Um dia Percebemos Mário Quintana
O que fui, sou e serei...
Serei um eterno apaixonado pela vida
Enquanto ela me oferecer o ar,
O mar, o sol, a terra e o luar.
Onde eu possa ser o meu ser
E dela viver... e dela amar.
Não me importa os bens
que um dia conquistei.
Importam-me os quais
Eu pretendo seguir:
A amizade...
o amor, o carinho, a alegria,
A parceria, o sorriso... a felicidade.
A felicidade de viver momentos intensos.
De ter sido verdadeiro, honesto, sincero,
Companheiro.... amigo.
De quem me deu um abrigo
Por livre arbítrio a me amparar.
E os meus sonhos?
Nem todos serão realizados.
Por que eu sonho muito mais que um sonho.
Sonho por que não me oponho
Do privilégio louco de sonhar.
E enquanto sonho
Vou seguindo em frente,
Vou sendo valente.
Sem deixar de sonhar.
Por que o sonho é minha energia
Por que o sonho me contagia
Por que o sonho me faz respirar.
E na sabedoria perfeita
Deus me fez um ser iluminado.
Por que tenho quase tudo que desejo
Mas quase não é presente
Não é ser clemente,
Nem muito menos agrado.
Quase, é tudo aquilo que eu mereço
É o círculo completo do meu rosário.
Que possui fases distintas
Que me fez crescer de alma limpa
Sem fugir do meu mundo imaginário.
E com amor dou-me à vida
Em oferenda à tudo que sou
Ao que fui... ao que ainda vou ser.
Por que sou filho
De quem o mundo criou
E vim aqui para aqui vencer.
"As vezes vivemos por anos em um labirinto, nos perguntando onde seria a saída e quando a achariamos. Mas quando finalmente estivermos pronto para encontrar, no fim vai ter algo bom a nós esperar".
Às vezes são precisos dias, meses ou anos para construir uma história de amor, mas para terminar essa história só são precisos alguns segundos.
Quando alguém te deixar triste, lembre-se que também existe alguém que pode te arrancar muitos sorrisos"
Menina tu não fazes a ideia de quanto eu te quero, andar de mãos dadas contigo. Sentir ciúmes do condutor de autocarro. Ti irritar por ter lavado mal os pratos, limpar as lagrimas porque sorriu além da conta. Menina eu quero me habituar às tuas chatices, raivas, nudez rostos dos nossos filhos. Ainda mais quero-te sem te querer longe das minhas mãos e braços ao longo dos anos por vir.
ontem a noite estava a passear com a minha maquina fotográfica na calma noite da cidade. ouvi a alguma distancia uma musica ao tom do calmo vento que fazia e pus-me a pensar na possibilidade do som, a sua velocidade até mim, fotografei tempo e as ondas do som, ficou o momento e o som continuou nas suas ondas, eu continuei a andar. vi duas passarinhas a andarem abraçadas com asas no ar, mas com indícios de já terem habituados ao mundo dos homens, eles ao me virem choraram, por terem sentido os sentimentos. fotografei o choro. alguma coisa daquele momento tinha a ver comigo. ao lavar a foto descobri a mesma doença. sofríamos da doença de saudade e do mal da distancia de casa.
Saudade é uma chateação, chantagem em viagem na razão, meio ferida e quase cicatrizes por sarar no interior e corredor da distância.
Foram jovens os velhos
mas a vida se foi indo
tremeluzindo no espelho
e serão velhos os jovens
mas não o divulguemos
que até as paredes ouvem
