Todos temos um Segredo Inconfessavel
O amor é a força que impulsiona o universo, um poder transcendental que nos conecta a todos e a tudo, uma luz divina que brilha em cada coração humano.
Um dia, todos partiremos, deixando para trás tudo o que acumulamos e construímos. O que realmente importa não são os bens que possuímos, mas as memórias que deixamos, o amor que compartilhamos e o impacto que causamos na vida dos outros. Viver com propósito e valorizar o presente é o que dá sentido à nossa breve passagem por aqui.
O Brasil possui todos os requisitos para ser um país de construção, mas infelizmente os governistas o conduz como um país de sucção.
Todos nós guardamos um Pedro em nós, se não nos policiarmos em algum momento da vida ele virá publicamente negar o seu Salvador.
O Eterno, é possuidor de todo, como poderia um simples mortal compensá-lo por todos os benefícios concedido à cada um de nós? Cumpra seus votos, tema ao Senhor e obedeça a sua Palavra.
É madrugada !
É madrugada, todos estão dormindo,
em um sono tão pesado, que não ouvem
que a chuva está caindo.
Água cai tão forte, levando tudo pela
frente, quando dia amanhece, já
morreu muita gente.
Acionam a Codesal e às Defesa Cívil,
mais muitos foram embora, desse mundo
já partiu.
Aquela casa bonita, que lutaram pra construir,
às jogaram no chão, não restaram nada alí.
Existe o céu e inferno, para todos escolher,
onde passar a eternidade, quando tiver que morrer.
Poucos dão crédito, ao sacrifício de Jesus,
acham que inferno não existe.
Levam a vida de qualquer jeito, ainda batem no peito, que desse jeitosão feliz.
Nos Comícios !
Oitenta e um senadores,
Quinhentos e treze deputados federais,
todos, bem remunerados,
de empregados, tornar-se patrões.
Oito anos no poder,
leva cada senador,
Quatro anos, permanece um
deputado federal.
Nós estados um governador e os
deputados estadual.
O que todos fazem por nós ?
É, o que, pretendo descubrir.
Eles alegam nos comícios,
que vão fazer e acontecer,
depois que são eleitos,
eles esquecem de você.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Todos querem um mundo de faz-de-conta, onde tudo é mágico e acontece num piscar de olhos. Tudo leva tempo, se quisermos bem feito.
"A morte não é definitiva, é apenas um sono profundo da alma, afinal, todos precisamos descansar um dia."
Se existir um sonho que ainda não alcancei, este eu desconheço, porque de todos os desejos que almejei, todos os alvos que tracei, até os impossíveis conquistei, porque ao nascer, morri, ao crescer, venci, ao sonhar, acordei, ao acreditar, realizei.
Missão, filhos, livros, poesia, amigos, família e um amor que jamais esquecerei.
Pois, De uma certeza nasci, de uma missão á cumprir, de passos a seguir, filha do Rei eu sei!
De todos os animais da natureza o cágado é um dos poucos que se manifesta a respeito do acento que lhe é devido, ou futuramente quem sabe, do assento que é imposto
Fim de muitos começos. Início de tantos fins.
E você começa tanto em todos os dias e acaba um outro tanto em qualquer momento. Muito já se afirmou em tom profético ou simplista que a vida é um início, um meio e um fim, no entanto, filosofando um pouco mais, parece apenas ter um indicativo de onde começa ,no mais, caminhamos para o final, a partida, o fechamento. Afinal, ao certo mesmo, você não sabe onde é o meio, pois o caminho existencial não tem placas, setas , mapas e nem aparece em GPS. Apenas siga o fluxo!
Na vasta tapeçaria da existência, há um fio invisível que conecta todos os aspectos do universo. Esse fio, quase etéreo, parece ser o tecido fundamental que une a complexidade da vida e da criação. É como se cada evento, cada pensamento e cada ação estivessem entrelaçados por uma rede intricada de causas e efeitos, que transcende a percepção imediata e a compreensão comum. Este entrelaçar não é evidente para os sentidos ordinários, mas se revela para aqueles que se dedicam a explorar as profundezas da realidade.
