Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito

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🍃 - Mãe, Se Eu Engolir Um Pouco De Merthiolate Nao Se Preucupe E Pra Cura O Ralado Do Meu Coração 🍃😓💔🚫

Inserida por jhonny_ostentacao

Em um momento
Um milhão de interrogações se fazem na minha cabeça
É culpa minha?
E meu interior diz que sim

Talvez seja mesmo
Talvez eu já esperava
Mas ao mesmo tempo não acreditava

Não durmo direito
Minha cabeça gira o tempo todo
Como um furacão destrói todos os pensamentos bons

Podia me abster dessa culpa
Colocar a culpa nas estrelas
Mas sinceramente
Eu não sei

Não sei o que fazer
Não sei se quero isso
Não sei se devo ficar feliz ou triste
E definitivamente não estou feliz

Já não estava
Mas é aquilo
Sempre pode piorar
Acredite
Sempre pode

Inserida por colodete

Sou como um cão ganindo na escura noite

A dor que não se dissipa do meu conto invisível.

Paro e ouço um gemido mais agudo e íntimo

Aflorando de um seio longamente sofrido;

E a distorcida imagem do meu espelho

Sorri e se evola para um céu desconhecido.

Inserida por raquelreis123

⁠O "meu" amor

O meu amor é doente,
carente e medroso
um sentimento difícil de lidar
sempre que eu sinto
começo a chorar,
logo me pergunto:
quando isso vai acabar?

O meu amor é doente,
carente e medroso
eu queria sentir,
queria me entregar,
e se eu me esforçasse mais,
será que iria adiantar?
será que eu iria conseguir amar?
me entregar por inteiro
amar de verdade
sem pensar em parar!

O meu amor dói
o meu amor é frio.
se um dia me amares,
se arrisque de verdade
em lutar pela metade,
por que eu já não posso
me entregar por inteira

Existe um dragão
dentro do meu coração
que ele sabe amar,
ele sabe cuidar
mas comece de vagar
pra ele não se assustar
por que ele não sabe lidar,
sempre ele está sozinho
perdido em um labirinto
da dor de amar!

Inserida por MariaLeiliana

⁠Não busco ser superior a ninguém; meu objectivo é deixar um legado significativo para a humanidade.

Inserida por apolenario-portugal

Cada vez que penso em você sinto um frio que consome meu coração fazendo palpitar e a sentir muitas saudades.
A angústia me consome e a vontade de estar ao seu lado me deixa triste e sem vontade de viver nesta distância que estou de você, meu amor.

Inserida por RosaRLemes

⁠Não existo sem meu cérebro, mas não me resumo a ser apenas um cérebro.

Inserida por joaquimcesario

⁠“prego”

Talvez que um dia no verso meu chorado
sob a luz da saudade, num versar falando
tu ouças nas rimas o meu ser apaixonado
em um grito de padecimento te saudando
Está lágrima que fez o papel ficar borrado
não se atenha. É meu prosar lacrimejando
quando vaza do coração pra ser escutado
e que na dor da solidão vai transbordando

Não é simples sofrer, ou, que nada valeu
é aperto no peito e, que ainda não passou
e cá no soneto, um suspirar cruciante meu
O grito, se ouviste, por favor, é sentimento
que vai corroendo a súplica, assim, te dou
um canto: com choro, gemido e sofrimento.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28 junho 2024, 15’04” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Obrigada, meu Pai Celestial por conceder-me o privilégio de viver mais um dia sob teu amor e proteção. Obrigada por essa esperança bonita que como o sol acorda brilhando todo dia em meu olhar. Obrigada por permitir-me desfrutar da tua graça, pelas infinitas possibilidades de recomeço que me chegam com o amanhecer de um novo dia. Obrigada por dar-me olhos gratos capazes de enxergar os milagres diários que antes eu não era capaz de ver. Obrigada por renovar a minha fé toda manhã e permitir-me ressignifar meus sonhos quando parecem impossíveis. Obrigada por caminhar ao meu lado e mostrar-me sempre o melhor caminho e obrigada, principalmente por não deixar-me desistir todas as vezes que sinto faltar-me as forças e o fardo tornar-se pesado demais. Obrigada por sua presença em minha vida!

Inserida por ednafrigato

⁠⁠MÍSERO MOMENTO

Mísero momento meu, cheio de desalento
de um coração partido, emoção ressentida
rimas de ira, nostalgia e suspiroso lamento
- Como não sentir a está poética tão doída?
Padece a prosa e poeta todo o sofrimento
a flagelar o soneto numa agonia possuída
rude, sim, mas não simulando sentimento
é dor, é rasgar, uma sensação desmedida

Chora o versar, versa o choro, excessivo
é intenso, é amargo, farto de argumento
e que fica a perseguir, por qual o motivo
Vós, testemunheis, ó poema, o tão lento
pesar. Ah! quanto amei, e o quão é vivo
este mal, que apoquenta o pensamento.

