Um Estranho Impar Poesia
Na mitologia grega, Europa era a filha de um rei fenício que foi seduzida por Zeus que, para alcançar o seu objetivo, assumiu a forma de um touro e a levou para Creta. Esta história inspirou os gregos antigos a usarem Europa como termo geográfico.
Filosofia da Mitologia poetica contemporanea.
Olá meu amor, estou cheio de saudades tuas a vida corre como um rio e nós vamos pela corrente sem ti. É como se a gitarra não tivesse uma corda ela toca, mas com a tua presença a musica É muito melhor, convida a dançar a desejar sonhar...
Para aquecer a minha alma meu coração e meu ser quer se perder pela paixão do suor do viver.
Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de Plutão caminho pela sombra de Platão na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia. Numa quimica de magnetismo que nos liga.
Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para a Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro.
Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
No percurso nubeloso
De um açoite
Encaro a outra parte
Calmante do pacto
Contrato com o divino
Atravesso o universo
Para perdurar para lá do altar
Para pisar a terra, o céu e o mar
Por tanto ,isso, tanto amo
Acordo com as dores do tempo
Sorrio e choro, na corrente do rio
Tenho frio
Aquéço este amago
Com o trabalho
Cai uma lagrima do céu
Para romper o véu
Deste coraçāo desfeito
Que clama pela intuiçāo
Deste sentimento
Que clama por uma sensaçāo
De ter sofrido as dores
Dos sentidos
Choram as almas e o espiritos
Outros aplaudidos
Em mundos destintos
Outra hora, embora tolhido
Sai agora 9 gemido
Para tudo ser suprimido
Continua preparaçâo
A adptaçâo da nova civilizăo
A questão
É o ponto de partida, da razāo
Faço uma oraçăo
Faço ums cansăo
Clamando um pouco de atençāo
Para o culminar uma forte emoçāo
Tudo está germinar o aumeto da tensăo.
Emanuel Bruno Andrade
Amor de amigo
O meu peito arde num fogo que não consome — ilumina.
É um ardor antigo, anterior às palavras, mas reconhecível nos gestos simples da vida.
Não se vê, mas respira-se.
É emoção que caminha descalça pelos sentidos, deixando marcas invisíveis no tempo.
Há uma harmonia boa que me sustém, como a presença silenciosa de uma amiga justa e fiel.
Aceito-me nos dias que passam, e os dias, por instantes raros, aceitam-me também.
Pairam tempos em que és mel no meu sangue, doçura que dá sentido ao acto de viver,
e nesses instantes reclamo ao universo:
— não deixes que o caos me devore.
Venho de um ponto infinito, de um sopro cósmico sem nome,
atravessei constelações para chegar a este eu profundo,
onde o teu balanço oscila na balança da justiça cega,
essa que diz igualdade mas pesa com dois pesos e duas medidas.
Mesmo assim, permaneço.
Olho o todo.
Beijo o céu.
E no azul distante reconheço Vénus, Deusa-mãe,
ventre da razão de existir, espelho do desejo e da consciência.
Nela me deleito, não por vaidade, mas para compreender a origem,
para perscrutar o rasto antigo dos Neflins,
essas criaturas entre a luz e a queda,
sinais de que somos mistura, travessia, contradição viva.
Procuro a razão de sermos unos,
ligados por uma corrente que pulsa entre o vivo e o morto,
entre o amor que arde e o silêncio que ensina.
E nesse fio invisível descubro:
existir é arder sem se apagar,
é amar mesmo quando o cosmos treme,
é continuar —
com o peito em chama e a alma em vigília.
O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.
Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.
O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.
#Abstracionismo
#PoesiaContemporanea
#Decassilabo
#EpicoArcaico
#FusaoArtistica
#ArteLisboa
Sonhar acordado é um exercício de liberdade que nos permite saborear o viver, transcendendo o tangível para construir mundos interiores. Nesse estado de consciência, tecemos pontes invisíveis e teias de conexão, onde a partilha e a união não são apenas desejos, mas a própria essência da expansão humana. É nesta partilha que o conhecimento flui, alimentando a evolução mútua e transformando o ato de existir numa obra de arte contínua.
Ao contrário da busca por satisfação através do acúmulo material — como observado no Efeito Diderot, onde uma nova aquisição desencadeia uma espiral de consumo que muitas vezes confunde o bem-estar com a posse —, o verdadeiro progresso reside na riqueza das trocas imateriais. Enquanto o fenómeno psicológico do consumo sugere que objetos podem preencher vazios, a nossa jornada propõe que a verdadeira plenitude nasce da conexão genuína.
Em vez de deixar que o consumismo dite o ritmo da vida, podemos escolher a consciência:
Valorizar o essencial: Tal como o planeamento financeiro nos ajuda a distinguir entre a necessidade real e o impulso, a nossa mente pode filtrar o que realmente alimenta a alma.
Transformar comportamentos: Ao identificar os gatilhos que nos levam a buscar satisfação fora de nós, ganhamos autonomia para direcionar essa energia para a criatividade e o intercâmbio de saberes.
Expandir através da doação: Assim como dar uma segunda vida a objetos que já não utilizamos evita a espiral desnecessária, partilhar as nossas vivências e criações permite que o nosso legado se multiplique nas vidas dos outros.
