Tristeza Passa
Tudo na vida, são ciclos. Negativo - Positivo.
Mal - Bem.
Alegria - Tristeza
A ignorância corrói a alma humana.
O prazer que sentimos ao ver que nossas ideias são citadas, nos faz enxergar que a tristeza, oriunda de uma crítica sobre algum trabalho nosso, foi lixo emocional.
A tristeza é como pedras que se acumulam dentro de você, dificultando a movimentação.
S•O•L•I•T•U•D•E
Estar só não é tristeza,
é um abraço de calma e certeza.
Na solitude, encontro paz,
um lugar onde o silêncio me refaz.
Já busquei, em noites vazias,
uma presença que suprisse minhas agonias.
Mas aprendi, no caminho da vida,
que sou minha melhor acolhida.
Não é pesar ou desamor,
mas um mergulho em meu interior.
A solitude é a chave que abre a porta
para quem busca se entender, se importa.
Hoje, para alguém entrar no meu ser,
há de compreender e entender
que não é egoísmo, tampouco vaidade,
mas um gosto pela minha própria verdade.
Estar sozinha é um afago sereno,
é afastar o que não ressoa pleno.
Por isso digo: não se engane, não me tome a mal,
aprecio minha companhia, meu porto, meu ideal.
Pois descobri, com o tempo e o vento,
que em mim mesma encontro alento,
e, em meu próprio abraço, sou mais feliz,
a melhor companhia que sempre quis.
Nostalgia
Conta pra tua tristeza
Que ela é um rio,
Que deságua, em alto mar,
E, por vez, parece forte,
Como se fosse zarpar,
Entremeando a brisa fria,
Em busca do horizonte.
Meia noite, meio dia,
Sol que nasce atrás do monte
Neblina turva e brilhante
Cai na madrugada fria,
Lua cheia, lá no céu
E em meu peito nostalgia.
Pensa que não sei lhe esquecer
E acha que ainda sofro por você
Mas não vê que eu
Não estou ligando
E ficou até me perguntando,
Como eu pude perder tanto!
Tempo com você?
Que não sabe o que é querer
Que não sabe dar valor.
Era uma vez
Era uma vez a tristeza
pura melancolia.
Eram frustrações e mágoas,
hoje é alegria.
Era uma vez a saudade
que um dia passou.
Eram cicatrizes e marcas
que com o tempo fechou.
Era uma vez um jardim
que com o tempo cessou.
Era uma vez a esperança,
que do nada voou.
Era uma vez um oceano
que um dia secou.
Eram simplesmente lágrimas
que se acabou.
Era uma vez o sol
que iluminava o dia.
Eram apenas palavras
simplesmente poesia.
Cais
Era uma tristeza genuína
de quem é triste.
A solidão
sua fuga
um cais vazio
sombra cobria-lhe
o corpo e o casario
nas trevas
fechado em mágoas
dizem que delirava
era triste
imotivado
não queria ser alegre.
Há um ar de tristeza quando chove
Frio, saudade e muta solidão
É uma melancolia que nos absorve
Nessa úmida desolação
Desmerecer toda e qualquer tristeza, generalizando tudo como mimimi, com o intuito de vender a alegria e a felicidade, é uma estratégia perfeita do neoliberalismo para maximizar lucros e consumo.
Fique triste por um dia,mas não permitia que essa tristeza se prolongue em sua vida.
Aprenda a soltar e deixar ir, Deus é o justo juiz e conhece o seu coração, não há mal que permaneça,ou bem infindável.
Tudo é passageiro, mas a palavra do Senhor é uma espada de justiça, Ela não falha!
Creia e confie tudo tem o tempo certo de ser.
Amor chega, prosperidade e uma consequência, mas alegria ela permanece em seu coração.
Confiança é a chave que abre portas e retira do seu caminho tudo o que não tem mais o porquê de permanecer.
O aprendizado é diário,mas o amor é infinito.
Deus é perfeito em tudo o que faz!
Mensagem de Islene Souza
Não se agarre a tristeza!
Sorria pra você mesmo!
Ore há Deus e deixe com ele, que a felicidade toma conta do seu coração!
Quando a tristeza te abater,
Quando não conseguir nem sorrir...
Permita-se superar, reerguer,
Viver, é saber se levantar depois de cair...
O PODER DO TEU NÃO
Bateu a porta
Bateu a porta mais uma vez
A tristeza e a sua nudez
Que tirou-me a lucidez
Despiu-me totalmente o coração
Deixou-me no vazio e na solidão
Sem a razão
Arrasado como um cão
Vagueando em busca de ração
Fiquei
Tombei
Estagnei
Na emboscada deste amor vagabundo
Que deixa-me moribundo
Na estrada sem fim
Flutuando como aves marinhas
Mergulhando como baleias voadoras
Saciando a minha dor
Que esmaga os meus intestinos sem pavor
E acelera arritmia do meu sangue
Na madrugada esguia que me persegue
Abandonado
Rejeitado
Negado
Como um dejeto estou
Já nada restou
Apenas lembranças dos teus beijos
Teus abraços em mim
Teu olhar sem fim
Que levava-me as crubiaças do tempo
Remando contra o vento da tua indecisão
Incolor a água
Insípida como o pecado da inquisição
Dolorosa como a incisão
foi o poder do teu não
Que congelou a minha mão
E intoxicou o meu pulmão
A tua negação
Foi como um tiro certeiro
Em minha visão
E feriu a minha previsão
Da construção da nossa felicidade
A construção da nossa cidade
A construção do nosso amor
Agora só restou-me a dor
O poeta do Bairro da Mapunda in poema do coração
11/11/2024
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