Trecho sobre Mães
Sobre as rosas
Em teu colo repousou minha vida
Em teu peito adormeceu meu cansar
Teu coração conhece minha medida
Para meu corpo no teu encaixar
Pude finalmente descansar
Quando em ti encontrei segurança
Adormeci quando sua voz a cantar
Me falava de coisas de confiança
Meus olhos fotografaram sua face
E só ela conseguia me acalmar
Em ti encontrei a verdade
E o real sentido da palavra amar
Passei diversos momentos
Que só para ti poderia contar
E em meio a sofrimentos
Tu me destes a base para levantar
Meu corpo já não cabe no seu
Pois do pequeno tamanho eu estiquei
Mas nada em ti de mim se rompeu
Pois um grande pedaço de ti eu levei
Eu sei que não sou capaz de compreender a vastidão infinita dos sentimentos que só quem tem o dom de um útero é capaz de experimentar. Eu não saberia, na minha rudimentar existência masculina, descrever a divindade de um ser tão sublime e complexo, exatamente por ser a mais importante e essencial obra de Deus na jornada humana terrestre. Eu não saberia descrever o que é abdicar de si mesma, sacrificar noites de sono, a forma física, sentir dores e preocupações, os seios inchados, doidos, e, ainda assim, com o brilho da mais doce alegria reluzindo no olhar. Só sei que elas sabem, no instante do primeiro choro, que sua voz será o consolo, e seus braços o conforto e proteção daquele ser que para elas, é mais importante que a própria vida. Eu não saberia compreender, como muitas conseguem forças para tudo isso, muitas vezes sozinhas, sendo mãe e pai ao mesmo tempo, mas em nenhum momento, por mais difícil que seja a jornada, o amor se enfraquece, ao contrário, é como se elas virassem inteiras coração. E mesmo depois de os filhos adultos, elas os sentem em seu ventre com a mesma fragilidade dos primeiros meses, e por eles zelam, com o mesmo instinto de proteção.
Parabéns a todas vocês, que no instante que souberam da existência em si, de outro ser, renasceram o que ainda não eram, o que ainda não existia, e passaram a existir
Mãe!
É o pensamento racional, satisfação da existência, razão da vida. Mãe são gostos comuns, é time que ganha, doação em demasia. Mãe é real, relacionamento infinito e barriga cheia.
Mãe é uma “mercadoria” sem preço, uma vida em harmonia, encantadora do eu. Mãe uma intimidade natural, não tente explicar, só quero te ouvir. Mãe fecha os olhos com força, sinta o peso da perda, transforma por onde passa.
Mãe é dama no olhar, sensação significativa, oportunidade de reflexão. Mãe é balanço da caminhada, controladora a respeito de quase tudo, explosão diante de deslizes.
Mãe é sentir-se feliz, ter válvulas de escape e uma vida simples. Mãe abre mão de si mesma, não se sente sozinha, muito menos solitária. Mãe tem alma de verdade, lembra de cada gesto, negocia os presentes.
Mãe tem poucas ligações sociais e muitas emocionais, trabalha com sucesso e chora desapontada. Mãe se diverte em meio às circunstâncias, dos acontecimentos da vida e nos manda mensagens.
Mãe contempla o próprio filho, interage por completo e tem boa vontade. Mãe tem atitudes de gentileza, não sabe onde Judas perdeu as botas, mas sabe encontrá-las. Mãe sabe dar aquela notícia, inspira credibilidade e fala sem parar.
Mãe é próxima e conectada, aceita os acontecimentos e evita imposição rígida de suas ideias sobre como as coisas devem ser. Mãe é o ensinamento entre distinguir o bom do que não é, é a paciência para coisas insuportáveis, é trabalho de toda uma vida.
Mãe é nunca ter tédio ou falta de paixão, é esforço ao máximo e nunca o bastante, desistir nem pensar. Mãe é a felicidade que não se compra, é o band-aind, a sensibilidade, o conhecer e compreender.
Mãe é o sim fácil, é estar certa, mesmo estando errada, é deixar seus planos para mais tarde. Mãe é ter gosto torto, amar desde sempre, entender com os olhos do filho.
Mãe eu te amo! Obrigada por existir! Obrigada por ser você! Desculpa as perdas! Obrigada pelo sacrifício divino! Obrigada pelas noites insones! Obrigada pela vida! Eu sempre estarei conectada a ti. Um beijão no coração.
MATERNIDADE: O AMOR MAIS VERDADEIRO DO MUNDO.
Andei pensando que toda mãe deve ser feita de nuvem. Isso explicaria seu colo macio e sua textura delicada. Ou feita quase toda de carinho, que se desdobra em cuidados e gentilezas a perder de vista.
Talvez tenha pequenos vulcões dentro do peito, que vivam em constantes erupções de amor.
Mas de uma coisa não se duvide: ela é a dona do sorriso mais encantador e da voz que se tornou melodia, desde o dia em que nos pôs nome e nos chamou de filho. Isso soou como música para nossos ouvidos.
Mãe é benção contínua, de um Deus que prova que o amor é infinito, lá no céu, e na maternidade, uma maneira encontrada de refletir o que de fato Ele sente.
