Um dia Vamos nos Conhecer
Na casinha dos meus avós
Havia tramela nas porta e um pau que travava as janelas
O filtro era de Barro na tampa tinha um pano bordado a caneca pra beber a água era brilhosa de alumínio ficava ao lado do filtro
A vovó fazia bolo biscoitos de povilho no forno a lenha do lado de fora e no fogão de Barro fervia a água pro café moído na hora a casinha era simples mas a felicidade era enorme rodeada de alegria e tanta vida o vô no quintal ajeitava a enxada sua ferramenta de trabalho sustentou a família no roçado um exemplo a ser seguido a casinha da vovó tudo era tão simples o cheiro era tão bom de carinho e amor havia galinhas pintinhos o porco no chiqueiro
Não tinha vaca mas toda manhã bem cedo a vovó compra o leite do leiteiro que passava na charrete eu gostava do cavalo
O meu vovô tomava o café e saia pro trabalho
Tudo era bonito a vida simples não cobrava nada além do respeito à natureza e a única regra era viver em harmonia eu sempre pedia a benção a minha vozinha e o vovô
O tempo passou e o que ficou foram as melhores lembrança da minha vida a casinha do.meus avós
Que saudade se o tempo voltasse eu nunca mais crescinha.
A casinha da vovó
Marcio melo
Não passava de um passatempo para ti
Apenas servi para te livrar dessa tua tesão
Ainda pergunto-me se gostavas mesmo de mim
Mas a resposta é claramente um não
Eu apena uma adolescente sem noção
Acreditei em ti e ainda pedi perdão
Pensei que podias mudar
Só queria poder ajudar
O amor público é a gratificação: um alento para a nossa metamorfose.
O amor privado é um bônus: alento para o progresso, para a ordem e por fim, para nossa iluminação!
amar você é uma dadiva
um prazer e alegria.
amar você é reconhecer que os dias ruins são passageiros.
amar você é comer pizza no final de um dia exausto
e ficar muito feliz por isso.
amar você como todas as outras coisas é lindo também.
amar você
é cuidar de mim
e do meu coração,
porque meu coração
é tão cuidadoso como seu,
e é por isso que eles se completam.
amar você é simples como poesia,
eu rimo e cada palavra se encaixa
em um só verso,
e como eu me encaixo
amando você.
K.S
Em ti, meu amor, um templo se revela,
Onde a beleza reside, pura e singela.
Teu corpo, Sapekinha, obra prima divina,
Esculpido em encantos, que a alma fascina.
Cada curva, um traço de arte sem igual,
Um convite ao toque, um desejo imortal.
Na suavidade da pele, o calor que me aquece,
No contorno do corpo, o amor que floresce.
Teus olhos brilham, mas teu corpo irradia,
Uma luz própria, que me guia.
Sou o admirador humilde, que em ti encontra,
A mais pura poesia, que o coração aponta.
Que a minha admiração seja eterna,
Por essa beleza que me acende, serena.
Teu corpo, meu amor, é a canção que eu canto,
O meu mais belo verso, em cada encanto.
Nós já estamos no Ciclo Lunissolar(Alinhamento do Sol com a Lua, um Ciclo muito raro de acontecer) que se iniciou no dia 7 de setembro de 2021(5782 que é o ano no calendário hebraico) e termina em setembro em 2040 com um intervalo de 19 anos por Ciclo, esse Ciclo representa o período da Volta do Cristo Nazareno que é o "dia do Senhor" ou "dia do Juízo final" ou "Ano aceitável do Senhor" ou "Era Messiânica", onde o Mashiach Ben
David(Rei Messias) como os Judeus kabalistas praticantes da torá acreditam que ele irá voltar nesse Ciclo que é o tempo e as estações que Cristo falava ao Apóstolo São Pedro e os demais que estiveram próximo dele relatado no livro de Atos dos Apóstolos Cap. 1:7.
Eu já morri muitas vezes nessa vida...
Porque gente morre um pouquinho
Quando se perde alguém que ama...
Quando sofremos uma decepção...
Quando perdemos um bichinho de estimação...
A gente morre um pouquinho quando vamos alguém sofrendo e por mais que se queira ajudar não é possível...
Quando deixamos o lugar onde nascemos...
Quando nos deparamos com a traição...
