Trabalho Escravo
Se um homem segue a cabeças eclesiásticas que não têm concordância doutrinária com a Palavra de Deus, o seu corpo e sua mente são escravos delas.
O coração de muitos consumidores continua cada vez mais corrupto pela fascinação comercial, sendo meros escravos do mercado que promove a compulsão como status.
Um irmão em Cristo que anda no pecado, impede de ver o seu crescimento espiritual, uma vez que, sendo escravo do diabo, é-lhe sugado as energias do seu espírito.
Esqueça o mundo quando preocupar-se com a fama, moda e riqueza de vida, pois quanto mais conhecido se tornar, mais escravo sua alma se torna de suas próprias escolhas e do mundo nada pode levar, senão se matar de tanto trabalhar por aquele que nada fez para lembrar das suas noites perdidas.
A geração que corre atrás da fama e do ganho de riquezas ilícitas acaba criando inimizades e almas infiéis; amigas, sim, daqueles que são escravos de seus status e de sua admiração.
Ao suicida a morte é a única forma de se livrar de seus problemas; Aos que amam viver a morte não ensina, apenas prova que viver é o único meio de aprender. A fuga não é a solução mais sensata para quem está preso numa cela desde que nasceu. O corpo não é uma prisão, a vida não é uma prisão, mas sim o que o homem faz dela. Só nos sentimos presos e doentes em razão do que o homem fez para tentar obter controle sobre a terra e tudo o que há nela. A sabedoria do homem o levou a lua, mas não o trouxe de volta para sua verdadeira liberdade. Visto que a liberdade necessita de confiança divina, o ser humano se sente inseguro demais pra dizer: Voe da forma que desejar. Porque sabem que o que ensinam no mundo é pura ilusão, é a forma de manter os homens presos em suas próprias celas e pagarem por elas e seus alimentos, e assim manipularem uma falsa liberdade, que ensinam nas escolas, desde sua infância. É injusto aprender uma mentira e crescer sem nenhum alicerce real do que realmente se trata a vida. Por isso, é necessário ser forte para permanecer vivo por mais tempo e trabalhar muito. E quem se destaca no mundo dos negócios recebe um prêmio do próprio homem: O poder da influência. Sócrates veio ao mundo antes de Jesus e foi condenado à morte por falar de liberdade, e não de como se manter preso na cela vazia, escura e covarde da manipulação. Sócrates preparou o povo pro que viria mais à frente. Vejam, as pessoas se tornaram tolas, não falam mais de liberdade, apenas de ilusões, ou seja, do que o dinheiro pode comprar. Mas não se esqueçam, que dinheiro algum compra sua liberdade e a liberdade de toda a população. Os humanos manipulam as palavras de Deus e de sábios para permanecerem no controle, mas não compreendem a verdadeira essência da liberdade. O que adoece o coração humano e põe maldade em seu pensamento é a forma que são obrigados a fazerem dia após dias as coisas que não querem para se manterem vivos por mais tempo e cuidarem de suas famílias. O amor à Deus e ao próximo é o verdadeiro limite da liberdade humana.
Vejam, as pessoas se tornaram tolas, não falam mais de liberdade, apenas de ilusões, ou seja, do que o dinheiro pode comprar. Mas não se esqueçam, que dinheiro algum compra sua liberdade e a liberdade de toda a população.
Os humanos manipulam as palavras de Deus e de sábios para permanecerem no controle, mas não compreendem a verdadeira essência da liberdade. O que adoece o coração humano e põe maldade em seu pensamento é a forma que são obrigados a fazerem dia após dias as coisas que não querem para se manterem vivos por mais tempo e cuidarem de suas famílias. O amor à Deus e ao próximo é o verdadeiro limite da liberdade humana.
Quilombo
Lagoa Dos Pretos um povoado quilombola, rico em fauna, contos, mitos, culturas, lendas, cantigas, religiosidades e Histórias.
O seu povo carrega um passado bem distante, desde do ano de 1532 até agora.
Suas matas escondem riquezas vegetais, animais, minerais e Históricas, que ficaram pra sempre em nossas memórias.
Quando eu estou nesse lugar os meus pensamentos viajam e cavalgam perdidos, intrínsecos e permeados pelas memórias.
Vivo vivendo lutando por um povo e sua História.
O Brasil surreal de poucas cores dos poderosos grupos de comunicação financeira ainda não perderam a triste mania de usarem água sanitária e alvejante para esbranquiçar a qualquer custo a verdadeira arte e cultura brasileira.
Uma sociedade doente, de famintos e miseráveis que sobrevivem a duras penas no distanciamento institucional, moral e social do equilíbrio ético financeiro. Aos poucos se desfaz de toda crença da magia do sublime. As festas natalinas são esquecidas e caem em desuso e toda expectativa maior de felicidade momentânea, gira em torno da chegada do decimo terceiro salario. A pirâmide social vira um cone, caminhando para baixo pelo estreitamento de oportunidades, até atingir o único ponto isolado eqüidistante escravo, do topo da pirâmide.