Dona de mãos milagrosas, que conduzem os primeiros passos, ampara nas quedas ou se estendem em ajuda, quando não se foi possível evita-la. Do beijo curativo, que sara as feridas superficiais e aquelas que estão mais profundas, e só se pode ver pela menina dos olhos.
Toda mãe é doce, de nome gostoso de falar e alma açucarada. A primeira a ser lembrada, a primeira a ser chamada, a última a ser esquecida.
Mãe, mãe de verdade, a gente quer pra sempre, pro resto da vida.
Porque, com seus olhares amorosos, ensinou o filho a amar antes de tudo, quando o aninhou em seu seio materno e mostrou que ali seria um lugar seguro, ainda que mil aventuras o fizessem conhecer vários cantos.
De gestos admiráveis, e respeitados, ora acolhendo, ora educando, porque soube desde o começo que um filho é o seu maior tesouro. Por isso ela lhe marcou um X no coração, pra jamais perder de vista a pequena fortuna que trouxe ao mundo.
Toda mãe quer fazer o possível por suas criaturas, e quando não o pode, se despedaça em mil lamentos, por que preferia sentir em si todas as dores que um filho sente. Não há nada que mais lhe atormente.
Ela tem asas, coroa e uma variedade infindável de palavras consoladoras.
Na lista de pessoas preferidas, foi o primeiro nome a ser escrito. Nada lhe substitui, ainda que muito se invente.
Portanto, quem quiser conjugar bem o amor, admire sua mãe. Ela o conjuga todos os dias, e em seus olhos se podem ler todas as terminações do verbo amar.
Sentimento mais verdadeiro neste mundo, certamente não há.
Mãe, além do substantivo
Mãe não pega o jeito, já nasce pronta. Mãe não fica sabendo, ou não chega depois, de alguma forma e não se sabe como, ela já sabe e já está lá. Mãe não mente, diz que na volta a gente compra e não se fala mais nisso. Mãe não avisa, prevê. Mãe arruma a gente, mãe arruma um jeito. É brigando com a mãe que se aprende a perdoar. Afinal, com mãe a gente não rompe, só fica de mal. Mãe é a melhor companhia para ir ao pronto socorro. Se a gente não sabe o que tem, ela provavelmente deve saber. O pediatra só passa a receita, ela constata: “Eu falei, isso aí é virose, vamos passar na farmácia”.
Mãe pergunta só pra cumprir protocolo, por educação, na verdade ela já sabe de tudo. Tanto é que quando pergunta, pergunta afirmando: “você bebeu, né?” “você passou essa camiseta?” “seu quarto tá limpo?”
Mãe não ameaça, fala que vai sumir de vez qualquer dia desses. Mãe tem um dom metafísico que transcende a natureza das coisas: não importa se você perdeu algo, ela vai achar e vai esfregar na sua cara. A ciência ainda não explicou esse tipo de fenômeno, mas os cientistas estão trabalhando nisso.
Mãe não cabe em prosa, em verso, nem em música. Não tem começo, meio e fim. Mãe a gente não lembra, a gente leva. Lavoisier disse uma vez que na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Com mãe não é diferente. Mãe é um papel que vai um pouco além do pra sempre, um pouco além, porque parece que até o pra sempre, sempre acaba. A mãe não.
A importância do umbigo não é para se olhar; ele está lá para nos lembrar que existe um laço entre nós e nossa mãe e, por fim, entre todos os seres humanos.
No coração materno florescem os jardins mais preciosos, onde cada gesto é uma poesia de amor e cada sorriso, um raio de sol que ilumina o caminho da vida.
Apesar de todos os erros e da ingratidão que possa vir de seus filhos, no seu coração há sempre a necessidade de surgir o perdão. Colocando sempre os outros em primeiro lugar, pois se agrada mais com a alegria de outrem do que a dela mesma. Disposta a levantar das quedas que a vida lhe dá e cumprindo com muita dedicação o seu papel de mãe.
Por trás de muitos líderes extraordinários, há uma mãe que acreditou antes de todos. Que neste Dia das Mães, a força e a ternura dessas mulheres sejam celebradas como fonte de liderança verdadeira.
Por teu colo aprendi o que era afeto.
Por teu olhar aprendi o que era sinceridade.
Por tua voz aprendi o que era verdade
Por sua mão aprendi o que era caminho.
Por seu amor, minha mãe, aprendi o que era Deus.
Feliz Dia das Mães!
Mãe; um anjo protetor; um anjo de Deus em nossas vidas. E que anjo encantador!
Mãe, palavra forte, que sorte a minha! ter ela me ama, me protege, me ensina, me ampara e comigo caminha.
Companheira e conselheira; dia a dia ao meu lado; uma guerreira!
Mãe, cheirode flor, de toda cor, linda! E com seu merecido valor.
Mãe, gratidão.
Que Deus te proteja, te abençoe e te conduza. Você é a minha luz, minha vida, meu orgulho e minha razão.
Nara Nubia Alencar Queiroz
Origem do Dia das Mães
A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todo, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
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