Um Estranho Impar Poesia

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Seu corpo é como uma poesia

Seu corpo é como uma poesia
que meus olhos nunca se cansam de ler.

Cada verso revela um segredo,
cada curva guarda uma palavra
que somente o amor consegue compreender.

E quanto mais leio você,
mais desejo me aprofundar
nas entrelinhas da sua pele,
nos silêncios dos seus gestos,
na beleza dos detalhes
que nenhuma palavra consegue explicar.

Há poemas que lemos uma vez
e esquecemos.

Você, não.

Você é daqueles versos raros
que, quanto mais conhecemos,
mais profundamente nos apaixonamos.

E talvez amar seja exatamente isso:
passar uma vida inteira lendo a mesma poesia
e, ainda assim,
encontrar em cada página
uma nova razão para se apaixonar.

Você é a poesia que eu leria o dia inteiro

Você é uma poesia
que eu adoraria ler durante todo o dia,
sem pressa de chegar ao último verso.

Gostaria de descobrir suas entrelinhas,
decifrar seus silêncios,
conhecer os desejos que você nunca revelou
e os sonhos que ainda guarda em segredo.

Queria aprender a linguagem do seu olhar,
a delicadeza dos seus gestos,
e encontrar, pouco a pouco,
tudo aquilo que faz seu coração estremecer.

Porque amar você seria assim:
uma descoberta sem fim,
uma poesia que não se lê apenas com os olhos,
mas com a alma, com o coração
e com todos os sentidos.

E quanto mais eu descobrisse você,
mais desejaria permanecer em suas páginas,
inventando novas maneiras de fazê-la feliz
e despertando prazeres
que talvez nem você soubesse que existiam.

“O Mundo e as Palavras”

Como fazer uma poesia se o mundo não vive uma poesia? Olho pela janela e vejo pressa, vejo indiferença, vejo gente passando por gente como se fossem sombras. Onde está o verso nesse corre-corre sem sentido? Onde está a rima nesse barulho que não cessa?
Como falar de amor se o mundo não ama mais? As pessoas tocam telas, não mãos. Enviam corações digitais, mas esqueceram como se abraça de verdade. O amor virou pressa, virou conveniência, virou algo que se descarta quando incomoda. E eu aqui, com palavras antigas tentando descrever um sentimento que parece fora de moda.
Como escrever histórias se o mundo não faz mais histórias bonitas que tocam o coração? Tudo é rápido, superficial, descartável. As narrativas viraram manchetes, os encontros viraram notificações, os sonhos viraram metas de produtividade. Ninguém mais se senta para ouvir uma história completa. Querem o resumo, a versão curta, o final sem o caminho.
Como prometer um mundo diferente se o mundo não quer mudar? Ele insiste nos mesmos erros, repete as mesmas dores, ignora as mesmas lições. Falo de esperança e me olham como se eu falasse língua estrangeira. Falo de transformação e dizem que sou ingênuo.
Mas talvez seja exatamente por isso que preciso continuar. Porque se o mundo não vive poesia, alguém precisa escrevê-la. Se não há amor suficiente, que eu possa oferecer o meu. Se as histórias não tocam mais, que eu insista em contar aquelas que fazem o coração lembrar que ainda bate.
Talvez mudar o mundo comece justamente quando nos recusamos a aceitar que ele não pode ser diferente.​​​​​​​​​​​​​​​​

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...

A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!




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Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...

A poesia calma e a alma permuta no profundo algoz.


Por Celso Roberto Nadilo
A voz no silêncio de nossa consciência mesma que grita bom dia acordei.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

Eu sou música pros teus ouvidos...
Eu sou a sua frase preferida...
Eu sou poema , strofe, poesia...
Sou tardinha , sol poente...
Brisa que passa tocando teu rosto...
Sou aquela estrela cadente... que passa rasgando o céu da noite...
Eu sou silêncio.. no barulho dos teus pensamentos..
Eu sou aquela chuvinha caindo a noite...
Sou saudade... sou aquele aperto no peito que insiste em abraçar-te...
Eu sou o tempo que as vezes passa depressa.. num piscar de olhos... eu sou... eu fui...eu serei pra sempre... porque o amor nunca morre...