Nesta teia de conexões, cada pensamento partilhado e cada ponte erguida é um convite para que a evolução seja um ato coletivo, onde a verdadeira riqueza não está no que acumulamos, mas na forma como nos permitimos crescer uns com os outros
Âncora e Verso
Foste âncora para no porto ancorar
Na hombridade que sinto
Vejo um alívio
Para me poder desamarrar
Da correria do tempo
Oiço o vento soprar
Escuto gestos humildes e simples
Num puro amor
Quase ninguém escuta a minha dor
Ou vê as minhas vertentes
A plainar num sonho de ser um senhor
Sonho acordado para saborear o viver
Quero ter, quero crer e quero ser
Mesmo sendo um orador
Um poeta e pintor
Pinto com a minha alma a cor
Do pensamento de um escritor
Passo e faço um pacto com Orfeu
Fazendo a emoção
Sair com grande tensão
Razão de me ver na caverna de Platão
Numa ilusão desmedida que me dá vida.
Nela me deito e semeio
Para transformar a minha força
Em fruto.
Lisboa, 23 de julho de 2026
Emanuel Andrade
A nossa casa deveria ser limpa como um altar, pois o espaço onde habitamos reflete a dignidade da nossa alma. ✨🙌
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
O jeito que um mendigo poupa uma moeda
da mão de um santo,
ou a chuva poupa um telhado
enquanto afogava a vila.
Me dê o que ainda tem
Depois de alimentar os lobos,
depois que seu coração pagou seus impostos
para todo estranho
que chamava aquilo de lar.
Eu não peço a lua.
Isso já me decepcionou o suficiente—
sempre pendurado acima das ruínas
como uma testemunha bonita demais
para testemunhar.
Me dê um copo do seu silêncio.
Aprendi a beber de coisas vazias.
Beijei a beira da ausência
até meus lábios esquecerem
o que calor deveria significar.
Me poupe um pouco de amor, Fidelis—
Nem tudo.
Só o que resta
Quando a casa está silenciosa,
e a última porta se fecha.
Se por algum motivo, um dia ficarmos distantes, serás pelo menos uma agradável lembrança, quando eu avistar um pôr-do-sol radiante no fim de tarde diante do mar, bem no horizonte ou algumas flores, principalmente, as tulipas, cativantes e delicadas e ao admirar um luar apaixonante de uma noite enluarada.
Tendo esta presença tão simples, linda e marcante, não podes ser esquecida, já que, assim, evidencia a tua natureza entusiasmante que inspira e alegra ricamente o semblante, então, és notadamente resultante da sabedoria divina, um regalo expressivo na mente pra ser lembrado sempre que possível.
Dito isso, espero honestamente que possas mudar aquilo que for necessário, mas que a tua vívida singularidade seja preservada, guiada continuamente por Deus, contrariando as possíveis adversidades, desta forma, serás felizmente lembrada, abençoando e sendo abençoada.
Paro um pouco neste momento para prestar-te o meu olhar atencioso sem esquecer do devido respeito, admirando cada parte do teu ser, uma mulher cativante, merecedora do meu apreço.
O teu rosto delicado é uma visão muito graciosa com um sorriso acalorado que nem uma linda flor que desabrocha e um brilho amável nos olhos, portanto, um primor incomparável que logo se nota.
Francamente, estás maravilhosa sob este amarelo radiante no tom de um girassol, apresentando um esplendor belo e emocionante como se a essencialidade do sol estivesse visitando esta noite.
A atenção que presto agora a ti, é um gesto de amor a mim mesmo, tendo em vista a sensação agradável que posso sentir ao ponto de ficar profusamente inspirado, então, por teu existir, também ao Senhor, sou grato.
A indignação costuma culpar candidatos e partidos, mas o problema é mais profundo: um sistema que permite e recompensa determinadas condutas acaba reproduzindo os mesmos vícios. Não basta trocar os jogadores quando as regras do jogo continuam as mesmas.
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"Nunca se pergunte por que a verdade é só um ponto de vista.
Nunca se pergunte por que a vida tem mais descidas.
Nunca se pergunte por que o vento nunca está a seu favor.
Nunca se pergunte por que a sombra não acalenta o seu calor"
"Ir para cama já não é tão bom quanto um dia foi
com aquela paixão profunda que só entendem os dois."
"Quando o silêncio incomoda teus ouvidos
Quando a sua prisão vira um paraíso
Quando a verdade não faz mais sentido
Quando o sol não mostra o seu brilho.
O que faremos e por quê?"
"Os nossos horizontes se encontraram nas infinitas possibilidade por um instante
Foi o que pensei quando ficamos felizes na maresia daquela noite apaixonante."
Quando alguém se recusa
a mentirem um testemunho,
o aparato de opressão
do Estado de Exceçãoentra em ação
para construir uma culpa artificial,
validada pela força da caneta oficial.
– Mentor LCCampos11
A recusa
em prestar um depoimento mentiroso
aciona a máquina punitiva
do regime de exceção, que passa
a fabricar uma culpa arbitrária
por meio de decretos e
decisões judiciais.
– Mentor LCCampos11
Negar-se
a dar um falso testemunho
faz com que
o poder repressivo de um
Estado de Exceção
seja ativado para forjar
uma culpa à força,
usando o poder da caneta.
– Mentor LCCampos11
O instituto
da colaboração premiadaem Brasília
deixou de ser um recurso legal
de investigação
para se transformar
em um mecanismo estatal
de extorsãoe pressão psicológica.
– Mentor LCCampos11
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