Um Estranho Impar Poesia

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- Por favor, me " vê " uma porção de Amor estupenda..
Com Humor de acompanhamento...
E um litro de Felicidade "sem" gelo...

- Pra viagem senhor?

- Não, pra o " Sempre" !!!!!

O amor não magoa ninguém!
O que faz mal é o apego ilusório.
O amor não é uma pessoa; é um estado de consciência.
Ele existe por si mesmo e está no seu coração.
E não pode ser comprado ou manipulado.
Apenas recupere o brilho.
O amor não foi embora. Foi só alguém que partiu.
Mas o amor não se parte; o que quebra é a ilusão.
Logo, não precisa juntar nada. Não há cacos.
O amor está aí, em você mesma.

Vivo numa bela teia
Tecida com mil fios
Cada um, com uma história
Um sentimento rico
Algum me aperta demais
Mas nenhum me causa dor.

Ame o próximo como a ti
mesmo, a convivência possui
um Pilar de respeito mútuo, é
a base para a "Ciência do Bem
Viver".


In: "Espiritual"

É crucial que sejamos
Um jardim agradável,
até um universo para
aqueles que nos
fazem bem. Trata-se
de reciprocidade.

Á hiperatividade noturna
é um drama e companhia
não convidada, invasora
desde o meu que nasci,
o cérebro não desliga,
a vigilância é contínua.

'Peregrino da Noite".
A cada legenda ou comentário surge um novo verso... Meu cérebro funciona como um catalisador de alta frequência... A escrita me salvou do barulho deste mundo... É preciso cultivar o Jardim... Sou o andarilho noturno.

Procrastinar é lidar com um ladrão, a vida
e o tempo seguem seus fluxos, há um
abismo inevitável entre eles, apesar de
linear, a vida é finita. Desapegue-se do
passado... Viva, ame, brinque.

'Amor'
Existe um centro de gravidade na vida, ele se desloca rumo ao outro, o ser não habita só nele, mas também na realidade do ser amado, descentraliza o seu eu, pois o "outro" está nele.

Acredito que todo ser humano tem um lado sensível, ao qual só é revelado pra quem se ama.Somos uma caixinha de sentimentos, porém muitos não conseguem demonstrar os afetos que tem, sendo muitas vezes interpretado como uma pessoa fria, insensata , afetando assim o relacionamento.Demonstrar afetos seria o mesmo que demonstrar amor, não digo que seja prova de amor, pois quando se ama a entrega do coração já

é uma prova,mas sim demonstrar sentimentos com atitudes.Seja em qualquer aspecto as vezes o nosso coração almeja ser reconhecido de uma forma especial,que venha nos surpreender,algo inesperado,que surge sem que esteja a espera,sem ter que esconder ou se justificar para alguém, mas algo que venha fazer com que o coração entenda que ele é único no coração de quem demonstra.Uma música, uma flor, um carinho, uma foto, um presente, um recadinho,um abraço,um telefonema foras de hora,uma declaração nunca feita,um cuidado especial, são demonstrações que conseguem acelerar um coração, principalmente quando é algo tão desejado e nunca revelado, a descoberta dos desejos mais escondidos de quem se ama.O grande segredo para que um relacionamento prolongue são os pequenos gestos românticos, que conseguem ultrapassar a rotina e renovar a cada dia, e principalmente dando valores aos valores que ela lhe atribui.

