Um dia a Gente se Conheceu

Cerca de 425395 frases e pensamentos: Um dia a Gente se Conheceu

⁠Se um dia eu voltar onde morei,
não será pelas pessoas do lugar.
Será apenas encontro com o passado,
uma emoção que eu buscarei recordar...
Para quem nunca me considerou de fato,
dou o silêncio, não por ser ingrato.
É que a distância ensina a superar...

Inserida por evertonlimaoficial

Se os formados com curso superior, falam tanto em evolução do cérebro, então isto um dia estará pior!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Luto ainda! Ainda! Sim!
Luto, por aquilo que não consegui.
Mas que um dia terei, enfim!
Pois, não o tive, neste tempo aqui.


Mas luto, contra mim!
Contra, tudo e todos!
Pois, vim cá, para lutar, assim.
Contra, vós e outros…


Ele, me ordenou, pois:
Luta, ainda, ainda, sim,
Ontem, amanhã e hoje!


Eis qu’essa luta, findará
E virás, um dia a mim!
Onde, não há lutas, cá!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Nulo

E vi um novo dia, no tempo, do amanhecer,
e nesse dia não havia nenhum temer!...
As aves do céu voavam em arcos brancos,
feitos com a luz do sol, neles tantos.

Neste dia os homens, com os meninos,
muito brincavam, no lindo jardim!...
Junto das águas do rio de cristal, sim!
Cavalos brancos corriam muitos,!

E entre as feras da selva, jamais,
se via qualquer acto de vida tirar.
Mas havia, muito repouso muito mais!

Em toda a terra, o céu era azul,
e o vento tinha um suave soprar,
de modo que o movimento era nulo!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Dormi


Estava cansado.
Então adormeci...
Foi um dia de enfado.
Parecia, que jamais teria fim.

Dormi, dormi...
Não sei por quanto tempo?!
Não me lembro.
Dessa noite em si...

Uma cousa sei.
Passou o enfadado dia.
A longa noite, terminei.

Assim acordei...
Ao som de uma música que ouvia.
O dia esse! n´ele jamais cansaço terei!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Capítulo 3

Saindo da Ignorância

Capítulo 3

Era o dia 1 de Outubro de 1970. Estava uma manhã um pouco fria, mas com algum sol, enquanto o senhor Gerónimo, estava no seu trabalho de dar comida às suas vacas, Maria Lúcia foi levar o Pedrinho à escola de Terras de Cima. Neste dia era para se fazer as matrículas. O Pedro era uma criança muito nervosa e tímida. A professora estava a receber os pais com os meninos. A senhora professora era a Dona Maria Cristina; vestia uma bata branca. Naquele dia depois das matrículas os alunos vinham com as mães. A sala de aula naquele tempo, do século XX, era mesmo só para os rapazes. As raparigas frequentavam outra sala da parte da tarde, com outra professora. A escola só começava no dia 7 de Outubro. Na abertura da escola, Pedro começou a chorar, dizendo " Eu não quero ficar aqui! Eu quero a minha mãe! " .

Com a criança aos gritos, a pobre mãe deixou-o ficar na escola, na sala de aula, e veio para casa. A professora veio junto dele para tentar que ele se acalmasse. Por fim, teve sucesso nessa tarefa. Começou por chamar os meninos e ensiná - los, que quando ouvissem o seu nome, deveriam dizer "presente". Depois disse para eles rezarem um "Pai nosso" e uma "Avé Maria"; Mas havia um menino que era da religião "Testemunhas de Jeová" Este não sabia rezar nada. Os outros iam rezando e rindo, porque ele ficou calado. Eram tempos difíceis, enfim como se toda a pessoa tivesse que ser Católica!.

No primeiro dia de aulas, apenas fizeram muitos desenhos. Depois por volta das 13.00 horas, saíram. Pedrinho foi para Casa com seu primo (primo terceiro e colega) José Tolentino. A sala tinha 3 classes: a 1.a classe, a terceira e a quarta. A professora dava aulas às 3 classes. Certamente todos se iam habituar à escola. Pedrinho também se habituou. Mas coisas mal feitas sempre houve e naquele tempo o ensino era uma farsa. Era o tempo da "Velha Senhora". Os meninos que eram considerados engraxadores, por trazerem um ramo de flores à professora, esses eram os que a senhora mais gostava. Os restantes eram postos de parte, pela Dona Maria Cristina. Sendo assim só progredia no ensino e na apreensão das contas, na leitura, na escrita e em toda a matéria, quem a senhora quisesse ajudar. Pedro foi posto de parte desde os primeiros dias de aulas. Então passou - se o ano lectivo sem o Pedro aprender nada. Não sabia fazer contas nem ler ou escrever. Por isso a professora batia às vezes nos alunos com uma régua muito grossa de madeira, principalmente quando davam erros nos ditados. Também os meninos mais velhos batiam nos mais novos, o que era um ato de coboardia. No final do ano, a mãe de Pedro, foi perguntar à professora, "Porque ele não passou de classe?" Ao que está respondeu " Ele não sabe nada e também não brinca com os outros meninos!" Maria Lúcia guardava tudo isto no coração, pois não valia de nada reclamar! Não adiantava mesmo nada!