A Caixa Econômica Federal no Brasil tem uma divida social com a cultura negra. Pois foi fundada no século XIX, com objetivo principal de guarda de valores monetários dos escravos de ganho para compra de novas alforrias.
Na escravidão ou escravagismo, temos que é uma prática social em que um ser humano assume direitos de propriedade sobre outro ser humano, designando por escravo. Se para o clero, a Igreja da época, dita " escravidão brasileira " era alheio a todas as barbáries e se justificavam que o negro não tinha alma, logo não eram humanos. Por conta disto eram comercializados, tratados e inventariados em conjunto com os animais das propriedades rurais. Sociologicamente falando será que seria correto, referir se hoje da tração animal das vacas como escravidão.
As jóias de crioula, adornos confeccionados em ouro e prata, presentes na comunidade afro descendente escrava e liberta brasileira dos séculos XVIII e XIX, se subdividem em três ramos. O primeiro das jóias, confeccionadas pelos senhores escravocratas que adornavam as escravas que serviam como empregadas domesticas a residência colonial, como símbolo de opulência e poder. O segundo, das jóias de axé, confeccionadas por razoes devocionais as matriarcas das casas de santo, da cultura das religiosidades afro brasileiras. O terceiro, as jóias confeccionadas pelos escravos de ganho, auxiliares dos oficiais de ourives, para adorno das ex - escravas alforriadas como símbolo de afirmação de liberdade na sociedade, por prestigio e poder. Usadas abundantemente durante as festas dentro da comunidade da época.
Entre os círculos de confecção das famosas jóias de crioulas, muito romantizados existem alguns hiatos pouco abordados pelos historiadores. O primeiro é quanto ao material, pois a prata por não ter extração no Brasil Colonial era mais nobre que o ouro. Outro seria sobre a confecção delas pelos escravos de ganho pois não eram feitas pelos oficiais ourives portugueses, pois os mesmo produziam os utensílios religiosos católicos e estavam impedidos a confeccionar adornos para animais. Por mais dramático que pareça, era está a posição oficial religiosa católica da época, seres sem alma, inventariados e comercializados como tal. A humanização aparece por alguns autores com o estudo posterior deste período nefasto escravocrata brasileiro.
Êxodo Faunal
Os vagalumes se apagaram de tanto iluminar o nada.
Deixaram no ar uma saudade de lampejo,
como se a noite agora fosse menos noite.
Antes, ao escurecer, acendiam luminares.
As abelhas,
desistiram de suas casas de mel,
escravizadas em nome do capital e do progresso.
Talvez tenham cansado de voar entre o barulho,
as flores e suas celas de cimento.
As borboletas,
flores flutuantes,
que nunca gostaram de despedidas,
foram embora sem alarde.
Levaram consigo a leveza do mundo,
deixando só o peso e a cor opaca da nossa pressa.
A gente, bicho grande,
ficou sem esses pequenos.
E agora, o que fazemos?
Apenas aprendemos o inútil.
A cidade cresce,
mas encolhemos por dentro -
sem o zunido, sem o lampejo, sem o voo.
Asas
Me ensinaram a ser chão,
a ser reto, a ser horário.
E eu fui —
fui sem vírgulas, sem desvios, sem fé,
sem delírios.
Nem andor passava por mim.
Desaprendi de voar
quando adulteci
e virei funcionário da rotina.
Guardei minhas asas na gaveta do
esquecimento,
junto de papéis amassados e promessas
vencidas.
Me acinzentei — mas os olhos, não.
Eles cansaram de ver histórias de aluguel.
Anseio por uma história que ainda não construí.
Meu conto.
Meu próprio folclore.
Quero subir novamente,
nem que seja feito um passarinho de metal,
avião de lata.
Cair para cima.
Acredito que ainda tenho tempo.
Sonhar é verbo com hélice.
Ontem, me lembrei que nasci para o alto.
Reabri a gaveta com dedos de menino.
Achei minhas asas caladas, mas inteiras.
Borrifei esperança nas penas,
reacendi o desejo pelo voo na pele.
E fui.
Voar é desobedecer o peso.
Mesmo que o vento se esqueça.
Mesmo que as asas tremam.
Alcançar os ares é importante —
reaprender a sonhar,
mesmo que o mundo diga: não.
O Estado (qualquer área pública) é composto por pessoas que querem decidir a vida de outras pessoas sem pagar o preço ou assumir o risco de serem responsabilizados pelos erros, resultados, mortes ou sofrimentos causados em benefício próprio.
É o próprio Senhor de Escravos conduzindo seus humanos.