Em apenas uma semana tudo mudou, tudo que parecia difícil se tornou bem fácil, parecia até um sonho, ou então melhor dizendo:- Parecia tudo mentira, de fato ninguém acredita quando as coisas mudam tão rápido, né?.
Oque era preto, tornou-se branco.
Oque era tristeza, tornou-se alegria.
Oque era frio, tornou-se calor.
Oque era difícil, tornou-se fácil.
Acreditamos que nada é tão difícil como imaginamos, cada um tem a sua maneira de pensar, mas mesmo assim,sabemos que nada é tão difícil como parece.
Sabe oque falta nas pessoas?
- Força de vontade
- Capacidade
- Ânimo e etc..
Falta muitas outras coisas. Isto que eu disse ali encima foi só um exemplo.
As pessoas não tem interesse nas coisas, como prosseguir desse jeito?
As pessoas não costumam mostrar a capacidade naquilo que tanto quer, e aí? é desse jeito que você acha que vamos alcançar alguma coisa?
São poucas as pessoas que ''zelam'' por aquilo que tanto procuram, pelas coisas que tanto querem na vida.
A vida não é moleza.
A vida não é uma bola de basquete.
A vida é ouro, A vida vale mais que qualquer outra coisa nesse mundo.
NADA COMPRA A VIDA.

A solidão é um inverno doloroso quando somos jovens, mas transforma-se em um porto de águas calmas quando alcançamos a maturidade. Esta é uma perspectiva profunda sobre o amadurecimento e a paz interior — um santuário de autoconhecimento que muitos passam a vida sem conseguir habitar. Trata-se de escolher o silêncio de forma voluntária, compreendendo como o tempo molda a nossa relação conosco mesmos e revelando a fronteira invisível, mas sagrada, entre o peso do isolamento e a glória da solitude.
​Muitos jovens, e até mentes ditas maduras, associam o estar só ao exílio, ao vazio ou ao naufrágio social. Com o passar dos anos, porém, nossa relação com a ausência de ruídos se transforma por meio de uma alquimia emocional conduzida pelo tempo. Não se trata de romantizar a apatia ou rejeitar os laços humanos. A essência dessa analogia reside no amadurecimento da alma: a descoberta de que o homem só encontra o seu verdadeiro centro quando cessa a guerra contra o silêncio, aprendendo a descansar em DEUS e a desfrutar, enfim, da própria presença.

J Rabello de Carvalho

Carrego no peito um vazio que pesa,
lembranças cortam, a mente não sossega.
Entre saudade e silêncio, sigo em frente,
coração cansado, mas ainda resistente.


Já chorei no escuro, já quis sumir,
mas encontrei no abraço razões pra existir.
Minha rede me ampara
quando a queda ameaça,
me segura firme,
transforma dor em graça.


Sou feita de queda,
mas também de coragem,
na dor escrevo versos, tatuo a paisagem.
E mesmo que a vida me teste
sem fim,
eu sigo inteira,
sigo sendo… eu, Lucci, enfim.

🌻🏄 Eu me alegro,
como um girassol amarelo,
buscando sempre a luz,
na alma guardo o singelo
No balanço das ondas me encontro,
no skimboard risco o mar,
sou raiz que dança com o vento,
sou água livre a deslizar.
Sol que aquece minha pele,
mar que embala meu destino,
girassol que aprende a surfar,
na vida sigo meu caminho

O inferno não é um lugar distante, escondido em algum canto do universo. Muitas vezes ele acontece aqui mesmo, entre escolhas, atitudes e consequências.

Há pessoas que passam pela vida acreditando que podem ferir, humilhar, enganar e seguir adiante sem que nada aconteça. Caminham com a certeza de que são mais espertas que todos os outros. Mas o tempo tem um jeito curioso de colocar cada ato diante de seu próprio reflexo.

Nem sempre a resposta vem rápido. Nem sempre vem da forma que esperamos. Porém, cedo ou tarde, cada semente encontra sua estação.

A vida não precisa de vingança para equilibrar as coisas. Ela trabalha em silêncio. Enquanto muitos comemoram vitórias construídas sobre a dor alheia, o destino registra cada passo, cada palavra e cada escolha.

Por isso, não temo o que me fizeram. O que pertence a mim, carrego comigo. O que pertence aos outros, a própria vida se encarrega de devolver.

Porque, no fim das contas, o inferno não está depois da morte.

Muitas vezes, ele começa exatamente no momento em que somos obrigados a conviver com as consequências daquilo que escolhemos ser.