Imagine a existência como uma grande sinfonia, onde cada elemento e fenômeno desempenha uma nota única na composição cósmica. No entanto, existe uma melodia que escapa ao ouvido comum — uma harmonia sutil e persistente que só se revela àqueles que estão sintonizados com a frequência adequada. Esta melodia não pode ser capturada pelos sentidos físicos, mas emerge através de intuições e insights que se manifestam quando mergulhamos além da superfície do conhecimento.
A compreensão desse nível mais profundo de realidade exige uma sensibilidade especial. É como se houvesse uma chave secreta que desbloqueia as portas do entendimento mais profundo e verdadeiro. Aqueles que buscam a verdade frequentemente se deparam com símbolos, imagens e práticas que podem parecer enigmáticos ou criptografados à primeira vista. Esses elementos não são meramente ornamentações, mas são representações de verdades ocultas que se revelam somente àqueles que se dedicam a decifrar seus significados intrínsecos.
O caminho para descobrir essas verdades não é linear, mas sim um percurso em espiral, repleto de descobertas e revelações que se desdobram em camadas. À medida que exploramos essas camadas mais profundas da realidade, começamos a perceber que os padrões e as verdades universais se entrelaçam de maneira complexa, mostrando a interconexão de tudo o que existe. A compreensão emerge não de uma única revelação, mas da integração de múltiplas perspectivas e experiências que, juntas, formam um panorama mais amplo e completo.
Neste processo de descoberta, a prática da reflexão e da meditação desempenha um papel crucial. Quando direcionamos nossa mente e espírito para focar nas questões mais profundas, conseguimos alinhar nossos próprios ritmos internos com os padrões maiores que regem o universo. É como se, ao silenciar as distrações mundanas e nos concentrarmos em nossa essência interior, começássemos a perceber a harmonia subjacente que permeia toda a existência.
Cada momento de introspecção e contemplação é um passo em direção ao entendimento mais profundo. Esses momentos oferecem insights que iluminam áreas obscuras da nossa compreensão e nos conectam a algo maior e mais universal. A prática constante de se voltar para dentro e refletir sobre o significado das nossas experiências permite que descobramos novas dimensões de sabedoria e revelações.
A jornada em busca desse conhecimento mais profundo é uma verdadeira exploração dos mistérios da existência. É um convite para explorar o que está além das aparências superficiais e para mergulhar nas camadas mais profundas da realidade. Essa busca é, em última análise, uma jornada em direção à realização e à harmonia, à medida que nos conectamos com os princípios universais que governam o cosmos.
À medida que avançamos nessa jornada, descobrimos que a compreensão verdadeira não é apenas sobre o que é visível, mas sobre o que está oculto sob a superfície. É sobre aprender a reconhecer e a interpretar os sinais sutis e os padrões invisíveis que moldam a nossa experiência. A verdadeira sabedoria emerge não apenas da observação do mundo externo, mas da exploração das profundezas do nosso próprio ser e da nossa relação com o universo.
Neste processo de descoberta, a iluminação não é um destino final, mas um contínuo desenrolar de novos conhecimentos e insights. É uma busca constante por maior compreensão e conexão com os mistérios que permeiam toda a existência. A jornada é tão importante quanto o destino, pois é através da exploração e da descoberta que encontramos um sentido mais profundo e significativo para a nossa vida e para o mundo ao nosso redor.
Todos os dias em nossa vida são verdadeiras obras de despedida, um beijo no coração da eternidade, infinito amor no coração de quem fica
Todos os bons sonhos são marcas de um inverno de saudade;
Todo ato concreto, são degelos dos sonhos, pelo verão que se realizou
O caminho de um espírito nobre é fazer com que sua espiritualidade atinja o céu movendo todos os passos possíveis para se conquistar as estrelas
Todos os monstros internos da nossa psique representam também um novo olhar para a cura interior da nossa alma
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