Tristeza e Solidão poemas
Impossibilidades (Retrato da tristeza)
Viveres retalhados,
Vidas despedaçadas,
Contrastes de cenários,
Vultos espalhados.
Lágrimas, lágrimas, lágrimas...
Amores impossíveis,
Sonhos incapazes,
Vidas vazias,
Tristezas visíveis.
Lágrimas, lágrimas, lágrimas...
Almas feridas pela extrema solidão,
Vidas desesperançadas,
Vítimas dos pesadelos,
Dos abismos da ilusão.
Lágrimas, lágrimas, lágrimas...
Cicatriz
Lágrimas de tristeza caem feito chuva no meu coração de papel
O que será de mim agora?
Sou pobre sonhador,
Boneco repleto de solidão, paixão e melancolia,
A procura de alguém que me renda uma boa poesia.
Na busca do amor, só encontrei as incertezas
Plantei felicidade! Mas só colhi tristeza
Mas encontrei na solidão. Eu o papel e a caneta.
Oração Fúnebre
Esse vazio é tão grande que escuto o ecoar de minha tristeza
A angústia quase insana faz com que não veja mais belezas
Esse luto que vivencio tenta afrontar minha coragem
De lembranças tão bonitas se desenha minha saudade
Nessa soturna melodia, nesse deserto em que me encontro
Vejo que a sensação de eternidade foi quem embriagou a sanidade
Doei tudo o que tinha nas chamas da afeição mais sincera
Fiquei tão frágil, fui vitima fácil e encontro-me perdido na miséria!
A morte está sempre presente assim como o renascimento
Mortes de pessoas que seguem vivas, realidades mortas...
Não sou dono de nada! O controle é ilusório!
Render-se ao destino e aceitar a certidão de óbito!
Espero dinamismo dessa vida..
Ó Tristeza tão longa... Ó efêmera Felicidade...
Dessa ferida tão dolorida espero uma cicatriz de maturidade!
Minha alma chora,
no acalento da tristeza,
na dor de um passado sombrio,
de um presente passado,
e de um futuro incerto.
Meu coração quebrantado,
na dor que machuca,
na escuridão que me perde,
de uma vida vazia,
de sorrisos sem risos.
Minha Face aparenta,
a felicidade triste,
os olhos fundos,
de alguém que vive sem vida,
que sente saudades do que nunca teve.
No vale da morte,
colho rosas vermelhas,
em terras sem adubo,
com cheiros de véu,
ela se aproxima aos poucos.
Por dentro vidros quebram,
os pedaços se espalham,
as forças se perdem,
ela me chama,
com voz seduzente, fria e calma.
Ergo minha cabeça,
peço forças para continuar,
me arrasto, levanto,
caio, se machuco, entro em coma,
a sepultura se aproxima.
não sei o que faço agora,
uns que se tornam mais fortes,
e alguns que nascem sem sorte,
leve-me em sua memória,
pois o que me resta é a morte.
A rua é um lugar de encontros,
cujo tristeza e felicidade se esbarram,
ninguém nunca sabe o que cada um que caminha por ela leva dentro de si.
Os olhos não podem tocar, mas algumas almas sentem!
A rua é um lugar de mistura,
onde todos se encontram e levam de volta um pedaço de si.
A rua é um lugar de encontro.
As lágrimas perdidas pelo tempo...
São o contraste de uma paixão...
Sem compreender que a tristeza
Se abateu sobre que ninguém pode entender
Seus olhos sangram sentimentos.
dogmas da tristeza,
lapso do coração,
profundo com coração
a tempestade se forma,
na aparição dos teus olhos
me apaixono no terror da vida...
abandono os sonhos...
para que sonhar se...
o viver é abandonado,
de tanto momentos,
julgo de tais meros desejos,
foram-se em abismos
de distorções de uma nudez,
que habitou lugares que nunca viu,
na solidez do deserto amargo...
