Tombos
É muito fácil voar
Nas asas da paixão
De certo a este ponto
Tantos tombos e feridas
Os janeiros podem contar
Na chegada parece bicho do mato
Um furacão no pronto
Em sincronia os motores ligam
Na maior potencia possível
Ajuste de velocidade
Até ficar branda
É preciso muitos janeiros.
Eu carrego comigo todas as cicatrizes de todos os meus tombos, aqueles velhos tombos que me fizeram quem eu sou hoje. Aqueles que me fizeram forte, me fizeram grande, me fizeram uma pessoa melhor.
Pior do que a dor de cair no chão é não saber como levantar. Tropeços e tombos fazem parte da vida. Quando cair não procure os motivos que te levaram a queda, procure os motivos que vão te fazer superar, aqueles que vão te fazer levantar.
Aprenda que a vida te ensina por meio de tombos e tropeços, e isso não te faz fraco, e com isso você não somente aprende a cair, mas aprende a se levantar mais forte.
Nunca fui de me importar com as pequenas quedas da vida. Mas são esses pequenos tombos que com o passar do tempo deixam uma ferida enorme.
Não se apoie nas pessoas para ser feliz, não se faça de vítima dos tombos da vida. Seja sua própria Fortaleza.
Uma atitude que sempre me atormenta é a autopiedade. Pena pela dor que sinto, pelos tombos e rasteiras que levo. Mas, pensando como autossuficiente, a lógica é uma só: sentimos o que queremos, acreditamos no que queremos ver. Não existe uma verdade exata para tudo - os matemáticos que me desculpem - a única verdade que temos é a própria existência por si só, que se dá por um choro e termina com um suspiro.
Há quem diga que aprender com os próprios tombos é sempre a pior maneira,eu já acho que não, acredito ser a forma mais eficaz. Porém cuidado, ela vicia.
Se a vida é como andar de bicicleta, inevitavelmente haverá deslizes, tombos, cara esfolada, joelho ralado, cansaço, subida na qual teremos que pedalar exaustivamente, vontade de desistir... Mas, exatamente por ser como andar de bicicleta é que sabemos que depois de toda subida tem uma descida que nos permite parar de pedalar para aliviar o cansaço; depois das quedas ganhamos a experiência de reconhecer os terrenos onde derrapa o pneu; depois dos tombos adquirimos mais segurança, andamos com menos medo, podendo assim, apreciar o frescor da brisa no rosto e a beleza da paisagem que se estende ao longo do caminho.
A redenção é o melhor momento da vida depois de vários tombos, é onde você começa a enxergar quem é de verdade e quem finge ser de verdade. 😉
Na vida levamos alguns tombos, sofremos por coisas bobas, choramos por decepções, nos irritamos por pequenos detalhes e muitas vezes julgamos sem ao menos pensarmos um pouco antes ...
Assim somos nós, imperfeitos, cheios de erros e falhas, mas, somos justificados por um ser, que faz tudo mudar em nossas vidas, Jesus:
Ele nos levanta quando estamos caídos, nos alegra quando estamos tristes e abatidos, nos faz superar tudo e nos dá vários motivos pra sermos felizes, em meios as irritações, Ele nos mostra que todos temos defeitos, e no julgo do mundo Ele já provou, que só seremos julgados por Ele, mas Ele não julga, muito pelo ao contrário, Ele nos corrige e nos fortalece todos os dias com o seu Eterno Amor!
Aprender matemática é como anda de bicicleta pela primeira vez, primeiro os tombos depois as conquistas de ter conquistado e a certeza de não ter desistido.
nossa, realmente dá uma vontade louca de sair desse corpo
onde se vê as cicatrizes dos tombos e dos incidentes
onde se olha nos olhos e vê lá no fundo as imperfeições
onde se nota nas atitudes os erros mais grotescos
onde vem a memória as piores lembranças do passado
onde se enxerga um coracao rancoroso, magoado e amargo
e ver a forma da alma sem essa aparência mortal
eu sei que todo este pensamento
onde vi as coisas pelo lado negativo
a alma pode não ter agradável aparência
mas que dá uma vontade
ah! isso dá, seja lá qual a forma que eu encontrar
desde que eu não veja este rosto marcado
muitas vezes pelo desgosto
só então saberei se gosto ou não
do que sou e como sou
bem lá no fundo da minh'alma!!!
O meu EU no teu EU
Do quadrado ao redondo....
Vou levando....
E vou tomando meus tombos...
Me levanto de novo......
E caio novamente....
Mas com Determinaçâo....
Vou me equilibrando....
Assim...
Encosto-me nas paredes da vida...
E vou caminhando.....
Mesmo sem destino....
Busco no infinito...
E traço....
Meus caminhos....
Viro o copo....
Jogo a água natural...
É nessa hora...
Pego um gelinho pra dar um grau....
Mato minha sede....
Vou devagarinho me levantando...
Livre...
Levanto meu vôo...
E assim.....
Me envolvo com minhas veias....
E meu sangue vai cuirculando normal....
Sigo nas longas linhas de seda...
Com meu consentimento...
Transformo tudo em paz....
Me retrato com o Sol....
Trazendo uma luz sem igual....
Do baile....
Sou o coreógrafo
Abro-me no picadeiro....
Trago-te nos meus braços....
Dou a ti...
Aquilo que te prometi....
Meu Amor é todo seu....
É nesse momento que...
Sinto meu EU...
Junto com o TEU...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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