Talvez ninguém entenda o tamanho de um “não”
quando ele encontra alguém
que já cansou de pedir,
mas ainda tinha esperança
de ser acolhida por uma mão.


Porque nem toda lágrima nasce da ausência.
Às vezes ela vem do excesso:
de tudo que a gente engole,
de tudo que suporta,
de tudo que cala
para não parecer fraca.


Há dias em que não queremos respostas.
Queremos presença.


Não precisamos que alguém conserte o mundo.
Basta que fique.


“Deixa.
Eu fico aqui.”


Mas algumas pessoas vão embora
justamente quando descobrem
que, desta vez,
você também precisava de alguém.


E dói.


Dói porque quem sempre segura
também pode cair.
Quem sempre encontra saída
também pode se perder.
Quem vive dizendo “eu dou um jeito”
um dia pode simplesmente
não ter mais jeito para dar.


E talvez ninguém veja
o tamanho dessa queda.


Ainda assim,
há uma coisa que permanece:


a palavra.


Quando não há colo,
há página.


Quando não há abrigo,
há poesia.


E quando a dor não encontra lugar para ficar,
eu a transformo em verso
até ela aprender
a não me destruir.


Não escrevo para que tenham pena.


Escrevo para não deixar que a dor
seja a última coisa que diga quem eu sou.


Se a vida me tira o chão,
eu escrevo.


Se o mundo me fecha uma porta,
eu escrevo.


Se ninguém fica,
eu ainda tenho palavras.


E talvez seja essa a minha forma
mais silenciosa de permanecer:


transformar o que me feriu
naquilo que ninguém poderá
arrancar de mim.










Lucci Santz

Velha Figueira

Um dia você foi pequena, os animais em ti pisoteavam;
Quando cresceste os mesmos em tua sombra se abrigavam.
Muitos frutos de teus galhos foram colhidos, saboreados;
Os viajantes e campeiros embaixo de ti ficavam sentados.

Ao longe se avistava um grande rio e a relva ate sua margem;
O homem construiu uma barragem e fez sumir esta bela imagem.
Hoje estas sozinha, cercada de água nesta ilha;
E alguns ainda dizem que isto tudo é uma maravilha.

Maravilha era antes, que tudo estava como Deus criou;
Mas o crescimento veio e esta paisagem alterou.
Tu velha figueira, és forte e guerreira, permaneceste em pé;
Mostrando-nos que devemos enfrentar os desafios com fé.

Espelho-me em ti, velha figueira, quando me vejo cercado de água.
Sinto-me mais forte e os obstáculos se transformam em nada.
Quero ser igual a ti, velha figueira. Que mesmo solitária;
Ainda estás de pé, abrindo teus braços de forma tão solidária.

⁠Obrigado Senhor, por mais um dia.
Obrigado pelo seu amor.
Obrigado pelos livramentos, pela proteção.
E por todas as bênçãos alcançadas.
Eu te agradeço pai.
Eu te agradeço Jesus.

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

As palavras carregam um poder imenso. Elas podem ser abrigo em dias difíceis, mas também podem se tornar lâminas invisíveis, capazes de ferir profundamente. Uma palavra dita com carinho tem força para acalmar um coração cansado, devolver esperança e lembrar alguém de que ainda vale a pena continuar. Já uma palavra cruel, lançada no impulso ou na indiferença, pode abrir cicatrizes silenciosas que permanecem por muito tempo.
No cotidiano, muitas vezes não percebemos o peso daquilo que dizemos. Um elogio sincero pode mudar o dia de uma pessoa. Um julgamento duro pode alimentar inseguranças que ela já carrega em silêncio. Por isso, falar exige responsabilidade, sensibilidade e empatia.
As palavras não são apenas sons; elas são sementes. Quando bem colocadas, florescem em afeto, confiança e cura. Quando mal usadas, espalham dor, medo e distância. Ser humano também é aprender a usar a própria voz para acolher, e não para destruir. Porque, no fim, o que dizemos sempre deixa alguma marca.