Ele já tinha quase 8 anos, ( Porque um ano antes não o tinham deixado entrar na escola por ser muito novo). Assim ficou dois anos na 1 - a classe. Depois passou para a segunda classe, porque sua irmã mais velha, lhe ensinou as contas de dividir e as outras matérias. Foi então que passou para a terceira classe. Nesta classe, no fim do ano lectivo a professora voltou a dizer -lhe "Você este ano não passa de classe, pois não sabe nada, você é um "burro"!"

Às vezes quando a professora saia, para ir à sala da outra professora ao lado, deixava um aluno no quadro a apontar o nome dos colegas que se portavam mal, ou que este dizia, que se portavam mal. Quando a senhora chegasse, acertava as contas com eles. Algumas vezes eram feitas injustiças, tudo por causa do engraxador que apontava o nome de quem não tinha feito nada de mal. Mais uma vez, a mãe de Pedro, foi falar com a senhora professora. Esta disse" Ele não sabe nada!" Assim ficou Pedro mais 2 anos na terceira classe. Depois passou para a 4 - a classe. Nesse ano veio finalmente uma nova professora .Nova na escola e nova na idade. Isto já depois do 25 de Abril de 1974. Era uma jovem professora, que tinha saído do Magistério Primário. O seu nome era Sílvia Baiona. Graças a esta professora nova, Pedro saiu da ignorância, fez a 4 - a classe, já com 13 anos, em 1976. Mas também o país estava "saindo da Ignorância "!

FIM

MÁRIO DIAS

Inserida por Helder-DUARTE

⁠"Meta"


Hoje dia 18 e Fevereiro de 2022, ouvimos que houve um ataque à rede bancária em Portugal. Pois isto não é mais nem menos, do que uma sequência de tudo o que tem acontecido. Há alguém por de trás de tudo isto, com um objectivo a atingir. Ou seja alguém está a pretender alcançar uma meta. Esse alguém tem um fim a atingir. Comecemos com a " pandemia. Esta esteve no mundo, sem dúvida não por acaso. Ela aconteceu para preparar algo que vai acontecer. Em todo o mundo de repente, não houve mais liberdade. Sem sabermos bem porquê, de repente todos ficamos com as várias medidas de restrições que afectaram toda a nossa liberdade. Depois tivemos um ataque informático à rede de telecomunicações. Outro ataque ao Facebook. Mais um ataque, a uma estação de televisão. Mais um, a um laboratório de análises. Já se ouve um pensamento, que o mundo depois da pandemia não será o mesmo. Diz-se que vai haver uma nova ordem no mundo, ou seja é preciso mudar para chegar a um objectivo específico. O mundo tem que mudar! Todo o mundo no seu sistema é vulnerável. Por isso temos que aperfeiçoar os sistemas de vária ordem no mundo. Prepar-se todo o humano para mudar para o "Meta". Há como que um apelo para que todos estejam unidos no mesmo caminho. Pois a mim, parece-me que quem está a comandar tudo isto são os que apoiam a " besta" do capítulo 13 de Apocalipse. Tudo isto é uma preparação para aceitar o Anticristo. Não foi por acaso que Facebook mudou de nome para Meta.

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Será que nós temos consciência, que temos que prestar contas um dia ao Senhor Jesus Cristo!? Então porque condenar sempre tudo e todos de um modo qualquer?

Inserida por Helder-DUARTE

Religiões

Um dia na minha adolescência Deus falou comigo e me disse " Não estejas preocupado com as religiões do mundo! Mas preocupa-te com a verdade! Sim a verdade! Segue a verdade"! Ainda hoje penso nisto e me interrogo "Até que ponto é que eu segui a verdade "?

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Eu o amo

Bem para já há uma coisa! Eu não compreendo Deus! Talvez um dia eu compreenda. Se amo a Deus não me faz falta saber essas coisas. Simplesmente eu aceito Deus como Ele é. Pela fé eu creio que ele é o " Eu sou"! Lamento mas eu por mim próprio não preciso saber mais nada. Na verdade não me interessa compreender racionalmente Deus. Mas no fundo eu até o compreendo . Só que ao meu modo e não ao modo do Arminianismo. Sim ! Ao meu modo, como eu entendo "Deus quer salvar todas as pessoas"! Talvez Deus até o faça! Pois mais uma vez digo pela fé, para mim, Deus não falha. Então se não falha, não falhou! Simplesmente não falha! Por isso eu o amo!

