Um dia Vamos nos Conhecer
A certeza que amar enlouquecia, corroía, dava medo, dava um ciúme filho da mãe, dava uma saudade idiota de mulherzinha romântica, uma vontade besta de estar junto o tempo todo como uma mulherzinha sem vida própria.
O teu jeito de ser me conquistou
de um jeito que eu não sei dizer
Eu queria esclarecer
Que no pensamento você nunca sumiu
Toda noite, todo dia eu me lembro de você
Então me dá uma pista ou pelo menos um olhar
Eu quero você, não agüento mais sonhar
Então me dá um mapa ou alguma direção
Ou um jeito de tocar seu coração
Pode ter certeza de que quando eu entrar
Eu não vou sair pra nenhum outro lugar
Pois nesse tempo longe eu não pude esquecer
Tudo isso indica que o que eu quero é você
Se mesmo assim você nunca me ouvir
Ouça essa canção que eu fiz pra você
Pense nisso tudo que eu te digo aqui
Tudo que eu quero é fazer você feliz
Quero seus olhinhos olhando pra mim
Quero uma história simples, simples e sem fim
Quero tudo o que eu puder, mas sempre ao seu lado
Se você for uma droga,quero está sempre chapado de você
Eu só queria esclarecer...
Tudo o que eu sinto por você...
Sempre ao seu lado viver
O TEMPO
Há um juiz chamado TEMPO que coloca tudo em seu devido lugar, sem exceção.
Cada rei em seu trono, cada palhaço no seu circo, cada fantasma em seu castelo.
Cada um recebe o que semeou...
Tudo o que pensa voltará para você, mesmo que, em alguns casos, isso leve um bom TEMPO para acontecer. Mas, no final, essa verdade prevalece...
Precisa apenas ter paciência...
Todo nosso ser gera um tipo de linguagem, e tem um impacto em todos que nos rodeiam.
Afinal, somos livres para fazermos o que quisermos, mas ninguém poderá se livrar das consequências futuras, por que, mais cedo ou mais tarde, esse juiz, “o TEMPO”, dará razão para os que as têm...
Por isso, faça com que seus atos digam mais que suas palavras; que sua responsabilidade seja um reflexo de sua essência, e que consiga lutar para, depois, os pensamentos nunca duvidarem da capacidade do TEMPO de oferecer o que você merece... mesmo que não acredite nisso!
O TEMPO é um juiz muito sábio! Jamais dará sua sentença de imediato. Mas ELE sempre dará razão à pessoa certa...
ELE é tão sábio que apenas não te julgará pelos seus atos, mas também te ensinará que a tristeza passa e que nada dura pra sempre
ELE ensinara que a experiência que você adquire com o passar do TEMPO, irá ajudá-lo a amadurecer e crescer...
Mostrará que os amigos de verdade se contam nas linhas das mãos e, apenas, dessa forma!
O TEMPO é um professor cruel...! Primeiro ele te aplica a prova e depois lhe ensinar a lição... ELE te mostra quem vale ou não a pena; quem realmente se importa e quem jamais deixou de se importar.. quem acredita e quem nunca acreditou.
Valorize, pois, quem permaneceu ao seu lado nos momentos bons, mas, principalmente, naqueles momentos mais difíceis. Afinal, qualquer um poderia ter estado ao seu lado; porém, os que ficaram em ambas as situações são os verdadeiros amigos....
Não perca TEMPO atrás de pessoas que não te valorizam e lembre-se sempre de que o TEMPO acaba um dia. ELE um recurso valioso para durar eternamente...
Então aproveite a ocasião que se apresenta a você, sem se importar o quão pequena ela seja, mas não deixe que as oportunidades perdidas te atormentem nos anais do TEMPO. E lembre-se! Dê tempo ao tempo! Às vezes, as coisas não acontecem como desejamos, mas acontecem como o TEMPO deseja....
Derrubar um governo tirânico com a ajuda militar é bom, derrubá-lo pela via parlamentar é melhor, derrubá-lo pela pura iniciativa popular é a perfeição da democracia.
- O tempo é fluido por aqui – disse o demônio.
Ele soube que era um demônio no momento em que o viu. Assim como soube que ali era o inferno. Não havia nada mais que um ou outro pudessem ser.
A sala era comprida, e do outro lado o demônio o esperava ao lado de um braseiro fumegante. Uma grande variedade de objetos pendia das paredes cinzentas, cor de pedra, do tipo que não parecia sensato ou reconfortante inspecionar muito de perto. O pé-direito era baixo, e o chão, estranhamente diáfano.
