Um dia Vamos nos Conhecer

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Na casinha dos meus avós
Havia tramela nas porta e um pau que travava as janelas
O filtro era de Barro na tampa tinha um pano bordado a caneca pra beber a água era brilhosa de alumínio ficava ao lado do filtro
A vovó fazia bolo biscoitos de povilho no forno a lenha do lado de fora e no fogão de Barro fervia a água pro café moído na hora a casinha era simples mas a felicidade era enorme rodeada de alegria e tanta vida o vô no quintal ajeitava a enxada sua ferramenta de trabalho sustentou a família no roçado um exemplo a ser seguido a casinha da vovó tudo era tão simples o cheiro era tão bom de carinho e amor havia galinhas pintinhos o porco no chiqueiro
Não tinha vaca mas toda manhã bem cedo a vovó compra o leite do leiteiro que passava na charrete eu gostava do cavalo
O meu vovô tomava o café e saia pro trabalho
Tudo era bonito a vida simples não cobrava nada além do respeito à natureza e a única regra era viver em harmonia eu sempre pedia a benção a minha vozinha e o vovô
O tempo passou e o que ficou foram as melhores lembrança da minha vida a casinha do.meus avós
Que saudade se o tempo voltasse eu nunca mais crescinha.


A casinha da vovó
Marcio melo

Não passava de um passatempo para ti
Apenas servi para te livrar dessa tua tesão
Ainda pergunto-me se gostavas mesmo de mim
Mas a resposta é claramente um não
Eu apena uma adolescente sem noção
Acreditei em ti e ainda pedi perdão
Pensei que podias mudar
Só queria poder ajudar

Toda jornada chega à um fim.

— Anthony Howard Stark.

Educar é fazer do erro uma lição, não um castigo.

O amor público é a gratificação: um alento para a nossa metamorfose.
O amor privado é um bônus: alento para o progresso, para a ordem e por fim, para nossa iluminação!

⁠⁠amar você é uma dadiva
um prazer e alegria.
amar você é reconhecer que os dias ruins são passageiros.
amar você é comer pizza no final de um dia exausto
e ficar muito feliz por isso.
amar você como todas as outras coisas é lindo também.
amar você
é cuidar de mim
e do meu coração,
porque meu coração
é tão cuidadoso como seu,
e é por isso que eles se completam.
amar você é simples como poesia,
eu rimo e cada palavra se encaixa
em um só verso,
e como eu me encaixo
amando você.
K.S

Em ti, meu amor, um templo se revela,
Onde a beleza reside, pura e singela.
Teu corpo, Sapekinha, obra prima divina,
Esculpido em encantos, que a alma fascina.


Cada curva, um traço de arte sem igual,
Um convite ao toque, um desejo imortal.
Na suavidade da pele, o calor que me aquece,
No contorno do corpo, o amor que floresce.


Teus olhos brilham, mas teu corpo irradia,
Uma luz própria, que me guia.
Sou o admirador humilde, que em ti encontra,
A mais pura poesia, que o coração aponta.


Que a minha admiração seja eterna,
Por essa beleza que me acende, serena.
Teu corpo, meu amor, é a canção que eu canto,
O meu mais belo verso, em cada encanto.

Nós já estamos no Ciclo Lunissolar(Alinhamento do Sol com a Lua, um Ciclo muito raro de acontecer) que se iniciou no dia 7 de setembro de 2021(5782 que é o ano no calendário hebraico) e termina em setembro em 2040 com um intervalo de 19 anos por Ciclo, esse Ciclo representa o período da Volta do Cristo Nazareno que é o "dia do Senhor" ou "dia do Juízo final" ou "Ano aceitável do Senhor" ou "Era Messiânica", onde o Mashiach Ben
David(Rei Messias) como os Judeus kabalistas praticantes da torá acreditam que ele irá voltar nesse Ciclo que é o tempo e as estações que Cristo falava ao Apóstolo São Pedro e os demais que estiveram próximo dele relatado no livro de Atos dos Apóstolos Cap. 1:7.

“A dor de um processo nos faz entender que a cura vem somente de Jesus.”

Cada passo que marcarmos tem de ser sempre em direção ao alvo — mesmo que seja um passo atrás.

“Olhar o mundo e sentir um infinito de ternura.”

⁠“Um tiro, um tombo, uma tromba que tomba… Marfim, Mau Fim!”

“Triste, como os dias cinzentos, na beira de um mar que, distante, ondeia sem rumo.”

“Há um nada que me segue insistente e mesmo indolente me flagela.”

