Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco
E Eis que de repente sai mais um MOTE meu e do poeta amigo : Jvs Marcenaria
FUI ...
E voltei com alvorada nos olhos
Um girassol na mão
e uma paz imensa no coração.
Por vezes
me calo
me saio
me caibo
me desenho
me pre- vejo ...
Mas sempre volto !
Volto
Como vento
Como azul
Com os pés e a sensação
de alívio
e leveza debruçada
em minha mão.
Voou ...
Passeio em quintais
desbotados de tristeza
becos escuros e frios
Rios de lágrimas e correntezas
Desvarios sem a beleza
da flor em singeleza .
Navego em mares profundos
e corredores sombrios de mim .
Mas vou !
Voou ...
E volto com alma alada
e arco íris elucidando
meus Afins .
Vou ..
Mas sempre volto
Ahh...Eu sempre volto
para ir de encontro a um novo
oceano ou quiçá
um novo céu a florir
paz in meu existir .
- Paula Monteiro
SEM RUMO ... SEM VOLTA ...
Muitas vezes nem chego a sair,
Sem perspectiva tranco em mim.
Voar nem pensar,
Estou sem forças pra decolar...
Por isto fico no chão,
Com as asas caídas
E o coração na mão...
Como voltar se nem parti ?
Como sentir o vento
Se ainda me vejo por aqui ? ...
Meu voo é mais rasante
Sou pequeno apenas
Meus pensamentos são gigantes...
Entreguei minha liberdade
Nas mãos do Criador
Busco me libertar das
Amarras deste Sonhador !
Do Poeta Amigo : Jvs Marcenaria
Assim são os Poetas
Nessas Idas e Vindas
Mal sabia ela, que a rosa mais formosa era.
Não por sua beleza nem sua simpatia,
mas por todo um conjunto que só a ela pertencia.
Em um mundo de coisas temporárias, você é a cor constante que permanece quando todo o resto desaparece
O primeiro apelido
Durante o primeiro encontro, entre as conversas trocadas, ele do nada solta um, Tá certo neguinha, na hora eu estranhei ninguém nunca havia me chamado assim, mas eu gostei e quando voltei para casa eu lembrei, E Disse pelo Bate papo, Você lembra do que você me chamou ele falou neguinha, eu sorri e daí disse, eu posso te chamar de Neguinho também? E ele Claro que sim, e desde então é de um bom dia a boa noite, A um se cuida Meu NEGUINHO...
A vida nem sempre é justa .
Nem sempre nos sorri ou deixa nos um caminho florido ,por vezes é triste e nos faz carregar um peso enorme no coração ,mas há de ser necessário todo esse tempo ,para que possamos através das dores ,perdas e tribulações atingirmos um grau maior de intimidade com Deus .
Deus nosso socorro bem presente na hora da angústia .
Aos poucos vamos nos livrando dos pesos desnecessários , daquilo que é possível .
E assim prosseguimos entre lembranças e esperança afim de um dia poder olhar para trás e dizer assim como disse o apóstolo Paulo .
"Eu combati o bom combate e guardei a minha fé"
Há de existir um dia em que tudo passe ,tudo fique para trás e assim a vida seja mais leve , tranquila e feliz .
Hoje posso dizer que mesmo envolta com minhas dificuldades ,minhas preocupações ,minhas saudades (sem fim) ,sou feliz ,pois hoje sei que não caminho sozinha ,há um Deus que tudo vê ,me ampara ,me consola e me ama apesar de ser como sou .
Sou feliz sim ,graças a Deus .
Mora em mim um anseio,
uma procura pela palavra exata...
Não depende de mim apenas
trazê-la à tona...
mas, de alguma forma,
ela tem vontade própria:
Desafia-me em lugares onde não há lápis
e foge quando, diante do papel, a busco !
Cika Parolin
O coração leva ao Farol
Um adeus, corpos colados,
despedida em beijos...
O que ficou pra trás?
Laguna, ida e volta!
Nossa...
Como isso pode vir do nada?
Como isso pode surgir assim?
Sem um aviso.
Sem um sussurro.
E apertar tanto o peito.
A ponto de não se suportar.
Que sentimento devastador é o amor.
Surge, machuca, some.
Chegamos tão loge.
Evolunimos tanto.
Para sermos escravos de algo assim.
Amor...
Que maldição devastadora e bela.
Que o huma nos criou pra se martirizar.
Medos
Na velha casa de madeira
O quarto ao lado do meu
Um mostro escolheu para morar.
À noite, destemido, ele subia no foro
E fazia a madeira estalar.
A lua espiava os meus medos pelas frestas
– Que vergonha!
Ao longe, uivava algum bicho noturno,
Desconfio que em meio as palhas do colchão
Morava outro, mais barulhento, mais enfadonho.
Hoje a casa é adulta
Do menino já nem sei,
Mas os medos?
Deles nunca me livrarei.
Imagine um servo feudal, legalmente ligado à terra onde nasceu e à posição social em que nasceu, trabalhando desde o amanhecer até ao anoitecer, com ferramentas primitivas, para uma subsistência que ele deve compartilhar com o seu senhor, seus processos mentais enredados de medos e superstições. Imagine tentar explicar a este servo como é a estrutura social dos EUA do século XX. Você provavelmente terá dificuldades de o convencer de que tal estrutura social poderia existir, porque ele iria ver tudo que você descreveu a partir do contexto de seu próprio conhecimento da sociedade. Ele iria, sem dúvida, informá-lo, com um traço de superioridade presunçosa, que a menos que cada indivíduo que nasça na comunidade tenha um lugar específico e uma posição social permanentemente fixa, a sociedade iria rapidamente se deteriorar, se transformando num caos. De forma semelhante, dizer a um homem do século XX que o governo é mau e, portanto, desnecessário, e que teríamos uma sociedade muito melhor se não tivéssemos governo, é provável que isso provocasse um ceticismo educado... especialmente se nós não estivermos acostumados a pensar de forma independente. É sempre difícil imaginar o funcionamento de uma sociedade diferente da nossa e, particularmente, uma sociedade mais avançada. Isto acontece porque nós estamos tão acostumados à nossa própria estrutura social, que temos a tendência de considerar automaticamente cada faceta da sociedade mais avançada, no contexto de nossa própria, o que distorce o sentido da ideia.
"O multiculturalismo contemporâneo é mais um passo na mesma direção desumanizadora: um cigano ou um negro ou um árabe não é visto como uma pessoa como as outras, com as suas diferenças e idiossincrasias, mas meramente como um anúncio da sua etnia ou nacionalidade ou cor da pele.[...]
Uma parte importante dos males da humanidade resulta precisamente destas identificações tolas com mentalidades genéricas, pois sem isso dificilmente uma pessoa medianamente boa conseguiria matar ou torturar outro ser humano em boa consciência.[...]
A defesa multiculturalista do respeito pelas etnias ou religiões ou coisas do gênero é um efeito da velha incapacidade humana para ver outras pessoas como pessoas quando são ligeiramente diferentes.[...]
Atualmente, a moda de falar de 'O Outro' trai esta incapacidade para ver as pessoas como pessoas. Não há O Outro. Isto é um veneno mental que obriga a ver as outras pessoas como anúncios abstratos da alteridade e não como pessoas."
A causa #PeloDireitoDeSerVotado é um minusculo grão de areia em uma ostra chamada Brasil.
O povo unido em torno deste grão dará origem à democracia.
Eis que a paixão
Um fruto proibido
Que arde sem razão
Não pode ser vendido
Porem muitos n tem motivação
De semiá-lo por ter contido
A dor de um partido coração
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