⁠Ela é doce feito mel ... meiga , carinhosa ..
Ela é poema , poesia , rima , estrofe ...
Ela é toda delicadeza !!!
Ela é sensibilidade , é força, coragem ...
Ela é música para os ouvidos, ela é felicidade, sorriso.
Ela é sonho bom , fé em dias melhores. Ela é ventania , vendaval , furacão!
Ela é perfeita , ela é de fases , de lua , de emoção... adrenalina pura , puro êxtase.. quando contrariada Ela é vulcão! Menina moça, princesa , mulherão!!!
Ela é toda indefinível, indecifrável,ela é um livro , que nem se pode julgar pela capa. Ela não é flor que se cheira,mas é leoa , fera , felina.. minha musa , minha deusa, minha loucura, minha perdição , minha inspiração!!

Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma, sou mar em ressaca,lucidez após o excesso,
sou o que fica quando tudo vai.

Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi, promessas quebradas no fundo do peito, feito cacos jogados no asfalto da memória.

Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só estilhaços.
Mas ainda assim eu vou
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção.
Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.
Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre ser.

⁠⁠Resiliência

Contrariando minha teoria
E tudo que escrevi
Refiz minha poesia
Por causa dum bem-te-vi

Que saberes você tem
Diante da Natureza
Escreve o que convém
Nunca se tem certeza

Com resiliência e dedicação
Exemplo de superação
Construiu um belo ninho

Hoje tem a sua morada
Segura e bem arrumada
Em meio a tantos espinhos

Trovíssima


Uma pitada de versos
Adicionada sem medo
À poesia do universo:
Eis Arolda Figuerêdo!

Eu sinto dor
A minha alma desfalece
A poesia me abraça
Arranca as vestes do meu coração
E o deixa nu sobre os meus versos.

⁠Conselhos,
de gente idosa.
Experiência.
Poesia.
Eu já errei nisso,
não erre também;
pois se errar,
vai ser ruim.

Eu que pensei:
" hoje não é dia de poesia"
bastou lembrar de ti
musa de apolo
amarga inspiração
medula óssea
costela mitológica de Deus
mulher inconformada
por ser feita de carne
e não de barro
como é feita
a poesia de Adão.

UMA DICA DO JAZZ

"O que há de belo na velhice é a poesia da inutilidade." É claro que esta ideia ou ponto de vista não é de um velho, mas pode bem ser de uma jovem que tenta interagir com um velho em profunda decadência física e mental...
Contudo, o velho tem a seu favor a experiência, conhece os atalhos por onde teve que passar, atalhos estes que certamente um jovem ainda não trilhou e nem conhece...
Sempre há uma justificativa para o absurdo, uma causa, um efeito e, a despeito do que podem pensar o velho e o jovem, ambos estão trilhando a mesma estrada, escrita pelo caos. Todavia, como no Jazz, aproveita melhor a falta de harmônia aquele que souber improvisar. A propósito, sou velho e toco jazz.

Evan do Carmo 14/12/2016

Síntese da vida

A poesia é a síntese da vida,
vida sem poesia é vida inútil
traduza-se isso por:

"Vida sem amor não é vida que vale viver..."

Antes de se aventurar a fazer poesia
antes se faz necessário viver
por isso se lê tantos poemas insípidos
de poetas que não têm calos na alma
nem nas mãos,
nem de viver
nem de fazer poesia.

A Crueldade da Poesia


A poesia é uma fera que lambe o sangue que ela mesma faz jorrar.
Finge consolar, mas apenas prolonga o suplício.
Diz que salva — e salva mesmo —
mas do modo como um naufrágio salva o mar: afogando.
Ela exige do poeta o que o mundo não ousa pedir:
a própria carne transfigurada em verbo,
a memória queimada até virar luz,
a alegria ferida até soar como canto.
O poeta, escravo e cúmplice,
aprende a sofrer em métrica,
a chorar com ritmo,
a morrer devagar, para que o verso viva.
E quando a palavra enfim o liberta,
já é tarde:
a poesia partiu, deixando-o vazio,
com a alma exaurida e os ossos repletos de beleza.
Porque toda poesia é uma crueldade sagrada
e o poeta, o único animal que agradece
por sangrar com estilo.