Um Estranho Impar Poesia
Você sempre me procurou... Um dia lhe encontrei e sentei-me ao seu lado perguntando seu nome e querendo ficar, mas você não deu tanta importância... Bati em tua porta depois, mas você não estava pra mim. Insisti e você estava ocupada com seus afazeres. Procurei-lhe pela terceira vez, mas você teve medo de sair. Na quarta vez me fiz ausente e você percebeu minha falta. Eu era a felicidade e você não quis me receber.
Minha alma é um balão bêbado.Voa movido com o vapor das incertezas inventando mirabolantes maneiras de aterrissar em qualquer lugar.
Quando voc ver a Hipocrisia dos dois lados, é aí q percebe o q ñ vale a pena, e oq nao presta nem um pouco.
A gente se limita muito quando acredita que um sabor é o melhor antes de experimentar os outros sabores.
O que sou? Borboleta pairando em um jardim sem flor, batendo asas sem rumo, ao encontro do desconhecido.
Eu nasci em um mundo onde sonhos são apenas sonhos, e vou morrer em um mundo onde sonhos não são nada.
Nos braços da noite, descansei por um tempo... e voz dos ventos entoava uma triste melodia, e a chuva caia forte, carpindo meu corpo. Os Deuses velaram meu sono, que foi eterno ate meu despertar.
Eu queria que você tivesse um leitor de sentimentos, porque eu ja nem sei explicar em palavras como me sinto.
Depois de um temporal, sempre dizem que vem a calmaria. Nossas indas e vindas se acalmaram de uns tempos pra cá, mas voce nao é mais o mesmo por quem eu me apaixonei, perdidamente. Você é frio, ironico, e só está sendo ignorante comigo, e nem imagina como isso me machuca. Eu queria que voce voltasse a ser o de antes, e queria que falasse comigo sobre as coisas que te afligem. Eu amo voce mais que tudo na minha vida, e nao quero te perder. Eu queria poder ter a certeza de que voce me ama tambem, entao, demonstra isso, eu nao estou vendo o garoto que eu amo em voce. Eu já me arrependi de muitas coisas que eu já fiz na minha vida, mas eu mudei, cresci, amadureci, e aprendi a dar valor as coisas e pessoas que realmente importam, e esse alguem é voce. Nao quero te perder, só quero te amar, até o fim dos meus dias.
Lhe faço um pedido: Junte meus pedaços e atire - os no lixo, refaça - me por completa por favor, toque - me devagar, com sutileza, leveza, me rele aos poucos como o vento em plumas toca tudo, raspa - me a pele, sussurre nada além do sopro... Soprado do teu, no meu.
Presencia - se um certo pleonasmo, isso mesmo, acaba sendo uma redundância que une fatores que no final não tem seu final, da pra entender? Aquilo que gruda na gente e não sai, uma espécie de turbulência; luta se pra não sentir mas... Tentamos fazer virar frívolo, é impossível, grudamento insano de dois que torna um que depois vira um só em dois, e fica metade. Entre reles palavras, apenas digo que amor nada mais é que uma certa fase, e fases tem seu final, o tempo que dura é bom o bastante pra ficar e não mais sair. Sim, é eminente, cai sobre você, hora uma hora outra hora.
Acho que não tenho as mesmas pretensões de ontem! Segundo meus actos, que são fundados através de um vácuo, pensar no amanhã nada mais é do que se martirizar por algo que ainda nem veio por suceder, tomo em mim tal parte então, aquela que faltava a tempos atrás, não uso plumas em palavras nem sequer amaneiramento, tampouco sou negaceado por falsos sentimentos, lágrimas ou até mesmo sorrisos. Tiveram por mim uma tal afectação prolongada, visto que agora, nada mais sou do que alguém procurando um lugar pra sentar e fumar seu cigarro!
Pois trago eu do amor um nada, escondido em mim. Não costumo usar as palavras de outrora, que acompanhavam o coração, que dilaceravam, arranhavam, cortavam em fatias, ao chão, levo só os pés, esperança não me causa graça, ora seja desgraça um sorriso hoje frio que cabe em meu rosto orelha a orelha, sinto falta do cheiro que juntava ao meu...
Então, quando vi aqueles olhos... Faz pouco menos de um tempo curto de tempo! Beijo teu sorriso, num dia de sol, que entra pela porta e canta pela janela... Entranho ela! O que carregas no olhar? Posso ? Permita-me adentrar em suas pupilas? Alma?
Há algo em mim que eu não suporto: Escrevo bem, mas não sou capaz de criar nada sem um papel e um lápis. Não tenho o dom da persuasão por fala, mas bem sei, que a escrita me encanta.
Se um fio do teu cabelo pousasse na palma da minha mão, não pensaria duas vezes: jogaria-o no chão e o pisaria. Depois cantaria uma simpatia para ter você - por completa - aqui comigo.
Conheço esse silêncio. É um silêncio que tem medo de falar o que pensa. É o silêncio que tem medo de revelar o que quer. Um silêncio que consome sentimentos que deveriam ser livres. Um silêncio observador, que sofre. Mas que sofre em silêncio. Um silêncio ensurdecedor.
É um silêncio que não gosta de ser silencioso. Um silêncio que tem muita coisa pra dizer, mas não diz nada.
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