A gente morre um pouquinho quando um projeto não deu certo...
Quando um amigo vai embora...
Quando deixamos de amar e alguém chora...
A gente morre um pouquinho quando os filhos deixam nossa casa...
Quando eles batem asas e passam a viver suas vidas...
A gente morre um pouquinho até que um dia de pouquinho em pouquinho a gente morre...
Renato Jaguarão.
Clareira no Fim da Sombra
Há um túnel que a noite tece,
De asfalto frio e ar que pesa,
Onde o eco de um pranto crepita E a dúvida,sinistra, visita.
Os passos são de chumbo e pó,
Cada instante um eterno só.
O ar,um véu de algodão cru, E o silêncio,um pesado atlas mudo.
Mas segue, alma, não cries morada Nesta galeria escura e alongada.
Pois mesmo onde a visão se apaga,
A esperança,sutil, não se afasta.
Ela é o fio de luz que não se vê,
A respiração do chão sob os pés.
É o grão de areia que teima em brilhar No granito mais duro a sussurrar.
Não é um clarão, um sol repentino,
É antes um trabalho pequeno e divino: É a gota que a rocha fende,
O fio de voz que te diz:“Espere.”
É a flor que racha o concreto,
O abraço no desamparo completo.
É a cor que volta ao branco e preto,
É o mapa quando estás desacerto.
Avista! Lá adiante, um ponto, um grão, Não é ilusão,não é traição. É a certeza de que a noite é fase, E a claridade encontrará sua estase.
Não é o fim da caminhada, não,
É a clareira após a escuridão.
É a prova,calma e serena,
De que a luz,por mais que doa, é plena.
Então respira fundo o ar que avança, Cada passo é uma nova esperança.
O túnel termina,a luz te banha,
E a alma encontra a sua própria montanha.
Solidão, em busca de um sentido
Na etérea calada, a brisa sussurra,
Um véu diáfano, em leveza pura.
A luz vespertina, em fulgor sutil,
Desvela a melancolia em perfil.
O pensamento, um hálito longínquo,
Numa voragem de afeto exíguo.
A alma, um arcano em mutismo profundo,
Caminha, errante, por este mundo.
O que eu sinto por ti não cabe em palavras
É como mergulhar em um oceano de definições e não saber me encontrar
Tão profundo como a extensa fossa
E tão belo quanto os raios de sol que refletem na água
De todas, você é a mais bela
É a que faz meu coração mudar de rotação
Esse seu jeito meigo me encanta
E me faz ter vontade de viver
Ter a ti em minha vida é como o meu mais lindo sonho
É como achar sentido nas mais complexas questões
Minha felicidade ao seu lado é genuína
Como uma carta de amor escrita à mão
Eu gostaria de lhe dizer tudo o que vejo
De te fazer enxergar com os meus olhos
Pois tua luz é capaz de curar qualquer cegueira
Tua luz é capaz de guiar ao mais perverso
Hoje convivo com o desprazer de não ter-te ao meu lado
E não sei como lidar com a dor que sinto em meu peito
Vejo em ti meu alicerce para o futuro
Vejo em ti a voz que rodeia o mudo
Pensar em você é como me debruçar em uma mistura de tristeza e felicidade
É como pensar em um mundo melhor
É como pensar na irmandade
Pois só tu és capaz de curar a mim
De enfaixar minhas feridas
De me fazer ter vontade de seguir
DIVERSÃO
O amor sorrateiro
Ė como um menino faceiro
Pula janela, invade quintais
Brinca no parque, se faz de tonto
Cai e levanta
E não tem tombo que chegue
É corajoso, não teme ninguém
* Poesia selecionada e publicada em 1º lugar pelo Concurso Poesia
Premiada, em 2019
O que faz uma pessoa AMAR verdadeiramente alguém? Talvez seria um corpo perfeito? Um rosto bonito? Sua inteligência? Ou seria, sua capacidade de AMAR a sua alma?
O AMOR não seria uma escolha?
Escolher Amar verdadeiramente, nos levaria a uma escolha, a escolha de amar suas imperfeições, suas qualidades, e até mesmo os mínimos detalhes.
O AMOR não é perfeito, perfeito é o que nos leva de fato a AMAR!
Elaine Santos 🌹
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