Tradição
Um velório é uma tradição inútil, onde se expõe o corpo de uma pessoa que jaz indefesa para o pretexto de uma última despedida ser analisada, mesmo sem intenção, em sua imagem mais triste, sem luz, sem alegria.
Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos Santos. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado de Cristão.
Gosto de honrar a tradição,
Sou gaúcha e tenho orgulho desse chão.
Levo o Rio Grande Do Sul na alma e no coração.
↠ Pão Nosso ↞
Pão nosso de cada dia
Pão nosso que é tradição,
Pão nosso que sai da padaria
Pão nosso que sai do nosso fogão.
Pão nosso de variedades…
Pão nosso de muitos sabores,
Pão nosso que supre paladares
Pão nosso que mata a fome.
Pão nosso abençoado
Pão nosso: milagroso da multiplicação,
Pão nosso do Corpo de Deus Amado!
Pão nosso da Fé e da Religião.
Pão e vinho da Ceia do Senhor
Que deu Graças para ser nosso Salvador,
Símbolo da paz, humildade e atende o clamor
Do alimento sagrado transformado em amor.
Eu disse a ele, a questão não são as roupas, o que importa é ajudar as pessoas e manter a tradição de ser um Power Ranger.
Sky Tate - Blue Ranger
Power Rangers: Super Patrulha Delta
"Entre o frio que rengueia e o sol de verão,
o gaúcho encontra calor na tradição.
Chimarrão ao amanhecer,
e a vida inteira para agradecer."
Tradição e doutrina
Religiões transmitem ensinamentos com base em textos sagrados e interpretações antigas.
Quando essa tradição diz que é necessário seguir rituais, líderes e regras para chegar a Deus, a ênfase acaba indo para fora instituição e não para dentro luz interior.
Todos temos o costume, quase como uma tradição automática, de chamar os coletores de lixo de lixeiros.
Mas a verdade incomoda: os verdadeiros lixeiros somos nós.
Eles não produzem o lixo.
Eles apenas carregam o que descartamos sem pensar.
São trabalhadores mal pagos, invisíveis aos olhos de uma sociedade que consome, suja e aponta o dedo.
O lixo nasce nas nossas escolhas, nos nossos excessos, na nossa indiferença.
Eles apenas recolhem o que produzimos — física e moralmente.
Não são lixeiros.
Nós somos.
Eles são funcionários que sustentam a limpeza de um mundo que insiste em sujar.
Que o Menino Jesus
Nasça em teu coração
Que não seja apenas festa
Somente uma tradição
Traga o que há de melhor
Tudo em um presente só
Paz, saúde, fé, união...
Lá na feira já virou tradição,
Quando Suzianne arma o fogão.
Panela grande, colher na mão,
O povo chega em procissão.
Ela mexe doce com concentração,
Segredo guardado no coração.
Coco ralado, açúcar e paixão,
Abacaxi e limão na combinação.
Pense num trem bão, visse não!
Gruda no dente mas alegra o povão.
Quem prova pede repetição,
É doce que causa animação.
Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Só nasce uma vez, se nascer!
Se tiver outro igual ao teu
É conversa, é invenção.
Porque doce desse jeito
Só sai da tua mão!
Tem cabra que perde o juízo,
Tem moça pedindo a receita.
Mas Suzianne só dá risada,
Diz que é herança perfeita.
Coco, abacaxi, açúcar e limão,
Mistura que vira tentação.
Quem come esquece da dieta,
E pede mais um pedaço então!
Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Se existir outro é provocação, oxente, é.
Você é boa mulher.
Você é boa mulher.
Quebra-queixo igual o que se cê faz.
Se existir outro é provocação, oxente é.
Em tempos modernos, a inovação confia na tradição do passado,
mas busca fazer algo melhor para o futuro.
Guardiões da Floresta
Amazônia, berço de tradição,
Onde os povos vivem em comunhão,
Com a mata, o rio e o céu profundo,
Onde tecem sua história em seu mundo.
Povos indígenas, resistência e dor,
Na luta contra o invasor.
Seus rios são veias, a terra, altar,
Mas o mercador só sabe tomar.
O ouro que cega, o peixe que some,
Envenenado pela ganância do homem.
Mas sua voz ecoa, forte e viril,
Na defesa do nosso brasil.
Das línguas antigas, dos cantos sagrados,
Dos mitos que vivem nos tempos passados,
Cada povo guarda seu próprio saber,
Raiz que não deixa o futuro morrer.
Caçam, plantam, pescam com arte,
Na dança que pulsa no ritmo do rio.
De Apurinã a Yanomami, de Baré a Sateré Mawé,
Baniwa, Koripako, Munduruku, Tukano, Tuyuka,
Waiwai, Marubo, Matis, Matsés Juma,
Kambeba, Kanamari, Kokama, Mura,
Cada nome é um grito de existir,
Um laço com a terra, um porvir.
Desana dança, Karapanã canta,
Hupda, Witoto se levanta.
Kulina, Korubo, Pirahã na mata,
Ticuna, Tariana, guardam a chama.
Cada nome é um verso na história,
De resistência, luta e vitória.
Guardiões do clima, da vida em flor,
Sem sua luta, se perde o amor.
O mundo os nega, os expulsa, os fere,
Mas sua força ainda persevere.
Pois na floresta que o vento balança,
Está sua eterna esperança.
Oh, povos de raiz e de chão,
Sua luta é nossa canção!
Que a justiça chegue, clara e inteira,
Como o sol na mata brasileira.
Pois sem vocês, sem vosso ardor,
Não há Amazônia, não há amor.
Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.
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