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
29 junho 2024, 20’11” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Perdendo-te Aos Poucos

Perdendo-te aos poucos, meu amor,
Vejo a distância crescer,
Um vazio invade o peito,
E não sei o que fazer.

Cada dia parece um adeus,
Cada olhar, uma despedida,
Como se o tempo roubasse
A essência de nossa vida.

Amo-te ainda com fervor,
Mas sinto-te escapar entre os dedos,
Como areia fina ao vento,
Levando consigo nossos segredos.

Coração apertado, olhos marejados,
Pergunto-me onde errei,
Se posso trazer-te de volta,
Ou se para sempre te perderei

Inserida por Michael_lima_nyx

⁠No sepulcro gelado do meu ser desfeito,
Sou apenas o eco de um amor que se perdeu.
Não sou vivo, nem morto, apenas um sujeito,
Afogado em lembranças do que já se dissolveu.

Meus passos ressoam como suspiros ao vento,
Nas ruas vazias da despedida e da saudade.
Alimento-me de silêncios, lembranças de um lamento,
Onde sonhos desvanecem na cruel realidade.

Oh, como é amargo o gosto deste fim inevitável,
Onde meus olhos buscam somente o vazio.
Meus dias se esvaem na sombra indesejável,
De um coração que sabe que está sozinho neste rio.

À luz trêmula da lua, procuro um alívio breve,
Mas só encontro o frio da solidão que me assombra.
Neste corpo cansado e triste, um naufrágio leve,
Para a certeza amarga de que morrerei sem sombra.

Sou o espectro de um amor que já não arde,
Afundado nas águas profundas da desilusão.
Onde tudo se desfaz no adeus que não tarda,
De uma história que termina sem perdão.

Não me chame de vivo, pois já não sinto a vida,
Sou apenas um eco de um tempo que já foi.
Fragmentos de um amor que se despedida,
Sou o que resta de um sonho que já não ecoa mais em mim.

Como palavras escritas em um papel sem cor,
Sou a dor que caminha na estrada da solidão.
Um destino traçado pela dor do dissabor,
Busco em cada adeus um novo caminho, uma nova razão.

Mas só encontro o vazio, a certeza de um adeus,
Neste mundo onde ser é um fardo, uma sina.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem um novo adeus,
No labirinto do destino que insiste na dor que destina

Inserida por clarindo

⁠Segunda

Ele estava ao meu dispor
Disse que ajudaria com Marisol;
Refletiu sobre um belo pôr do sol;
Se autodenominava um espanhol

Posso ser descendente de português
Mais hoje eu sou unicamente um freguês
Desse negociante de corações e paixões;

Te vi a segunda vez naquela segunda-feira
Confesso… eu fiz um verso para te ter inteira
Não quero pela metade, seria muita maldade!

Devo expor e me declarar?
Bateu até vontade de compor e cantar
Eu vou somente cantar com uma cantada;
Agorinha para os seus pais serei uma visita
Cacheada, acredita em amor a primeira vista?
Conhecendo sua perspectiva, te dediquei no insta
Acha uma ideia nada profunda? Mas… e a segunda?

Inserida por TipoLittleBoy

⁠Todos os dias quando acordo tenho um avistamento alienígena, meu espelho é um disco voador!

Inserida por Barbosinha

⁠Meu coração é um inverno sem fim cheio de raiva
Estou ansioso para esquecer o ontem

Inserida por G4L1L3U

⁠Escrevo como um desabafo
E nessa hora o meu bloco de notas
se torna um leal confidente
Um amigo a qualquer hora
Que me permite externar,
alegrias, tristezas, reflexões,
sonhos, desejos, decepções...
sem nenhum filtro,
certa que dele nada vazará.

Inserida por sayminha

⁠Em um mundo cheio de pessoas, você se destaca como a única que conquistou meu coração. Mesmo longe, minha fidelidade é inabalável, pois só tenho olhos para você.

Inserida por eraldocosta13

⁠Queria um abraço seu quentinho,
Mas hoje isso não vou poder ter,
Seu abraço faria meu dia,
Mas só de falar com você me sinto em um abraço, iguais aqueles da TV.

Inserida por MichelMolinari

A Penumbra do Âmago Melancólico.

⁠Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.

Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".

Inserida por Lagrimas_de_Sophia

⁠criei um novo ditado que diz : Se não posso voltar ao meu passado para mudar o meu presente, não irei permitir que pessoas do meu passado façam parte do meu presente!

Inserida por Ousaruh