– Chegue mais perto – ordenou o demônio, e ele se aproximou.
O demônio era magro como uma vara e estava nu. Ele tinha muitas cicatrizes, parecia ter sido esfolado em algum momento num passado distante. Não tinha orelhas nem genitais. Os seus lábios eram finos e ascéticos, e os olhos eram olhos de demônio: tinham visto demais e ido muito longe, e frente ao seu olhar ele se sentiu menor que uma mosca.
– O que acontece agora? – ele perguntou.
– Agora – disse o demônio com uma voz que não demonstrava sofrimento nem deleite, somente uma horripilante e neutra resignação – você será torturado.
– Por quanto tempo?
O demônio balançou a cabeça e não respondeu. Ele percorreu lentamente a parede, examinando um a um os instrumentos ali pendurados. Na outra extremidade, perto da porta fechada, havia um açoite feito de arame farpado. O demônio o apanhou com uma de suas mãos de três dedos e o carregou com reverência até o outro lado da sala. Pôs as pontas de arame sobre o braseiro e observou enquanto se aqueciam.
– Isso é desumano.
– Sim.
As pontas do açoite ganharam um baço brilho alaranjado.
– No futuro, você vai sentir saudade desse momento.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o demônio. – A próxima parte é ainda pior – explicou pouco antes de descer o açoite.
As pontas do açoite atingiram nas costas do homem com um estalo e um chiado, rasgando as roupas caras. Elas queimavam, cortavam e estraçalhavam tudo o que tocavam. Não pela última vez naquele lugar, ele gritou.
Havia duzentos e onze instrumentos nas paredes da sala, e com o tempo, ele iria experimentar cada um deles.
Por fim, a Filha do Lazareno, que ele acabou conhecendo intimamente, foi limpa e recolocada na parede na ducentésima décima primeira posição. Nesse momento, por entre os lábios rachados, ele soluçou:
– E agora?
– Agora começa a dor de verdade – informou o demônio.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, que teria sido melhor não ter feito. Cada mentira que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, e todas as grandes mágoas. Cada uma dessas coisas foi arrancada dele, detalhe por detalhe, centímetro por centímetro. O demônio descascava a crosta do esquecimento, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que você pensou quando a viu indo embora – exigiu o demônio.
– Pensei que meu coração ia se partir.
– Não, não pensou – contestou o demônio, sem ódio. Dirigiu seu olhar sem expressão para o homem, que se viu forçado a desviar os olhos.
– Pensei: agora ela nunca vai ficar sabendo que eu dormia com a irmã dela.
O demônio desconstruiu a vida do homem, momento por momento, um instante medonho após o outro. Isso levou cem anos ou talvez mil – eles tinham todo o tempo do universo naquela sala cinzenta. Lá pelo final, ele percebeu que o demônio tinha razão. Aquilo era pior que a tortura física.
Mas acabou.
Só que, quando acabou, começou de novo. E com uma consciência de si mesmo que ele não tinha da primeira vez, o que de certa forma tornava tudo ainda pior.
Agora, enquanto falava, se odiava. Não havia mentiras nem evasivas, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
Ele falava. Não chorava mais. E, quando terminou, mil anos depois, rezou para que o demônio fosse até a parede e pegasse a faca de escalpelar, ou o sufocador, ou a morsa.
– De novo – ordenou o demônio.
Ele começou a gritar. Gritou durante muito tempo.
– De novo – ordenou o demônio quando ele se calou, como se nada houvesse sido dito até então.
Era como descascar uma cebola. Dessa vez, ao repassar sua vida, ele aprendeu sobre as consequências. Percebeu os resultados das coisas que fizera; notou que estava cego quando tomou certas atitudes; tomou conhecimento das maneiras como infligira mágoas ao mundo; dos danos que causara a pessoas que mais conhecera, encontrara ou vira. Foi a lição mais difícil até aquele momento.
– De novo – ordenou o demônio, mil anos depois.
Ele agachou no chão, ao lado do braseiro, balançando o corpo de leve, com os olhos fechados, e contou a história de sua vida, revivendo-a enquanto contava, do nascimento até a morte, sem mudar nada, sem omitir nada, enfrentando tudo. Abriu seu coração.
Quando acabou, ficou sentado ali, de olhos fechados, esperando que a voz dissesse: “de novo”. Porém, nada foi dito. Ele abriu os olhos.
