Um dia Percebemos Mário Quintana
“Que nossas virtudes sejam sempre as mais nobres, para que sobrepuje os nossos defeitos.”
(Mário Luíz)
Erradicar os preconceitos! Coisa que somente o tempo de convivência é capaz...
(Saul Belezza -Mario Valen)
Como as esculturas
nascidas prontas
na Natureza e libertadas
pelo Mário Avancini,
Sou eu a esculpir
poemas com os versos
capturados no ar
para seduzir e encantar,
e jogando bem alto
conseguir te conquistar.
Perguntas sem respostas é o que mais temos, ao nos ver.
Porque de nada sabemos, percebemos no viver.
A medida que envelhecemos, é que percebemos que um relógio de R$ 300,00 ou um de R$ 30,00, marcam sempre a mesma hora de ir embora!
As pessoas não estão preparadas pra vivenciar outros seres descaídos, doentes, largados, desempregado.
Acostumamos a ver somente o belo, o arrumadinho e enfeitado.
Se nos apresentarmos maltrapilhos e mostrando-se moribundos, ainda que de fachada, só pra impressionar, todos sem exceção fazem cara de dó.
Alguns indicam e convidam pra irem a igreja de assídua pratica.
Outros farão até vaquinha, mas jamais ousarão oferecer sua convivência, pois reiteram que em um dado momento os que recebem ajuda em breve os trairá.
Ai vem em minha imaginação.
Será que só nos reconhecemos uns nos outros se aparentarmos bem, felizes e livre de todo mau, se estivermos feito ou igual a uma foto; ali estática bela e bonita, mas ainda sim uma foto, mesmo que já em óbito,
O amor nos cega, mas quando recuperamos a visão, percebemos que fizemos tudo por alguém que tava cagando prós nossos sentimentos.
Somos cegos de consciência, andamos de olhos abertos e ainda sim necessitamos de um braço condutor por não perceber nossas prioridades evolutivas...
Queremos, às vezes, que as coisas voltem ao normal. Que amigos voltem a ser o que eram. Coisas diferentes. Na verdade, não percebemos que queremos que tudo seja como antes e isso não irá acontecer. Nunca.
Tanto tempo procurando o paraíso e nem percebemos que, muito mais que uma boa vista, o paraíso é estar em paz de espírito
onde quer que estivermos.
No final percebemos que o destino não importa, e sim o caminho percorrido e as pessoas que te acompanharam.
Aceitamos estar em lugares ou situações ruins acreditando que vai melhorar, mas nada muda por acaso; ou agimos com a nossa própria luz ou a luz de pessoas próximas influencia no desprendimento do que nos faz infeliz e não percebemos!
Como num encanto, entramos na vida de alguém.
Eventualmente, no nosso caminho alguém chega de mansinho.
E quando percebemos, lá permanece estando.
Qual é o tamanho da sua mentira? Se considerarmos que a realidade que percebemos é, na verdade, uma ilusão, todas as nossas medidas se tornam apenas a magnitude dessa falsa percepção.
