Um Estranho Impar Poesia
Nada é por acaso... Cada encontro, cada desafio, cada momento tem um propósito. Quando entregamos nossa jornada ao Poder Divino, tudo se encaixa no tempo certo. Acredite, tenha fé e siga em frente com humildade e coragem!
Não me leve flores quando eu estiver em um caixão sem ter consciência de qualquer coisa, ou seja, sem saber que estarei recebendo flores de alguém que poderia ter me dado flores enquanto eu ainda estava viva. Pois, em vida, eu poderia agradecer com um belo sorriso no rosto e a felicidade irradiando sobre minha face. Você poderia ver minha reação sincera de felicidade e gratidão.
Preocupação não é emoção, é um lifestyle viciante. Ficar ocupado ainda é fuga. Ocupado demais, preocupado demais, para expressar sua realização. Largue os mecanismos de defesa. Apenas viva.
A vida é um quadro, e a simplicidade é a cor mais bonita. Um cafezinho e minha própria companhia são a minha obra-prima.
Fizemos um jardim rústico no quintal, com tijolinho, plantávamos ervas e temperos, havíamos plantados dois pés de espécies diferentes de manjericão no jardim, e os dois pés cresceram e viraram um arbusto e conforme o vento batia, o cheiro do manjericão e da arruda eram levados pelo corredor da casa velha até a sala e a cozinha, com o tempo o jardim foi aumentando e com eles novas espécies de plantas e ervas, e assim a casa velha ia se movimentando e se transformando.
Toda jornada se inicia com um vaso e um livro, mas se encerra sempre com a quebra do vaso e fechando o livro, mas nem sempre terminando o livro.
As mães choram, e em algumas situações choram escondidas e amargamente, um amargor misturado ao desespero, mas o desespero me deu coragem, medo eu tinha, mas eu tinha que fazer algo, e foi o que fiz, peguei as coisas do Ícaro e juntos entramos em um ônibus e o levei para a casa do pai.
Em uma casa simples de pedra, na costa de um rio, onde a grama verde parecia um tapete macio, o vento ecoava e batia a janela, de longe se ouvia o barulho da correnteza do rio, nessa casa de pedra rústica morava uma mulher, com seus cabelos castanhos escuros na cintura, cacheados, a pele branca e macia, os olhos combinavam com a cor dos seus cabelos, corpo esbelto, uma mulher inteligente e sagaz, dominava a arte da cura com as ervas, sentia a sua calmaria na grandeza da natureza, o seu nome era Aila.
Amis era um trovador, um rapaz alto e atrapalhado, de cabelos lisos e compridos, olhos escuros como uma jaboticaba e com o sorriso farto, dominava os cavalos, o arco e flecha e tocava flauta, o rapaz mantinha uma paixão por Aila, mas nunca teve coragem de se declarar, Amis sempre agradecia em suas rezas o fato de Aila ter passado da fase de se casar.
Como leitor admiro boas histórias e prezo por termina-las, pois amo um bom final. Entretanto temo que o livro mais importante seja fechado antes que eu possa terminar de ler e esse final me enfraquece, entristece e angustia... O que posso fazer além de ler mais rápido?
Como um caloroso nascer do sol me veio a resposta a minha triste questão, advinda do meio mais adverso, um panfleto religioso, Deus realmente surge das formas mais adversas. A resposta para minha questão é ao fechar o livro ele se encerra e vem uma continuação da história, com um enredo que não me vêem a visão, mas que tem a premissa de superar o anterior. Então posso ler com calma, aproveitando a jornada e sem temer o fim do primeiro livro.
Um líder verdadeiro protege sua equipe (como um guarda-chuva nas tempestades), honra promessas (mesmo que custe) e entende que seu sucesso é medido pelo brilho daqueles que guia. Liderar é servir, não comandar.
A gentileza é uma força poderosa na liderança. Pequenos gestos de apoio, como auxiliar um colega sobrecarregado, e o reconhecimento público de atos de cortesia criam um ciclo virtuoso. Esse comportamento encoraja a equipe a replicar atitudes positivas, incorporando a cooperação e o respeito como valores fundamentais da cultura organizacional.
Quando o homem tenta imaginar o Paraíso na Terra, o resultado imediato é um Inferno muito respeitável.
Reis e rainhas dizem se preocupar com os herdeiros, mas não conheci um sequer que não se importasse mais com a vaidade que com a família.
Que sua presença seja um monumento de luz na vida de alguém — não para ser admirado, mas para iluminar caminhos. Pois mais valioso que agradar é ser agradável e transbordar essência, já que o verdadeiro encanto nasce da autenticidade.
O CHAPABRANQUISMO NOJENTO é a porta larga para a entrada da corrupção do Brasil; um mal que dizima a esperança do povo brasileiro; uma enfermidade incurável; um mecanismo sistêmico que corrói persistentemente o tecido social, causando-lhe dor profunda e sofrimento duradouro.
Mamãe sempre me dizia para não ir muito longe no futuro, pois um dia eu decidiria nunca mais voltar. Embora odeie seu pensamento e tente provar que está errada, é de mim que tenho medo. Tenho medo que ela esteja certa. As vezes questiono a racionalidade das minhas ações. Tenho medo de quando atravessar o oceano e quando os portões de fecharem atrás de mim, seja como chegar em casa.
Admito que cometi um erro colossal pelo qual mereço ser recriminado. Mas não castigue a gente nem o que temos.
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