Lentamente, ficou de pé. Estava sozinho.
Na outra ponta da sala havia uma porta, que, enquanto ele olhava, se abriu.
Um homem entrou. Havia terror em seu rosto, e também arrogância e orgulho. O homem, que usava roupas caras, deu alguns passos hesitantes pela sala e parou.
Ao ver o homem, ele entendeu.
- O tempo é fluido por aqui – disse ao recém-chegado.
Sabedoria é entender que um ignorante pode falar coisas sabias e que um sábio as vezes pode ser ignorante !
Um, dois, O Freddy vem te pegar,
Três, quatro, é melhor trancar a porta.
Cinco, seis, agarre seu crucifixo,
Sete, oito, fique acordado até tarde.
Nove, dez, não durma nunca mais
Sempre um vai ceder mais que o outro, mas não devemos esperar reconhecimento, pois estamos fazendo de graça e para quem amamos.
Ela não tem ideia de com quem ela está se relacionando. Talvez essa seja a chave para um relacionamento bem sucedido.
Eu te chamava de amor, mas aí eu me dei conta que amor era só uma parte de mim, e você não é uma parte de mim. Você é eu por completo, e foi ai que eu comecei a te chamar de vida.
E talvez amadurecer signifique que você não precisa ser uma personagem seguindo um roteiro. É saber que você é a autora.
Declaração
Coração;
Estou me deixando levar, entregando-me a uma emoção, um sentimento novo, uma coisa que achei que não existisse mais.
Estou me entregando, me abrindo, me deixando levar...
Tenho medo mas não quero parar, essa sensação está me fazendo muito bem.
Apesar das noites mal dormidas, o cansaço para esses momentos desaparece. São momentos intensos, são momentos de ternura, são momentos de encantamento...
Falar sobre essa nova antiga maneira de amar é difícil, difícil expressar em palavras o que o sentimento quer dizer.
A ansiedade em demonstrar tamanho carinho e emoção aumenta a cada dia, a cada hora, a cada minuto, a cada instante...
A tensão e o receio da não reciprocidade assola todos esses momentos mas a compensação da possível correspondência é tão maior que faz tudo valer a pena, todos os riscos...
Não quero nunca pressionar um coração como o meu foi pressionado, quero libertar-me e libertá-lo. Não quero um amor egoísta, quero ser feliz e quero que seja feliz também...
Mesmo que a minha felicidade se resuma em vê-lo em paz e tranquilidade, com alguém que mereça seu amor e o ame tão intensamente quanto eu, aqui do outro lado do Atlântico.
Sapatilhas da Alma!
São fabricadas como um calçado normal, um pouco exóticas, porém sem sentindo nenhum, pois é no mínimo estranho alguém calçar algo com um gesso na ponta, com madeira na sola... Só passam a ter sentido quando são colocadas nos pés e tomam vida e são usadas por “princesas”, “fadas”, “cisnes”... Mas ao mesmo tempo em que proporcionam magia, trazem realidade, machucados, dores, bolhas... Coisas que você antes não deixava nenhum calçado fazer com seus pés, mas as sapatilhas são diferentes, porque elas machucam os pés, mas curam a alma.
Há pessoas que irão achar que é fácil, que não dói. Quando você fizer alguém pensar dessa forma, é porque está a usando corretamente, pois não é apenas coloca-la nos pés, você tem que coloca-las com a consciência que elas vão te levar para outro mundo, esquecer o que vive.
O momento certo de começar a usar uma, é quando a pessoa não quer usar para poder se sentir bailarina, mas quando já se sente uma bailarina, e é. Quando olha para ela depois de uma apresentação e percebe que ela vale muito mais do que foi pago, vê que ela não fez ficar nas pontas dos pés, mas sim que a fez voar.
Muitas vão olhar para elas guardadas no armário por não usarem mais, e irão lembrar-se de todos os sentimentos que sentiram ao usá-las, porque elas não “guardaram” seus pés, mas sim suas memórias, mesmo que velhas que rasgadas. Você pode ver fotos, vídeos com ótima qualidade, mas só sentirá como foi, o que sentiu, quando tocar nelas, porque sem elas você nunca teria sido uma princesa, você continuaria achando que liberdade era andar descalça.
As sapatilhas não tem pé direito nem esquerdo porque não foram feitas para os pés, foram feitas para o coração usar.
Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.
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