Inserida por Helder-DUARTE

Tudo que vai,
Um dia revolta.

Inserida por michelfm

Se for um presente é irrecusável,
Para todos um dia será irremediável,
Em sua nobre presença indispensável,
O amor é amável.

Inserida por michelfm

Integrou-se ao mato, que lhe fazia bem
E esqueceu de fato que um dia fora homem.

Inserida por michelfm

Um dia eu ouvi meu Pai dizer:
Só morre de verdade quem não viver,
Porque quem vive e faz por merecer,
Jamais verá o eterno anoitecer.

Inserida por michelfm

Um belo dia !
Meu Pai dizia...

Inserida por michelfm

Gabelle

Traduzimos num olhar,
Tudo aquilo que um dia,
Talvez pudesse ser dito.

por diversas vezes será feio,
muito barulho e sujeira
por todos os lados.

e o sangue ?!
segue sempre correndo
na contramão das artérias,
desrespeita a gravidade,
pra alcançar o coração,

mas a velha bomba cardíaca resiste,
com tuas câmaras ocas
e tuas valvas guerreiras, resiste.

não permita que o mundo
lhe tome a sensibilidade,
ela é a maior arma que tens,
para defender-se de si mesma.

Inserida por michelfm

Traduzimos num olhar,
Tudo aquilo que um dia,
Talvez pudesse ser dito.

Inserida por michelfm

Menina foi pro parque ao meio dia,
Condessa no País das Armadilhas,
Autopsia um tanto inconclusiva,
Inerte, jazendo em mesa frígida.

Inserida por michelfm

⁠Dia do Anonimato *

Dobrou a esquina decidido
A percorrer um trajeto inabitual,
Descendo a rua irregular
Notou pedestres e a muvuca central.

Gradeados, o asfalto, telhados,
Uma mureta com degrau,
Lojas, butiques, bazares,
Um açougue liquidando bacalhau.

Automóveis, lixeiras, lixo no chão
E alguma forma vegetal,
Flores num canteiro, um bueiro,
Caixotes, tubulações em geral.

No estacionamento vazio
Se encontrava escondido um casal.
Paralelo ao centro financeiro,
Muitas cifras, cortesia impessoal,

Ternos de luxo, limusines, distinção,
Suavidade fria e cordial,
Um ligeira coxo que revirava
Uma tralha imunda próximo ao local.

Passava um cliente importante
Pelo detector de metais digital.

Trinta e dois minutos atrás,
Uma madame foi assaltada; um marginal,
Foi demitido de um emprego normal,
Por não ter concluído 2° grau.

Uns metros dali estouraram o cartel
De uma quadrilha internacional,
Esquema armado, escutas, grampos,
Traçado por uma equipe federal.

Ergueu a mão prum ex-companheiro
Da época que bateu o ponto usual,
Apertava parafusos, rosqueava,
Martelava e polia na fabriqueta de pedal,

Nunca viu a empresa inteira,
Mas sabia que dali saíam bicicletas no final.

Parou numa barraca do calçadão,
Encostou no balcão e pediu um curau,
Limpou-se com guardanapo de papel reciclável,
Recordou a vida rural.

Que remeteu à puberdade,
Tingida de idealismos e anseio liberal.
Ouviu o sino e depois um hino
Vindo da igreja onde ensaiava o coral.

Leu o título dum livro grafado num outdoor,
Best-seller na imprensa oficial,
“A Doutrina dos Humildes”, volume que
Despertou-lhe o entusiasmo literal,

Vendeu 40 milhões de exemplares, Virou mini-série de comoção nacional.

Freqüentador assíduo,
Adentrou no boteco,
Pediu um téco na medida total,

Uma pinga com cinzano
Que desceu raspano
Que nem água com sal.

Travou um carteado
Com os camaradas pingaiadas,
Gente fina esse pessoal !

Virtuoso e desapegado,
Teve cinco filhos,
Uma esposa e a ela foi leal.

Nunca em semanas, meses, anos,
Centenários e milésimos de segundos,
Após aquele dia, na história de todos os dias,

Em todos os dias dos tempos,
Em todos os tempos da história,
Apareceu-lhe outro dia tão excepcional.

Deu-se por satisfeito, visto que
Com efeito, percorreu seu trajeto inabitual.

* No Dia do Anonimato ocorreu um fato,
que não alterou absolutamente coisa alguma.

Inserida por michelfm

⁠* No Dia do Anonimato ocorreu um fato,
que não alterou absolutamente coisa alguma.

Inserida por michelfm