Eu já morri muitas vezes nessa vida...
Porque gente morre um pouquinho
Quando se perde alguém que ama...
Quando sofremos uma decepção...
Quando perdemos um bichinho de estimação...
A gente morre um pouquinho quando vamos alguém sofrendo e por mais que se queira ajudar não é possível...
Quando deixamos o lugar onde nascemos...
Quando nos deparamos com a traição...
A gente morre um pouquinho quando um projeto não deu certo...
Quando um amigo vai embora...
Quando deixamos de amar e alguém chora...
A gente morre um pouquinho quando os filhos deixam nossa casa...
Quando eles batem asas e passam a viver suas vidas...
A gente morre um pouquinho até que um dia de pouquinho em pouquinho a gente morre...

Renato Jaguarão.

Clareira no Fim da Sombra


Há um túnel que a noite tece,
De asfalto frio e ar que pesa,
Onde o eco de um pranto crepita E a dúvida,sinistra, visita.


Os passos são de chumbo e pó,
Cada instante um eterno só.
O ar,um véu de algodão cru, E o silêncio,um pesado atlas mudo.


Mas segue, alma, não cries morada Nesta galeria escura e alongada.
Pois mesmo onde a visão se apaga,
A esperança,sutil, não se afasta.


Ela é o fio de luz que não se vê,
A respiração do chão sob os pés.
É o grão de areia que teima em brilhar No granito mais duro a sussurrar.


Não é um clarão, um sol repentino,
É antes um trabalho pequeno e divino: É a gota que a rocha fende,
O fio de voz que te diz:“Espere.”


É a flor que racha o concreto,
O abraço no desamparo completo.
É a cor que volta ao branco e preto,
É o mapa quando estás desacerto.


Avista! Lá adiante, um ponto, um grão, Não é ilusão,não é traição. É a certeza de que a noite é fase, E a claridade encontrará sua estase.


Não é o fim da caminhada, não,
É a clareira após a escuridão.
É a prova,calma e serena,
De que a luz,por mais que doa, é plena.


Então respira fundo o ar que avança, Cada passo é uma nova esperança.
O túnel termina,a luz te banha,
E a alma encontra a sua própria montanha.

Solidão, em busca de um sentido

Na etérea calada, a brisa sussurra,

Um véu diáfano, em leveza pura.

A luz vespertina, em fulgor sutil,

Desvela a melancolia em perfil.

O pensamento, um hálito longínquo,

Numa voragem de afeto exíguo.

A alma, um arcano em mutismo profundo,

Caminha, errante, por este mundo.

O que eu sinto por ti não cabe em palavras
É como mergulhar em um oceano de definições e não saber me encontrar
Tão profundo como a extensa fossa
E tão belo quanto os raios de sol que refletem na água


De todas, você é a mais bela
É a que faz meu coração mudar de rotação
Esse seu jeito meigo me encanta
E me faz ter vontade de viver


Ter a ti em minha vida é como o meu mais lindo sonho
É como achar sentido nas mais complexas questões
Minha felicidade ao seu lado é genuína
Como uma carta de amor escrita à mão


Eu gostaria de lhe dizer tudo o que vejo
De te fazer enxergar com os meus olhos
Pois tua luz é capaz de curar qualquer cegueira
Tua luz é capaz de guiar ao mais perverso


Hoje convivo com o desprazer de não ter-te ao meu lado
E não sei como lidar com a dor que sinto em meu peito
Vejo em ti meu alicerce para o futuro
Vejo em ti a voz que rodeia o mudo


Pensar em você é como me debruçar em uma mistura de tristeza e felicidade
É como pensar em um mundo melhor
É como pensar na irmandade


Pois só tu és capaz de curar a mim
De enfaixar minhas feridas
De me fazer ter vontade de seguir

DIVERSÃO


O amor sorrateiro
Ė como um menino faceiro
Pula janela, invade quintais
Brinca no parque, se faz de tonto
Cai e levanta
E não tem tombo que chegue
É corajoso, não teme ninguém


* Poesia selecionada e publicada em 1º lugar pelo Concurso Poesia
Premiada, em 2019

O que faz uma pessoa AMAR verdadeiramente alguém? Talvez seria um corpo perfeito? Um rosto bonito? Sua inteligência? Ou seria, sua capacidade de AMAR a sua alma?
O AMOR não seria uma escolha?
Escolher Amar verdadeiramente, nos levaria a uma escolha, a escolha de amar suas imperfeições, suas qualidades, e até mesmo os mínimos detalhes.
O AMOR não é perfeito, perfeito é o que nos leva de fato a AMAR!






Elaine Santos 🌹