Um Estranho Impar Poesia
” Nunca me senti assim , sei lá , parece sem coração , não sinto nada , só um pouco de tristeza , mais uma hora me acostumo é difícil mais um dia eu consigo.”
“ Te abracei e por um instante vi que aquilo entre nós não tinha acabado , eu te desejava cada vez mais e mais , como se tivesse uma coisa me ligando á você ,e de repente tudo acabou ,tudo de novo , você me deixou ,sua ausência me baniu para o mundo da solidão , não sei mais porque ainda acredito e ainda tenho esperança que um dia terei de volta pra mim. “
“Como dói te amar, vê os dias se passando e eu aqui sem notar, apenas sentindo um vazio, faz tempo que falo com você e dor me consumindo, você se foi e deixou as lembranças, sinto sua falta, quero você mais sei que não posso voltar atrás agora tendo que olhar pra frente mais dói demais, te esquecer é praticamente impossível tudo me lembra você uma música, um olhar ,um sorriso, uma apelido simplesmente TUDO. E vou aqui tentando te esquecer quando tudo que eu mas quero e te amar. ”
Há um mundo que aprisiona e um mundo que liberta. Há uma alma livre que escolhe sempre onde quer estar. Eu, minhas 24 vértebras em três partes, o hoje, o chão, um corpo sobre o meu, a escuta...O contato...O improviso...É a dança que me reergue novamente e me dá a certeza do incerto, do duvidoso, do que sou agora e amanhã posso já não ser mais...
Deixa ela se acabar. Deixa ela beber. Deixa ela fingir um sorriso enquanto o brilho misterioso do seu olhar chora. Deixa ela criar um mundo inteiramente seu. deixa a vida a mostrar que tudo que ela pensa, que suas dores não são eternas. Mosta a ela que é somente um passatempo, um ensinamento, pra fazer dela alguém melhor, mais fria, menos sentimental e mais experiente. Deixa ela se anestesiar.
Muitas coisas mudaram de uns tempos pra cá. A triseza não era tão presente. Procurou um caminho mais calmo e tranquilo, mas ainda estava distraída, com pensamentos longes. Ainda sentia falta de alguém. Estava feliz mas em algumas noites seu passado vinha à tona e sentia recaídas. Não chorava. Aprendeu a engolir o choro e deixar que a música fizesse o serviço de traduzir sem palavras o que sentia
Amor é um cão do inferno, como diz o velho Bukowski. Que te morde, persegue, mija em seu sofá, estraga seu tênis favorito, deixa fedendo sua casa. Mas ele é só um cãozinho imperativo, não é de todo mal. Ele pode ser doce, deitar junto de você no chão, numa tarde quente demais para seu corpo, e te fazer companhia. Uma companhia sincera, que só cães sabem. Pode lamber seu rosto quando você acabara de chegar frustrado do trabalho. Amor, dentre todo o mal, faz um bem danado. Um bem que só o amor pode fazer.
Deu tudo errado, não é? Ah, com umas risadas chorosas, dou um sorriso torto, e digo sempre que nós demos muito errado. Tão errado que por um momento pareceu ser o mais correto a se acontecer. Somos aquelas forças opostas, não é? Nos repelimos (mesmo que a vontade seja ficar perto).
Quando você lança o anzol num rio, para pegar um peixe, e fisga um pneu velho, é sinal de que, além do meio ambiente, seu almoço está perdido.
Ela está sempre à beira de dizer o nome dele. Mas recua no último segundo, como um animal selvagem, com medo. É quase como um medo mutuo. Eu sempre, em qualquer palavra, assunto, circunstância, estou à beira de dizer sobre ele. Sinto em minha língua o gosto aterrorizante do nome dele, brincando, perversamente, dentro da minha boca, sentindo-se dono. Em conversas, eu posso sentir que ele está presente, quase entrando no recinto e flutuando junto das palavras despejadas pela boca. É como se ele, escutando a conversa como um intruso, estivesse atrás da porta. Uma presença estranhamente perto, perpetua. E lateja aonde quer que eu esteja.
Um mero placar de 1x0, mesmo conseguido de forma irregular, derruba todas as estatísticas de jogo que eram francamente favoráveis ao derrotado.
O que acontece que tudo sempre tem que nos chocar um contra o outro? Porque sempre tenho que cair no quadrado onde você se equilibra?
O cara era tão picareta, tão estelionatário, um sete um tão completo, que deu um golpe na própria Justiça: condenado a trinta anos de reclusão, morreu no segundo só para enganar mais uma vez.
Humanizaram Deus meu caro. Inventaram um pseudo Deus humano que te coloca no mundo e depois te dá um manual de instruções confuso para que ou retorne para ele ou queime no inferno.
“Silêncio com tua voz calada, tu conversas comigo, tornou-se um grande amigo, me ensinas sem gritar e mais calmo me faz ficar.”
Me surpreendia não por menos, se faltasse um pouco de verdade em suas palavras. De todas as verdades, você foi a que mais me jogou nas dúvidas da mentira. Talvez você não tivesse a mínima intensão de me dizer alguma coisa, mas seus olhos o fizeram enquanto tua boca calava suas lágrimas, e sua garganta era cortada por versos da mais dura certeza daquilo que era o amor.
A vida é tão cheia de pequenas alegrias. Talvez sabedoria seja não esperar por um holofote, mas se guiar por vagalumes.
Direito de expressão... cantar gritando, achando que e um cantor ultra profissional conhecido no mundo todo, em cima sofá, e gritando. Isso dinheiro não compra, Fazer isso não tem preço!
“Um amor brotado do campo celestial, certamente a ninguém fará mal, e só de existir é triunfal, une dois corações, gera emoções, merece o galardão final, o de se ser imortal.”
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