardim da minha alma.”
Liberdade de espírito é o que te faz bem. Às vezes um simples pedaço de poema que se encaixa na sua história.
Eu queria escrever um poema que falasse da vida, sua complexidade, mas eu queria falar mesmo de felicidade. Sim, hoje o meu dia foi feliz, encontrei meus familiares, amei e me senti amada. Dias assim a vida não precisa de sentido, precisa apenas ser sentida. Compartilhar. Ser importante para alguém. Sentir que minha vida importa e que minha ausência seria sentida. É mais do que ego. É um sentimento humano ao se relacionar e sentir que pertence a algo mais. Coração em paz. Sentimento de plenitude. Dá vontade de cantar, mas está tarde e para não incomodar os vizinhos, eu canto debaixo da coberta. É uma cena meio esdrúxula. Mas sinto vontade de cantar. Dizer ao universo que eu estou bem. Que meu dia foi bom. Sei que a vida não é retilínea, dias alegres e tristes se revezam. Mas hoje não quero pensar em tristeza. A tristeza hoje me parece uma velha corcunda, sempre reclamando da vida. Hoje a felicidade me encontrou e sinto que quero vive-la imensamente. Por isso me recuso a dormir. Não quero perder nenhum segundo desse sentimento. Então canto, canto. E o meu canto é uma reverência ao universo, diriam os ateus talvez, mas eu canto para Deus, ainda que músicas profanas. Em minha pequena jornada de fé, descobri Deus em meu coração. Não tenho religião, mas cada sofrimento superado eu agradeço humildemente a Deus, esse Deus ainda tão frágil em minha alma, mas a quem me entregou profundamente. Em um poema anterior eu pedi a Deus que me desse a sua paz. Hoje estou em paz. E sinto que Deus me ouviu.
Em 1802, nasceu um poema inigualável, uma obra-prima que mergulha nas profundezas da existência e da intelectualidade. Este poema, rico e complexo, se aventura além do nosso mundo físico, explorando os mistérios e as maravilhas da vida celestial. É uma reflexão profunda sobre a espiritualidade e a transcendência, uma celebração do conhecimento e da busca incessante pela verdade. Este poema é uma expressão eloquente da curiosidade humana e da nossa eterna aspiração ao divino.
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