Destino sem alma.
marcas para qual o amor torna se tristeza.
Como pode sorrir numa floresta de indiferença,
Florava pois tais fingir é tão fácil,
Pelo "deuses" foi algo abrangente...
Mas em um terror desigual...
Terror esse,
Em que tirou minha calma,
Roubou minha alma
e não devolveu mais...
Com vulto do teu coração...
Sendo vespertino com o doce
mel da teus lábios...
Todavia como uma forma profunda.
Bebe minha solitude...
Como foste minha dor e minha morte,
Para sempre o desejo que o amor.
"por Celso Roberto Nadilo e Dominique Castanheira Daemon
dentro na tristeza deturbo,
a tonalidade da realidade,
será loucura?
nas profundezas aonde estou?
debulho a tristeza da solidão,
pessoas num mundo solitário,
sem alternativas apenas uma
passagem para um lugar sombrio,
nada que possa mudar,
apenas esperar acontece
sem sombra de duvida...
dor não passa somente tenho
ar da solidão nada me acalma.
triste aurora
tristeza e morte,
continuidade de uma vida,
bastaria respirar e até chorar,
por pouco, assim mesmo muitos sentimentos,
pensar escrever, passar o tempo
diante uma maquina ainda amar?
coisa forte independente parece ter vida própria,
depois exclama tudo que já foi visto ou será,
as vezes acho tem alma,
na solidão dos pensamentos me intrigo
como o homem pode fazer tal façanha ainda sim ser usada para bem e mau,
de varias faces jeitos e cores o mundo ficou
pequeno diante a internet,
sejamos velhos ou novos o mundo nunca foi mesmo depois de você.
meu coração papita as vezes com alegria e tristeza pois mundo toma muitos caminhos
vistos por uma tela tão pequena. somos ricos ao mesmo tempo pobres pois o mundo cabe na palma de nossas mãos.
►Tristeza na Rima
Muitas pessoas já perguntaram o motivo de minha tristeza
Desculpem à todas vocês, mas não tenho a certeza
Não possuo a clareza para responder
Ainda estou tentando me entender
As vezes me encontro perdido
Me vejo sem sentido
Buscando compreender o sentido de viver
Se ainda há coisas para ver
Tentando me entreter para não me deixar abater com magoas que posso receber
Só quero viver tranquilo
Pelos arrependimentos e erros não ser perseguido.
Por horas me encontro confuso
Então me fecho, torno-me recluso
E as outras pessoas eu expulso
Meu coração me diz que não estou seguro
Minha mente diz que não
Que eu utilize da razão
Ignorar sentimentos que entraram em confusão
Talvez seja essa a visão de viver na solidão
De não ter ninguém para lhe dar a mão
Ninguém para te levantar do chão
Te abraçar e dizer que não vai te abandonar.
Talvez escrever se torne um motivo
Para não ser abatido
Talvez por outros ser compreendido
Ou talvez não ser bem visto
As vezes é dessa maneira que me sinto
Ainda não chegou a hora de parar
A caneta ainda não irei largar
Mais versos ainda quero montar
Ainda quero expressar
Quem sabem pensamentos compartilhar
Mesmo que sejam criticados
No papel estarão guardados.
Faço rimas por gostar
De poemas ela não podem se chamar
Poemas são profundos e profissionais
Quem escreve aqui é um garoto
Com problemas mentais
Mesmo assim sinto um conforto
Meus pensamentos aqui entram em confronto
Mas eles seguem o plano
Descreve-los aqui e terminam assim
A rima está pronta
Fim.
réstia dessa vida,
horizonte de dor e tristeza,
ao longo do tempo,
o vazio se deprime,
pelos auge que destino
urge nos profundos sentimentos...
para o que sentir
dentro da devastação sendo o amor.
horizonte negro
simbolismo cruel
terror sem sentido,
dia apos dia
exclamações da tristeza,
forte solitude
branda magia esquecida,
minhas lagrimas
são absorvidas
pelo tempo...
A tristeza é inevitável
Incluir-se no ninho = ser sozinho; desespero e tentativa de fugir do próprio coração, e da tristeza - que de tão grande, desistência se torna salvação ao esperar resiliência...
Ao desistir de si, se perde de si, vive pelo outro, pois o mesmo promete bronze ao pobre que nunca viu ouro, mas como é tolo, acha que é tesouro e se perde nessa vida... Vida que já não é mais sua e que se torna crua, fria, vulnerável e por fim, descartável.
Tristeza
Tu que tão sorrateiramente aparece,
De repente uma simples palavra
Daquele ou daquela que amamos
E o nosso coração se esmorece
Esvai-se em trevas
Fecha-se em sombras
Cai-nos o semblante
Acaba-se o apetite
o mesmo ser gótico
na escuridão da alma
a perdição torna se plena...
a tristeza emergente
no ínfimo do sentimento
abrange a vertente que tanto ama.
Esgotada
Já esgotei todas as palavras de amor.
Hoje meu dizer diz apenas da dor.
Tristeza destes dias tão maus.
Foi-se pro fundo do mar minha nau.
Navego nesse oceano sem fim.
As estrelas do céu, alguém as roubou de mim.
O tempo passa... leva junto nossos momentos.
Tem deixado em seu lugar apenas sofrimento.
Miro o céu... que azul tão bonito.
A claridade do dia desanuvia meus pensamentos.
Singro os mares...
Velejo a favor do vento... nos dias alegres, suaves, claros e bons.
Me empurra ao contrário a noite com sua escuridão.
Abrumasse de novo meu coração.
Tristeza tão triste
Tenho razão de sentir tristeza.
Meu coração de teu amor nunca teve certeza.
Foram tantas idas e vindas...
Muitos silêncios... muitos desencontros...
Quanto amor foi perdido.
Meu coração vive tão sentido
em não ver nesta vida nenhum sentido.
Alma triste, desolada...
Muito silêncio, muitas sombras...
São muitos os perigos desta estrada.
As árvores olham-me tristemente.
As flores exalam um perfume que quase ninguém sente.
Vestem-se de mistérios os rios caudalosos...
‘Siga’... dizem-me... ‘mas siga dando passos cautelosos’.
Completo desespero
Dor, tristeza, vazio
Uma dor inexplicável
Uma dor imensurável
Saber que não iria mais te ver
Não iria mais te ter
E muito menos te sentir
Meu coração se apertou
Se esvaziou
Se enxeu
De dor
Desesperei
Não podia chorar
Tinha que ser forte e ajudar
Mas por dentro desmoronei
Era como se não tivesse acordado de um pesadelo ruim
Ou chegado ao fim de um dia cansativo
Queria que fosse apenas um pesadelo
Mas era à vida
E era real
Era cruel
Queria sentir algo
Raiva
Ódio
Dor
Tristeza
Qualquer coisa menos esse vazio
Isso dói
Saber que não fui o suficiente pra te manter em vida
dói
Dói não poder fazer mais nada
Dói
Pensou em mim em algum momento?
Ou apenas na sua egoísta dor?
Você sabia como eu iria ficar
Sabia que te amava
E que isso iria me matar aos poucos
Mas insistiu
E fez
E agora
Pessoas chegam
Se sentaam
E conversam
Será que elas não veem?
Não sentem?
Tudo está tão cheio
Mas me sento sozinha
E vazia
Por que vc fez isso?
Por que?
Só queria uma explicação
Me desculpa
Se não fui o suficiente
Eu juro
Tentei
Falhei
Você dizia que a morte era sinônimo de liberdade
Só não sei para quem
Para quem vai
Ou para quem fica?
Não sei se isso vai passar
Não quero te dizer adeus
Por isso digo
Até logo.
